Página Inicial / Vitória / Vera Cruz / Amadorismo / Áudios / Fotos / Vídeos / Rádio Cidade UNI / Contatos
domingo, 14 de agosto de 2011
LUTO!!!! Yatta Júnior
Lamentavelmente nosso amigo e irmão YATTA JUNIOR (Narrador da Rádio Jornal) lado direito da foto. Faleceu hoje.
Detalhes em instantes na Rádio Jornal AM 780, no momento detalhes na www.radiojornal.com.br
Santa Cruz leva sufoco no final, mas vence homônimo potiguar
Placar magro, porém essencial para a caminhada do Santa Cruz no Campeonato Brasileiro da Série D. Neste domingo, os corais enfrentaram o homônimo do Rio Grande do Norte, no estádio do Arruda. Um gol no comecinho do duelo, logo aos 3 minutos, anotado pelo atacante Kiros, deu a entender que viria uma goleada pela frente em cima do xará. Mera impressão. O tento manteve-se solitário até o final do confronto. Em vários momentos do embate, sobretudo nos minutos finais, os adversários foram até superiores dentro das quatro linhas. A torcida do Mais Querido ficou apreensiva até o silvo final do árbitro, que, para aumentar a angustia da massa tricolor, deu cinco de acréscimo. O gol de empate, no entanto, não saiu, e os pernambucanos puderam comemorar a liderança isolada do grupo 3 da Quarta Divisão.
O Santa Cruz do Recife iniciou arrasador o primeiro tempo do jogo contra o xará potiguar. Logo aos 3 minutos, Weslley cobrou falta e Kiros, de cabeça, acertou o gol: 1 a 0. Com o adversário desnorteado, o Tricolor partiu para a pressão. Manteve o oponente no campo de defesa durante maior parte do tempo e criou oportunidades de ampliar, mas não aproveitou.
Por volta das 20 minutos, a equipe coral diminuiu o ímpeto. O Santa Cruz/RN equilibrou as forças, mas não chegou a ter uma chance clara de gol. No final da etapa, o técnico Zé Teodoro pediu que o time tocasse mais a bola e jogasse pelos lados.
Logo no comecinho do último ato do espetáculo, aos 8 minutos, a zaga coral vacilou, e Tirica quase deixa tudo em pé de igualdade. Porém, Tiago Cardoso salvou o time pernambucano de sofrer o gol. Cinco minutos mais tarde, Renatinho ganhou jogada pela direita, arriscou e quase o goleiro da equipe do Rio Grande do Norte, Genivaldo, toma um frangaço.
Aos 20, o mesmo Renatinho quase amplia novamente. Ele invadiu a área adversária, encobriu o arqueiro, mas zagueiro do Santa Cruz/RN tirou a bola em cima da linha. O lance gerou protesto dos adversários dos corais. Um jogador da equipe do Rio Grande do Norte, caído em campo, acabou dando condições de jogo para Renatinho. Os atletas do xará potiguar exigiram que a partida fosse paralisada pelo árbitro Cláudio Francisco Lima e Silva. Na sequência, ao ser substituído, Michel ironizou e aplaudiu o juiz. Acabou sendo expulso, mas já havia deixado as quatro linhas e "não prejudicou" o seu time.
O Tricolor do Recife queria amplicar a contagem. Depois de um ótimo passe do meia Weslley, Leandrinho acertou a trave. O final da partida, entretanto, foi marcado por uma enorme pressão dos potiguares. Mas a bola não entrou. Sorte dos corais.
Fonte:superesportes
O Santa Cruz do Recife iniciou arrasador o primeiro tempo do jogo contra o xará potiguar. Logo aos 3 minutos, Weslley cobrou falta e Kiros, de cabeça, acertou o gol: 1 a 0. Com o adversário desnorteado, o Tricolor partiu para a pressão. Manteve o oponente no campo de defesa durante maior parte do tempo e criou oportunidades de ampliar, mas não aproveitou.
Por volta das 20 minutos, a equipe coral diminuiu o ímpeto. O Santa Cruz/RN equilibrou as forças, mas não chegou a ter uma chance clara de gol. No final da etapa, o técnico Zé Teodoro pediu que o time tocasse mais a bola e jogasse pelos lados.
Logo no comecinho do último ato do espetáculo, aos 8 minutos, a zaga coral vacilou, e Tirica quase deixa tudo em pé de igualdade. Porém, Tiago Cardoso salvou o time pernambucano de sofrer o gol. Cinco minutos mais tarde, Renatinho ganhou jogada pela direita, arriscou e quase o goleiro da equipe do Rio Grande do Norte, Genivaldo, toma um frangaço.
Aos 20, o mesmo Renatinho quase amplia novamente. Ele invadiu a área adversária, encobriu o arqueiro, mas zagueiro do Santa Cruz/RN tirou a bola em cima da linha. O lance gerou protesto dos adversários dos corais. Um jogador da equipe do Rio Grande do Norte, caído em campo, acabou dando condições de jogo para Renatinho. Os atletas do xará potiguar exigiram que a partida fosse paralisada pelo árbitro Cláudio Francisco Lima e Silva. Na sequência, ao ser substituído, Michel ironizou e aplaudiu o juiz. Acabou sendo expulso, mas já havia deixado as quatro linhas e "não prejudicou" o seu time.
O Tricolor do Recife queria amplicar a contagem. Depois de um ótimo passe do meia Weslley, Leandrinho acertou a trave. O final da partida, entretanto, foi marcado por uma enorme pressão dos potiguares. Mas a bola não entrou. Sorte dos corais.
Fonte:superesportes
{ Mundial Sub-20 } Meninos do Brasil tentam passar pelos espanhóis
Do JC Online
PEREIRA (Colômbia) - Depois de eliminar a Arábia Saudita por 3x0 nas oitavas, a seleção brasileira volta a campo pelo Mundial Sub-20 neste domingo, às 20h (de Brasília), quando terá pela frente a Espanha no Estádio Hernán Ramírez Villegas, em Pereira, em confronto válido pelas quartas de final do torneio disputado na Colômbia.
