O Santa Cruz ainda deve contratar um atacante e um meia.
Fernando Gaúcho, do Campinense, ex-Ituano e Guarani, é o mais cotado para o ataque.
O diretor de futebol coral, Constantino Júnior, admitiu a possibilidade.
"É um atleta que foi oferecido e é uma boa opção. Camisa 9, que coloca para dentro", disse ao Blog do Torcedor.
Constantino, no entanto, apontou que também negocia com outro jogador para a posição, e este seria o prioritário.
Nos bastidores, comenta-se que está tudo certo. O detalhe é que ele seriam mínimas as chances de atuação no domingo, contra o Alecrim-RN.
"A gente está trazendo mais um meia e um atacante vislumbrando a passagem. Sem menosprezar nada nem ninguém", disse Constantino Júnior.
ATUALIZAÇÃO ÀS 15h:
Segundo informações do repórter Leonardo Boris, da Rádio JC/CBN, o meia a ser contratado é Washington, também do Campinense.
Além disso, surgiu a informação de que os dois possíveis contratados só viriam após o domingo, quando o Campinense encerra a sua participação na Série C.
Caso o Santa seja eliminado, eles poderiam não vir.
Fonte:blogdotorcedor
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terça-feira, 13 de setembro de 2011
Fred é cortado da seleção para jogo com a Argentina
Da Agência Estado
O atacante Fred foi cortado nesta terça-feira da seleção brasileira e não irá disputar o jogo contra a Argentina, na noite desta quarta, em Córdoba. Ele já tinha se apresentado ao técnico Mano Menezes, na última segunda, com dores na coxa direita. Por isso, passou por exame de ressonância magnética, que constatou um pequeno edema no local, inviabilizando sua participação no Superclássico das Américas.
Fred já foi liberado por Mano Menezes para voltar ao Rio, onde fará o tratamento da lesão. Mas, segundo o comunicado da CBF, o atacante teria condições de se recuperar a tempo de defender o Fluminense no domingo, contra o Bahia, em Salvador, pela 24ª rodada do Brasileirão.
A ausência de Fred não muda muito os planos de Mano Menezes, já que ele seria reserva de Leandro Damião e Neymar no ataque. Mas é o segundo jogador que o treinador perde para esse confronto com a Argentina. Antes, o goleiro Fábio foi cortado, dando lugar para a convocação de Victor.
O Superclássico das Américas - antiga Copa Rocca - irá reunir Brasil e Argentina em dois jogos. O primeiro será já nesta quarta-feira em Córdoba, enquanto o segundo está marcado para o dia 28 de setembro, em Belém. E as duas seleções não podem utilizar jogadores que atuam fora do país.
O atacante Fred foi cortado nesta terça-feira da seleção brasileira e não irá disputar o jogo contra a Argentina, na noite desta quarta, em Córdoba. Ele já tinha se apresentado ao técnico Mano Menezes, na última segunda, com dores na coxa direita. Por isso, passou por exame de ressonância magnética, que constatou um pequeno edema no local, inviabilizando sua participação no Superclássico das Américas.
Fred já foi liberado por Mano Menezes para voltar ao Rio, onde fará o tratamento da lesão. Mas, segundo o comunicado da CBF, o atacante teria condições de se recuperar a tempo de defender o Fluminense no domingo, contra o Bahia, em Salvador, pela 24ª rodada do Brasileirão.
A ausência de Fred não muda muito os planos de Mano Menezes, já que ele seria reserva de Leandro Damião e Neymar no ataque. Mas é o segundo jogador que o treinador perde para esse confronto com a Argentina. Antes, o goleiro Fábio foi cortado, dando lugar para a convocação de Victor.
O Superclássico das Américas - antiga Copa Rocca - irá reunir Brasil e Argentina em dois jogos. O primeiro será já nesta quarta-feira em Córdoba, enquanto o segundo está marcado para o dia 28 de setembro, em Belém. E as duas seleções não podem utilizar jogadores que atuam fora do país.
Salgueiro precisa engrenar vitórias para diminuir prejuízo
Ainda a cinco pontos de deixar a zona de rebaixamento, o Salgueiro tem pela frente o desafio de emendar duas vitórias seguidas para reduzir a defesagem nesta Série B. Para tanto, o time sertanejo tem que vencer o Paraná, nesta terça-feira (13), pela 23ª rodada da Série B, no Ademir Cunha. O Carcará tem 19 pontos e o Guarani, primeiro time fora da degola, soma 24. O Paraná, que perdeu em casa para o Americana na última rodada, é o nono colocado, com 31.
Por isso, o pensamento é de que será possível reverter o quadro. O atacante Ricardinho, em seu primeiro jogo como titular dentro de casa, acredita que os tropeços dos adversários que lutam diretamente com o Salgueiro deu novo ânimo. "Os outros times deram brecha e agora vamos lutar para fazer o resultado dentro de nossos domínios", apontou.
O técnico Luís Carlos Barbieri vai na mesma linha de pensamento e lembra que todas as equipes na segundona já conseguiram uma boa sequência de vitórias. E com o Carcará não vai ser diferente. "Temos que conseguir uma sequência de três a quatro vitórias para sair dessa situação. E podemos fazer isso. Todas as equipes nessa Série B já conseguiram", contou.
A base do time será a mesma que derrotou o Duque de Caxias na semana passada. Alterações no gol e na lateral direita. Como Marcelo foi dispensado, Luciano herda a camisa 1. Na lateral, a contusão de Marcos Tamandaré abre vaga para Matheus entrar improvisado.
O maior desfalque do Paraná é o comando. Roberto Fonseca foi demitido e o interino Ageu Gonçalves será o responsável por mandar o time a campo. Os paranaenses vêm de quatro derrotas nos últimos quatro jogos.
Ficha do jogo:
Salgueiro: Luciano; Matheus, Juninho, Alexandre e Piauí; Pio, Josa, Renê e Paulo Santos; Ricardinho e Marabá. Técnico: Luís Carlos Barbieri.
Paraná: Zé Carlos; Marquinho, Amarildo, Brinner e Lima; Maycon Freitas, Dionísio, Douglas Packer (Luciano Castán) e Dinelson; Ricardinho e Hernani (Giancarlo). Técnico: Ageu Gonçalves (interino).
Local: Estádio Ademir Cunha, em Paulista. Horário: 20h30. Árbitro: Cleisson Veloso Pereira (MG). Assistentes: Frederico Soares Vilarinho (MG) e Oberto da Silva Santos (PB). Ingressos: R$ 15 (arquibancada) e R$ 8 (estudante).
FOnte: blogdotorcedor
Por isso, o pensamento é de que será possível reverter o quadro. O atacante Ricardinho, em seu primeiro jogo como titular dentro de casa, acredita que os tropeços dos adversários que lutam diretamente com o Salgueiro deu novo ânimo. "Os outros times deram brecha e agora vamos lutar para fazer o resultado dentro de nossos domínios", apontou.
O técnico Luís Carlos Barbieri vai na mesma linha de pensamento e lembra que todas as equipes na segundona já conseguiram uma boa sequência de vitórias. E com o Carcará não vai ser diferente. "Temos que conseguir uma sequência de três a quatro vitórias para sair dessa situação. E podemos fazer isso. Todas as equipes nessa Série B já conseguiram", contou.
