Da Gazeta Esportiva
Fora da lista de convocados do técnico Mano Menezes para o amistoso da seleção brasileira contra a Alemanha, nesta quarta-feira, em Stuttgart, o meia Elano admitiu estar chateado. Porém, apesar de triste por ter sido deixado de lado nessa convocação pelo treinador da seleção, o jogador não acredita que tenha sido colocado sobre ele o rótulo de culpado pela eliminação do Brasil na última Copa América.
Na oportunidade, Elano desperdiçou a cobrança que abriu a disputa de pênaltis com o Paraguai, em confronto válido pelas quartas de final da competição, em La Plata. O meia isolou a bola, mandando-a por cima do gol e foi bastante criticado tanto pela torcida brasileira quanto pela mídia após a eliminação.
Questionado se o fato de não ter sido lembrado para esse amistoso por Mano seria uma forma de apontá-lo como responsável pelo revés na Copa América, Elano descartou essa possibilidade. "Pelo que eu conheço do Mano, não acredito que isso tenha acontecido. O problema é que no Brasil, quando acontece um erro, a tendência é elegerem alguém como o responsável. Eu reconheço o meu erro. Não sou o culpado de todos os problemas da seleção, mas eu me incluo neles", disse.
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quarta-feira, 10 de agosto de 2011
Maurício Simões começa a implantar seu estilo de trabalho no Carcará
O técnico Maurício Simões foi apresentado no estádio Ademir Cunha, em Paulista, e já iniciou os trabalhos visando à partida contra o Bragantino, no próximo sábado, pela 16ª rodada da Série B.
Sabendo das dificuldades, o treinador cobrou muito dos atletas. Gritou bastante, exigindo atenção durante todo trabalho. A novidade foi a presença do experiente zagueiro Alex Xavier, que não vinha se recuperando de uma contusão.
No vídeo acima, você confere a entrevista que Maurício Simões concedeu ao repórter João de Andrade Neto, do Jornal do Commercio. No bate-papo, o treinador disse que quer o time do Salgueiro com melhor marcação e sabendo valorizar a posse de bola. Simões indicou dois atletas à diretoria, já que planeja uma pequena reformulação no elenco.
Fonte:blogdotorcedor
Sabendo das dificuldades, o treinador cobrou muito dos atletas. Gritou bastante, exigindo atenção durante todo trabalho. A novidade foi a presença do experiente zagueiro Alex Xavier, que não vinha se recuperando de uma contusão.
No vídeo acima, você confere a entrevista que Maurício Simões concedeu ao repórter João de Andrade Neto, do Jornal do Commercio. No bate-papo, o treinador disse que quer o time do Salgueiro com melhor marcação e sabendo valorizar a posse de bola. Simões indicou dois atletas à diretoria, já que planeja uma pequena reformulação no elenco.
Fonte:blogdotorcedor
Sport envolve o Náutico e vence por 2x0
A confiança da torcida, em parte perdida pela derrota para o Boa, foi recuperada pelos jogadores do Sport ao venceram o velho rival, Náutico, por 2x0, na noite desta terça-feira (9). Os três pontos valeram a subida para o quinto lugar na Série B. Já o timbu não teve sua situação alterada. Ainda é o terceiro colocado.
Num péssimo gramado da Ilha do Retiro, os dois times começaram o jogo evitando fazer a bola rolar. A tônica foram lançamentos longos. Porém, como não havia qualidade técnica suficiente para tantas jogadas desse tipo, a bola ia e voltava com uma frequência acima do normal.
O resultado foi muita correria e pouca finalização. O primeiro time a tentar tocar mais a bola foi o Sport. E quando o fez chegou bem perto do gol. Aos 18 minutos, Paulista serviu Júnior Viçosa. Ele bateu rasteiro e Gideão fez a defesa. No rebote, Marcelinho Paraíba chutou e Peter interceptou a trajetória com o braço direito. Heber Roberto Lopes interpretou como bola na mão e e mandou o jogo seguir. Na sequência, Diego Torres mandou no canto e Gideão mandou para escanteio.
Depois desse bombardeio inicial, os donos da casa iniciaram a pressão. O meio de campo leonino cadenciou melhor o jogo e também aproveitou alguns vacilos de posicionamento da defesa alvirrubra. Na bola parada, com Wellington Saci obrigou Gideão a operar um milagre, aos 27. Ele bateu falta no ângulo direito e o goleiro timbu foi buscar.