Os espanhóis passaram pela Coreia do Sul apenas nos pênaltis, por 7x6, após empate sem gols no tempo normal.
O confronto é um dos mais tradicionais das categorias de base e bem equilibrado. Em 1985 o Brasil venceu por 2x0 na fase de classificação. A Espanha, pela mesma etapa, devolveu o placar em 1999. O jogo mais importante aconteceu em 2003, quando ambos se encontraram na grande final e os canarinhos ganharam por 1x0. Já no úlimo duelo, pelas oitavas de final de 2007, a Fúria saiu vitoriosa: 4x2.
Ciente das dificuldades que terá pela frente, Ney Franco, técnico da Seleção Brasileira, dá a entender que o Mundial, para ele, está começando agora.
"Dessa vez teremos pela frente uma seleção que, assim como nós, é uma postulante ao título. Portanto, não podemos facilitar em nada e temos que ter concentração, pois ainda pecamos em alguma coisa", disse Ney Franco.
Apesar de durante a partida contra os árabes o atacante Willian ter entrado no intervalo e melhorado o time, dificilmente Ney Franco vai promover mudanças em um confronto tão equilibrado.
Pelo lado da Espanha, que também vai manter a base das oitavas de final, o técnico Julen Lopetegui promete uma postura bem ofensiva.
"Nós sabemos que enfrentar a seleção brasileira, que parte para cima, é complicado. Mas vamos manter o nosso estilo de jogo, buscando o gol e atuando de maneira vertical. Se chegamos até aqui, não vejo motivos para modificações repentinas, nem mesmo que seja diante do Brasil", disse Julen Lopetegui.
Mais cedo, às 17h (de Brasília), em Cali, França e Nigéria duelam. Os franceses eliminaram nas oitavas o Equador, com um triunfo por 1x0. Já os nigerianos fizeram 1x0 na Inglaterra.
Brasil: Gabriel, Galhardo, Bruno Uvini, Juan e Gabriel Silva; Fernando, Casemiro, Danilo e Oscar; Philippe Coutinho e Henrique. Técnico: Ney Franco.
Espanha: Fernando Pacheco, Hugo Mallo, Antonio LunaMarc Bartra e Oriol Romeu; Sérgio Canales, Daniel Pacheco, Jordi Amat e Cristian Tello; Rodrigo e Koke. Técnico: Julen Lopetegui.
Local: Estádio Hernán Ramírez Villegas, em Pereira (Colômbia). Data: 14 de agosto de 2011. Horário: 20h (de Brasília). Árbitro: Walter López (GUA). Auxiliares: Hermenerito Leal e Gerson López (Ambos da GUA).
PEREIRA (Colômbia) - Depois de eliminar a Arábia Saudita por 3x0 nas oitavas, a seleção brasileira volta a campo pelo Mundial Sub-20 neste domingo, às 20h (de Brasília), quando terá pela frente a Espanha no Estádio Hernán Ramírez Villegas, em Pereira, em confronto válido pelas quartas de final do torneio disputado na Colômbia.
Os espanhóis passaram pela Coreia do Sul apenas nos pênaltis, por 7x6, após empate sem gols no tempo normal.
O confronto é um dos mais tradicionais das categorias de base e bem equilibrado. Em 1985 o Brasil venceu por 2x0 na fase de classificação. A Espanha, pela mesma etapa, devolveu o placar em 1999. O jogo mais importante aconteceu em 2003, quando ambos se encontraram na grande final e os canarinhos ganharam por 1x0. Já no úlimo duelo, pelas oitavas de final de 2007, a Fúria saiu vitoriosa: 4x2.
Ciente das dificuldades que terá pela frente, Ney Franco, técnico da Seleção Brasileira, dá a entender que o Mundial, para ele, está começando agora.
"Dessa vez teremos pela frente uma seleção que, assim como nós, é uma postulante ao título. Portanto, não podemos facilitar em nada e temos que ter concentração, pois ainda pecamos em alguma coisa", disse Ney Franco.
Apesar de durante a partida contra os árabes o atacante Willian ter entrado no intervalo e melhorado o time, dificilmente Ney Franco vai promover mudanças em um confronto tão equilibrado.
Pelo lado da Espanha, que também vai manter a base das oitavas de final, o técnico Julen Lopetegui promete uma postura bem ofensiva.
"Nós sabemos que enfrentar a seleção brasileira, que parte para cima, é complicado. Mas vamos manter o nosso estilo de jogo, buscando o gol e atuando de maneira vertical. Se chegamos até aqui, não vejo motivos para modificações repentinas, nem mesmo que seja diante do Brasil", disse Julen Lopetegui.
Mais cedo, às 17h (de Brasília), em Cali, França e Nigéria duelam. Os franceses eliminaram nas oitavas o Equador, com um triunfo por 1x0. Já os nigerianos fizeram 1x0 na Inglaterra.
Brasil: Gabriel, Galhardo, Bruno Uvini, Juan e Gabriel Silva; Fernando, Casemiro, Danilo e Oscar; Philippe Coutinho e Henrique. Técnico: Ney Franco.
Espanha: Fernando Pacheco, Hugo Mallo, Antonio LunaMarc Bartra e Oriol Romeu; Sérgio Canales, Daniel Pacheco, Jordi Amat e Cristian Tello; Rodrigo e Koke. Técnico: Julen Lopetegui.
Local: Estádio Hernán Ramírez Villegas, em Pereira (Colômbia). Data: 14 de agosto de 2011. Horário: 20h (de Brasília). Árbitro: Walter López (GUA). Auxiliares: Hermenerito Leal e Gerson López (Ambos da GUA).
ABERTO 2O11 - Sub-15 estreia com vitória enquanto o Juvenil perde para Moreno.
Na estreia dos jogos Aberto 2011, organizado pela FPF, o time Sub-15 do Vitória do técnico Daniel Albuquerque, venceu o Prefeitura de Moreno por 1x0, na manhã desta sábado no Carneirão, em Vitória de Santo Antão. O gol da vitória tricolor saiu aos 4 minutos do segundo tempo com o atacante Leondes.