A base do time será a mesma que derrotou o Duque de Caxias na semana passada. Alterações no gol e na lateral direita. Como Marcelo foi dispensado, Luciano herda a camisa 1. Na lateral, a contusão de Marcos Tamandaré abre vaga para Matheus entrar improvisado.
O maior desfalque do Paraná é o comando. Roberto Fonseca foi demitido e o interino Ageu Gonçalves será o responsável por mandar o time a campo. Os paranaenses vêm de quatro derrotas nos últimos quatro jogos.
Ficha do jogo:
Salgueiro: Luciano; Matheus, Juninho, Alexandre e Piauí; Pio, Josa, Renê e Paulo Santos; Ricardinho e Marabá. Técnico: Luís Carlos Barbieri.
Paraná: Zé Carlos; Marquinho, Amarildo, Brinner e Lima; Maycon Freitas, Dionísio, Douglas Packer (Luciano Castán) e Dinelson; Ricardinho e Hernani (Giancarlo). Técnico: Ageu Gonçalves (interino).
Local: Estádio Ademir Cunha, em Paulista. Horário: 20h30. Árbitro: Cleisson Veloso Pereira (MG). Assistentes: Frederico Soares Vilarinho (MG) e Oberto da Silva Santos (PB). Ingressos: R$ 15 (arquibancada) e R$ 8 (estudante).
FOnte: blogdotorcedor
Sport recebe ASA pensando no G4
Embalado com a sequência de bons resultados (já são oito partidas sem derrotas), o Náutico encara o Bragantino, na noite desta terça-feira, às 20h30, no estádio Nabi Abi Chedid, em Bragança Paulista, de olho na liderança da Série B. Par isso, o Timbu teria que vencer a partida e torcer por uma derrota da Portuguesa, que joga em casa diante do Barueri. A confiança é grande. Por isso, os jogadores do Náutico prometem empenho para superar o Braga, que também atravessa uma boa fase - vem de quatro vitórias consecutivas.
O técnico Waldemar Lemos, no entanto, não quer saber de "oba-oba" em torno do bom momento do time e nem da possível liderança. Ele quer a equipe concentrada e empenhada a fazer o que foi determinado nos treinos. “Esses rapazes merecem a liderança. Vontade não falta e é um desejo de todos. Mas não temos nada combinado com ninguém do outro lado. Se vai acontecer, não sei. Mas, se ocorrer, com certeza não terá oba-oba em cima”, declarou.
Para a partida contra o Braga, o treinador não terá o capitão Everton, que vai cumprir suspensão pelo terceiro cartão amarelo. No seu lugar, entra o garoto Lenon. Esse é o único desfalque da equipe. Por outro lado, o lateral-esquerdo Jeff Silva e o meia Eduardo Ramos estão de volta à equipe. O zagueiro Ronaldo Alves tem escalação garantida. Ele saiu na metade do segundo tempo, após chocar-se, cabeça com cabeça, com o atacante Schwenk. O atleta se recuperou e tem presença garantida.
Adversário
O técnico Marcelo Veiga teve problemas para escalar o Bragantino para a partida diante do Timbu. O zagueiro Felipe e o volante Eder receberam o terceiro cartão amarelo contra o São Caetano e cumprem suspensão automática.
O volante Reinaldo também fica de fora, pois sentiu uma lesão muscular. A boa notícia é que o meio-campo Luis Mário treinou normalmente durante a semana e foi relacionado para a concentração, podendo retornar à equipe.
Ficha técnica
Bragantino
Gilvan; Felipe, Luiz Carlos e André Astorga; Diego Macedo, Éder, Mineiro, Romarinho e Marcinho; Leo Jaime e Lincom. Técnico: Marcelo Veiga.
Náutico
Gideão; Peter, Marlon, Ronaldo Alves e Jeff Silva; Lenon, Elicarlos, Derley e Eduardo Ramos; Rogério e Kieza. Técnico: Waldemar Lemos.
Local: Nabi Abi Chedid, em Bragança Paulista (SP). Horário: 20h30. Árbitro: Wagner Rosa (RJ). Assistentes: Márcia Caetano (RO) e Luiz Costa (RJ).
Fonte:blogdotorcedor
O técnico Waldemar Lemos, no entanto, não quer saber de "oba-oba" em torno do bom momento do time e nem da possível liderança. Ele quer a equipe concentrada e empenhada a fazer o que foi determinado nos treinos. “Esses rapazes merecem a liderança. Vontade não falta e é um desejo de todos. Mas não temos nada combinado com ninguém do outro lado. Se vai acontecer, não sei. Mas, se ocorrer, com certeza não terá oba-oba em cima”, declarou.
Para a partida contra o Braga, o treinador não terá o capitão Everton, que vai cumprir suspensão pelo terceiro cartão amarelo. No seu lugar, entra o garoto Lenon. Esse é o único desfalque da equipe. Por outro lado, o lateral-esquerdo Jeff Silva e o meia Eduardo Ramos estão de volta à equipe. O zagueiro Ronaldo Alves tem escalação garantida. Ele saiu na metade do segundo tempo, após chocar-se, cabeça com cabeça, com o atacante Schwenk. O atleta se recuperou e tem presença garantida.
Adversário
O técnico Marcelo Veiga teve problemas para escalar o Bragantino para a partida diante do Timbu. O zagueiro Felipe e o volante Eder receberam o terceiro cartão amarelo contra o São Caetano e cumprem suspensão automática.
O volante Reinaldo também fica de fora, pois sentiu uma lesão muscular. A boa notícia é que o meio-campo Luis Mário treinou normalmente durante a semana e foi relacionado para a concentração, podendo retornar à equipe.
Ficha técnica
Bragantino
Gilvan; Felipe, Luiz Carlos e André Astorga; Diego Macedo, Éder, Mineiro, Romarinho e Marcinho; Leo Jaime e Lincom. Técnico: Marcelo Veiga.
Náutico
Gideão; Peter, Marlon, Ronaldo Alves e Jeff Silva; Lenon, Elicarlos, Derley e Eduardo Ramos; Rogério e Kieza. Técnico: Waldemar Lemos.
Local: Nabi Abi Chedid, em Bragança Paulista (SP). Horário: 20h30. Árbitro: Wagner Rosa (RJ). Assistentes: Márcia Caetano (RO) e Luiz Costa (RJ).
Fonte:blogdotorcedor
Sport recebe ASA pensando no G4
Na quinta colocação com 36 pontos, o Sport entra em campo amanhã contra o ASA na Ilha do Retiro precisando da vitória para poder entrar no G4. Para isso acontecer, além da vitória do Leão, deve ocorrer um tropeço da Americana, que recebe o Icasa no estádio Décio Vitta no mesmo dia.
No entanto, para alcançar a vitória, o time rubro-negro terá que passar por cima de uma série de desfalques. Entre lesionados e suspensos, sete jogadores estão fora do jogo. PC Gusmão não poderá contar com os zagueiros Gabriel e César, o lateral-direito Thiaguinho, o volante Naldinho, os meias Maylson e Willians e o atacante Júnior Viçosa.
