DADOS PESSOAIS
Nome: Ismael Santos Gales
Nacionalidade: Brasil
Data de Nascimento: 19/11/1984 (26 anos)
Naturalidade
Posição: Volante
Altura:1,70m
Peso:69 kg
Último Clube:Remo/PA
Assessoria SCFC
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segunda-feira, 12 de setembro de 2011
Santa Cruz joga mal e perde para o Guarani-CE por 2x1
Jogando de maneira recuada e com um jogador a menos durante todo o segundo tempo, o Santa Cruz acabou perdendo para o Guarani-CE por 2x1 no estádio Almeidão em João Pessoa (PB). Thiago Cunha abriu o placar para o tricolor pernambucano, enquanto Tobias e Cristóvão viraram para os cearenses.
O resultado negativo obriga o Santa Cruz a jogar pela vitória no próximo jogo contra o Alecrim-RN, domingo no Arruda. Se empatar, o tricolor dependerá de uma combinação de resultados. Caso perca estará eliminado na primeira fase da competição. A equipe comandada por Zé Teodoro ocupa a segunda posição do grupo A3 com 12 pontos. Já o Guarani-CE, que enfrenta o Santa Cruz-RN também no domingo, mantém as chances de classificação na terceira colocação com 11.
O JOGO - O Santa Cruz começou o primeiro tempo dando a impressão de que seria um jogo fácil. Logo no primeiro minuto de jogo Ricardinho cruzou e Thiago Cunha de cabeça marcou levantando toda a torcida presente em João Pessoa. O placar era o suficiente para a classificação coral independente do resultado do jogo entre Porto-PE e Santa Cruz-RN que aconteceu em Bonito no mesmo horário.
No entanto, o Tricolor do Arruda pouco produziu após o gol, recuado e prejudicado pelo gramado em condições irregulares, o Santa Cruz não conseguia conduzir a bola no meio de campo dando muitos chutões da defesa. Do outro lado, o Guarani conseguia se adaptar melhor ao campo e levava perigo ao gol de Thiago Cardoso. Aos 12 minutos, Juremildo recebeu bola dentro da área e arriscou. A bola foi cortada por André Oliveira para longe.
O Santa Cruz tentou responder logo em seguida. Aos 19 minutos, Ricardinho foi lançado pela esquerda livre de marcação em contra-ataque rápido. Porém, o atacante tricolor carregou demais a bola perdendo a oportunidade de tocar para Thiago Cunha e ampliar o placar.
O Guarani seguia melhor em campo. Aos 22 minutos, Cristóvão recebeu na esquerda e entrou na área para chutar forte por cima do gol coral assustando o goleiro Thiago Cardoso. A defesa tricolor batia cabeça e dava espaços para o time de Juazeiro do Norte tocar a bola.
Após esse lance, as duas equipes caíram de produção. O Guarani pressionava mais, enquanto o Santa Cruz se contentava em defender e sair para o contra-ataque. O placar de 1x0 a favor da equipe do técnico Zé Teodoro passava a ser injusto.
E o gol que faria justiça ao primeiro tempo saiu. Aos 40 minutos, após escanteio cobrado, a zaga coral bateu cabeça deixando a bola sobrar para Tobias chutar no canto direito do gol tricolor. O gol cearense frustrou a torcida do Santa Cruz que vaiou a equipe durante a saída para os vestiários.
No segundo tempo, o técnico Zé Teodoro procurou alterar o cenário do jogo. O comandante coral tirou Ricardinho para colocar Ludemar e sacou Leandrinho para a entrada de Jefferson Maranhão. Porém, as substituições não puderam ser observadas devido a expulsão de Thiago Cunha aos 5 minutos. O atacante recebeu o cartão vermelho direto após reclamar com o árbitro Cléber Abade.
Com um a menos em campo, o Santa Cruz teve que se contentar com jogar de maneira mais defensiva e esperar os espaços deixados pelo Guarani. Contudo, o equipe coral recuou excessivamente chamando o time rubro-negro para o seu campo. Os cearenses pressionavam e criavam mais chances de perigo. Thiago Cardoso ia salvando o Santa.
Até que aos 42 minutos, em falta na entrada de área, Cristóvão soltou a bomba para o fundo da redes virando o placar. Era o justo placar da equipe que mais procurou o jogo. O gol tomado no final da partida, deixou pouco tempo para o Santa Cruz reagir. O Guarani se fechou e esperou o apito final do árbitro.
FICHA DO JOGO
Guarani-CE 2x1 Santa Cruz-PE
Guarani-CE: Valdo; Roberto, Diego, Aírton e Émerson; Tobias, Paulo Roberto, Jô(Tony) e Jean; Cristóvão e Juremildo(Tardelli). Téc. Washington Luís
Santa Cruz-PE: Tiago Cardoso; Roma, Leandro Souza, André Oliveira e Dutra; Jeovânio(Chicão), Memo, Weslley e Leandrinho(Jefferson Maranhão); Thiago Cunha e Ricardinho(Ludemar).