Na outra partida o Sub-17 do técnico Rogaciano começou bem, marcou primeiro, mas permitiu a reação do time do Moreno e perdeu por 2x1.
Na segunda rodada, no próximo domingo (21), o Vitória enfrentará o Bonito, no estádio municipal Artur Melo, na cidade de Bonito, pelo Grupo 05.
Fonte: Ovitória
Na outra partida o Sub-17 do técnico Rogaciano começou bem, marcou primeiro, mas permitiu a reação do time do Moreno e perdeu por 2x1.
Na segunda rodada, no próximo domingo (21), o Vitória enfrentará o Bonito, no estádio municipal Artur Melo, na cidade de Bonito, pelo Grupo 05.
Fonte: Ovitória
Cerca de 400 pessoas foram para as ruas pelo fim da Era Ricardo Teixeira
Do site do Jornal do Commercio
Após passar por Rio de Janeiro e Porto Alegre, o protesto Fora Ricardo Teixeira chegou a São Paulo. Idealizado pela Frente Nacional dos Torcedores (FNT), levou, na tarde deste sábado (13), cerca de 400 pessoas às ruas paulistanas.
O número, estimado pela Polícia Militar, ficou abaixo do esperado pela organização (que previa uma mobilização superior a 1.000 cidadãos), no entanto superou as passeatas anteriores.
A primeira, realizada no dia do sorteio das Eliminatórias da Copa do Mundo 2014, congregou apenas 50 pessoas no Rio. E, no início do mês de agosto, a capital gaúcha foi palco de 300 insatisfeitos com o mandatário da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), no comando da entidade há 22 anos.
Apesar disso, João Hermínio Marques, presidente da FNT, lamentou a alta abstenção, pois a adesão na internet havia sido bem maior (mais de dez mil usuários confirmaram presença no Facebook).
"É uma pena. Sempre tem uma desculpa. Se a gente faz durante a semana, reclamam que é dia de trabalho; se faz no sábado, falam que é dia de descanso. Vão falar do Sol também hoje?", afirmou o pós-graduando em direito esportivo.
O protesto deste sábado saiu do Masp (Museu de Arte de São Paulo), com destino à Praça Charles Miller, que fica em frente ao Estádio do Pacaembu.
Além das faixas e dos cartazes cobrando a "alforria do futebol brasileiro" e a saída do "ditador Teixeira", a marcha teve apitos, batucada e um carro de som, alugado para instigar ainda mais a revolta dos militantes. Outro detalhe interessante foi o número expressivo de pessoas com a camisa da seleção brasileira, porém com o distintivo da CBF tampado com fita isolante.
Um pouco antes da manifestação futebolística, outra aglomeração despertou a atenção dos transeuntes paulistanos. Comemorando o Dia do Vampiro, pessoas foram, a caráter, incentivar a doação de sangue. Tal iniciativa ocorre há anos e arrebanha entusiastas no mundo todo.
Além disso, a Avenida Paulista, típico pátio de movimentos democráticos, recebeu, também neste sábado, o Dia do Basta (relacionado à corrupção e à impunidade na política nacional) e uma tímida sublevação contra o sistema educacional do Chile, levado a cabo por nativos do país sul-americano.
Após passar por Rio de Janeiro e Porto Alegre, o protesto Fora Ricardo Teixeira chegou a São Paulo. Idealizado pela Frente Nacional dos Torcedores (FNT), levou, na tarde deste sábado (13), cerca de 400 pessoas às ruas paulistanas.
O número, estimado pela Polícia Militar, ficou abaixo do esperado pela organização (que previa uma mobilização superior a 1.000 cidadãos), no entanto superou as passeatas anteriores.
A primeira, realizada no dia do sorteio das Eliminatórias da Copa do Mundo 2014, congregou apenas 50 pessoas no Rio. E, no início do mês de agosto, a capital gaúcha foi palco de 300 insatisfeitos com o mandatário da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), no comando da entidade há 22 anos.
Apesar disso, João Hermínio Marques, presidente da FNT, lamentou a alta abstenção, pois a adesão na internet havia sido bem maior (mais de dez mil usuários confirmaram presença no Facebook).
"É uma pena. Sempre tem uma desculpa. Se a gente faz durante a semana, reclamam que é dia de trabalho; se faz no sábado, falam que é dia de descanso. Vão falar do Sol também hoje?", afirmou o pós-graduando em direito esportivo.
O protesto deste sábado saiu do Masp (Museu de Arte de São Paulo), com destino à Praça Charles Miller, que fica em frente ao Estádio do Pacaembu.
Além das faixas e dos cartazes cobrando a "alforria do futebol brasileiro" e a saída do "ditador Teixeira", a marcha teve apitos, batucada e um carro de som, alugado para instigar ainda mais a revolta dos militantes. Outro detalhe interessante foi o número expressivo de pessoas com a camisa da seleção brasileira, porém com o distintivo da CBF tampado com fita isolante.
Um pouco antes da manifestação futebolística, outra aglomeração despertou a atenção dos transeuntes paulistanos. Comemorando o Dia do Vampiro, pessoas foram, a caráter, incentivar a doação de sangue. Tal iniciativa ocorre há anos e arrebanha entusiastas no mundo todo.
Além disso, a Avenida Paulista, típico pátio de movimentos democráticos, recebeu, também neste sábado, o Dia do Basta (relacionado à corrupção e à impunidade na política nacional) e uma tímida sublevação contra o sistema educacional do Chile, levado a cabo por nativos do país sul-americano.
Gavião do Agreste definido com três mudanças para o duelo contra o Alecrim-RN
O Porto está definido para o duelo contra o Alecrim-RN, pela série D.
A partida será neste Domingo (14), às 15h15, no estádio Nazarenão, em Goianinha-RN.
O gavião terá três mudanças em relação ao último jogo.
Duas por opções táticas e uma por contusão.
Edy ganhou a vaga de Baiano na lateral direita e Alex Caruaru ficou com a vaga de Lalá no ataque.
