JOGO: SERRA TALHADA 2 X 0 ATLÉTICO PERNAMBUCANO
DIA: 02.07.2011 (SÁBADO) HORÁRIO: 16h CATEGORIA: Profissional
ESTÁDIO: Nildo Pereira Cidade: Serra Talhada
ÁRBITRO: Gilberto Castro Júnior
ASSISTENTE N.º 1: Roberto José
ASSISTENTE N.º 2: Marcelo Neves
4º ÁRBITRO: Liga Local
JOGO: TIMBAÚBA 1 X 3 OLINDA
DIA: 02.07.2011 (SÁBADO) HORÁRIO: 20h CATEGORIA: Profissional
ESTÁDIO: Ferreira Lima Cidade: Timbaúba
ÁRBITRO: Sebastião Rufino Filho
ASSISTENTE N.º 1: Elan Vieira
ASSISTENTE N.º 2: Marcelino Castro
4º ÁRBITRO: Liga Local
JOGO: BELO JARDIM 3 X 2 VERA CRUZ
DIA: 02.07.2011 (SÁBADO) HORÁRIO: 15h CATEGORIA: Profissional
ESTÁDIO: SESC – Mendonção Cidade: Belo Jardim
ÁRBITRO: Ricardo Tavares
ASSISTENTE N.º 1: Ricardo Chianca
ASSISTENTE N.º 2: Clóvis Amaral
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domingo, 3 de julho de 2011
RESULTADOS DA SÉRIE A2 - 5ª RODADA
EXCLUSIVO: Mauricio Simões revela tudo sobre sua saída do Central!!
Em entrevista EXCLUSIVA ao Repórter Wellington Araújo o atual técnico do Campinense (ex técnico do Central) Mauricio Simões, falou tudo sobre sua saída do Central no meio do Campeonato Pernambucano.
” Boato, é sempre boato, inclusive soube de um boato que tem jornalista VIADO ”
” Comprei meu apartamento graças ao Campinense, faltou profissionalismo do Central “
Tem time que quando ganha é sempre a diretoria, quando perde a culpa é do treinador, o torcedor tem que aprender que treinador ganha jogo e ganha até campeonato ”
Fonte:wareporter.com.br
” Boato, é sempre boato, inclusive soube de um boato que tem jornalista VIADO ”
” Comprei meu apartamento graças ao Campinense, faltou profissionalismo do Central “
Tem time que quando ganha é sempre a diretoria, quando perde a culpa é do treinador, o torcedor tem que aprender que treinador ganha jogo e ganha até campeonato ”
Fonte:wareporter.com.br
Com time reserva Vitória goleia e chega invicto a decisão do título Pernambucano.
Tricolor chega a final com o melhor ataque e a melhor defesa do Estadual.
O invicto Vitória voltou a campo na tarde deste sábado (2) e bateu o PMPE/Real por 3x0, no Carneirão, na partida de volta da semifinal do Pernambucano Feminino 2011. O resultado garantiu o Tricolor na decisão do Estadual. O Vitória venceu a primeira partida por 6x0.
Com a vantagem construída no jogo de ida o técnico Bruno Angeiras decidiu poupar algumas jogadoras e mandou a campo um time com nove reservas. Apenas as titulares Bruna e Gabi foram mantidas.
O torcedor que driblou a chuva e foi ao Carneirão viu Francinha abrir o placar aos 15 minutos do primeiro tempo. As atacantes Ketlen e Carol Baiana que entraram no segundo tempo definiram o resultado aos 24 e 26 respectivamente.
Na decisão do Pernambucano Feminino o Vitória enfrentará o Sport que venceu por 6x0 o seu confronto contra o Atlético PE/Barreirense, também na tarde deste sábado. A primeira partida da final será no próximo domingo (10) na Ilha do Retiro. O Tricolor das Tabocas chega a final do Pernambucano com o melhor ataque e a melhor defesa.
Fonte:ovitoria
O invicto Vitória voltou a campo na tarde deste sábado (2) e bateu o PMPE/Real por 3x0, no Carneirão, na partida de volta da semifinal do Pernambucano Feminino 2011. O resultado garantiu o Tricolor na decisão do Estadual. O Vitória venceu a primeira partida por 6x0.