Porém, mesmo com os desfalques, o comandante do Sport deverá manter a formação utilizada nos últimos jogos, o esquema 4-4-2 com Hamilton fazendo a função de um falso terceiro zagueiro. Assim, o Sport deverá vir a campo com Magrão; Renato, Montoya, Tobi e Wellington Saci; Hamílton, Rithelly, Moacir e Marcelinho Paraíba; Misael e Bruno Mineiro.
ASA
Já o adversário, sem vencer há quatro partidas, encara o Sport também precisando da vitória para sair da parte de baixo da tabela. A equipe de Arapiraca está ameaçada de rebaixamento ocupando 13º com 29 pontos.
Ficha do Jogo:
Sport: Magrão; Renato, Montoya, Tobi e Wellington Saci; Hamílton, Rithelly, Moacir e Marcelinho Paraíba; Misael e Bruno Mineiro. Téc. PC Gusmão.
ASA: Gílson; Thiago Alves, Toninho e Emerson; Niel, Jorginho, Didira, Ranscismar, Raúl e Chiquinho; Alexsandro. Téc. Vica
Local: Ilha do Retiro. Horário: 20h30. Árbitro: Arílson da Anunciação (BA). Assistentes: Luíz Carlos Teixeira e Djalma Ferreira (BA). Ingressos: arquibancada R$ 30, sócio e estudante R$ 15, arquibancada(placar) R$ 10.
Fonte: Blogdotorcedor
No entanto, para alcançar a vitória, o time rubro-negro terá que passar por cima de uma série de desfalques. Entre lesionados e suspensos, sete jogadores estão fora do jogo. PC Gusmão não poderá contar com os zagueiros Gabriel e César, o lateral-direito Thiaguinho, o volante Naldinho, os meias Maylson e Willians e o atacante Júnior Viçosa.
Porém, mesmo com os desfalques, o comandante do Sport deverá manter a formação utilizada nos últimos jogos, o esquema 4-4-2 com Hamilton fazendo a função de um falso terceiro zagueiro. Assim, o Sport deverá vir a campo com Magrão; Renato, Montoya, Tobi e Wellington Saci; Hamílton, Rithelly, Moacir e Marcelinho Paraíba; Misael e Bruno Mineiro.
ASA
Já o adversário, sem vencer há quatro partidas, encara o Sport também precisando da vitória para sair da parte de baixo da tabela. A equipe de Arapiraca está ameaçada de rebaixamento ocupando 13º com 29 pontos.
Ficha do Jogo:
Sport: Magrão; Renato, Montoya, Tobi e Wellington Saci; Hamílton, Rithelly, Moacir e Marcelinho Paraíba; Misael e Bruno Mineiro. Téc. PC Gusmão.
ASA: Gílson; Thiago Alves, Toninho e Emerson; Niel, Jorginho, Didira, Ranscismar, Raúl e Chiquinho; Alexsandro. Téc. Vica
Local: Ilha do Retiro. Horário: 20h30. Árbitro: Arílson da Anunciação (BA). Assistentes: Luíz Carlos Teixeira e Djalma Ferreira (BA). Ingressos: arquibancada R$ 30, sócio e estudante R$ 15, arquibancada(placar) R$ 10.
Fonte: Blogdotorcedor
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
SANTA: Depois da derrota uma contratação anunciada!!
DADOS PESSOAIS
Nome: Ismael Santos Gales
Nacionalidade: Brasil
Data de Nascimento: 19/11/1984 (26 anos)
Naturalidade
Posição: Volante
Altura:1,70m
Peso:69 kg
Último Clube:Remo/PA
Assessoria SCFC
..
Nome: Ismael Santos Gales
Nacionalidade: Brasil
Data de Nascimento: 19/11/1984 (26 anos)
Naturalidade
Posição: Volante
Altura:1,70m
Peso:69 kg
Último Clube:Remo/PA
Assessoria SCFC
..
Santa Cruz joga mal e perde para o Guarani-CE por 2x1
Jogando de maneira recuada e com um jogador a menos durante todo o segundo tempo, o Santa Cruz acabou perdendo para o Guarani-CE por 2x1 no estádio Almeidão em João Pessoa (PB). Thiago Cunha abriu o placar para o tricolor pernambucano, enquanto Tobias e Cristóvão viraram para os cearenses.
O resultado negativo obriga o Santa Cruz a jogar pela vitória no próximo jogo contra o Alecrim-RN, domingo no Arruda. Se empatar, o tricolor dependerá de uma combinação de resultados. Caso perca estará eliminado na primeira fase da competição. A equipe comandada por Zé Teodoro ocupa a segunda posição do grupo A3 com 12 pontos. Já o Guarani-CE, que enfrenta o Santa Cruz-RN também no domingo, mantém as chances de classificação na terceira colocação com 11.
O JOGO - O Santa Cruz começou o primeiro tempo dando a impressão de que seria um jogo fácil. Logo no primeiro minuto de jogo Ricardinho cruzou e Thiago Cunha de cabeça marcou levantando toda a torcida presente em João Pessoa. O placar era o suficiente para a classificação coral independente do resultado do jogo entre Porto-PE e Santa Cruz-RN que aconteceu em Bonito no mesmo horário.
No entanto, o Tricolor do Arruda pouco produziu após o gol, recuado e prejudicado pelo gramado em condições irregulares, o Santa Cruz não conseguia conduzir a bola no meio de campo dando muitos chutões da defesa. Do outro lado, o Guarani conseguia se adaptar melhor ao campo e levava perigo ao gol de Thiago Cardoso. Aos 12 minutos, Juremildo recebeu bola dentro da área e arriscou. A bola foi cortada por André Oliveira para longe.
O Santa Cruz tentou responder logo em seguida. Aos 19 minutos, Ricardinho foi lançado pela esquerda livre de marcação em contra-ataque rápido. Porém, o atacante tricolor carregou demais a bola perdendo a oportunidade de tocar para Thiago Cunha e ampliar o placar.
O Guarani seguia melhor em campo. Aos 22 minutos, Cristóvão recebeu na esquerda e entrou na área para chutar forte por cima do gol coral assustando o goleiro Thiago Cardoso. A defesa tricolor batia cabeça e dava espaços para o time de Juazeiro do Norte tocar a bola.
Após esse lance, as duas equipes caíram de produção. O Guarani pressionava mais, enquanto o Santa Cruz se contentava em defender e sair para o contra-ataque. O placar de 1x0 a favor da equipe do técnico Zé Teodoro passava a ser injusto.
E o gol que faria justiça ao primeiro tempo saiu. Aos 40 minutos, após escanteio cobrado, a zaga coral bateu cabeça deixando a bola sobrar para Tobias chutar no canto direito do gol tricolor. O gol cearense frustrou a torcida do Santa Cruz que vaiou a equipe durante a saída para os vestiários.