Pelo lado do Náutico, o problema era o mesmo que acomete o time em alguns jogos. Eduardo Ramos pouco produtivo, somado à timidez de Derley em fazer sua jogada mais forte: as arrancadas pela meia direita. Jeff Silva completava a apatia ofensiva do time dos Aflitos. Era bem mais acionado que Peter mas não conseguia dar continuidade às jogadas.
Os dois times voltaram sem alterações para o segundo tempo. O Náutico ensaiou uma pressão ao conseguir três escanteios seguidos. Mas o Sport conseguiu valorizar melhor a posse de bola e passou a jogar mais no campo do adversário novamente. E, conduzido por Marcelinho Paraíba e Rithely, voltou a criar boas oportunidades de gol.
A primeira veio com o próprio Marcelinho, aos sete. Ele pegou rebote da defesa e chutou à direita, com perigo. Depois foi a vez de Júnior Viçosa entrar driblando mas se enrolar com a bola na hora de concluir. Por fim, aos 14, Marcelinho levou a melhor. Ele entrou na área e tentou passe para o meio. Diego Torres esticou o pé o suficiente para atrapalhar Gideão e ver a bola entrar no canto direito.
Mesmo depois de tomar um gol o Náutico não encontrou o caminho para reagir. Os defeitos eram o mesmos: Eduardo Ramos anulado, laterais sem se apresentar para o jogo e Kieza, sem totais condições físicas, sendo presa fácil para a defesa adversária. Para completar, os suplentes não mostaram qualidade a altura.
E completamente envolvido, o time da Rosa e Silva viu o oponente marcar mais um. Aos 36, Marcelinho tocou para Bruno Mineiro, que devolveu de calcanhar. O paraibano esperou a chegada de Maylson. Livre, ele recebeu e fuzilou o ângulo direito.
Daí em diante foi só tocar a bola e esperar o tempo passar. Já que o Náutico não esboçou qualquer reação de que iria em busca de, ao menos um gol de empate. Aliás, foram poucos os momentos em que os alvirrubros mostraram ambição em vencer a partida.
Ficha do jogo:
Sport: Magrão; Thiaguinho, Tobi, Gabriel e Saci; Hamilton, Rithely, Diego Torres (Maylson) e Marcelinho Paraíba (Daniel Paulista); Paulista (Bruno Mineiro) e Júnior Viçosa. Técnico: Mazola Júnior.
Náutico: Gideão; Peter, Marlon, Ronaldo Alves e Jeff Silva; Everton, Elicarlos, Derley e Eduardo Ramos (Élton); Rogério (Alex Sandro) e Kieza (Moisés). Técnico: Waldemar Lemos.
Local: Ilha do Retiro. Horário: 21h. Árbitro: Héber Roberto Lopes (PR). Assistentes: Wilton Lins e Clóvis Amaral (PE). Gols: Marcelinho Paraíba, aos 14; Maylson, aos 36 do segundo tempo. Cartões amarelos: Hamilton, Tóbi, Júnior Viçosa, Eduardo Ramos e Peter. Público: 19.028.
Num péssimo gramado da Ilha do Retiro, os dois times começaram o jogo evitando fazer a bola rolar. A tônica foram lançamentos longos. Porém, como não havia qualidade técnica suficiente para tantas jogadas desse tipo, a bola ia e voltava com uma frequência acima do normal.
O resultado foi muita correria e pouca finalização. O primeiro time a tentar tocar mais a bola foi o Sport. E quando o fez chegou bem perto do gol. Aos 18 minutos, Paulista serviu Júnior Viçosa. Ele bateu rasteiro e Gideão fez a defesa. No rebote, Marcelinho Paraíba chutou e Peter interceptou a trajetória com o braço direito. Heber Roberto Lopes interpretou como bola na mão e e mandou o jogo seguir. Na sequência, Diego Torres mandou no canto e Gideão mandou para escanteio.
Depois desse bombardeio inicial, os donos da casa iniciaram a pressão. O meio de campo leonino cadenciou melhor o jogo e também aproveitou alguns vacilos de posicionamento da defesa alvirrubra. Na bola parada, com Wellington Saci obrigou Gideão a operar um milagre, aos 27. Ele bateu falta no ângulo direito e o goleiro timbu foi buscar.