Com a vantagem construída no jogo de ida o técnico Bruno Angeiras decidiu poupar algumas jogadoras e mandou a campo um time com nove reservas. Apenas as titulares Bruna e Gabi foram mantidas.
O torcedor que driblou a chuva e foi ao Carneirão viu Francinha abrir o placar aos 15 minutos do primeiro tempo. As atacantes Ketlen e Carol Baiana que entraram no segundo tempo definiram o resultado aos 24 e 26 respectivamente.
Na decisão do Pernambucano Feminino o Vitória enfrentará o Sport que venceu por 6x0 o seu confronto contra o Atlético PE/Barreirense, também na tarde deste sábado. A primeira partida da final será no próximo domingo (10) na Ilha do Retiro. O Tricolor das Tabocas chega a final do Pernambucano com o melhor ataque e a melhor defesa.
Fonte:ovitoria
sábado, 2 de julho de 2011
Na raça, Sport arranca empate diante do São Caetano
A técnica não foi lá essas coisas mas sobrou raça para o Sport arrancar um ponto no Anacleto Campanella ao empatar com o São Caetano por 3x3, neste sábado (2). O time peranambucano chegou a estar com dois gols de desvantagem, mas a entrada de Bruno Mineiro no segundo tempo aliada à boa atuação de Wellington Saci foram decisivas para o resultado. Os leões somam 14 pontos e estão na sexta posição.
Bem que o São Caetano tentou pressionar no início do jogo. Mas encontrou o Sport bem postado na defesa para evitar o sufoco. O time pernambucano tinha no posicionamento de seus jogadores de meio de campo o ponto forte. Principalmente os volantes Hamilnto e Daniel Paulista, que não recuaram para a linha dos zagueiros.
Melhor distribuído, o Sport conseguia ter mais posse de bola, ganhar os rebotes e chegou perto do gol aos 12 minutos. Igor foi ao ataque e serviu Paulista dentro da área. Ele ajeitou e chutou forte para Luiz espalmar. O time da casa respondeu com gol, aproveitando uma falha individual. Aos 18, Igor saiu jogando errado e a bola sobrou para Diego aproveitar o espaço deixado e avançar até a área rubro-negra. Ele tocou para Antônio Flávio chutar forte, sem chance de defesa para Calaça.
O Sport demorou um pouco para se recupear do baque. Passou a errar passes demais e ceder campo ao adversário, fato que deixou o jogo aberto demais e consequentemente perigoso. Quando acertou, chegou ao empate. Aos 27, Thiaguinho lançou Danielzinho, que teve a calma suficiente para esperar a saída de Luiz e tocar para o gol.
Porém, o defeito que originou o primeiro gol do São Caetano - na lateral direita - repetiu-se no lado esquerdo. Luciano Mandi avançou sozinho e Gabriel, sem velocidade, foi facilmente deixado para trás. O jogador entrou na área e bateu rasteiro, aos 34 minutos. A cobertura não poderia ser feita por um zagueiro, jogador que normalmente não tem velocidade. Ainda mais a dupla de zaga que estava em campo, mais lenta do que a média para a posição.
Logo no minuto seguinte, Saci fez boa jogada na linha de fundo e cruzou. A bola passou na frente do gol sem que nenhum leonino aparecesse para empurrar a bola para dentro.
Os dois times voltaram com mudanças para o segundo tempo. O Sport com Bruno Mineiro no lugar de Paulista e o São Caetano com um zagueiro (Thiago Martinelli) no lugar de um meia (Kléber). Márcio Goiano levou a melhor, pois anulou completamente o ataque rubro-negro e teve mais posse de bola no meio. O resultado foi gol. E logo cedo, novamente contando com a ajuda do sistema defensivo pernambucano.
Luciano Mandi arrancou pela esquerda, passou por Gabriel e chutou forte. Calaça fez a defesa parcial. Hamilton ficou com o rebote mas chutou em cima do próprio Mandi. A bola sobrou limpa para Allan chutar forte e ampliar a vitória. Mazola mexeu por atacado. Tirou Igor e Naldinho, ambos apagados, para entrar com Branquinho e Rithelly. Muito mais pelo recuo do São Caetano do que pela criatividade do Sport, o time pernambucano trabalhou mais no campo paulista.