No segundo tempo, o técnico Zé Teodoro procurou alterar o cenário do jogo. O comandante coral tirou Ricardinho para colocar Ludemar e sacou Leandrinho para a entrada de Jefferson Maranhão. Porém, as substituições não puderam ser observadas devido a expulsão de Thiago Cunha aos 5 minutos. O atacante recebeu o cartão vermelho direto após reclamar com o árbitro Cléber Abade.
Com um a menos em campo, o Santa Cruz teve que se contentar com jogar de maneira mais defensiva e esperar os espaços deixados pelo Guarani. Contudo, o equipe coral recuou excessivamente chamando o time rubro-negro para o seu campo. Os cearenses pressionavam e criavam mais chances de perigo. Thiago Cardoso ia salvando o Santa.
Até que aos 42 minutos, em falta na entrada de área, Cristóvão soltou a bomba para o fundo da redes virando o placar. Era o justo placar da equipe que mais procurou o jogo. O gol tomado no final da partida, deixou pouco tempo para o Santa Cruz reagir. O Guarani se fechou e esperou o apito final do árbitro.
FICHA DO JOGO
Guarani-CE 2x1 Santa Cruz-PE
Guarani-CE: Valdo; Roberto, Diego, Aírton e Émerson; Tobias, Paulo Roberto, Jô(Tony) e Jean; Cristóvão e Juremildo(Tardelli). Téc. Washington Luís
Santa Cruz-PE: Tiago Cardoso; Roma, Leandro Souza, André Oliveira e Dutra; Jeovânio(Chicão), Memo, Weslley e Leandrinho(Jefferson Maranhão); Thiago Cunha e Ricardinho(Ludemar).
Local: Estádio Almeidão, em João Pessoa. Árbitro: Cleber Abade (SP). Assistentes: Alessandro Araújo e Marcione Ribeiro (CE). Gols: Thiago Cunha aos 1min do 1º tempo para o Santa Cruz; Tobias aos 40 do primeiro tempo e Cristóvão aos 42 do segundo para o Guarani-CE. Amarelos: Aíton e Jô. Vermelho: Thiago Cunha. Público: 2.176 Renda: R$ 41.465,00.
Fonte: Blogdotorcedor
O resultado negativo obriga o Santa Cruz a jogar pela vitória no próximo jogo contra o Alecrim-RN, domingo no Arruda. Se empatar, o tricolor dependerá de uma combinação de resultados. Caso perca estará eliminado na primeira fase da competição. A equipe comandada por Zé Teodoro ocupa a segunda posição do grupo A3 com 12 pontos. Já o Guarani-CE, que enfrenta o Santa Cruz-RN também no domingo, mantém as chances de classificação na terceira colocação com 11.
O JOGO - O Santa Cruz começou o primeiro tempo dando a impressão de que seria um jogo fácil. Logo no primeiro minuto de jogo Ricardinho cruzou e Thiago Cunha de cabeça marcou levantando toda a torcida presente em João Pessoa. O placar era o suficiente para a classificação coral independente do resultado do jogo entre Porto-PE e Santa Cruz-RN que aconteceu em Bonito no mesmo horário.
No entanto, o Tricolor do Arruda pouco produziu após o gol, recuado e prejudicado pelo gramado em condições irregulares, o Santa Cruz não conseguia conduzir a bola no meio de campo dando muitos chutões da defesa. Do outro lado, o Guarani conseguia se adaptar melhor ao campo e levava perigo ao gol de Thiago Cardoso. Aos 12 minutos, Juremildo recebeu bola dentro da área e arriscou. A bola foi cortada por André Oliveira para longe.
O Santa Cruz tentou responder logo em seguida. Aos 19 minutos, Ricardinho foi lançado pela esquerda livre de marcação em contra-ataque rápido. Porém, o atacante tricolor carregou demais a bola perdendo a oportunidade de tocar para Thiago Cunha e ampliar o placar.
O Guarani seguia melhor em campo. Aos 22 minutos, Cristóvão recebeu na esquerda e entrou na área para chutar forte por cima do gol coral assustando o goleiro Thiago Cardoso. A defesa tricolor batia cabeça e dava espaços para o time de Juazeiro do Norte tocar a bola.
Após esse lance, as duas equipes caíram de produção. O Guarani pressionava mais, enquanto o Santa Cruz se contentava em defender e sair para o contra-ataque. O placar de 1x0 a favor da equipe do técnico Zé Teodoro passava a ser injusto.
E o gol que faria justiça ao primeiro tempo saiu. Aos 40 minutos, após escanteio cobrado, a zaga coral bateu cabeça deixando a bola sobrar para Tobias chutar no canto direito do gol tricolor. O gol cearense frustrou a torcida do Santa Cruz que vaiou a equipe durante a saída para os vestiários.
No segundo tempo, o técnico Zé Teodoro procurou alterar o cenário do jogo. O comandante coral tirou Ricardinho para colocar Ludemar e sacou Leandrinho para a entrada de Jefferson Maranhão. Porém, as substituições não puderam ser observadas devido a expulsão de Thiago Cunha aos 5 minutos. O atacante recebeu o cartão vermelho direto após reclamar com o árbitro Cléber Abade.
Com um a menos em campo, o Santa Cruz teve que se contentar com jogar de maneira mais defensiva e esperar os espaços deixados pelo Guarani. Contudo, o equipe coral recuou excessivamente chamando o time rubro-negro para o seu campo. Os cearenses pressionavam e criavam mais chances de perigo. Thiago Cardoso ia salvando o Santa.
Até que aos 42 minutos, em falta na entrada de área, Cristóvão soltou a bomba para o fundo da redes virando o placar. Era o justo placar da equipe que mais procurou o jogo. O gol tomado no final da partida, deixou pouco tempo para o Santa Cruz reagir. O Guarani se fechou e esperou o apito final do árbitro.
FICHA DO JOGO
Guarani-CE 2x1 Santa Cruz-PE
Guarani-CE: Valdo; Roberto, Diego, Aírton e Émerson; Tobias, Paulo Roberto, Jô(Tony) e Jean; Cristóvão e Juremildo(Tardelli). Téc. Washington Luís
Santa Cruz-PE: Tiago Cardoso; Roma, Leandro Souza, André Oliveira e Dutra; Jeovânio(Chicão), Memo, Weslley e Leandrinho(Jefferson Maranhão); Thiago Cunha e Ricardinho(Ludemar).
Local: Estádio Almeidão, em João Pessoa. Árbitro: Cleber Abade (SP). Assistentes: Alessandro Araújo e Marcione Ribeiro (CE). Gols: Thiago Cunha aos 1min do 1º tempo para o Santa Cruz; Tobias aos 40 do primeiro tempo e Cristóvão aos 42 do segundo para o Guarani-CE. Amarelos: Aíton e Jô. Vermelho: Thiago Cunha. Público: 2.176 Renda: R$ 41.465,00.