A alteração por contusão será na zaga: Geninho fica com a vaga de Sandro Miguel, que voltou a sentir uma contusão no pé esquerdo e foi vetado para esta partida.
O esquema tático (sem futuro) está mantido, o 4-5-1.
O gavião precisa da vitória, se quiser ainda ter chances de classificação a próxima fase da série D.
Eis o time:
Geday; Edy, Moisés, Geninho e Altemar; Renan, Evandro e Vágner Rosa (os três volantes), Jéferson Renan e Diego Costa (os dois meias); Alex Caruaru.
Fonte:Giro dos esportes
A partida será neste Domingo (14), às 15h15, no estádio Nazarenão, em Goianinha-RN.
O gavião terá três mudanças em relação ao último jogo.
Duas por opções táticas e uma por contusão.
Edy ganhou a vaga de Baiano na lateral direita e Alex Caruaru ficou com a vaga de Lalá no ataque.
A alteração por contusão será na zaga: Geninho fica com a vaga de Sandro Miguel, que voltou a sentir uma contusão no pé esquerdo e foi vetado para esta partida.
O esquema tático (sem futuro) está mantido, o 4-5-1.
O gavião precisa da vitória, se quiser ainda ter chances de classificação a próxima fase da série D.
Eis o time:
Geday; Edy, Moisés, Geninho e Altemar; Renan, Evandro e Vágner Rosa (os três volantes), Jéferson Renan e Diego Costa (os dois meias); Alex Caruaru.
Fonte:Giro dos esportes
sábado, 13 de agosto de 2011
Diretoria anuncia mais duas contratações para a Copa do Brasil
A diretoria do Vitória anunciou neste sábado (13) a chegada de mais duas contratações para reforçar a equipe na Copa do Brasil de Futebol Feminino 2011. Trata-se da volante Maria Aparecida, de 18 anos, natural de Cristalândia (PI) e da zagueira Andriara Correia, de 27 anos, natural de Brasília. Ambas estavam atuando pelo ASCOPE (DF).
Os reforços do Tricolor das Tabocas chegaram na manhã deste sábado e à tarde assistiram a vitória do time feminino de futsal do Vitória/FACOL sobre a UPE por 3x1, na abertura do segundo turno do JUP’s, no ginásio de esportes Geraldo Lima, em Vitória de Santo Antão.
Fonte:Ovitória
Os reforços do Tricolor das Tabocas chegaram na manhã deste sábado e à tarde assistiram a vitória do time feminino de futsal do Vitória/FACOL sobre a UPE por 3x1, na abertura do segundo turno do JUP’s, no ginásio de esportes Geraldo Lima, em Vitória de Santo Antão.
Fonte:Ovitória
Resultados da 2ª rodada da Fase final do Pernambucano da Série A2- 2011
JOGO: TIMBAÚBA 0 X 1 BELO JARDIM
DIA: 13.08.2011 (SÁBADO) HORÁRIO: 20h CATEGORIA: Profissional
ESTÁDIO: Ferreira Lima Cidade: Timbaúba
ÁRBITRO: Emerson Sobral
ASSISTENTE N.º 1: Wilton Lins
ASSISTENTE N.º 2: Charles Rosas
4º ÁRBITRO: Liga Local
JOGO: CHÃ GRANDE / DECISÃO 3 X 1 VERA CRUZ
DIA: 13.08.2011 (SÁBADO) HORÁRIO: 15h CATEGORIA: Profissional
ESTÁDIO: Ewerson Simões Cidade: Chã Grande
ÁRBITRO: Gleydson Leite
ASSISTENTE N.º 1: Roberto José
ASSISTENTE N.º 2: Marcelo Neves
4º ÁRBITRO: Luciano Castro
Classificação do Grupo 2
1- Belo Jardim 6
2- Chã Grande 3
3- Timbaúba 1
4- Vera Cruz 1
--------------------------------------------------------------------------------------------------------
JOGO: OLINDA 2 X 2 ATLÉTICO PE
DIA: 13.08.2011 (SÁBADO) HORÁRIO: 16h CATEGORIA: Profissional
ESTÁDIO: Olindão Cidade: Olinda
ÁRBITRO: Gilberto Castro Júnior
ASSISTENTE N.º 1: Ubirajara Ferraz
ASSISTENTE N.º 2: Clóvis Amaral
4º ÁRBITRO: Liga Local
JOGO: SERRA TALHADA 3 X 0 FERROVIÁRIO DO CABO
DIA: 13.08.2011 (SÁBADO) HORÁRIO: 20h CATEGORIA: Profissional
ESTÁDIO: Nildo Pereira Cidade: Serra Talhada
ÁRBITRO: Cláudio Mercante
ASSISTENTE N.º 1: Élan Vieira
ASSISTENTE N.º 2: Francisco Chaves
Classificação do Grupo 3
Serra Talhada- 6 pontos
Olinda- 2 pontos
Atlético PE- 1 ponto
Ferroviário do Cabo- 1 ponto
DIA: 13.08.2011 (SÁBADO) HORÁRIO: 20h CATEGORIA: Profissional
ESTÁDIO: Ferreira Lima Cidade: Timbaúba
ÁRBITRO: Emerson Sobral
ASSISTENTE N.º 1: Wilton Lins
ASSISTENTE N.º 2: Charles Rosas
4º ÁRBITRO: Liga Local
JOGO: CHÃ GRANDE / DECISÃO 3 X 1 VERA CRUZ
DIA: 13.08.2011 (SÁBADO) HORÁRIO: 15h CATEGORIA: Profissional
ESTÁDIO: Ewerson Simões Cidade: Chã Grande
ÁRBITRO: Gleydson Leite
ASSISTENTE N.º 1: Roberto José
ASSISTENTE N.º 2: Marcelo Neves
4º ÁRBITRO: Luciano Castro
Classificação do Grupo 2
1- Belo Jardim 6
2- Chã Grande 3
3- Timbaúba 1
4- Vera Cruz 1
--------------------------------------------------------------------------------------------------------
JOGO: OLINDA 2 X 2 ATLÉTICO PE
DIA: 13.08.2011 (SÁBADO) HORÁRIO: 16h CATEGORIA: Profissional
ESTÁDIO: Olindão Cidade: Olinda
ÁRBITRO: Gilberto Castro Júnior
ASSISTENTE N.º 1: Ubirajara Ferraz
ASSISTENTE N.º 2: Clóvis Amaral
4º ÁRBITRO: Liga Local
JOGO: SERRA TALHADA 3 X 0 FERROVIÁRIO DO CABO
DIA: 13.08.2011 (SÁBADO) HORÁRIO: 20h CATEGORIA: Profissional
ESTÁDIO: Nildo Pereira Cidade: Serra Talhada
ÁRBITRO: Cláudio Mercante
ASSISTENTE N.º 1: Élan Vieira
ASSISTENTE N.º 2: Francisco Chaves
Classificação do Grupo 3
Serra Talhada- 6 pontos
Olinda- 2 pontos
Atlético PE- 1 ponto
Ferroviário do Cabo- 1 ponto
Salgueiro cai diante do Bragantino em jogo de muitos gols
Num jogo em que choveram gols, o Salgueiro seguiu sua sina de derrotas fora de casa ao cair frente ao Bragantino por 5x3, na tarde deste sábado (13), no Nabi Abi Chedid, em Bragança Paulista. O resultado manteve o time pernambucano no penúltimo lugar da Série B, enquanto que os donos da casa saíram da zona de rebaixamento com os três somados.
