sábado, 1 de outubro de 2011

Mais uma lapada...Sport perde a segunda seguida e G4 fica mais distante

A segunda derrota consecutiva fora de casa complicou ainda mais as pretensões do Sport na Série B do Campeonato Brasileiro. O time pernambucano caiu por 3x0 no Frasqueirão, em Natal, diante do ABC e agora está a quatro pontos do G4, já que o Americana chegou aos 47. Os vice-campeões pernambucanos voltam a atuar já na terça-feira (4), diante do São Caetano, na Ilha do Retiro.

Independente de erros de arbitragem, até porque o jogo tem 90 minutos mais os acréscimos, o Sport mostrou erros que a torcida está cansada de ver desde o início da temporada. O maior deles foi a marcação, sempre numa distância que permite ao adversário concluir a jogada. Na hora de criar, a equipe sofreu pela falta de entrosamento de seu meio de campo - mesmo quando tinha onze em campo. Tanto que as finalizações mais perigosas saíram de fora da área.

O JOGO

O Sport tentou iniciar o jogo da mesma forma que faz na Ilha do Retiro: com os laterais avançados para pressionar o adversário em seu campo defensivo. E até conseguiu nos primeiros cinco minutos. Tanto que obrigou o goleiro Danilo a trabalhar duas vezes, a um e três minutos.

» Para técnico, expulsão foi crucial para derrota.

Porém, depois disso, o ABC deu o troco, mas também não durou muito. Aí o jogo entrou no que se esperava, com os dois times tentando marcar forte no meio de campo. Nessa dinâmica quem ficou na desvantagem foi a equipe pernambucana porque não tinha muito jogo pelas laterais, principalmente a direita e o posicionamento do trio de volantes.

O Sport deixava os potiguares chegarem com relativa facilidade nas proximidades de sua área. Mas também conseguia chegar em jogadas individuais, principalmente de Marcelinho Paraíba. Numa dessas brechas deixadas pelos pernambucanos, Lins foi lançado em profundidade. Ao entrar na área, Magrão tentou a bola e evitou o choque com o adversário. Porém, o juiz viu pênalti, aos 30 minutos. Cascata foi para a cobrança e acertou o canto esquerdo.

O gol tomado foi a senha para o Sport desabar emocionalmente. A marcação sempre à distância do time leonino - que diga-se de passagem não é de hoje - piorou. E a consequência não demorou. Apenas dois minutos depois Cascata bateu escanteio e Lins, sozinho, empurrou para as redes. Os infortúnios leoninos continuaram com a expulsão de Robston, aos 34, pelo segundo amarelo.

Daí em diante o horizonte escureceu ainda mais para o Sport, já que nem as jogadas individuais saíram. A característica marcação à distância dos rubro-negros ficou ainda pior com um adversário sempre sobrando. As tentativas limitavam-se a cruzamentos na área. Apenas nos cinco minutos finais depois de Maylson entrar no lugar de Danielzinho o Sport conseguiu respirar melhor.

O Sport voltou para o segundo tempo com a mesma formação que terminou o primeiro. Mas a maior alteração foi na postura tática do ABC. Os donos da casa optaram por uma marcação mais recuada e tentar surpreender nos contra-ataques. A estratégia terminou se mostrando a mais acertada já que os visitantes continuaram com dificuldade para entrar na área, já esperada por ter um jogador a menos.

Numa descida de Danilo como elemento surpresa - a única até esse momento da partida - o leão ganhou uma chance de diminuir o prejuízo. Thiaguinho lançou o volante e Camilo saiu para interceptar a bola. Mesmo sem tocar nele, o jogador rubro-negro caiu e o árbitro marcou a penalidade. Marcelinho foi para a cobrança e mandou uma bomba no travessão.

A perda do pênalti foi um balde de água fria nos ânimos da equipe. Na maioria das vezes em que um homem da frente recebia a bola o restante do time não avançava para dar opção. Era comum Júnior Viçosa aparecer cercado por até três marcadores sem ter para quem passar a bola.

A última tentativa do técnico PC Gusmão em mudar essa situação foi mudar a função de Thiaguinho. Levando ampla desvantagem pelo seu setor, o lateral passou para o meio de campo. Renato substituiu Danilo e ficou no lado direito. Na teoria, uma mudança que daria mais velocidade ao setor de criação. Mas a marcação do ABC, ainda mais com um jogador sempre pronto para a cobertura anularam o efeito.