Pelo lado do Náutico, o problema era o mesmo que acomete o time em alguns jogos. Eduardo Ramos pouco produtivo, somado à timidez de Derley em fazer sua jogada mais forte: as arrancadas pela meia direita. Jeff Silva completava a apatia ofensiva do time dos Aflitos. Era bem mais acionado que Peter mas não conseguia dar continuidade às jogadas.
Os dois times voltaram sem alterações para o segundo tempo. O Náutico ensaiou uma pressão ao conseguir três escanteios seguidos. Mas o Sport conseguiu valorizar melhor a posse de bola e passou a jogar mais no campo do adversário novamente. E, conduzido por Marcelinho Paraíba e Rithely, voltou a criar boas oportunidades de gol.
A primeira veio com o próprio Marcelinho, aos sete. Ele pegou rebote da defesa e chutou à direita, com perigo. Depois foi a vez de Júnior Viçosa entrar driblando mas se enrolar com a bola na hora de concluir. Por fim, aos 14, Marcelinho levou a melhor. Ele entrou na área e tentou passe para o meio. Diego Torres esticou o pé o suficiente para atrapalhar Gideão e ver a bola entrar no canto direito.
Mesmo depois de tomar um gol o Náutico não encontrou o caminho para reagir. Os defeitos eram o mesmos: Eduardo Ramos anulado, laterais sem se apresentar para o jogo e Kieza, sem totais condições físicas, sendo presa fácil para a defesa adversária. Para completar, os suplentes não mostaram qualidade a altura.
E completamente envolvido, o time da Rosa e Silva viu o oponente marcar mais um. Aos 36, Marcelinho tocou para Bruno Mineiro, que devolveu de calcanhar. O paraibano esperou a chegada de Maylson. Livre, ele recebeu e fuzilou o ângulo direito.
Daí em diante foi só tocar a bola e esperar o tempo passar. Já que o Náutico não esboçou qualquer reação de que iria em busca de, ao menos um gol de empate. Aliás, foram poucos os momentos em que os alvirrubros mostraram ambição em vencer a partida.
Ficha do jogo:
Sport: Magrão; Thiaguinho, Tobi, Gabriel e Saci; Hamilton, Rithely, Diego Torres (Maylson) e Marcelinho Paraíba (Daniel Paulista); Paulista (Bruno Mineiro) e Júnior Viçosa. Técnico: Mazola Júnior.
Náutico: Gideão; Peter, Marlon, Ronaldo Alves e Jeff Silva; Everton, Elicarlos, Derley e Eduardo Ramos (Élton); Rogério (Alex Sandro) e Kieza (Moisés). Técnico: Waldemar Lemos.
Local: Ilha do Retiro. Horário: 21h. Árbitro: Héber Roberto Lopes (PR). Assistentes: Wilton Lins e Clóvis Amaral (PE). Gols: Marcelinho Paraíba, aos 14; Maylson, aos 36 do segundo tempo. Cartões amarelos: Hamilton, Tóbi, Júnior Viçosa, Eduardo Ramos e Peter. Público: 19.028.
Waldemar enumera motivos para a derrota mas rechaça apagão
Irritação no primeiro tempo, boa atuação do adversário e má atuação do próprio time foram os motivos enumerados pelo técnico Waldemar Lemos para explicar a derrota para o Sport. Ele também reconheceu que o meia Eduardo Ramos e o atacante Kieza não entraram em campo com cem por cento das condições mas não se arrependeu de escalá-los. No entanto, ele rechaçou um apagão e garantiu que esse resultado não vai abalar a sequência da equipe.
A primeira observação do comandante alvirrubro foi a irritação de muitos de seus jogadores por causa do que foi interpretado como falta de fair play dos rubro-negros. "Diante das atitudes aconteceu uma irritação dos jogadores e tivemos que conversar no intervalo", disse.
Quanto a arbitragem, a queixa foi pelo que ele viu como falta de pulso para coibir o jogo mais viril dos rubro-negros. "No primeiro tempo eles fizeram dez faltas e nós quatro. No segundo não foi diferente. A arbitragem tem que coibir isso para que se jogue adequadamente".
De seu lado, o goleiro Gideão não quis exaltar sua atuação no primeiro tempo, quando foi responsável direto pelo resultado parcial de 0x0. "De nada valeu porque queria sair daqui ao menos com um ponto. Evitei o que due para evitar e infelizmente não consegui no segundo tempo", disse.