Local: Estádio Almeidão, em João Pessoa. Árbitro: Cleber Abade (SP). Assistentes: Alessandro Araújo e Marcione Ribeiro (CE). Gols: Thiago Cunha aos 1min do 1º tempo para o Santa Cruz; Tobias aos 40 do primeiro tempo e Cristóvão aos 42 do segundo para o Guarani-CE. Amarelos: Aíton e Jô. Vermelho: Thiago Cunha. Público: 2.176 Renda: R$ 41.465,00.
Fonte: Blogdotorcedor
O resultado negativo obriga o Santa Cruz a jogar pela vitória no próximo jogo contra o Alecrim-RN, domingo no Arruda. Se empatar, o tricolor dependerá de uma combinação de resultados. Caso perca estará eliminado na primeira fase da competição. A equipe comandada por Zé Teodoro ocupa a segunda posição do grupo A3 com 12 pontos. Já o Guarani-CE, que enfrenta o Santa Cruz-RN também no domingo, mantém as chances de classificação na terceira colocação com 11.
O JOGO - O Santa Cruz começou o primeiro tempo dando a impressão de que seria um jogo fácil. Logo no primeiro minuto de jogo Ricardinho cruzou e Thiago Cunha de cabeça marcou levantando toda a torcida presente em João Pessoa. O placar era o suficiente para a classificação coral independente do resultado do jogo entre Porto-PE e Santa Cruz-RN que aconteceu em Bonito no mesmo horário.
No entanto, o Tricolor do Arruda pouco produziu após o gol, recuado e prejudicado pelo gramado em condições irregulares, o Santa Cruz não conseguia conduzir a bola no meio de campo dando muitos chutões da defesa. Do outro lado, o Guarani conseguia se adaptar melhor ao campo e levava perigo ao gol de Thiago Cardoso. Aos 12 minutos, Juremildo recebeu bola dentro da área e arriscou. A bola foi cortada por André Oliveira para longe.
O Santa Cruz tentou responder logo em seguida. Aos 19 minutos, Ricardinho foi lançado pela esquerda livre de marcação em contra-ataque rápido. Porém, o atacante tricolor carregou demais a bola perdendo a oportunidade de tocar para Thiago Cunha e ampliar o placar.
O Guarani seguia melhor em campo. Aos 22 minutos, Cristóvão recebeu na esquerda e entrou na área para chutar forte por cima do gol coral assustando o goleiro Thiago Cardoso. A defesa tricolor batia cabeça e dava espaços para o time de Juazeiro do Norte tocar a bola.
Após esse lance, as duas equipes caíram de produção. O Guarani pressionava mais, enquanto o Santa Cruz se contentava em defender e sair para o contra-ataque. O placar de 1x0 a favor da equipe do técnico Zé Teodoro passava a ser injusto.
E o gol que faria justiça ao primeiro tempo saiu. Aos 40 minutos, após escanteio cobrado, a zaga coral bateu cabeça deixando a bola sobrar para Tobias chutar no canto direito do gol tricolor. O gol cearense frustrou a torcida do Santa Cruz que vaiou a equipe durante a saída para os vestiários.
No segundo tempo, o técnico Zé Teodoro procurou alterar o cenário do jogo. O comandante coral tirou Ricardinho para colocar Ludemar e sacou Leandrinho para a entrada de Jefferson Maranhão. Porém, as substituições não puderam ser observadas devido a expulsão de Thiago Cunha aos 5 minutos. O atacante recebeu o cartão vermelho direto após reclamar com o árbitro Cléber Abade.
Com um a menos em campo, o Santa Cruz teve que se contentar com jogar de maneira mais defensiva e esperar os espaços deixados pelo Guarani. Contudo, o equipe coral recuou excessivamente chamando o time rubro-negro para o seu campo. Os cearenses pressionavam e criavam mais chances de perigo. Thiago Cardoso ia salvando o Santa.
Até que aos 42 minutos, em falta na entrada de área, Cristóvão soltou a bomba para o fundo da redes virando o placar. Era o justo placar da equipe que mais procurou o jogo. O gol tomado no final da partida, deixou pouco tempo para o Santa Cruz reagir. O Guarani se fechou e esperou o apito final do árbitro.