Até chegar ao ponto do cansaço bater no time da Ilha do Retiro. O ABC percebeu e passou a tocar a bola pelos lados e esperar o tempo passar. No final, o time da casa encaixou um contra-ataque quando Gerson lançou Leandrão dentro da área. Ele balançou o corpo na frente de Maylson e mandou no canto esquerdo de Magrão encerrando seu jejum.

Ficha do jogo

ABC/RN: Camilo; Pio, Irineu (Esdras), Rômulo e Renatinho Potiguar; Bileu, Ricardo Oliveira (Makelelê), Jerson e Cascata; Lins e Leandrão. Técnico: Leandro Campos.

Sport: Magrão; Thiaguinho, Montoya, Tobi e Wellington Saci; Rithely, Danilo Alves (Renato), Robston e Marcelinho Paraíba; Danielzinho (Maylson) e Bruno Mineiro (Júnior Viçosa). Técnico: PC Gusmão.

Local: Estádio Frasqueirão, em Natal. Árbitro: Emerson de Almeida Ferreira (MG). Assistentes: Marconi Helbert Vieira (MG) e Arnaldo Rodrigues de Souza (CE). Gols: Cascata, aos 30; Lins, aos 32 do primeiro tempo. Leandrão, aos 48 do segundo. Cartões amarelos: Bileu, Renatinho Potiguar, Tobi e Montoya. Expulsão: Robston.


Fonte: blgodotorcedor

Em pelada de amigos jogador fratura face em três lugares na colômbia

Edwards Jiménez, sufrió 3 fracturas en la cara por una patada de Efraín Viáfara

Enfim, Danilo Alves estreia

Do Jornal do Commercio

A espera foi longa. Mas finalmente chegou o dia da estreia. Após três meses e 28 dias, para ser preciso, o volante Danilo Alves, 22 anos, entra em campo com a camisa rubro-negra, contra o ABC, em Natal.

O jogo, no entanto, não é qualquer um. Ao contrário, o Leão está na pressão para vencer depois da derrota para o Criciúma por 1x0, que valeu a queda da quarta colocação para a quinta. Portanto, a luta é para retornar ao G-4, mas também dependendo de um tropeço do Americana diante do Grêmio Barueri.

O jogador, porém, não parecia acreditar que iria estrear, mesmo tendo realizado todo o treino tático no time titular, ontem pela manhã, na Ilha do Retiro.

“O professor (o técnico PC Gusmão) ainda não falou comigo. Apenas treinei no time principal”, disse Danilo, logo no início da entrevista coletiva.

Santa Cruz: Pênaltis em destaque

Do Jornal do Commercio


Em uma decisão é preciso estar preparado para tudo. Por conta disso, ontem, na parte final dos trabalhos ocorridos no módulo esportivo de Barra de São Miguel (AL), o elenco do Santa Cruz treinou cobranças de pênaltis. Vale lembrar que caso o Coruripe vença o jogo de hoje por 1x0 (mesmo placar da ida, no Arruda, a favor dos corais), a decisão da vaga às quartas de final da Série D será feita desta forma.

Ao todo foram feitas 52 cobranças no treinamento, com quase todos os jogadores do elenco participando. As exceções foram os goleiros e o atacante Flávio Caça-Rato, que foi poupado da parte final da movimentação. Desse total, 39 cobranças foram convertidas e 13 desperdiçadas. Entre os que perderam estavam titulares absolutos como Fernando Gaúcho, Thiago Cunha, Weslley e Memo, o único a desperdiçar dois chutes.

“Vamos trabalhar para que a vaga não seja decidida dessa forma, mas temos que estar preparados para toda situação”, destacou o técnico Zé Teodoro, que já tem definido os cinco batedores principais, caso seja necessário. “Mas essa lista pode ser alterada com o desenrolar da partida. Por isso, está estabelecido também todos os cobradores subsequentes”, revelou.

Autor do gol da vitória no jogo de ida, e que dá ao Santa a vantagem de jogar por um empate para ficar com a vaga, o atacante Thiago Cunha afirmou que o tricolor está preparado também caso haja a necessidade dos pênaltis. “Vamos conseguir a classificação no tempo normal, mas caso a partida vá para os pênaltis, fizemos esse treinamento e acredito que a equipe está pronta também para isso. Na hora do pênalti é importante ter tranquilidade e também contar com a sorte”, ensinou o artilheiro coral.