Fonte:blogdotorcedor
A primeira observação do comandante alvirrubro foi a irritação de muitos de seus jogadores por causa do que foi interpretado como falta de fair play dos rubro-negros. "Diante das atitudes aconteceu uma irritação dos jogadores e tivemos que conversar no intervalo", disse.
Quanto a arbitragem, a queixa foi pelo que ele viu como falta de pulso para coibir o jogo mais viril dos rubro-negros. "No primeiro tempo eles fizeram dez faltas e nós quatro. No segundo não foi diferente. A arbitragem tem que coibir isso para que se jogue adequadamente".
De seu lado, o goleiro Gideão não quis exaltar sua atuação no primeiro tempo, quando foi responsável direto pelo resultado parcial de 0x0. "De nada valeu porque queria sair daqui ao menos com um ponto. Evitei o que due para evitar e infelizmente não consegui no segundo tempo", disse.
Fonte:blogdotorcedor
Maestro Marcelinho Paraíba destaca parceria entre jogadores
Autor do primeiro gol do Sport e maestro do segundo, Marcelinho Paraíba preferiu adotar um discurso humilde na entrevista coletiva após a partida. O jogador ressaltou o companherismo entre os jogadores como ponto fundamental para a vitória rubro-negra e disse lidar bem com a pressão por gols.
Para ele, o que faltava era um pouco mais de esforço por parte dos jogadores. "O Sport tem um time grande e a gente provou isso. Basta a gente se esforçar e ser mais companheiro um do outro como fomos hoje que os próximos jogos vão ser assim", afirmou. O espírito de companherismo foi tão bem incorporado pelo atleta, que ele chegou a revelar sua verdadeira intenção no gol marcado. A ideia era cruzar para o companheiro, mas a bola terminou indo para as redes. "Tentamos cruzar sempre na direção do gol, porque se desviar, conseguimos marcar", explicou.
Marcelinho Paraíba destacou ainda a parceria existente entre o grupo e o técnico rubro-negro. "Quero dedicar essa vitória ao Mazola e a toda a diretoria, que vem honrando seus compromissos", afirmou. O meia lembrou ainda que é importante não se acomodar a partir de agora.
De volta a sua posição de origem, o meia não associa isso ao bom desempenho. Entretanto, disse ter mais liberade e ficar mais à vontade no meio-campo, tendo os atacantes como referência. "Me incomodo, mas não fico chateado. Sei que quando a gente joga bem a imprensa elogia e a torcida aplaude", declarou o meia.
O autor do segundo gol, Maylson, disse que nunca marcara um gol tão rápido - praticamente na primeira vez que tocou na bola. Para ele, esse jogo contra o Náutico tem que servir como modelo para os desafios que virão pela frente. "A derrota para o Boa é página virada. Agora é usar o jogo de hoje como inspiração".
Fonte: blogdotorcedor
Para ele, o que faltava era um pouco mais de esforço por parte dos jogadores. "O Sport tem um time grande e a gente provou isso. Basta a gente se esforçar e ser mais companheiro um do outro como fomos hoje que os próximos jogos vão ser assim", afirmou. O espírito de companherismo foi tão bem incorporado pelo atleta, que ele chegou a revelar sua verdadeira intenção no gol marcado. A ideia era cruzar para o companheiro, mas a bola terminou indo para as redes. "Tentamos cruzar sempre na direção do gol, porque se desviar, conseguimos marcar", explicou.
Marcelinho Paraíba destacou ainda a parceria existente entre o grupo e o técnico rubro-negro. "Quero dedicar essa vitória ao Mazola e a toda a diretoria, que vem honrando seus compromissos", afirmou. O meia lembrou ainda que é importante não se acomodar a partir de agora.
De volta a sua posição de origem, o meia não associa isso ao bom desempenho. Entretanto, disse ter mais liberade e ficar mais à vontade no meio-campo, tendo os atacantes como referência. "Me incomodo, mas não fico chateado. Sei que quando a gente joga bem a imprensa elogia e a torcida aplaude", declarou o meia.
O autor do segundo gol, Maylson, disse que nunca marcara um gol tão rápido - praticamente na primeira vez que tocou na bola. Para ele, esse jogo contra o Náutico tem que servir como modelo para os desafios que virão pela frente. "A derrota para o Boa é página virada. Agora é usar o jogo de hoje como inspiração".