FICHA DO JOGO
Guarani-CE 2x1 Santa Cruz-PE
Guarani-CE: Valdo; Roberto, Diego, Aírton e Émerson; Tobias, Paulo Roberto, Jô(Tony) e Jean; Cristóvão e Juremildo(Tardelli). Téc. Washington Luís
Santa Cruz-PE: Tiago Cardoso; Roma, Leandro Souza, André Oliveira e Dutra; Jeovânio(Chicão), Memo, Weslley e Leandrinho(Jefferson Maranhão); Thiago Cunha e Ricardinho(Ludemar).
Local: Estádio Almeidão, em João Pessoa. Árbitro: Cleber Abade (SP). Assistentes: Alessandro Araújo e Marcione Ribeiro (CE). Gols: Thiago Cunha aos 1min do 1º tempo para o Santa Cruz; Tobias aos 40 do primeiro tempo e Cristóvão aos 42 do segundo para o Guarani-CE. Amarelos: Aíton e Jô. Vermelho: Thiago Cunha. Público: 2.176 Renda: R$ 41.465,00.
Fonte: Blogdotorcedor
domingo, 11 de setembro de 2011
Resultados da Série A2 do Pernambucano - 6ª Rodada
JOGO: TIMBAÚBA 3 X 2 VERA CRUZ
DIA: 11.09.2011 (DOMINGO) HORÁRIO: 15h CATEGORIA: Profissional
ESTÁDIO: Ferreira Lima Cidade: Timbaúba
ÁRBITRO: Cláudio Mercante
ASSISTENTE N.º 1: Aldir Pereira
ASSISTENTE N.º 2: Ricardo Chianca
4º ÁRBITRO: Luciano Castro
JOGO: CHÃ GRANDE / DECISÃO 0 X 0 BELO JARDIM
DIA: 11.09.2011 (DOMINGO) HORÁRIO: 15h CATEGORIA: Profissional
ESTÁDIO: Ewerson Simões Cidade: Chã Grande
ÁRBITRO: Emerson Sobral
ASSISTENTE N.º 1: Pedro Wanderley
ASSISTENTE N.º 2: Elan Vieira
4º ÁRBITRO: Neilson Santos
JOGO: OLINDA 2 X 2 FERROVIÁRIO DO CABO
DIA: 11.09.2011 (DOMINGO) HORÁRIO: 15h CATEGORIA: Profissional
ESTÁDIO: Olindão Cidade: Olinda
ÁRBITRO: Matheus Costa
ASSISTENTE N.º 1: Wlademir Lins
ASSISTENTE N.º 2: Gustavo Correia
4º ÁRBITRO: Deborah Cecília
JOGO: SERRA TALHADA 1 X 1 ATLÉTICO PE
DIA: 11.09.2011 (DOMINGO) HORÁRIO: 15h CATEGORIA: Profissional
ESTÁDIO: Nildo Pereira Cidade: Serra Talhada
ÁRBITRO: Carlos Costa
ASSISTENTE N.º 1: Wilton Lins
ASSISTENTE N.º 2: Charles Rosas
4º ÁRBITRO: Tiago Nascimento
DIA: 11.09.2011 (DOMINGO) HORÁRIO: 15h CATEGORIA: Profissional
ESTÁDIO: Ferreira Lima Cidade: Timbaúba
ÁRBITRO: Cláudio Mercante
ASSISTENTE N.º 1: Aldir Pereira
ASSISTENTE N.º 2: Ricardo Chianca
4º ÁRBITRO: Luciano Castro
JOGO: CHÃ GRANDE / DECISÃO 0 X 0 BELO JARDIM
DIA: 11.09.2011 (DOMINGO) HORÁRIO: 15h CATEGORIA: Profissional
ESTÁDIO: Ewerson Simões Cidade: Chã Grande
ÁRBITRO: Emerson Sobral
ASSISTENTE N.º 1: Pedro Wanderley
ASSISTENTE N.º 2: Elan Vieira
4º ÁRBITRO: Neilson Santos
JOGO: OLINDA 2 X 2 FERROVIÁRIO DO CABO
DIA: 11.09.2011 (DOMINGO) HORÁRIO: 15h CATEGORIA: Profissional
ESTÁDIO: Olindão Cidade: Olinda
ÁRBITRO: Matheus Costa
ASSISTENTE N.º 1: Wlademir Lins
ASSISTENTE N.º 2: Gustavo Correia
4º ÁRBITRO: Deborah Cecília
JOGO: SERRA TALHADA 1 X 1 ATLÉTICO PE
DIA: 11.09.2011 (DOMINGO) HORÁRIO: 15h CATEGORIA: Profissional
ESTÁDIO: Nildo Pereira Cidade: Serra Talhada
ÁRBITRO: Carlos Costa
ASSISTENTE N.º 1: Wilton Lins
ASSISTENTE N.º 2: Charles Rosas
4º ÁRBITRO: Tiago Nascimento
Técnico do Vitória Feminino em Entrevista exclusiva na Folha PE
Entrevista: Kleiton Lima "Técnico do Vitória e da seleção brasileira feminina"
Terni Castro
Ele já tem a experiência de passar por grandes times do futebol feminino brasileiro e do exterior, além de somar títulos como o bicampeonato da Copa do Brasil e o bicampeonato da Taça Libertadores da América, ambos pelo Santos (SP). Não bastasse isso, é o atual técnico da seleção brasileira de futebol feminino. Todos esses atributos colocam o técnico Kleiton Lima, de 37 anos, como um dos mais requisitados da modalidade no País. Mas foi Pernambuco que ele escolheu para assumir um compromisso. Kleiton, agora, está à frente do Vitória, equipe estadual que se estrutura para alavancar o esporte na região. Nesta entrevista à Folha de Pernambuco, o novo comandante taboquito explica o porquê de ter vindo para o Estado, quais são os objetivos e previsões e, o mais importante, como quer levar o Tricolor das Tabocas ao posto de referência nacional na modalidade.