O Salgueiro até tentou esboçar que seria um time corajoso e ambicioso nos início com duas jogadas seguidas aos dois minutos. Na segunda, Fabrício Ceará recebeu cruzamento e dominou a bola no peito. Na hora de finalizar, ficou no goleiro Gilvan, que saiu corajosamente nos pés do atacante pernambucano para salvar os donos da casa.
Já o time preto e branco tentara pela primeira vez numa cobrança de escanteio logo no primeiro minuto. Na segunda vez que isso aconteceu foi fatal. Aos cinco, Marcinho bateu e Marcelo saiu mal do gol. A bola bateu nas pernas de Otacílio Neto e entrou. Mesmo na frente, o Bragantino mostrava que não tinha técnica para impor um ritmo forte. O Carcará conseguiu tocar melhor a bola, inclusive no campo de ataque.
Os mandantes tiveram que utilizar do contra-ataque para criar uma nova situação de gol, aos 14. Andrezinho cruzou e Otacílio Neto, impedido, desviou para Lincom completar para o gol. A jogada foi anulada. No minuto seguinte, a equipe vermelha deixou tudo igual. Fabrício Ceará cruzou e Élvis tentou primeiro de cabeça e depois com os pés para marcar seu primeiro gol na Série B.
Com tudo igual, o jogo ficou feio e sem inspiração. O Salgueiro abusava das faltas e quando tinha a posse da bola, não conseguia mantê-la no campo de ataque. Restava apenas as bolas alçadas na área, reconhecidamente o ponto forte da equipe do interior de São Paulo. E assim, saiu o gol de desempate do Bragantino. Marcinho bateu falta na área e Lincom desviou de cabeça. A bola ainda bateu no travessão antes de entrar. Aos trancos e barrancos era a única maneira de o Salgueiro chegar ao ataque. E foi assim que acontceu aos 36 minutos quando Clébson sofreu falta perto da meia-lua. Piauí bateu com perfeição, no ângulo esquerdo de Gilvan e a partida ficou igual outra vez.
Mas se jogo com toques envolventes e equipes procurando encurtar o espaço da outra não acontecia, os gols não foram problema. Foram precisos mais cinco minutos para o placar se mexer novamente. Num contra-ataque, Andrezinho cruzou da direita para Lincom completar para as redes. Como a defesa sertaneja saía, a marcação estava frouxa, o que facilitou a finalização. Ainda houve tempo para o Salgueiro empatar. Aos 44, Piauí bateu escanteio e Alex Xavier cabeceou no travessão. No rebote, Fabrício Ceará mergulhou para marcar seu terceiro gol.
Os dois times voltaram para o segundo tempo com as mesmas formações mas com um conceito diferente de jogo. Ao invés de bolas longas e apenas cobranças de falta e escanteio Bragantino e Salgueiro tentaram chegaro ao gol tocando a bola. Até porque os dois sistemas defensivos foram alertados por seus treinadores para não deixar tanta brecha.
E começaram as alterações. Marcelo Veiga desvez seu 3-5-2 com a entrada de Romário no lugar de Cadu. Já Maurício Simões resolveu mudar duas vezes. Primeiro, pôs Robertinho no lugar de Élvis (um meia por outro). No minuto seguinte, Renê entrou no posto de Piauí, que sentia cãimbras. A segunda alteração - um volante por um lateral - tentou justamente anular a entrada de mais um jogador ofensivo no adversário.
Mas a tática do estreante não deu certo. O Bragantino teve mais presença ofensiva e rondava a área de Marcelo perigosamente. Até que numa sequência de cruzamentos, fez 4x3. Alex Xavier cortou mais para cima do que para fora da área, onde Otacílio Neto estava livre, na marca do pênalti. Ele cabeceou para o gol e Romário, frente a frente com Marcelo, completou para as redes.
Sem força ofensiva, pois também perdeu Edmar, restou ao Carcará se defender e torcer para não tomar mais gols. Mas ainda tomaria mais um no final. Tamandaré atropelou Romário dentro da área e o árbitro marcou pênalti. Marcinho bateu forte no canto esquerdo e sacramentou a vitória do Bragantino.
Ficha do jogo:
Bragantino: Gilvan; André Astorga, Júnior Lopes e Cadu (Romário); Andrezinho, Mineiro, Reinaldo, Luiz Mário (Diego) e Marcinho; Lincom e Otacílio Neto (Murilo). Técnico: Marcelo Veiga.
Salgueiro: Marcelo; Marcos Tamandaré, Alex Xavier, Eridon e Piauí (Renê); Pio, Josa, Clebson e Élvis (Robertinho); Edmar (Edu Chiquita) e Fabrício Ceará. Técnico: Maurício Simões.