O volante Jeovânio, que pode retornar à equipe, após dois jogos ausentes por opção de Zé Teodoro, dá outra dica. “No pênalti, o batedor precisa ir decidido. Escolher o canto e não querer mudar na última hora”, afirmou. “Mas creio que não vamos precisar passar por isso. Vamos nos classificar de uma forma menos dramática”, encerrou.

MAIOR PÚBLICO

O portal Globo.com divulgou ontem que o Santa Cruz é o clube brasileiro, em todas as divisões do campeonato nacional, com maior média de público.

O time coral leva em média de 33.450 torcedores por partida na Série D. Depois vêm Corinthians (227.212) e São Paulo (21.506). O Sport está em sexto lugar (17.698) e o Náutico, em 21º (9.704).

Cara crachá?

O Clássico dos Clássicos marcado para 29 de outubro nos Aflitos já começou. Pelo menos fora das quatro linhas. Tudo por causa da comemoração do atacante do Náutico, Kieza, durante a partida contra o Duque de Caxias nesta sexta-feira.

O jogador marcou o gol do Timbu aos 27 minutos do segundo tempo e correu para o banco de reservas alvirrubro. Na volta, ele procurou pelo meia Eduardo Ramos para fazer uma comemoração no estilo "cara crachá" do porteiro Severino, personagem humorístico do ator Paulo Silvino. A brincadeira seria uma provocação ao Sport, considerado o porteiro da Série B.

Na internet, os rubro-negros não gostaram nem um pouco da gozação. Muitos deles usaram as redes sociais para manifestar sua insatisfação com a comemoração de Kieza.

No final, quem realmente se deu mal foi o Náutico, que empatou com o lanterna do campeonato pela segunda vez na competição.

Esta não é a primeira vez que provocações extra campo apimentam um clássico em Pernambuco. Só para buscar o exemplo mais recente, o campeonato estadual do ano passado foi marcado por provocações do trio Bala, na época no Náutico; Brasão, ex-Santa Cruz, e Ciro, ex-Sport. As brincadeiras foram desde coreográfias de incrível Hulk até declarações sobre quem seria o "rei" de Pernambuco.

Fonte:blogdotorcedor

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Jogando mal, Náutico fica no empate diante do Duque de Caxias

Quem esperava que o Náutico iria atropelar o Duque de Caxias, no estádio dos Aflitos, em confronto válido pela 27ª rodada da Série B, se enganou. Sem a mesma pegada e criatividade de jogos anteriores, o Náutico se atrapalhou bastante e criou poucos lances de perigo e acabou amargando um empate em 1x1. Kieza abriu o placar, aos 27 minutos do segundo tempo. No entanto, o Duque conseguiu reagir e empatar a partida, aos 46 minutos, num belo gol de Júlio César. Após o resultado, o Timbu permanece na terceira colocação, com 48 pontos. O Duque, que arrancou um bom resultado, permanece na lanterna, com 11. Na próxima terça-feira, o Náutico encara o Guarani, em São Paulo.

Quem esperava que o Náutico iria atropelar o Duque de Caxias, no estádio dos Aflitos, em confronto válido pela 27ª rodada da Série B, se enganou. Sem a mesma pegada e criatividade de jogos anteriores, o Náutico se atrapalhou bastante e criou poucos lances de perigo e acabou amargando um empate em 1x1. Kieza abriu o placar, aos 27 minutos do segundo tempo. No entanto, o Duque conseguiu reagir e empatar a partida, aos 46 minutos, num belo gol de Júlio César. Após o resultado, o Timbu permanece na terceira colocação, com 48 pontos. O Duque, que arrancou um bom resultado, permanece na lanterna, com 11.

O Náutico esteve irreconhecível no primeiro tempo do duelo contra o Duque de Caxias. O time alvirrubro não mostrou criatividade para fugir da marcação imposta pelo lanterna da Série B. Assim, o Timbu praticamente não criou lances de perigo. Já o time carioca surpreendeu com uma marcação bem feita e atuando em velocidade na hora de atacar.

O técnico Waldemar Lemos não fez invenções. Mandou a campo a escalação que a torcida já conhece. A única diferença estava no gol: Glédson entrou na vaga de Gideão, que foi vetado pelo departamento médico. Diante de uma equipe que está praticamente rebaixada, esperava-se que o entrosamento do time iria superar a boa marcação do Duque de Caxias. Mas não foi isso o que se viu. O único lance digno de registro foi uma falta cobrada por Eduardo Ramos. A bola passou raspando a trave direita.