A dificuldade rubro-negra era fazer com que a jogada fosse concluída, pois o último passe era sempre falho. Até que aos 26, Saci lançou na área e Bruno Mineiro, à frente da zaga, portanto impedido, cabeceou para diminuir a desvantagem.
O panorama da partida não mudou e com campo para trabalhar, o Sport dependeu quase unicamente de Wellington Saci para armar o jogo. E foi de outro cruzamento dele, da esquerda, que veio o empate. Luiz saiu do gol sem encontrar a bola e Bruno Mineiro cabeceou para baixo. A bola quicou e bateu no travessão. Sobrou para o zagueiro Gabriel, sem ninguém para atrapalhar, empurrar para as redes.
Os visitantes ainda tivearm condições de conseguir a virada, num chute que Danielzinho, da marca do pênalti, mandou por cima.
Ficha do jogo:
São Caetano: Luiz; Robert, Anderson Marques (Ricardo Conceição), Eli Sabiá e Diego; Augusto Recife, Allan, Souza e Kléber (Thiago Martinelli), Antônio Flávio e Luciano Mandi (Fernandes). Técnico: Márcio Goiano.
Sport: Calaça; Igor (Branquinho), Alex Bruno, Gabriel e Wellington Saci; Hamilton, Daniel Paulista, Naldinho (Rithelly) e Thiaguinho; Danielzinho e Paulista . Técnico: Mazola Júnior.
Local: Estádio Anacleto Campanella, em São Caetano do Sul (SP). Árbitro: Pathrice Wallace Corrêa Maia (RJ). Assistentes: Marcelo Braz Mariano e Michael Correia (RJ). Gols: Antônio Flávio, aos 17; Danielzinho, aos 27; e Luciano Mandi, aos 34 do primeiro tempo. Allan, aos 7; Bruno Mineiro, aos 26; Gabriel, aos 38 do segundo. Cartões amarelos: Wellington Saci, Thiago MartinelliRobert, Augusto Recife e Souza.
fonte:blogdotorcedor
Bem que o São Caetano tentou pressionar no início do jogo. Mas encontrou o Sport bem postado na defesa para evitar o sufoco. O time pernambucano tinha no posicionamento de seus jogadores de meio de campo o ponto forte. Principalmente os volantes Hamilnto e Daniel Paulista, que não recuaram para a linha dos zagueiros.
Melhor distribuído, o Sport conseguia ter mais posse de bola, ganhar os rebotes e chegou perto do gol aos 12 minutos. Igor foi ao ataque e serviu Paulista dentro da área. Ele ajeitou e chutou forte para Luiz espalmar. O time da casa respondeu com gol, aproveitando uma falha individual. Aos 18, Igor saiu jogando errado e a bola sobrou para Diego aproveitar o espaço deixado e avançar até a área rubro-negra. Ele tocou para Antônio Flávio chutar forte, sem chance de defesa para Calaça.
O Sport demorou um pouco para se recupear do baque. Passou a errar passes demais e ceder campo ao adversário, fato que deixou o jogo aberto demais e consequentemente perigoso. Quando acertou, chegou ao empate. Aos 27, Thiaguinho lançou Danielzinho, que teve a calma suficiente para esperar a saída de Luiz e tocar para o gol.
Porém, o defeito que originou o primeiro gol do São Caetano - na lateral direita - repetiu-se no lado esquerdo. Luciano Mandi avançou sozinho e Gabriel, sem velocidade, foi facilmente deixado para trás. O jogador entrou na área e bateu rasteiro, aos 34 minutos. A cobertura não poderia ser feita por um zagueiro, jogador que normalmente não tem velocidade. Ainda mais a dupla de zaga que estava em campo, mais lenta do que a média para a posição.
Logo no minuto seguinte, Saci fez boa jogada na linha de fundo e cruzou. A bola passou na frente do gol sem que nenhum leonino aparecesse para empurrar a bola para dentro.
Os dois times voltaram com mudanças para o segundo tempo. O Sport com Bruno Mineiro no lugar de Paulista e o São Caetano com um zagueiro (Thiago Martinelli) no lugar de um meia (Kléber). Márcio Goiano levou a melhor, pois anulou completamente o ataque rubro-negro e teve mais posse de bola no meio. O resultado foi gol. E logo cedo, novamente contando com a ajuda do sistema defensivo pernambucano.