Local: Estádio Nabi Abi Chedid, em Bragança Paulista (SP). Horário: 16h20. Árbitro: Edivaldo Elias da Silva (PR). Assistentes: Adair Carlos Mondini (PR) e Arestides Pereira da Silva (AL). Gols: Otacílio Neto, aos cinco; Élvis, aos 15; Lincom, aos 29; Piauí, aos 36; Lincom, aos 41; Fabrício Ceará, aos 44 do primeiro. Romário, aos 31 e Marcinho, aos 44 do segundo tempo. Cartões amarelos: Marcinho, Júnior Lopes, Otacílio Neto, Alex Xavier, Marcelo, Josa e Élvis.
Fonte:blogdotorcedor
O Salgueiro até tentou esboçar que seria um time corajoso e ambicioso nos início com duas jogadas seguidas aos dois minutos. Na segunda, Fabrício Ceará recebeu cruzamento e dominou a bola no peito. Na hora de finalizar, ficou no goleiro Gilvan, que saiu corajosamente nos pés do atacante pernambucano para salvar os donos da casa.
Já o time preto e branco tentara pela primeira vez numa cobrança de escanteio logo no primeiro minuto. Na segunda vez que isso aconteceu foi fatal. Aos cinco, Marcinho bateu e Marcelo saiu mal do gol. A bola bateu nas pernas de Otacílio Neto e entrou. Mesmo na frente, o Bragantino mostrava que não tinha técnica para impor um ritmo forte. O Carcará conseguiu tocar melhor a bola, inclusive no campo de ataque.
Os mandantes tiveram que utilizar do contra-ataque para criar uma nova situação de gol, aos 14. Andrezinho cruzou e Otacílio Neto, impedido, desviou para Lincom completar para o gol. A jogada foi anulada. No minuto seguinte, a equipe vermelha deixou tudo igual. Fabrício Ceará cruzou e Élvis tentou primeiro de cabeça e depois com os pés para marcar seu primeiro gol na Série B.
Com tudo igual, o jogo ficou feio e sem inspiração. O Salgueiro abusava das faltas e quando tinha a posse da bola, não conseguia mantê-la no campo de ataque. Restava apenas as bolas alçadas na área, reconhecidamente o ponto forte da equipe do interior de São Paulo. E assim, saiu o gol de desempate do Bragantino. Marcinho bateu falta na área e Lincom desviou de cabeça. A bola ainda bateu no travessão antes de entrar. Aos trancos e barrancos era a única maneira de o Salgueiro chegar ao ataque. E foi assim que acontceu aos 36 minutos quando Clébson sofreu falta perto da meia-lua. Piauí bateu com perfeição, no ângulo esquerdo de Gilvan e a partida ficou igual outra vez.
Mas se jogo com toques envolventes e equipes procurando encurtar o espaço da outra não acontecia, os gols não foram problema. Foram precisos mais cinco minutos para o placar se mexer novamente. Num contra-ataque, Andrezinho cruzou da direita para Lincom completar para as redes. Como a defesa sertaneja saía, a marcação estava frouxa, o que facilitou a finalização. Ainda houve tempo para o Salgueiro empatar. Aos 44, Piauí bateu escanteio e Alex Xavier cabeceou no travessão. No rebote, Fabrício Ceará mergulhou para marcar seu terceiro gol.
Os dois times voltaram para o segundo tempo com as mesmas formações mas com um conceito diferente de jogo. Ao invés de bolas longas e apenas cobranças de falta e escanteio Bragantino e Salgueiro tentaram chegaro ao gol tocando a bola. Até porque os dois sistemas defensivos foram alertados por seus treinadores para não deixar tanta brecha.
E começaram as alterações. Marcelo Veiga desvez seu 3-5-2 com a entrada de Romário no lugar de Cadu. Já Maurício Simões resolveu mudar duas vezes. Primeiro, pôs Robertinho no lugar de Élvis (um meia por outro). No minuto seguinte, Renê entrou no posto de Piauí, que sentia cãimbras. A segunda alteração - um volante por um lateral - tentou justamente anular a entrada de mais um jogador ofensivo no adversário.
Mas a tática do estreante não deu certo. O Bragantino teve mais presença ofensiva e rondava a área de Marcelo perigosamente. Até que numa sequência de cruzamentos, fez 4x3. Alex Xavier cortou mais para cima do que para fora da área, onde Otacílio Neto estava livre, na marca do pênalti. Ele cabeceou para o gol e Romário, frente a frente com Marcelo, completou para as redes.
Sem força ofensiva, pois também perdeu Edmar, restou ao Carcará se defender e torcer para não tomar mais gols. Mas ainda tomaria mais um no final. Tamandaré atropelou Romário dentro da área e o árbitro marcou pênalti. Marcinho bateu forte no canto esquerdo e sacramentou a vitória do Bragantino.
Ficha do jogo:
Bragantino: Gilvan; André Astorga, Júnior Lopes e Cadu (Romário); Andrezinho, Mineiro, Reinaldo, Luiz Mário (Diego) e Marcinho; Lincom e Otacílio Neto (Murilo). Técnico: Marcelo Veiga.
Salgueiro: Marcelo; Marcos Tamandaré, Alex Xavier, Eridon e Piauí (Renê); Pio, Josa, Clebson e Élvis (Robertinho); Edmar (Edu Chiquita) e Fabrício Ceará. Técnico: Maurício Simões.
Local: Estádio Nabi Abi Chedid, em Bragança Paulista (SP). Horário: 16h20. Árbitro: Edivaldo Elias da Silva (PR). Assistentes: Adair Carlos Mondini (PR) e Arestides Pereira da Silva (AL). Gols: Otacílio Neto, aos cinco; Élvis, aos 15; Lincom, aos 29; Piauí, aos 36; Lincom, aos 41; Fabrício Ceará, aos 44 do primeiro. Romário, aos 31 e Marcinho, aos 44 do segundo tempo. Cartões amarelos: Marcinho, Júnior Lopes, Otacílio Neto, Alex Xavier, Marcelo, Josa e Élvis.