Fonte: Blogdotorcedor
domingo, 11 de setembro de 2011
Resultados da Série A2 do Pernambucano - 6ª Rodada
JOGO: TIMBAÚBA 3 X 2 VERA CRUZ
DIA: 11.09.2011 (DOMINGO) HORÁRIO: 15h CATEGORIA: Profissional
ESTÁDIO: Ferreira Lima Cidade: Timbaúba
ÁRBITRO: Cláudio Mercante
ASSISTENTE N.º 1: Aldir Pereira
ASSISTENTE N.º 2: Ricardo Chianca
4º ÁRBITRO: Luciano Castro
JOGO: CHÃ GRANDE / DECISÃO 0 X 0 BELO JARDIM
DIA: 11.09.2011 (DOMINGO) HORÁRIO: 15h CATEGORIA: Profissional
ESTÁDIO: Ewerson Simões Cidade: Chã Grande
ÁRBITRO: Emerson Sobral
ASSISTENTE N.º 1: Pedro Wanderley
ASSISTENTE N.º 2: Elan Vieira
4º ÁRBITRO: Neilson Santos
JOGO: OLINDA 2 X 2 FERROVIÁRIO DO CABO
DIA: 11.09.2011 (DOMINGO) HORÁRIO: 15h CATEGORIA: Profissional
ESTÁDIO: Olindão Cidade: Olinda
ÁRBITRO: Matheus Costa
ASSISTENTE N.º 1: Wlademir Lins
ASSISTENTE N.º 2: Gustavo Correia
4º ÁRBITRO: Deborah Cecília
JOGO: SERRA TALHADA 1 X 1 ATLÉTICO PE
DIA: 11.09.2011 (DOMINGO) HORÁRIO: 15h CATEGORIA: Profissional
ESTÁDIO: Nildo Pereira Cidade: Serra Talhada
ÁRBITRO: Carlos Costa
ASSISTENTE N.º 1: Wilton Lins
ASSISTENTE N.º 2: Charles Rosas
4º ÁRBITRO: Tiago Nascimento
DIA: 11.09.2011 (DOMINGO) HORÁRIO: 15h CATEGORIA: Profissional
ESTÁDIO: Ferreira Lima Cidade: Timbaúba
ÁRBITRO: Cláudio Mercante
ASSISTENTE N.º 1: Aldir Pereira
ASSISTENTE N.º 2: Ricardo Chianca
4º ÁRBITRO: Luciano Castro
JOGO: CHÃ GRANDE / DECISÃO 0 X 0 BELO JARDIM
DIA: 11.09.2011 (DOMINGO) HORÁRIO: 15h CATEGORIA: Profissional
ESTÁDIO: Ewerson Simões Cidade: Chã Grande
ÁRBITRO: Emerson Sobral
ASSISTENTE N.º 1: Pedro Wanderley
ASSISTENTE N.º 2: Elan Vieira
4º ÁRBITRO: Neilson Santos
JOGO: OLINDA 2 X 2 FERROVIÁRIO DO CABO
DIA: 11.09.2011 (DOMINGO) HORÁRIO: 15h CATEGORIA: Profissional
ESTÁDIO: Olindão Cidade: Olinda
ÁRBITRO: Matheus Costa
ASSISTENTE N.º 1: Wlademir Lins
ASSISTENTE N.º 2: Gustavo Correia
4º ÁRBITRO: Deborah Cecília
JOGO: SERRA TALHADA 1 X 1 ATLÉTICO PE
DIA: 11.09.2011 (DOMINGO) HORÁRIO: 15h CATEGORIA: Profissional
ESTÁDIO: Nildo Pereira Cidade: Serra Talhada
ÁRBITRO: Carlos Costa
ASSISTENTE N.º 1: Wilton Lins
ASSISTENTE N.º 2: Charles Rosas
4º ÁRBITRO: Tiago Nascimento
Técnico do Vitória Feminino em Entrevista exclusiva na Folha PE
Entrevista: Kleiton Lima "Técnico do Vitória e da seleção brasileira feminina"
Terni Castro
Ele já tem a experiência de passar por grandes times do futebol feminino brasileiro e do exterior, além de somar títulos como o bicampeonato da Copa do Brasil e o bicampeonato da Taça Libertadores da América, ambos pelo Santos (SP). Não bastasse isso, é o atual técnico da seleção brasileira de futebol feminino. Todos esses atributos colocam o técnico Kleiton Lima, de 37 anos, como um dos mais requisitados da modalidade no País. Mas foi Pernambuco que ele escolheu para assumir um compromisso. Kleiton, agora, está à frente do Vitória, equipe estadual que se estrutura para alavancar o esporte na região. Nesta entrevista à Folha de Pernambuco, o novo comandante taboquito explica o porquê de ter vindo para o Estado, quais são os objetivos e previsões e, o mais importante, como quer levar o Tricolor das Tabocas ao posto de referência nacional na modalidade.
Fale um pouco sobre a sua chegada ao Vitória. Como foi a negociação para acertar com o clube?
Na verdade, eu conheci o Vitória através de Paulo Mayeda (gerente de futebol). Nunca tinha ouvido falar em Vitória de Santo Antão, o time foi o cartão de visitas. A aproximação se deu por conta desse contato, no qual Paulo passou para mim o projeto profissional em relação ao futebol feminino. Ele começou a me mandar esse material no começo do ano. Comecei a ajudar mandando atletas para cá e quando houve meu desligamento do Santos, ele me convidou para conhecer de perto o trabalho e assumir a equipe na Copa do Brasil, caso fosse campeã estadual - o que aconteceu.
É fato que no eixo Sul/Sudeste os times têm uma estrutura mais avançada, condições e investimentos melhores. O que te fez decidir vir para o clube pernambucano?
Foram duas situações. Primeiro, pelo projeto do Vitória. Não se trata apenas de uma competição (a Copa do Brasil). Os dirigentes querem transformar o clube em uma potência nacional da modalidade. Temos já em ação a construção do CT, com uma parte destinada ao futebol feminino. Isso nos dará uma condição adequada de formar atletas e trazer jogadoras de alto rendimento para cá. A segunda justificativa é por conhecer mais os times daqui, ter mais contato com as jogadoras da região e tornar o Vitória uma referência, assim como o Santos é no eixo Sul/Sudeste. Acho que a presença do treinador da seleção brasileira pode ajudar a alavancar essas condições, até porque na região existe muita matéria prima. O Vitória está se mexendo nessa dimensão profissional e isso foi fundamental para eu vir para cá. O que me trouxe definitivamente foi construir esse projeto junto.
Como foi o reconhecimento com a equipe?
Temos um elenco bom, apesar de ser pequeno ainda em relação ao projeto. A gente pretende ter mais atletas de alta qualidade. Trouxemos meninas que já estiveram ou estão na seleção, outras têm que ter um trabalho mais adequado, mas estamos correndo contra o tempo para igualá-las em termos de preparo físico, técnico e tático. Está sendo muito oportuno. Em uma semana que estou aqui, elas sentiram um pouco meu estilo de treinamento. Bruno (Angeiras, agora auxiliar técnico de Kleiton) fez um grande trabalho, mas existe uma diferença nos desenvolvidos, por exemplo, em São Paulo. A exigência é maior. Modificamos algumas coisas em relação ao volume e dinâmica profissional. Algumas jogadoras só treinavam duas, três vezes na semana e isso mudou. Teve um impacto, um choque profissional, e isso é muito proveitoso.