Luciano Mandi arrancou pela esquerda, passou por Gabriel e chutou forte. Calaça fez a defesa parcial. Hamilton ficou com o rebote mas chutou em cima do próprio Mandi. A bola sobrou limpa para Allan chutar forte e ampliar a vitória. Mazola mexeu por atacado. Tirou Igor e Naldinho, ambos apagados, para entrar com Branquinho e Rithelly. Muito mais pelo recuo do São Caetano do que pela criatividade do Sport, o time pernambucano trabalhou mais no campo paulista.
A dificuldade rubro-negra era fazer com que a jogada fosse concluída, pois o último passe era sempre falho. Até que aos 26, Saci lançou na área e Bruno Mineiro, à frente da zaga, portanto impedido, cabeceou para diminuir a desvantagem.
O panorama da partida não mudou e com campo para trabalhar, o Sport dependeu quase unicamente de Wellington Saci para armar o jogo. E foi de outro cruzamento dele, da esquerda, que veio o empate. Luiz saiu do gol sem encontrar a bola e Bruno Mineiro cabeceou para baixo. A bola quicou e bateu no travessão. Sobrou para o zagueiro Gabriel, sem ninguém para atrapalhar, empurrar para as redes.
Os visitantes ainda tivearm condições de conseguir a virada, num chute que Danielzinho, da marca do pênalti, mandou por cima.
Ficha do jogo:
São Caetano: Luiz; Robert, Anderson Marques (Ricardo Conceição), Eli Sabiá e Diego; Augusto Recife, Allan, Souza e Kléber (Thiago Martinelli), Antônio Flávio e Luciano Mandi (Fernandes). Técnico: Márcio Goiano.
Sport: Calaça; Igor (Branquinho), Alex Bruno, Gabriel e Wellington Saci; Hamilton, Daniel Paulista, Naldinho (Rithelly) e Thiaguinho; Danielzinho e Paulista . Técnico: Mazola Júnior.
Local: Estádio Anacleto Campanella, em São Caetano do Sul (SP). Árbitro: Pathrice Wallace Corrêa Maia (RJ). Assistentes: Marcelo Braz Mariano e Michael Correia (RJ). Gols: Antônio Flávio, aos 17; Danielzinho, aos 27; e Luciano Mandi, aos 34 do primeiro tempo. Allan, aos 7; Bruno Mineiro, aos 26; Gabriel, aos 38 do segundo. Cartões amarelos: Wellington Saci, Thiago MartinelliRobert, Augusto Recife e Souza.
fonte:blogdotorcedor
Náutico mostra evolução e vence o Guarani por 2 a 0
Grupo festeja com o técnico Waldemar Lemos o gol de Derley, que abriu a vitória
Foto: Guga Matos/JC Imagem
Superior durante os 90 minutos, o Náutico encerrou uma série de três jogos sem vencer e fez 2 a 0 no Guarani na tarde deste sábado nos Aflitos. O Timbu saiu na frente logo no começo com Derley e, na segunda etapa, mostrou um futebol convincente e criativo, diferentemente das últimas rodadas. Kieza completou o placar aos 10 minutos, mas o time poderia ter feito mais. O volume de jogo esteve aliado à segurança na defesa, que não sofreu grandes riscos.
A vitória leva o time para a nona colocação, com 13 pontos, no entanto não significa uma aproximação ao G-4 por conta do fato de o Paraná (3º) e o Americana (4º) também terem vencido. Já o Guarani amarga a entrada na zona do rebaixamento, na décima sétima posição, com 9 pontos. Na sequência da Série B, o Náutico enfrentará o Icasa no próximo sábado (9) às 21h20, em Juazeiro do Norte, e o Guarani receberá o ABC, no domingo (10), às 11h.
O JOGO
As equipes começaram o jogo num ritmo lento. A equipe Timbu, no habitual 4-4-2 com o meio de campo em losango, Everton na cabeça de área, Derley e Elicarlos marcando mais à frente e o Eduardo como único meia, não conseguiam colocar velocidade no ataque, que tinha Kieza e Rogério. Mesmo assim, rondava a área do Guarani e levava perigo.
A partir da cobrança de falta à direita da intermediária, o Náutico abriu o placar. Eduardo Ramos bateu, Kieza meteu a cabeça na bola, que tocou na perna de um zagueiro adversário e sobrou limpa para Derley. O volante chutou forte e balançou as redes aos sete minutos.