Do Duque de Caxias se esperava o futebol retrancado, sem querer dar espaços para o Timbu. Foi isso o que aconteceu. Porém, o time do técnico Paulo Campos ainda foi ao ataque e jogando de forma organizada. Tanto que criou a melhor chance de gol, aos 41 minutos. Erick Flores lançou Jhon na área. O atacante avançou e, de cara para o goleiro Glédson, "furou" bisonhamente.

No segundo tempo, o panorama mudou um pouco. O time alvirrubro manteve a velocidade e alternou as jogadas. No entanto, faltou mais poder de penetração. A equipe conseguiu tocar bem a bola no meio de campo, chegar na frente, mas esbarrou na bem postada zaga do Duque de Caxias.

A equipe carioca surpreendeu pela consciência na hora de ir ao ataque. Muita velocidade e bom toque de bola. As jogadas deixaram muitas vezes o setor alvirrubro batendo cabeça. Para se ter uma ideia que o Duque de Caxias daria trabalho aconteceu logo aos sete minutos. Jhon foi lançado na linha de fundo, invadiu a área e chutou em cima do goleiro Glédson.

O Duque de Caxias gostou do jogo. Enquanto o Náutico permanecia afobado. O time criou poucos lances de perigo. A maioria acontecia em chutes de fora da área, como o de Elicarlos, que o goleiro defendeu, e em cobranças de faltas, como a de Peter, que acertou a rede, mas pelo lado de fora.

Mesmo não conseguiu penetração, o Náutico conseguiu abrir o placar aos 27 minutos. Após cobrança de falta da direita, a bola não foi rebatida pela defesa e sobrou para Kieza, que mandou para as redes. O atacante estava em posição de impedimento, mas a arbitragem validou o lance.

O gol deu à torcida mais confiança, que passou a empurrar o time para fazer mais gols. No entanto, o Duque de Caxias não perdeu a postura. A equipe carioca não se perdeu em campo. Foi em busca do empate e conseguiu o empate já no "apagar das luzes". Após cruzamento na área, Glédson deu um soco na bola, que sobrou para Júlio César. O meia pegou de primeira e mandou para as redes.

O Duque de Caxias se fechou na defesa e garantiu o empate que teve sabor de vitória. Já o Náutico saiu do gramado sob as vaias da torcida.

Ficha técnica

Náutico: Glédson; Peter (Moisés), Marlon, Ronaldo Alves e Jeff Silva; Everton, Elicarlos, Derley e Eduardo Ramos (Diego Bispo); Rogério (Alexsandro) e Kieza. Técnico: Waldemar Lemos.

Duque de Caxias: Marcelo Carné; Everton Silva (Léo), Bruno Costa, Felipe Machado e Ernane; Edu Pina, Júlio César, Tony e Erick Flores; Léo Pimenta (Juninho) e Jhon (Antônio). Técnico: Paulo Campos.

Local: Aflitos. Horário: 20h30 Árbitro: Márcio Brum Coruja (RS). Assistentes: Eduardo Neves (RN) e Carolina Melo (CE). Gols: Kieza, aos 27, e Júlio César, aos 46 minutos do segundo temo. Público: 14.588. Renda: R$ 91.575.

Fonte: blogdotorcedor

Salgueiro perde para a Ponte em jogo de baixo nível técnico

Sem criatividade, o Salgueiro complicou ainda mais sua situação na Série B ao perder para a Ponte Preta nesta sexta-feira (30), na Fonte Luminosa, em Araraquara, pela 27ª rodada. O time pernambucano permanece em penúltimo lugar com 25 pontos. Edmar ainda teve a bola do jogo para empatar aos 46 do segundo tempo. Mas, de frente para o gol na marca do pênalti, mandou para fora.

O Salgueiro mostrou que a posição ocupada na classificação - penúltimo lugar - não é fruto do acaso. A equipe pernambucana mostrou sérias deficiências nos dois primeiros setores, defesa e meio de campo, o que terminou culinando na nulidade do ataque. O trabalho da Ponte só não ficou mais fácil porque o goleiro Luciano estava atento. Em pelo menos duas oportunidades ele salvou a pátria sertaneja.