Fonte: blogdotorcedor
terça-feira, 9 de agosto de 2011
Técnico Bruno Angeiras recebe mais dois reforços para a Copa do Brasil
O técnico Bruno Angeiras recebeu nesta segunda-feira mais dois reforços para a disputa da Copa do Brasil.
A volante Patrícia Derrico de 17 anos e a atacante mexicana Jeniffer Leonela, de 16 anos se apresentaram à comissão técnica tricolor no treino da tarde no Carneirão. Jeniffer tem nacionalidade mexicana, mas é filha do volante brasileiro Uidemar, que atuou no Flamengo no início da década de 1990.
Em seu primeiro treino com o elenco Jeniffer acabou machucando o tornozelo direito numa jogada despretensiosa. “Era uma lesão que eu estava em final de recuperação, mas infelizmente voltei a sentir.”, afirmou Leonela. A jogadora deve voltar a treinar com bola já na próxima sexta-feira.
A outra baixa do treino ficou por conta da meia Gabi que machucou a coxa no início da movimentação e não participou do técnico-tático.
Na próxima sexta-feira as meninas têm agendando pela comissão técnica o primeiro nessa fase de preparação que antecede a estreia na Copa do Brasil em Teresina, no próximo dia 18, contra o Tiradentes.
A atacante Jeniffer Leonela de 16 anos chega para reforçar o elenco tricolor
Patrícia Derrico participou do primeiro treino com o grupo do Vitória. Volante de 17 anos veio do Bangu
Gabi assiste ao treino, enquanto faz tratamento com gelo na coxa. Meia machucou no início da movimentação. fonte: Ovitoria
Brasil enfrenta a Alemanha em busca do prestígio perdido
Da AFP
A seleção brasileira de futebol, ferida no seu orgulho pela sua eliminação nas quartas de final da Copa América em julho, tentará virar a página no amistoso contra a Alemanha, que acontecerá nesta quarta-feira às 15h45 (horário de Brasília)
Uma boa vitória em Stuttgart, diante de uma das seleções mais tradicionais do futebol mundial, seria a melhor maneira possível de iniciar de forma positiva uma nova etapa para o Brasil.
"Vamos começar uma nova fase. É um jogo amistoso, mas também um jogo de alto nível, contra a Alemanha, na Alemanha. Temos uma equipe jovem, mas os jogadores já têm a experiência de um torneio importante (a Copa América)", comentou o técnico Mano Menezes.
A eliminação pelo Paraguai nas quartas de final da Copa América não gerou nenhuma revolução nas decisões da comissão técnica. Mano continua apostando na continuidade, com apenas seis jogadores que não estavam na Argentina em julho.
Jonas, Renato Augusto e Fernandinho voltam a ser convocados, enquanto Dedé, Ralf e Luiz Gustavo foram chamados pela primeira vez na seleção principal.
Um dos estreantes que mostram mais ansiedade para disputar a partida é justamente Luiz Gustavo, de 24 anos, que atua no maior clube da Alemanha, o Bayern de Munique.
"Luiz Gustavo tem a capacidade de dinamizar o jogo. Ele tem tido ótimas atuações e bons resultados na Alemanha nos últimos três anos", elogiou Mano.
Já na seleção alemã, a partida terá um sabor especial para Cacau, brasileiro naturalizado alemão, que joga pela 'Mannschaft' desde 2009. Além disso, o jogo será disputado no estádio Mercedes-Benz Arena, onde ele disputa as partidas em casa com seu clube, o VfB Stuttgart.
A Alemanha aproveitará essa partida para se preparar para as eliminatórias para a Eurocopa de 2012, em que é líder do seu grupo.
Os principais destaques do elenco são o volante Bastian Schweinsteiger, os atacantes Thomas Müller e Mario Gomez, além do meia Mario Götze jovem talento do Borussia Dortmund.
"O Brasil é um dos países mais fortes do futebol mundial e tem a reputação de praticar um jogo muito bonito. Nenhuma outra equipe tem tantas estrelas", comentou o técnico alemão Joachim Löw.
O histórico de confrontos entre os dois países é amplamente favorável ao Brasil: em vinte partidas disputadas, foram doze vitórias, cinco empates e apenas três derrotas.