Você acredita, então, que esse choque profissional é um ponto crucial para o desenvolvimento do projeto do Vitória? É uma forma de mudar o “fazer o futebol” que existia?
Exatamente. A nossa ideia é de implantar essa forma profissional na teoria e na prática. Temos uma diretoria voltada para a modalidade, presidente trabalhando em período integral para ajustar as situações, um gerente voltado só para o futebol feminino, além de toda uma equipe de mídia e comunicação. É um clube que vive hoje o futebol feminino dentro dessa atmosfera profissional, e essa minha chegada é a “cereja do bolo” no sentido de trabalhar e exigir profissionalmente. O choque é muito positivo.
A própria cidade de Vitória de Santo Antão vem acolhendo a equipe desde o ano passado, quando elas foram campeãs estaduais pela primeira vez...
Não conheço muito ainda, mas a população acolheu muito bem. A mídia regional só fala das meninas e onde passo várias pessoas perguntam como está o time. O importante é que a modalidade está criando uma raiz, uma identidade com a cidade. Até pelo fato de o time daqui não estar na Primeira Divisão (foi rebaixado esse ano para a Série A2 do Pernambucano), criou-se uma expectativa para o futebol feminino, que já é bicampeão estadual e luta para chegar à Libertadores. Tudo isso cria uma identidade positiva, mobiliza e vai ajudando a crescer o Vitória.
Mas você acompanhava o desempenho da modalidade feminina em Pernambuco?
Sempre busquei contatos em todos os clubes do Nordeste, como o São Francisco do Conde (BA) e os da Paraíba. Em Pernambuco era pouco, existia apenas uma ligação com Bruno, antes treinador do Sport, e depois com o Mayeda, que mandava o relatórios sobre o Vitória. Porém, sempre acompanhei as jogadoras. Quando se destacavam, procurava saber de perto, mas eram fatos isolados. A Lili Bala, por exemplo, eu já conhecia e agora tenho a oportunidade de treiná-la. Vaidades a parte, acho que foi um ganho muito grande para o Nordeste o fato de o Vitória abrir esse departamento profissional e ter me trazido junto com outras atletas de seleção. Sem isso, a região poderia ficar no esquecimento, sem ninguém para garimpar e trabalhar de perto as atletas.
Falando um pouco do planejamento, você afirmou que não veio somente para a Copa do Brasil. Um dos grandes objetivos, sem dúvida, é a conquista do título e da vaga na Libertadores. Observando o elenco, o que você projeta para o Vitória na competição?
A gente está na fase de quartas de final, que é bem equilibrada. Têm as equipes do Sul e Sudeste que são finalistas quase todo ano. Agora pegaremos um adversário bem graúdo, o São Francisco (BA) ou o Botafogo (PB). Pelo elenco que tem, o Vitória é um dos candidatos a chegar na semifinal. Agora, no futebol acontece tudo. Nosso grupo é bom e tem jogadoras experientes. O time tem qualidade e pode buscar o título, mas vamos correr por fora, porque também existem equipes tradicionais e fortes como o Santos (SP), Vasco (RJ), Foz Cataratas (PR) e o próprio São Francisco do Conde (BA). Não dá para bater no peito e dizer que o Vitória será campeão, até porque essas outras equipes também são estruturadas.
Sobre a seleção, você vê alguma jogadora do Vitória com potencial de chegar no elenco principal?
Têm algumas que já estão comigo. O Vitória tem equilíbrio entre jogadoras mais jovens e experientes. Mas antes de pensar em serem aproveitadas, têm que ver que estamos no final de um ciclo na seleção. Comecei em 2007 e só falta o Pan e a Olimpíada para fechá-lo. Testei muitas jogadoras nos primeiros anos, mas depois você monta uma equipe base. Nós temos jogadoras no Vitória, principalmente as mais jovens, que têm potencial para chegar numa seleção. As mais experientes não sabemos se terão vitalidade para jogar uma Copa do Mundo. Porém, lógico que pode ter oportunidade. Costumo dizer que seleção é momento. Se tiver uma jogadora com grande destaque, independente da idade, pode chegar.
Mas você vê alguma pernambucana com essa característica de trabalhar para ser convocada, sem falar da goleira Bárbara (do Foz Cataratas/PR), que já tem um histórico?
Têm jogadoras que estão no elenco do Vitória que podem chegar a esse patamar, mas prefiro não citar nomes.
Falando em seleção, uma pergunta recorrente é o que falta para ganhar um Mundial. Teria alguma explicação?
A gente jogou essa Copa do Mundo muito bem preparado. Dentro do que foi possível, nossa preparação foi a ideal. Talvez tenha faltado mais amistosos internacionais, mas fizemos jogos importantes contra Suécia, Holanda, México, Canadá... Acredito que falta também outras competições para a seleção jogar, que não sejam a Olimpíada ou o Mundial. Isso acontece com a Champions League (na Europa) e na América do Norte. Apesar disso, nós estávamos equilibrados, bem preparados tecnicamente. Vi um grupo muito concentrado para jogar uma Copa. O Brasil não regrediu de quatro anos para cá. Pegamos os EUA, que junto com a gente e a Alemanha, era candidato ao título. É tudo no detalhe. O importante é ter preparo, o Brasil teve. Mas, no futebol, se você fizer tudo certo, mesmo assim não tem certeza que vai ser campeão. Se fizer tudo errado, você tem certeza de que não vai chegar lá.
Aproveitando o momento de Marta - cinco vezes eleita a melhor do mundo -, você acredita que a imagem dela deveria ser melhor explorada, até para desenvolver mais o esporte e angariar mais investimentos?
Sem dúvida. Acho que a Marta e a seleção brasileira são os grandes responsáveis pelo desenvolvimento do futebol feminino. Marta é a referência mundial na modalidade. A grande sacada de crescimento no Brasil foi quando a trouxemos para o Santos, em 2009. Marta era ídolo fora, mas não aqui dentro. Trouxemos o ícone para ser referência no País também. O Pan de 2007 ajudou muito, já que as pessoas começaram a gostar e isso ajudou o futebol feminino. Todo mundo vê a disposição e a entrega das jogadoras e as elogiam, mesmo perdendo a Copa. Imagine se ganhasse? Marta é a embaixatriz da ONU, nos EUA vende até boneca dela, mas no Brasil ainda é pouco explorado. Conseguimos quebrar o tabu do preconceito, mas temos que quebrar outro de que é uma modalidade que vale a pena investir.
Você já trabalhou com equipes masculinas e até já foi “espião” de Parreira na Copa de 1994. Quais são as principais diferenças do esporte entre os homens e as mulheres?
Na verdade, no meu trabalho como treinador muda muito pouco relacionado à parte técnica e tática. Às vezes tem só uma adaptação porque a jogadora brasileira não tem preparo na base. Elas não têm a oportunidade de aprender uma disciplina tática. A dificuldade, então, é em relação a introduzir certos sistemas e variações. Tecnicamente a exigência é a mesma. No físico, é diferente, a exigência é maior no masculino. Mas o trabalho emocional muda completamente. Você tem que conhecer o universo feminino - a mulher leva os problemas pessoais para o trabalho, diferentemente do homem, salvo exceções. Se ela tiver problema, dificilmente rende no campo. O envolvimento emocional é muito maior, você tem que ser o tempo inteiro psicólogo, conselheiro, paizão e também o treinador que dá aquela chacoalhada. Em compensação, percebo que elas são mais determinadas.