Retraído no começo, Guarani aos poucos foi tentando ganhar espaço no ataque. Mas não concatenava boas jogadas e sofria para chegar perto do gol.
Aproveitando o avanço do adversário, o Náutico tinha mais liberdade quando com a posse de bola e chegou com perigo três vezes entre os 22 e os 26 minutos. Primeiro, numa curta blitz, Rogério cruzou para a área mirando Kieza, mas Eduardo Ramos ficou com a bola e demorou para chutar, até que Rogério recebeu um passe e chutou para a defesa de Emerson.
Pouco depois, Rogério recebeu a bola no mano a mano com Aílson, limpou e bateu colocado, mas sem força. Emerson segurou. No minuto seguinte, Derley cruzou da direita e a bola bateu no braço de Aílson. Alvirrubros pediram pênalti, não marcado. Essa imposição do Náutico talvez se devesse mais à fragilidade do sistema defensivo do Guarani do que ao próprio futebol apresentado.
A melhor chance do Guarani aconteceu aos 35. Fernandão subiu, em disputa de cabeça com Ronaldo Alves, e cabeceou forte ao lado da meta. Quase empatou.
O Naútico também passou perto do gol quando, aos 40, Kieza ficou com uma sobra de bola na área do Guarani e soltou uma bomba pouco acima do travessão.
SEGUNDO TEMPO CONVINCENTE
O Guarani voltou com o meia Jefferson na vaga de Felipe. Mas quem mudou de posura foi o Náutico, desde os primeiros minutos. O Timbu voltou com bem mais velocidade, conseguiu articular boas jogadas no ataque e enfim levantou a torcida da arquibancada.
Logo aos 3 minutos, Eduardo Ramos avançou pela direita e cruza, Rogério vai para dominar a bola e recebe um chute do volate Lucas, que tentou acertar a bola. Pênalti não marcado.
Pouco depois, Jeff Silva avançou até a ponta, tocou para Kieza, que ajeita para Eduardo Ramos bater não muito forte. Emerson segura.
O Náutico converteu a superioridade em gol aos 10 minutos. O volante Elicarlos encontrou Kieza com um ótimo passe para o centro da área. O atacante matou no peito, ajeitou e bateu na saída do goleiro, ampliando a vantagem.
Num lance comum, o goleiro Glédson, que fazia a sua centésima partida pelo Timbu, machucou o braço na queda após disputa de bola com um atacante e teve de ser substituído. Gideão, contratado junto ao Vera Cruz-PE há um ano, fez a sua estreia na Série B, entrando aos 17.
Apesar de dois minutos de paralisação, o Náutico não esfriou e quase marcou o terceiro aos 23, quando Kieza recebeu de Eduardo Ramos na direita, deu um drible da vaca no volante Lucas e cruzou na medida para Rogério, que cabeceou bem, mas viu o goleiro Emerson fazer grande defesa.
Guarani não encontrava forças para reagir. O máximo que conseguiu neste segundo tempo foram chutes fracos de longe e um cabeceio para fora aos 39 minutos. Assim, o Timbu garantiu os 3 pontos.
BAIXA
O único evento lamentável para o Náutico foi a contusão de Gledson, no cotovelo, no segundo tempo. Justo na centésima partida dele pela equipe alvirrubra, que defende desde 2008. O departamento médico alvirrubro informou que ele ficará de fora por 15 dias, tornando-se, assim, desfalque para os jogos contra o Icasa, fora, e o Americana, nos Aflitos.
FICHA DO JOGO
Náutico: Gledson (Gideão); Peter, Marlon, Ronaldo Alves e Airton; Éverton, Derley, Elicarlos e Eduardo Ramos (Philip); Kieza e Rogério (Ricardo Xavier). Técnico: Waldemar Lemos.
Guarani: Emerson; Chiquinho, Ailson, Aislan e Ari; Lucas, Dadá, Mika e Felipe (Jefferson); Fabinho e Fernandão (Denilson). Técnico: Giba.