O jogo que ficou na memória da torcida brasileira foi a decisão da Copa do Mundo de 2002, quando Ronaldo fez os dois gols da vitória sobre a Alemanha em Yokohama, Japão, garantindo a conquista do pentacampeonato.
Dos atletas convocados para o jogo dessa quarta-feira, apenas dois disputaram a final de 2002, o zagueiro brasileiro Lúcio e o atacante alemão Miroslav Klose.
Ficha do jogo:
Alemanha: Neuer - Hummels, Badstuber, Höwedes, Lahm - Schweinsteiger, Kroos, Müller, Götze - Podolski, Mario Gómez. Técnico: Joachim Löw.
Brasil: Júlio César - Dani Alves, Lúcio, Thiago Silva, André Santos - Ralf, Ramires, Ganso - Robinho, Alexandre Pato, Neymar. Técnico: Mano Menezes.
A seleção brasileira de futebol, ferida no seu orgulho pela sua eliminação nas quartas de final da Copa América em julho, tentará virar a página no amistoso contra a Alemanha, que acontecerá nesta quarta-feira às 15h45 (horário de Brasília)
Uma boa vitória em Stuttgart, diante de uma das seleções mais tradicionais do futebol mundial, seria a melhor maneira possível de iniciar de forma positiva uma nova etapa para o Brasil.
"Vamos começar uma nova fase. É um jogo amistoso, mas também um jogo de alto nível, contra a Alemanha, na Alemanha. Temos uma equipe jovem, mas os jogadores já têm a experiência de um torneio importante (a Copa América)", comentou o técnico Mano Menezes.
A eliminação pelo Paraguai nas quartas de final da Copa América não gerou nenhuma revolução nas decisões da comissão técnica. Mano continua apostando na continuidade, com apenas seis jogadores que não estavam na Argentina em julho.
Jonas, Renato Augusto e Fernandinho voltam a ser convocados, enquanto Dedé, Ralf e Luiz Gustavo foram chamados pela primeira vez na seleção principal.
Um dos estreantes que mostram mais ansiedade para disputar a partida é justamente Luiz Gustavo, de 24 anos, que atua no maior clube da Alemanha, o Bayern de Munique.
"Luiz Gustavo tem a capacidade de dinamizar o jogo. Ele tem tido ótimas atuações e bons resultados na Alemanha nos últimos três anos", elogiou Mano.
Já na seleção alemã, a partida terá um sabor especial para Cacau, brasileiro naturalizado alemão, que joga pela 'Mannschaft' desde 2009. Além disso, o jogo será disputado no estádio Mercedes-Benz Arena, onde ele disputa as partidas em casa com seu clube, o VfB Stuttgart.
A Alemanha aproveitará essa partida para se preparar para as eliminatórias para a Eurocopa de 2012, em que é líder do seu grupo.
Os principais destaques do elenco são o volante Bastian Schweinsteiger, os atacantes Thomas Müller e Mario Gomez, além do meia Mario Götze jovem talento do Borussia Dortmund.
"O Brasil é um dos países mais fortes do futebol mundial e tem a reputação de praticar um jogo muito bonito. Nenhuma outra equipe tem tantas estrelas", comentou o técnico alemão Joachim Löw.
O histórico de confrontos entre os dois países é amplamente favorável ao Brasil: em vinte partidas disputadas, foram doze vitórias, cinco empates e apenas três derrotas.
O jogo que ficou na memória da torcida brasileira foi a decisão da Copa do Mundo de 2002, quando Ronaldo fez os dois gols da vitória sobre a Alemanha em Yokohama, Japão, garantindo a conquista do pentacampeonato.
Dos atletas convocados para o jogo dessa quarta-feira, apenas dois disputaram a final de 2002, o zagueiro brasileiro Lúcio e o atacante alemão Miroslav Klose.
Ficha do jogo:
Alemanha: Neuer - Hummels, Badstuber, Höwedes, Lahm - Schweinsteiger, Kroos, Müller, Götze - Podolski, Mario Gómez. Técnico: Joachim Löw.
Brasil: Júlio César - Dani Alves, Lúcio, Thiago Silva, André Santos - Ralf, Ramires, Ganso - Robinho, Alexandre Pato, Neymar. Técnico: Mano Menezes.