Para finalizar, como será o seguimento desse projeto no Vitória? Pensa em continuar no clube?
Estando ou não, quero deixar esse projeto pronto. Tenho discutido muitas ideias para tentar transformar o clube num potencial do futebol feminino, não só em resultados, mas principalmente em estrutura. Queremos transformá-lo em centro de excelência. Acho que vai chegar no seu ápice em 2013. Vou contribuir até lá direta ou indiretamente. Tenho certeza que daqui a um ano quando perguntarem aos torcedores de Pernambuco para que time eles torcem, eles não responderão somente Sport, Náutico e Santa Cruz, mas dirão também que são Vitória no futebol feminino
Terni Castro
Ele já tem a experiência de passar por grandes times do futebol feminino brasileiro e do exterior, além de somar títulos como o bicampeonato da Copa do Brasil e o bicampeonato da Taça Libertadores da América, ambos pelo Santos (SP). Não bastasse isso, é o atual técnico da seleção brasileira de futebol feminino. Todos esses atributos colocam o técnico Kleiton Lima, de 37 anos, como um dos mais requisitados da modalidade no País. Mas foi Pernambuco que ele escolheu para assumir um compromisso. Kleiton, agora, está à frente do Vitória, equipe estadual que se estrutura para alavancar o esporte na região. Nesta entrevista à Folha de Pernambuco, o novo comandante taboquito explica o porquê de ter vindo para o Estado, quais são os objetivos e previsões e, o mais importante, como quer levar o Tricolor das Tabocas ao posto de referência nacional na modalidade.
Fale um pouco sobre a sua chegada ao Vitória. Como foi a negociação para acertar com o clube?
Na verdade, eu conheci o Vitória através de Paulo Mayeda (gerente de futebol). Nunca tinha ouvido falar em Vitória de Santo Antão, o time foi o cartão de visitas. A aproximação se deu por conta desse contato, no qual Paulo passou para mim o projeto profissional em relação ao futebol feminino. Ele começou a me mandar esse material no começo do ano. Comecei a ajudar mandando atletas para cá e quando houve meu desligamento do Santos, ele me convidou para conhecer de perto o trabalho e assumir a equipe na Copa do Brasil, caso fosse campeã estadual - o que aconteceu.
É fato que no eixo Sul/Sudeste os times têm uma estrutura mais avançada, condições e investimentos melhores. O que te fez decidir vir para o clube pernambucano?
Foram duas situações. Primeiro, pelo projeto do Vitória. Não se trata apenas de uma competição (a Copa do Brasil). Os dirigentes querem transformar o clube em uma potência nacional da modalidade. Temos já em ação a construção do CT, com uma parte destinada ao futebol feminino. Isso nos dará uma condição adequada de formar atletas e trazer jogadoras de alto rendimento para cá. A segunda justificativa é por conhecer mais os times daqui, ter mais contato com as jogadoras da região e tornar o Vitória uma referência, assim como o Santos é no eixo Sul/Sudeste. Acho que a presença do treinador da seleção brasileira pode ajudar a alavancar essas condições, até porque na região existe muita matéria prima. O Vitória está se mexendo nessa dimensão profissional e isso foi fundamental para eu vir para cá. O que me trouxe definitivamente foi construir esse projeto junto.
Como foi o reconhecimento com a equipe?
Temos um elenco bom, apesar de ser pequeno ainda em relação ao projeto. A gente pretende ter mais atletas de alta qualidade. Trouxemos meninas que já estiveram ou estão na seleção, outras têm que ter um trabalho mais adequado, mas estamos correndo contra o tempo para igualá-las em termos de preparo físico, técnico e tático. Está sendo muito oportuno. Em uma semana que estou aqui, elas sentiram um pouco meu estilo de treinamento. Bruno (Angeiras, agora auxiliar técnico de Kleiton) fez um grande trabalho, mas existe uma diferença nos desenvolvidos, por exemplo, em São Paulo. A exigência é maior. Modificamos algumas coisas em relação ao volume e dinâmica profissional. Algumas jogadoras só treinavam duas, três vezes na semana e isso mudou. Teve um impacto, um choque profissional, e isso é muito proveitoso.
Você acredita, então, que esse choque profissional é um ponto crucial para o desenvolvimento do projeto do Vitória? É uma forma de mudar o “fazer o futebol” que existia?
Exatamente. A nossa ideia é de implantar essa forma profissional na teoria e na prática. Temos uma diretoria voltada para a modalidade, presidente trabalhando em período integral para ajustar as situações, um gerente voltado só para o futebol feminino, além de toda uma equipe de mídia e comunicação. É um clube que vive hoje o futebol feminino dentro dessa atmosfera profissional, e essa minha chegada é a “cereja do bolo” no sentido de trabalhar e exigir profissionalmente. O choque é muito positivo.
A própria cidade de Vitória de Santo Antão vem acolhendo a equipe desde o ano passado, quando elas foram campeãs estaduais pela primeira vez...
Não conheço muito ainda, mas a população acolheu muito bem. A mídia regional só fala das meninas e onde passo várias pessoas perguntam como está o time. O importante é que a modalidade está criando uma raiz, uma identidade com a cidade. Até pelo fato de o time daqui não estar na Primeira Divisão (foi rebaixado esse ano para a Série A2 do Pernambucano), criou-se uma expectativa para o futebol feminino, que já é bicampeão estadual e luta para chegar à Libertadores. Tudo isso cria uma identidade positiva, mobiliza e vai ajudando a crescer o Vitória.
Mas você acompanhava o desempenho da modalidade feminina em Pernambuco?
Sempre busquei contatos em todos os clubes do Nordeste, como o São Francisco do Conde (BA) e os da Paraíba. Em Pernambuco era pouco, existia apenas uma ligação com Bruno, antes treinador do Sport, e depois com o Mayeda, que mandava o relatórios sobre o Vitória. Porém, sempre acompanhei as jogadoras. Quando se destacavam, procurava saber de perto, mas eram fatos isolados. A Lili Bala, por exemplo, eu já conhecia e agora tenho a oportunidade de treiná-la. Vaidades a parte, acho que foi um ganho muito grande para o Nordeste o fato de o Vitória abrir esse departamento profissional e ter me trazido junto com outras atletas de seleção. Sem isso, a região poderia ficar no esquecimento, sem ninguém para garimpar e trabalhar de perto as atletas.
Falando um pouco do planejamento, você afirmou que não veio somente para a Copa do Brasil. Um dos grandes objetivos, sem dúvida, é a conquista do título e da vaga na Libertadores. Observando o elenco, o que você projeta para o Vitória na competição?