A primeira num chute de Patric, que avançou fácil pelo lado direito da área. Quando o camisa 1 não pôde fazer nada a trave salvou. Aos dez minutos, uma linha de passe quase resulta em gol dos mandantes. Renato Cajá cruzou rasteiro para trás. Patric, dentro da área tocou rasteiro e João Paulo Silva tocou por baixo de Luciano. A bola caprichosamente chocou-se na trave esquerda. Os jogadores da Ponte também reclamaram um pênalti num toque de Renatinho que o braço direito de alemão impediu o camisa 10 alvinegro de continuar a jogada. A penalidade foi clara, mas o árbitro Heber Roberto Lopes estava encoberto por um jogador do Salgueiro.

Só após os 30 minutos é que o time pernambucano conseguiu afastar um pouco a bola de sua área. Mas quando teve as poucas chances de molestar Julio Cesar errou feio. Ao ponto de o lateral Thoni ter que rifar a bola para a entrada da área da Ponte mesmo sem que qualquer companheiro seu estivesse a postos para ao menos segurar e esperar a aproximação de alguém.

Ricardinho, de quem se esperava pelo menos correria pelos lados do campo foi anulado. A única chance que teve foi num rebote de escanteio. Chutou a bola em cima de um marcador. No mais, apenas tentativas de Piauí em esporádicas faltas alçadas na área. A Macaca acertou o travessão aos 35 numa cabeçada de Wescley após cobrança de escanteio por Renato Cajá. Depois, o ritmo do jogo caiu ao ponto de dar a impressão que os dois times estavam com preguiça de atuar.

Na volta para o segundo tempo os dois times não mostraram muito mais disposição do que a apresentada nos 15 minutos finais da etapa anterior. Mas dentro do futebol lento e pouco inspirado foi o time visitante a levar mais perigo. Aos dois minutos, Jos entrou pelo lado esquerdo da área e chutou forte para o goleiro espalmar. A segunda tentativa também foi do camisa nove, aos 17. Ricardinho aproveitou a saída errada da defesa rival e tocou para Josi mandar no travessão.

A Ponte não conseguiu tocar a bola em velocidade como fizera nos primeiros 20 minutos. Na única vez em que levaria perigo, num passe de Renato Cajá para Patric, Piauí foi mais rápido e com a ponta da chuteira mandou para fora. Como estava difícil chegar ao gol coletivamente, a Ponte começou a arriscar nas finalizações de longa distância. Aos 23 minutos João Paulo tentou pela primeira vez e Luciano mandou a escanteio. Na segunda, cinco minutos depois, não deu para o goleiro sertanejo. Ele avançou sozinho pelo meio e chutou no canto alto esquerdo.

No minuto sguinte, o técnico Luiz Carlos Barbieri tentou deixar o time mais ofensivo com a entrada do atacante Edmar no lugar de Paulo Santos. Uma alteração que tanto pode aumentar o poderio ofensivo como deixar o time sem alguém para armar as jogadas. A segunda opção se materializou. Edmar só veio tocar na bola seis minutos depois que entrou. A Macaca teve mais a posse de bola e não viu sua vitória ser ameaçada. Também não criou o suficiente para ampliar a vantagem. No último minuto, Edmar teve o gol de empate nos pés ao receber de Mateus na cobrança de escanteio. Chutou torto, para fora.

Ficha do jogo:

Ponte Preta: Julio César; Patric, Leandro Silva, Wescley e Wendell (João Paulo); Mancuso, João Paulo Silva, Renato Cajá (Tiago Luís) e Renatinho; Márcio Diogo (Bruno Nunes) e Ricardo Jesus. Técnico: Gilson Kleina.

Salgueiro: Luciano; Thoni, Alemão, Alexandre e Piauí; Renê, Josa, Diego Paulista (Mateus) e Paulo Santos (Edmar); Ricardinho (Beto) e Josi. Técnico: Luiz Carlos Barbieri.

Local: Arena Fonte Luminosa, em Araraquara (SP). Árbitro: Heber Roberto Lopes (FIFA-PR). Auxiliares: Eduardo de Souza Couto (CBF-PR) e Gilberto Stina Pereira (RJ). Gols: João Paulo Silva, aos 28 do segundo tempo. Cartões amarelos: Bruno Nunes e Mateus.

Fonte:blogdotorcedor

A preocupação do Náutico com o desgaste dos atletas

O Náutico segue preocupado com o desgaste físico dos seus atletas. Somente nesta semana, o zagueiro Marlon, o volante Everton, o meia Eduardo Ramos e o atacante Kieza foram poupados dos treinamentos devido à fádiga múscular.