Maurício Simões quer ficar no Salgueiro até o fim da Série B
Do Jornal do Commercio
Com 11 títulos estaduais no currículo, Maurício Simões vê a sua primeira passagem pelo Salgueiro como mais um desafio na carreira. E já faz contas para livrar o Carcará do rebaixamento: 47 pontos. O time está na penúltima posição da Série B, com 13 pontos, cinco a menos que o Bragantino, 16º colocado e primeiro time fora da área de degola. A equipe paulista, por sinal, será o próximo rival dos sertanejos, sábado, fora de casa.
Além de ser conhecido pelos títulos no Nordeste, Maurício Simões se notabilizou pelas constantes trocas de clubes. Muitas vezes por vontade própria, após receber propostas salariais melhores. Este ano, por exemplo, trocou o Central (que fazia bela campanha no Pernambucano) pelo Campinense. No entanto, segundo o treinador, a intenção é terminar o ano no Carcará.
"Não dá para afirmar, mas quero ficar no Salgueiro até o fim da Série B. O engraçado é que falam quando eu saio de um time, mas não falam quando o diretor me demite", disse. "Não há cláusula (rescisória) no contrato de Simões. O que há é palavra de homem", encerrou o presidente do Salgueiro, Clebel Cordeiro.
Com 11 títulos estaduais no currículo, Maurício Simões vê a sua primeira passagem pelo Salgueiro como mais um desafio na carreira. E já faz contas para livrar o Carcará do rebaixamento: 47 pontos. O time está na penúltima posição da Série B, com 13 pontos, cinco a menos que o Bragantino, 16º colocado e primeiro time fora da área de degola. A equipe paulista, por sinal, será o próximo rival dos sertanejos, sábado, fora de casa.
Além de ser conhecido pelos títulos no Nordeste, Maurício Simões se notabilizou pelas constantes trocas de clubes. Muitas vezes por vontade própria, após receber propostas salariais melhores. Este ano, por exemplo, trocou o Central (que fazia bela campanha no Pernambucano) pelo Campinense. No entanto, segundo o treinador, a intenção é terminar o ano no Carcará.
"Não dá para afirmar, mas quero ficar no Salgueiro até o fim da Série B. O engraçado é que falam quando eu saio de um time, mas não falam quando o diretor me demite", disse. "Não há cláusula (rescisória) no contrato de Simões. O que há é palavra de homem", encerrou o presidente do Salgueiro, Clebel Cordeiro.
Jejum e escrita no Clássico dos Clássicos
Do Jornal do Commercio
O Náutico entra para o Clássico dos Clássicos número 525 da história com o incômodo jejum: não vence o rival na Ilha do Retiro há mais de sete anos. Transportando para números de jogos, o tabu já alcança 15 partidas, recorde absoluto no retrospecto do confronto na Ilha. A marca anterior era de 14 jogos a favor do Leão, entre abril de 1960 e julho de 1962.
A última vez em que o Timbu levou a melhor no terreno inimigo foi no dia 27 de março de 2004, um 3x1, pelo 2º turno do Campeonato Pernambucano. Mais tarde, o alvirrubro venceria o Santa Cruz na decisão e conquistaria o Estadual daquele ano - o último do clube.
De lá para cá, são oito vitórias leoninas em seu reduto e sete empates (ver quadro ao lado). O último encontro foi nas semifinais do Pernambucano deste ano. O Sport derrotou o rival, por 3x1, gols de Bruno Mineiro, Marcelinho Paraíba e Ciro. Rogério descontou. No jogo de volta, nos Aflitos, o Timbu venceu por 3x2, o que garantiu a vaga do Leão na decisão - nela, perdeu para o Santa Cruz.
Durante o tabu, além de eliminar o Timbu do Estadual 2011, o Sport teve a felicidade de comemorar dois títulos sobre o rival na Ilha. Em 2007, a vitória por 2x0 (gols de Weldon e Luciano Henrique), valeu o bi ao rubro-negro. Em 2010, o triunfo por 1x0, com gol de Leandrão, proporcionou o penta.
HERÓIS E VILÕES
Durante estes sete anos de existência do tabu, muitos jogadores vestiram as camisas rubro-negras e alvirrubras. O Sport utilizou 99 atletas, contra 125 do Náutico. Quem mais entrou em campo foi Magrão, com 12 partidas. Pelo Timbu, Kuki entrou em campo seis vezes.