Fonte:blogdotorcedor
Náutico segura o quarto 0x0 fora de casa e segue no G-4 da Série B
O Náutico voltou a mostrar consistência em seu sistema defensivo e empatou em 0 a 0 com o Grêmio Barueri, na Arena Barueri, pela 16ª rodada da Série B, em um jogo que pode gerar diferentes sensações na torcida alvirrubra. O resultado — que o time já tinha alcançado contra Criciúma, Duque de Caxias e Vila Nova longe de seus domínios — garante a permanência do Timbu no G-4, mas com a possibilidade de ser ultrapassado pelo Paraná, caso este vença o ABC na partida que fecha a rodada, nesta noite, em Curitiba.
Motivos para comemorar o ponto conquistado não faltam. É sempre importante pontuar fora de casa, principalmente quando o time não conta com seu artilheiro, Eduardo Ramos, e com o seu camisa dez, Eduardo Ramos, e ainda mais vindo de uma derrota em um clássico estadual. Porém, pelo maior controle de jogo da equipe e pelos espaços deixados pelo adversário sobretudo no segundo tempo, fica a impressão de que, se houvesse um mínimo de ousadia do técnico Waldemar Lemos, o time poderia ter vencido. O Timbu esteve com quatro volantes até os 38 minutos do segundo tempo.
O jogo começou de uma forma com que a torcida alvirrubra já está acostumada quando o time joga fora de casa. O Timbu, com seu esforço para manter se manter compacto na defesa, marcando forte, anulou a criação de jogadas do adversário. Mas, quando com a bola, o time não mostrava a mesma competência e tinha muita dificuldade para levar perigo.
Truncado, o jogo teve as primeiras finalizações apenas a partir dos 25 minutos. Foi quando Alê, do Barueri, resolveu chutar de fora da área, forte, mas no centro do gol. Gideão defendeu. Três minutos depois, Elicarlos fez o primeiro remate alvirrubro, também de longe, por cima.
Náutico tinha bom controle de jogo no meio de campo, mas não conseguia passar da intermediária. Faltava velocidade para articular jogadas ofensivas, e a ausência de um meia-atacante no time dificultava isso.
Com os times travados, o grande lance do primeiro tempo ocorreu justamente após um chute de fora da área de Alê. Gideão defendeu dando rebote, e Pedrão e Val Baiano chegaram para o rebote antes da defesa. Caído, o goleiro bloqueou um chute de Val Baiano, em seguida viu o atacante adversário chutar para fora, de dentro da pequena área.
Esta boa chance animou a equipe paulista, que passou a apertar mais o Náutico. O time passou a tocar a bola próximo à área adversária. Aos 35 minutos, Marcos Pimentel chutou forte para fora. A resposta alvirrubra veio da mesma forma e, de novo, com Elicarlos, mas com defesa do goleiro Juninho.
No fim do primeiro tempo, o Alvirrubro de Rosa e Silva apareceu pela primeira vez com um chute de fora da área, que quase pegou desprevenido o goleiro do Barueri, que colocou para escanteio. Após a cobrança, Marlon recebeu de Rogério, perto da marca do pênalti, e chutou forte, por cima do gol. Melhor chance da equipe na primeira etapa.
SEGUNDO TEMPO
Desde a volta para o segundo tempo o jogo deu indícios de que se tornaria mais movimentado. E realmente foi. O Barueri não voltou com substituições, mas adotou um posicionamento mais ofensivo. O terceiro zagueiro, Diego, foi para a lateral esquerda, permitindo que Zé Carlos ficasse na meia. Trocou o 3-5-2 pelo 4-4-2.
O Barueri passou a se expor mais em busca do primeiro gol, dando espaços para o Náutico contra-atacar. Aos dez minutos, Jeff Silva recebeu na ponta esquerda e cruzou.
Derley pegou uma bola afastada pela zaga do Barueri e chutou forte, mas muito ao lado do gol do Barueri. O lance começou com um cruzamento de Jeff Silva da esquerda. Boa chegada. A resposta do time paulista veio num cabeceio defendido bem por Gideão.
Aos 15, o técnico Estevam Soares fez uma substituição com a finalidade de imprimir mais movimentação ofensiva na sua equipe. Sacou Pedrão, que tem característica de atacante de área tal como seu companheiro de ataque, Val Baiano. O substituto foi Alex Maranhão, um meia-atacante que entrou para dar mais velocidade.
Mas a mexida não deu muito certo. O time cada vez mais via o Náutico pressionar na marcação, roubar bolas e contra-atacar. Num desses lances, Jeff Silva encostou em Daniel Marques, que entregou a bola nos pés de Joélson, próximo à meia-lua da grande área. O atacante poderia ter tocado para a penetração de Rogério pela direita, mas preferiu chutar, e não o fez bem. Juninho defendeu fácil.
Joélson voltou a desperdiçar boa chance aos 21, quando recebeu na área, tentou driblar Daniel Marques, mas a bola bateu no pé de apoio do zagueiro e escapuliu de seu alcance.
O melhor momento do Barueri veio em seguida. Zé Carlos cruzou da esquerda, a bola veio forte e passou por todos, inclusive por Pedrão, que tinha se esticado todo para tentar completar. Aos 26, Val Baiano subiu livre por trás de Ronaldo Alves e cabeceou para fora. Passou perto.
Mas o Náutico voltou a fechar espaços e buscar o gol, mesmo que com pouca velocidade. Aos 32, Éverton deu uma de atacante e cabeceou bem, pertinho do pé do poste direito do gol defendido por Juninho.
Waldemar Lemos só voltou a mexer no Náutico aos 33 minutos, Philip entrou no lugar de Joélson, que havia substituído Alexandro no início. Aos 38, foi a vez do meia Douglas ter a sua primeira oportunidade na equipe timbu, entrando no lugar de Elton, que pediu para sair.