Campeonato: Brasileiro Série B. Local: Estádio Eládio de Barros Carvalho (Aflitos), no Recife. Gols: Derley, aos 7 minutos do primeiro tempo, e Kieza, aos 10 minutos do segundo tempo. Cartões amarelos - Derley, Elicarlos, Felipe, Aislan e Ailson. Árbitro: Gleidson Santos Oliveira (BA); Assistentes: Luiz Carlos Silva Teixeira e Adson Marcio Lopes Leal (Ambos BA); Quarto árbitro: José Araújo Alcantara (PE). Renda - R$ 45.565,00. Público - 4.223 pagantes.
Fonte:blogdotorcedor
Foto: Guga Matos/JC Imagem
Superior durante os 90 minutos, o Náutico encerrou uma série de três jogos sem vencer e fez 2 a 0 no Guarani na tarde deste sábado nos Aflitos. O Timbu saiu na frente logo no começo com Derley e, na segunda etapa, mostrou um futebol convincente e criativo, diferentemente das últimas rodadas. Kieza completou o placar aos 10 minutos, mas o time poderia ter feito mais. O volume de jogo esteve aliado à segurança na defesa, que não sofreu grandes riscos.
A vitória leva o time para a nona colocação, com 13 pontos, no entanto não significa uma aproximação ao G-4 por conta do fato de o Paraná (3º) e o Americana (4º) também terem vencido. Já o Guarani amarga a entrada na zona do rebaixamento, na décima sétima posição, com 9 pontos. Na sequência da Série B, o Náutico enfrentará o Icasa no próximo sábado (9) às 21h20, em Juazeiro do Norte, e o Guarani receberá o ABC, no domingo (10), às 11h.
O JOGO
As equipes começaram o jogo num ritmo lento. A equipe Timbu, no habitual 4-4-2 com o meio de campo em losango, Everton na cabeça de área, Derley e Elicarlos marcando mais à frente e o Eduardo como único meia, não conseguiam colocar velocidade no ataque, que tinha Kieza e Rogério. Mesmo assim, rondava a área do Guarani e levava perigo.
A partir da cobrança de falta à direita da intermediária, o Náutico abriu o placar. Eduardo Ramos bateu, Kieza meteu a cabeça na bola, que tocou na perna de um zagueiro adversário e sobrou limpa para Derley. O volante chutou forte e balançou as redes aos sete minutos.
Retraído no começo, Guarani aos poucos foi tentando ganhar espaço no ataque. Mas não concatenava boas jogadas e sofria para chegar perto do gol.
Aproveitando o avanço do adversário, o Náutico tinha mais liberdade quando com a posse de bola e chegou com perigo três vezes entre os 22 e os 26 minutos. Primeiro, numa curta blitz, Rogério cruzou para a área mirando Kieza, mas Eduardo Ramos ficou com a bola e demorou para chutar, até que Rogério recebeu um passe e chutou para a defesa de Emerson.
Pouco depois, Rogério recebeu a bola no mano a mano com Aílson, limpou e bateu colocado, mas sem força. Emerson segurou. No minuto seguinte, Derley cruzou da direita e a bola bateu no braço de Aílson. Alvirrubros pediram pênalti, não marcado. Essa imposição do Náutico talvez se devesse mais à fragilidade do sistema defensivo do Guarani do que ao próprio futebol apresentado.
A melhor chance do Guarani aconteceu aos 35. Fernandão subiu, em disputa de cabeça com Ronaldo Alves, e cabeceou forte ao lado da meta. Quase empatou.
O Naútico também passou perto do gol quando, aos 40, Kieza ficou com uma sobra de bola na área do Guarani e soltou uma bomba pouco acima do travessão.
SEGUNDO TEMPO CONVINCENTE
O Guarani voltou com o meia Jefferson na vaga de Felipe. Mas quem mudou de posura foi o Náutico, desde os primeiros minutos. O Timbu voltou com bem mais velocidade, conseguiu articular boas jogadas no ataque e enfim levantou a torcida da arquibancada.
Logo aos 3 minutos, Eduardo Ramos avançou pela direita e cruza, Rogério vai para dominar a bola e recebe um chute do volate Lucas, que tentou acertar a bola. Pênalti não marcado.
Pouco depois, Jeff Silva avançou até a ponta, tocou para Kieza, que ajeita para Eduardo Ramos bater não muito forte. Emerson segura.
O Náutico converteu a superioridade em gol aos 10 minutos. O volante Elicarlos encontrou Kieza com um ótimo passe para o centro da área. O atacante matou no peito, ajeitou e bateu na saída do goleiro, ampliando a vantagem.