O curioso é que o maior artilheiro é o zagueiro Durval. O ex-zagueiro leonino (hoje no Santos), balançou as redes em quatro oportunidades. Pelo Náutico, Gilmar e Carlinhos Bala, duas vezes cada, foram os que mais marcaram.
O Sport teve nove treinadores, um a mais do que o Náutico. O recordista em jogos é Roberto Fernandes que dirigiu o Timbu em seis confrontos - quatro empates e duas derrotas.
Fonte:blogdotorcedor
O Náutico entra para o Clássico dos Clássicos número 525 da história com o incômodo jejum: não vence o rival na Ilha do Retiro há mais de sete anos. Transportando para números de jogos, o tabu já alcança 15 partidas, recorde absoluto no retrospecto do confronto na Ilha. A marca anterior era de 14 jogos a favor do Leão, entre abril de 1960 e julho de 1962.
A última vez em que o Timbu levou a melhor no terreno inimigo foi no dia 27 de março de 2004, um 3x1, pelo 2º turno do Campeonato Pernambucano. Mais tarde, o alvirrubro venceria o Santa Cruz na decisão e conquistaria o Estadual daquele ano - o último do clube.
De lá para cá, são oito vitórias leoninas em seu reduto e sete empates (ver quadro ao lado). O último encontro foi nas semifinais do Pernambucano deste ano. O Sport derrotou o rival, por 3x1, gols de Bruno Mineiro, Marcelinho Paraíba e Ciro. Rogério descontou. No jogo de volta, nos Aflitos, o Timbu venceu por 3x2, o que garantiu a vaga do Leão na decisão - nela, perdeu para o Santa Cruz.
Durante o tabu, além de eliminar o Timbu do Estadual 2011, o Sport teve a felicidade de comemorar dois títulos sobre o rival na Ilha. Em 2007, a vitória por 2x0 (gols de Weldon e Luciano Henrique), valeu o bi ao rubro-negro. Em 2010, o triunfo por 1x0, com gol de Leandrão, proporcionou o penta.
HERÓIS E VILÕES
Durante estes sete anos de existência do tabu, muitos jogadores vestiram as camisas rubro-negras e alvirrubras. O Sport utilizou 99 atletas, contra 125 do Náutico. Quem mais entrou em campo foi Magrão, com 12 partidas. Pelo Timbu, Kuki entrou em campo seis vezes.
O curioso é que o maior artilheiro é o zagueiro Durval. O ex-zagueiro leonino (hoje no Santos), balançou as redes em quatro oportunidades. Pelo Náutico, Gilmar e Carlinhos Bala, duas vezes cada, foram os que mais marcaram.
O Sport teve nove treinadores, um a mais do que o Náutico. O recordista em jogos é Roberto Fernandes que dirigiu o Timbu em seis confrontos - quatro empates e duas derrotas.
Fonte:blogdotorcedor
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
Adversário do Vitória (PE) na estreia da Copa do Brasil será o Tiradentes do Piauí.
A CBF divulgou na última sexta feira (5) os últimos representantes estaduais para a disputa da Copa do Brasil de futebol feminino 2011. A entidade aguardava as definições das competições nos estados do Mato Grosso, Paraíba, Paraná e Piauí. Deste último saiu o adversário do Vitória (PE) no próximo dia 18 de agosto (quinta-feira).
O Tricolor das Tabocas estreia às 20h, contra o Tiradentes (PI), no estádio Alberto Silva, em Teresina. Vitória (PE) e Tiradentes (PI) já se enfrentaram no ano passado pela segunda fase da Copa do Brasil. Na primeira partida em Teresina o time da casa venceu por 3x0. No jogo da volta no estádio Carneirão, em Vitória de Santo Antão, o Tricolor das Tabocas goleou por 5x0 e passou às quartas-de-final da competição.
Fonte: ovitoria
O Tricolor das Tabocas estreia às 20h, contra o Tiradentes (PI), no estádio Alberto Silva, em Teresina. Vitória (PE) e Tiradentes (PI) já se enfrentaram no ano passado pela segunda fase da Copa do Brasil. Na primeira partida em Teresina o time da casa venceu por 3x0. No jogo da volta no estádio Carneirão, em Vitória de Santo Antão, o Tricolor das Tabocas goleou por 5x0 e passou às quartas-de-final da competição.
Fonte: ovitoria
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