A gente está na fase de quartas de final, que é bem equilibrada. Têm as equipes do Sul e Sudeste que são finalistas quase todo ano. Agora pegaremos um adversário bem graúdo, o São Francisco (BA) ou o Botafogo (PB). Pelo elenco que tem, o Vitória é um dos candidatos a chegar na semifinal. Agora, no futebol acontece tudo. Nosso grupo é bom e tem jogadoras experientes. O time tem qualidade e pode buscar o título, mas vamos correr por fora, porque também existem equipes tradicionais e fortes como o Santos (SP), Vasco (RJ), Foz Cataratas (PR) e o próprio São Francisco do Conde (BA). Não dá para bater no peito e dizer que o Vitória será campeão, até porque essas outras equipes também são estruturadas.
Sobre a seleção, você vê alguma jogadora do Vitória com potencial de chegar no elenco principal?
Têm algumas que já estão comigo. O Vitória tem equilíbrio entre jogadoras mais jovens e experientes. Mas antes de pensar em serem aproveitadas, têm que ver que estamos no final de um ciclo na seleção. Comecei em 2007 e só falta o Pan e a Olimpíada para fechá-lo. Testei muitas jogadoras nos primeiros anos, mas depois você monta uma equipe base. Nós temos jogadoras no Vitória, principalmente as mais jovens, que têm potencial para chegar numa seleção. As mais experientes não sabemos se terão vitalidade para jogar uma Copa do Mundo. Porém, lógico que pode ter oportunidade. Costumo dizer que seleção é momento. Se tiver uma jogadora com grande destaque, independente da idade, pode chegar.
Mas você vê alguma pernambucana com essa característica de trabalhar para ser convocada, sem falar da goleira Bárbara (do Foz Cataratas/PR), que já tem um histórico?
Têm jogadoras que estão no elenco do Vitória que podem chegar a esse patamar, mas prefiro não citar nomes.
Falando em seleção, uma pergunta recorrente é o que falta para ganhar um Mundial. Teria alguma explicação?
A gente jogou essa Copa do Mundo muito bem preparado. Dentro do que foi possível, nossa preparação foi a ideal. Talvez tenha faltado mais amistosos internacionais, mas fizemos jogos importantes contra Suécia, Holanda, México, Canadá... Acredito que falta também outras competições para a seleção jogar, que não sejam a Olimpíada ou o Mundial. Isso acontece com a Champions League (na Europa) e na América do Norte. Apesar disso, nós estávamos equilibrados, bem preparados tecnicamente. Vi um grupo muito concentrado para jogar uma Copa. O Brasil não regrediu de quatro anos para cá. Pegamos os EUA, que junto com a gente e a Alemanha, era candidato ao título. É tudo no detalhe. O importante é ter preparo, o Brasil teve. Mas, no futebol, se você fizer tudo certo, mesmo assim não tem certeza que vai ser campeão. Se fizer tudo errado, você tem certeza de que não vai chegar lá.
Aproveitando o momento de Marta - cinco vezes eleita a melhor do mundo -, você acredita que a imagem dela deveria ser melhor explorada, até para desenvolver mais o esporte e angariar mais investimentos?
Sem dúvida. Acho que a Marta e a seleção brasileira são os grandes responsáveis pelo desenvolvimento do futebol feminino. Marta é a referência mundial na modalidade. A grande sacada de crescimento no Brasil foi quando a trouxemos para o Santos, em 2009. Marta era ídolo fora, mas não aqui dentro. Trouxemos o ícone para ser referência no País também. O Pan de 2007 ajudou muito, já que as pessoas começaram a gostar e isso ajudou o futebol feminino. Todo mundo vê a disposição e a entrega das jogadoras e as elogiam, mesmo perdendo a Copa. Imagine se ganhasse? Marta é a embaixatriz da ONU, nos EUA vende até boneca dela, mas no Brasil ainda é pouco explorado. Conseguimos quebrar o tabu do preconceito, mas temos que quebrar outro de que é uma modalidade que vale a pena investir.
Você já trabalhou com equipes masculinas e até já foi “espião” de Parreira na Copa de 1994. Quais são as principais diferenças do esporte entre os homens e as mulheres?
Na verdade, no meu trabalho como treinador muda muito pouco relacionado à parte técnica e tática. Às vezes tem só uma adaptação porque a jogadora brasileira não tem preparo na base. Elas não têm a oportunidade de aprender uma disciplina tática. A dificuldade, então, é em relação a introduzir certos sistemas e variações. Tecnicamente a exigência é a mesma. No físico, é diferente, a exigência é maior no masculino. Mas o trabalho emocional muda completamente. Você tem que conhecer o universo feminino - a mulher leva os problemas pessoais para o trabalho, diferentemente do homem, salvo exceções. Se ela tiver problema, dificilmente rende no campo. O envolvimento emocional é muito maior, você tem que ser o tempo inteiro psicólogo, conselheiro, paizão e também o treinador que dá aquela chacoalhada. Em compensação, percebo que elas são mais determinadas.
Para finalizar, como será o seguimento desse projeto no Vitória? Pensa em continuar no clube?
Estando ou não, quero deixar esse projeto pronto. Tenho discutido muitas ideias para tentar transformar o clube num potencial do futebol feminino, não só em resultados, mas principalmente em estrutura. Queremos transformá-lo em centro de excelência. Acho que vai chegar no seu ápice em 2013. Vou contribuir até lá direta ou indiretamente. Tenho certeza que daqui a um ano quando perguntarem aos torcedores de Pernambuco para que time eles torcem, eles não responderão somente Sport, Náutico e Santa Cruz, mas dirão também que são Vitória no futebol feminino
Futuro do técnico Laélson Lima está indefinido no Porto
O técnico do Porto, Laélson Lima, ainda não sabe se continuará no comando do gavião para o Pernambucano 2012.
Com a despedida da série D, neste domingo (11), contra o Santa Cruz-RN, o futuro do jovem comandante está indefinido.
Tanto o técnico como o gerente de futebol, Borges Carvalho, ainda não sabem o futuro de Lima a frente do gavião.
Laélson está no comando do elenco profissional desde Junho do ano passado, disputou três competições (Copa Pernambuco 2010, Pernambucano 2011 e série D 2011).
O Porto não vai parar, pois disputará uma competição amadora em Brejo da Madre de Deus e ainda está aguardando a resposta da Copa Pernambuco, se vai ter ou não.
Como o dono do clube não gosta de investir em jogadores de fora, e nem em treinadores, Laélson tá mais para continuar no clube para o Pernambucano 2012.
Por Giro dos Esportes
Com a despedida da série D, neste domingo (11), contra o Santa Cruz-RN, o futuro do jovem comandante está indefinido.
Tanto o técnico como o gerente de futebol, Borges Carvalho, ainda não sabem o futuro de Lima a frente do gavião.
Laélson está no comando do elenco profissional desde Junho do ano passado, disputou três competições (Copa Pernambuco 2010, Pernambucano 2011 e série D 2011).
O Porto não vai parar, pois disputará uma competição amadora em Brejo da Madre de Deus e ainda está aguardando a resposta da Copa Pernambuco, se vai ter ou não.
Como o dono do clube não gosta de investir em jogadores de fora, e nem em treinadores, Laélson tá mais para continuar no clube para o Pernambucano 2012.
Por Giro dos Esportes
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