Num lance comum, o goleiro Glédson, que fazia a sua centésima partida pelo Timbu, machucou o braço na queda após disputa de bola com um atacante e teve de ser substituído. Gideão, contratado junto ao Vera Cruz-PE há um ano, fez a sua estreia na Série B, entrando aos 17.
Apesar de dois minutos de paralisação, o Náutico não esfriou e quase marcou o terceiro aos 23, quando Kieza recebeu de Eduardo Ramos na direita, deu um drible da vaca no volante Lucas e cruzou na medida para Rogério, que cabeceou bem, mas viu o goleiro Emerson fazer grande defesa.
Guarani não encontrava forças para reagir. O máximo que conseguiu neste segundo tempo foram chutes fracos de longe e um cabeceio para fora aos 39 minutos. Assim, o Timbu garantiu os 3 pontos.
BAIXA
O único evento lamentável para o Náutico foi a contusão de Gledson, no cotovelo, no segundo tempo. Justo na centésima partida dele pela equipe alvirrubra, que defende desde 2008. O departamento médico alvirrubro informou que ele ficará de fora por 15 dias, tornando-se, assim, desfalque para os jogos contra o Icasa, fora, e o Americana, nos Aflitos.
FICHA DO JOGO
Náutico: Gledson (Gideão); Peter, Marlon, Ronaldo Alves e Airton; Éverton, Derley, Elicarlos e Eduardo Ramos (Philip); Kieza e Rogério (Ricardo Xavier). Técnico: Waldemar Lemos.
Guarani: Emerson; Chiquinho, Ailson, Aislan e Ari; Lucas, Dadá, Mika e Felipe (Jefferson); Fabinho e Fernandão (Denilson). Técnico: Giba.
Campeonato: Brasileiro Série B. Local: Estádio Eládio de Barros Carvalho (Aflitos), no Recife. Gols: Derley, aos 7 minutos do primeiro tempo, e Kieza, aos 10 minutos do segundo tempo. Cartões amarelos - Derley, Elicarlos, Felipe, Aislan e Ailson. Árbitro: Gleidson Santos Oliveira (BA); Assistentes: Luiz Carlos Silva Teixeira e Adson Marcio Lopes Leal (Ambos BA); Quarto árbitro: José Araújo Alcantara (PE). Renda - R$ 45.565,00. Público - 4.223 pagantes.
Fonte:blogdotorcedor
sexta-feira, 1 de julho de 2011
PORTO: Gavião definido para o amistoso contra o Flamengo de Arcoverde, neste sábado (02)
Warley Santos - Redação Giro dos Esportes
Informações de Berg Santos, da Rádio Liberdade AM
O Porto está definido para o sétimo amistoso de preparação para a série D.
O embate deste sábado (02), será contra o Flamengo de Arcoverde, no Ninho do Gavião.
O gavião vai no esquema tático 4-5-1.
O lateral direito Baiano, com dores nas costas, e o atacante Lalá, com dores musculares, estão fora do teste.
Aílton será o substituto de Baiano e Emanuel Recife entrará na vaga de Lalá.
Eis o time para este sábado:
Geday; Aílton, Moisés, Sandro Miguel e Altemar; Popó, Vágner Rosa, Renan, Jéferson Renan e Diego Costa; Emanuel Recife
Informações de Berg Santos, da Rádio Liberdade AM
O Porto está definido para o sétimo amistoso de preparação para a série D.
O embate deste sábado (02), será contra o Flamengo de Arcoverde, no Ninho do Gavião.
O gavião vai no esquema tático 4-5-1.
O lateral direito Baiano, com dores nas costas, e o atacante Lalá, com dores musculares, estão fora do teste.
Aílton será o substituto de Baiano e Emanuel Recife entrará na vaga de Lalá.
Eis o time para este sábado:
Geday; Aílton, Moisés, Sandro Miguel e Altemar; Popó, Vágner Rosa, Renan, Jéferson Renan e Diego Costa; Emanuel Recife
Boa Esporte X Salgueiro
Depois do bom início, quando chegou até a frequentar o clube dos quatro times que sobem para a Série A, o Salgueiro já entra em campo nesta sexta-feira (1), diante do Boa Esporte Clube (ex-Ituiutaba) para se distanciar da zona de rebaixamento. Atualmente, o Carcará ocupa a 15ª posição com oito pontos e vem de derrota para a Ponte Preta, em casa, por 3×1. O adversário, que jogará em seus domínios, o estádio Dilzon Melo, em Varginha-MG, é o 10º colocado, com três a mais.