A preocupação do alvirrubro faz sentido. Com um elenco reduzido, o Timbu não pode perder seus jogadores considerados titulares por lesão nesta reta final de competição, principalmente se estes jogadores forem Eduardo Ramos e Kieza, peças fundamentais no esquema do treinador Waldemar Lemos.

Por isso, todo cuidado com os atletas alvirrubros é necessário. Nesta quinta-feira, por exemplo,Eduardo Ramos realizou trabalhos físicos nos vestiários, enquanto Everton fez trabalhos leves no gramado.

As precauções do Náutico até agora vem dando resultado. Com o retorno do lateral esquerdo Jeff Silva do departamento médico, o Timbu segue com sua equipe considerada titular para a partida contra o Duque de Caxias na noite desta sexta-feira. O único desfalque é o goleiro Gideão com um desconforto muscular.

Este constante monitoramento do elenco por parte do DM alvirrubro é só mais um dos fatores que explica a excelente campanha do Náutico. Afinal,com quase todos os jogadores à disposição, Waldemar Lemos tem um motivo a menos para se preocupar na armação de sua equipe.

Fonte: blogdotorcedor

Médico do Sport diz que Daniel não precisará de cirúrgia

O médico do Sport, Dr. Antônio Bezerra, afirmou para a imprensa que o volante Daniel Paulista, que fraturou o tornozelo direito na partida contra o Criciúma, não precisará de cirúrgia. Segundo ele, o atleta ficará com o pé imobilizado por cerca de 60 dias para depois ser reavaliado. “Daniel teve uma entorse no tornozelo e depois dos exames foi detectada uma pequena fratura. Essa não é uma lesão comum, mas vamos optar por um tratamento conservador. Isso é deixar com gesso de quatro a seis semanas. Depois disso, vamos reavaliá-lo e definir o que deve ser feito”, explicou.

César

Sobre César, que rompeu os ligamentos cruzados do joelho, ele apenas comentou sobre a possível data da cirúrgia. "Ele deve ser operado no início da próxima semana pela mesma equipe que o operou da primeira vez”, disse.

Sem apoio, Mundial de Futsal Feminino não será realizado em Recife

O futsal pernambucano viveu seu auge nas décadas de 80 e 90. Para se ter uma ideia, a seleção brasileira, em 1997, que iria disputar uma competição internacional, chegou a medir forças com a Votorantim, equipe do Recife que ganhou destaque no cenário nacional. Hoje em dia, o futsal do Estado perdeu a força. Não tem o mesmo brilho de antes.



No entanto, os amantes do esporte tinham a esperança de ver o futsal brilhando no final deste ano. Afinal, estava prevista a realização do Mundial de Futsal Feminino. Pois é, estava. Nesta tarde, o presidente da Federação Pernambucana de Futsal, Edson Nogueira, o Edinho, disse que Recife não será sede da competição porque a entidade não recebeu apoio necessário para organizar o evento.



Os custos estimados para a realização do Mundial, que pela primeira vez na história será realizado no Brasil, giravam em torno de R$ 3, 5 mi. Pernambuco entraria apenas com um valor de cerca de R$ 550 mil. Na tentativa de possibilitar que os órgãos públicos e privados pudessem entrar como parceiros nesse evento, a Confederação Brasileira de Futsal viabilizou a Lei de Incentivo Fiscal no qual todos os recursos investidos por essas empresas parceiras seriam abatidos no Imposto de Renda.



No momento, a competição está sem sede. Goiás, São Paulo e Santa Catarina foram os outros estados que pleitearam a candidatura da competição junto com Pernambuco. Espanha, Portugal, Rússia, Japão, Angola, Tailândia e Venezuela, além do Brasil, disputarão o torneio.



"Infelizmente não tivemos o apoio que esperávamos das empresas privadas, nem do Governo Estadual e Municipal. Faço questão de agradecer ao apoio daqueles que entenderam a importância do evento para Pernambuco e compreenderam o grande momento que o Futsal de Pernambuco vem passando. Não quero criticar ninguém , pois não tenho esse poder. À Confederação Brasileira, agradecemos pela confiança e por sempre valorizar o futsal pernambucano”, afirmou Edson Nogueira.

Fonte:blogdotorcedor
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...