Os dois que entraram conseguiram aumentar a movimentação alvirrubra. Numa jogada que contou com a participação de Douglas, Peter tocou para Derley, na área, mas a defesa travou o seu chute de primeira. Aos 46, Philip chutou forte próximo à área e Juninho defendeu.
No último lance da partida, o atacante William Henrique bateu de canhota tentando colocar a bola no ângulo de Gideão, mas mandou por cima. E o 0x0 foi consagrado.
Fonte:blogdotorcedor
Motivos para comemorar o ponto conquistado não faltam. É sempre importante pontuar fora de casa, principalmente quando o time não conta com seu artilheiro, Eduardo Ramos, e com o seu camisa dez, Eduardo Ramos, e ainda mais vindo de uma derrota em um clássico estadual. Porém, pelo maior controle de jogo da equipe e pelos espaços deixados pelo adversário sobretudo no segundo tempo, fica a impressão de que, se houvesse um mínimo de ousadia do técnico Waldemar Lemos, o time poderia ter vencido. O Timbu esteve com quatro volantes até os 38 minutos do segundo tempo.
O jogo começou de uma forma com que a torcida alvirrubra já está acostumada quando o time joga fora de casa. O Timbu, com seu esforço para manter se manter compacto na defesa, marcando forte, anulou a criação de jogadas do adversário. Mas, quando com a bola, o time não mostrava a mesma competência e tinha muita dificuldade para levar perigo.
Truncado, o jogo teve as primeiras finalizações apenas a partir dos 25 minutos. Foi quando Alê, do Barueri, resolveu chutar de fora da área, forte, mas no centro do gol. Gideão defendeu. Três minutos depois, Elicarlos fez o primeiro remate alvirrubro, também de longe, por cima.
Náutico tinha bom controle de jogo no meio de campo, mas não conseguia passar da intermediária. Faltava velocidade para articular jogadas ofensivas, e a ausência de um meia-atacante no time dificultava isso.
Com os times travados, o grande lance do primeiro tempo ocorreu justamente após um chute de fora da área de Alê. Gideão defendeu dando rebote, e Pedrão e Val Baiano chegaram para o rebote antes da defesa. Caído, o goleiro bloqueou um chute de Val Baiano, em seguida viu o atacante adversário chutar para fora, de dentro da pequena área.
Esta boa chance animou a equipe paulista, que passou a apertar mais o Náutico. O time passou a tocar a bola próximo à área adversária. Aos 35 minutos, Marcos Pimentel chutou forte para fora. A resposta alvirrubra veio da mesma forma e, de novo, com Elicarlos, mas com defesa do goleiro Juninho.
No fim do primeiro tempo, o Alvirrubro de Rosa e Silva apareceu pela primeira vez com um chute de fora da área, que quase pegou desprevenido o goleiro do Barueri, que colocou para escanteio. Após a cobrança, Marlon recebeu de Rogério, perto da marca do pênalti, e chutou forte, por cima do gol. Melhor chance da equipe na primeira etapa.
SEGUNDO TEMPO
Desde a volta para o segundo tempo o jogo deu indícios de que se tornaria mais movimentado. E realmente foi. O Barueri não voltou com substituições, mas adotou um posicionamento mais ofensivo. O terceiro zagueiro, Diego, foi para a lateral esquerda, permitindo que Zé Carlos ficasse na meia. Trocou o 3-5-2 pelo 4-4-2.
O Barueri passou a se expor mais em busca do primeiro gol, dando espaços para o Náutico contra-atacar. Aos dez minutos, Jeff Silva recebeu na ponta esquerda e cruzou.
Derley pegou uma bola afastada pela zaga do Barueri e chutou forte, mas muito ao lado do gol do Barueri. O lance começou com um cruzamento de Jeff Silva da esquerda. Boa chegada. A resposta do time paulista veio num cabeceio defendido bem por Gideão.
Aos 15, o técnico Estevam Soares fez uma substituição com a finalidade de imprimir mais movimentação ofensiva na sua equipe. Sacou Pedrão, que tem característica de atacante de área tal como seu companheiro de ataque, Val Baiano. O substituto foi Alex Maranhão, um meia-atacante que entrou para dar mais velocidade.
Mas a mexida não deu muito certo. O time cada vez mais via o Náutico pressionar na marcação, roubar bolas e contra-atacar. Num desses lances, Jeff Silva encostou em Daniel Marques, que entregou a bola nos pés de Joélson, próximo à meia-lua da grande área. O atacante poderia ter tocado para a penetração de Rogério pela direita, mas preferiu chutar, e não o fez bem. Juninho defendeu fácil.
Joélson voltou a desperdiçar boa chance aos 21, quando recebeu na área, tentou driblar Daniel Marques, mas a bola bateu no pé de apoio do zagueiro e escapuliu de seu alcance.
O melhor momento do Barueri veio em seguida. Zé Carlos cruzou da esquerda, a bola veio forte e passou por todos, inclusive por Pedrão, que tinha se esticado todo para tentar completar. Aos 26, Val Baiano subiu livre por trás de Ronaldo Alves e cabeceou para fora. Passou perto.
Mas o Náutico voltou a fechar espaços e buscar o gol, mesmo que com pouca velocidade. Aos 32, Éverton deu uma de atacante e cabeceou bem, pertinho do pé do poste direito do gol defendido por Juninho.
Waldemar Lemos só voltou a mexer no Náutico aos 33 minutos, Philip entrou no lugar de Joélson, que havia substituído Alexandro no início. Aos 38, foi a vez do meia Douglas ter a sua primeira oportunidade na equipe timbu, entrando no lugar de Elton, que pediu para sair.
Os dois que entraram conseguiram aumentar a movimentação alvirrubra. Numa jogada que contou com a participação de Douglas, Peter tocou para Derley, na área, mas a defesa travou o seu chute de primeira. Aos 46, Philip chutou forte próximo à área e Juninho defendeu.
No último lance da partida, o atacante William Henrique bateu de canhota tentando colocar a bola no ângulo de Gideão, mas mandou por cima. E o 0x0 foi consagrado.
Fonte:blogdotorcedor
Assinar:
Postagens (Atom)