Ficha do jogo:
Boa Esporte-MG: Luiz Henrique; Jackson, Thiago Carvalho, Carciano e Magalhães; Claudinei, Olívio, Carlos Magno e Vinícius Hess; Marco Antônio e Paulão. Técnico: Nedo Xavier.
Salgueiro: Marcelo; Rogério Serra, Henrique, Eridon e Josa; Pio, Diego Paulista, Mateus e Clebson; Fabrício Ceará e Juninho Cearense. Técnico: Neco.
Local: Estádio Dilzon Melo, em Varginha-MG. Horário: 21h.
Árbitro: Célio Amorim (SC).
Assistentes: Eberval Lodetti (SC) e Neuza Inês Back (SC).
Blog do torcedor
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Ficha do jogo:
Boa Esporte-MG: Luiz Henrique; Jackson, Thiago Carvalho, Carciano e Magalhães; Claudinei, Olívio, Carlos Magno e Vinícius Hess; Marco Antônio e Paulão. Técnico: Nedo Xavier.
Salgueiro: Marcelo; Rogério Serra, Henrique, Eridon e Josa; Pio, Diego Paulista, Mateus e Clebson; Fabrício Ceará e Juninho Cearense. Técnico: Neco.
Local: Estádio Dilzon Melo, em Varginha-MG. Horário: 21h.
Árbitro: Célio Amorim (SC).
Assistentes: Eberval Lodetti (SC) e Neuza Inês Back (SC).
Blog do torcedor
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Eduardo Ramos pede mais um apoiador no Náutico
Por Alexandre César e Breno Pires
O técnico Waldemar Lemos tem mantido durante os 90 minutos dos jogos do Náutico o esquema de três volantes e apenas um homem no setor de criação, que no caso é Eduardo Ramos. Nesta sexta-feira, o atleta alvirrubro revelou que tem sentido dificuldade nos jogos pela ausência de mais um jogador ao seu lado para articular jogadas.
"Seria importante uma formação com outro meia, venho recebendo marcação individual todo jogo. Mas, se for para jogar com três volantes, pelo menos com alguém mais perto de mim para dividir um pouco da responsabilidade de armação do time, porque venho encontrando dificuldades", opinou Eduardo Ramos, deixando a sugestão no ar. "Mas o professor vem trabalhando e deve encontrar a formação ideal", aliviou.
A crítica de Eduardo Ramos tem fundamento. Em diversos momentos, mesmo quando o time está perdendo e quando é notória a necessidade de reforçar o ataque, o técnico não abre mão dos três volantes. O máximo que Lemos faz é trocar um jogador por outro da própria posição. Pelo menos como alternativa de jogo, o Náutico deveria estar trabalhando em uma formação com Eduardo Ramos e Philip na criação e dois atacantes.
O técnico Waldemar Lemos tem mantido durante os 90 minutos dos jogos do Náutico o esquema de três volantes e apenas um homem no setor de criação, que no caso é Eduardo Ramos. Nesta sexta-feira, o atleta alvirrubro revelou que tem sentido dificuldade nos jogos pela ausência de mais um jogador ao seu lado para articular jogadas.
"Seria importante uma formação com outro meia, venho recebendo marcação individual todo jogo. Mas, se for para jogar com três volantes, pelo menos com alguém mais perto de mim para dividir um pouco da responsabilidade de armação do time, porque venho encontrando dificuldades", opinou Eduardo Ramos, deixando a sugestão no ar. "Mas o professor vem trabalhando e deve encontrar a formação ideal", aliviou.
A crítica de Eduardo Ramos tem fundamento. Em diversos momentos, mesmo quando o time está perdendo e quando é notória a necessidade de reforçar o ataque, o técnico não abre mão dos três volantes. O máximo que Lemos faz é trocar um jogador por outro da própria posição. Pelo menos como alternativa de jogo, o Náutico deveria estar trabalhando em uma formação com Eduardo Ramos e Philip na criação e dois atacantes.
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