Fale um pouco sobre a sua chegada ao Vitória. Como foi a negociação para acertar com o clube?
Na verdade, eu conheci o Vitória através de Paulo Mayeda (gerente de futebol). Nunca tinha ouvido falar em Vitória de Santo Antão, o time foi o cartão de visitas. A aproximação se deu por conta desse contato, no qual Paulo passou para mim o projeto profissional em relação ao futebol feminino. Ele começou a me mandar esse material no começo do ano. Comecei a ajudar mandando atletas para cá e quando houve meu desligamento do Santos, ele me convidou para conhecer de perto o trabalho e assumir a equipe na Copa do Brasil, caso fosse campeã estadual - o que aconteceu.
É fato que no eixo Sul/Sudeste os times têm uma estrutura mais avançada, condições e investimentos melhores. O que te fez decidir vir para o clube pernambucano?
Foram duas situações. Primeiro, pelo projeto do Vitória. Não se trata apenas de uma competição (a Copa do Brasil). Os dirigentes querem transformar o clube em uma potência nacional da modalidade. Temos já em ação a construção do CT, com uma parte destinada ao futebol feminino. Isso nos dará uma condição adequada de formar atletas e trazer jogadoras de alto rendimento para cá. A segunda justificativa é por conhecer mais os times daqui, ter mais contato com as jogadoras da região e tornar o Vitória uma referência, assim como o Santos é no eixo Sul/Sudeste. Acho que a presença do treinador da seleção brasileira pode ajudar a alavancar essas condições, até porque na região existe muita matéria prima. O Vitória está se mexendo nessa dimensão profissional e isso foi fundamental para eu vir para cá. O que me trouxe definitivamente foi construir esse projeto junto.
Como foi o reconhecimento com a equipe?
Temos um elenco bom, apesar de ser pequeno ainda em relação ao projeto. A gente pretende ter mais atletas de alta qualidade. Trouxemos meninas que já estiveram ou estão na seleção, outras têm que ter um trabalho mais adequado, mas estamos correndo contra o tempo para igualá-las em termos de preparo físico, técnico e tático. Está sendo muito oportuno. Em uma semana que estou aqui, elas sentiram um pouco meu estilo de treinamento. Bruno (Angeiras, agora auxiliar técnico de Kleiton) fez um grande trabalho, mas existe uma diferença nos desenvolvidos, por exemplo, em São Paulo. A exigência é maior. Modificamos algumas coisas em relação ao volume e dinâmica profissional. Algumas jogadoras só treinavam duas, três vezes na semana e isso mudou. Teve um impacto, um choque profissional, e isso é muito proveitoso.
Você acredita, então, que esse choque profissional é um ponto crucial para o desenvolvimento do projeto do Vitória? É uma forma de mudar o “fazer o futebol” que existia?
Exatamente. A nossa ideia é de implantar essa forma profissional na teoria e na prática. Temos uma diretoria voltada para a modalidade, presidente trabalhando em período integral para ajustar as situações, um gerente voltado só para o futebol feminino, além de toda uma equipe de mídia e comunicação. É um clube que vive hoje o futebol feminino dentro dessa atmosfera profissional, e essa minha chegada é a “cereja do bolo” no sentido de trabalhar e exigir profissionalmente. O choque é muito positivo.
A própria cidade de Vitória de Santo Antão vem acolhendo a equipe desde o ano passado, quando elas foram campeãs estaduais pela primeira vez...
Não conheço muito ainda, mas a população acolheu muito bem. A mídia regional só fala das meninas e onde passo várias pessoas perguntam como está o time. O importante é que a modalidade está criando uma raiz, uma identidade com a cidade. Até pelo fato de o time daqui não estar na Primeira Divisão (foi rebaixado esse ano para a Série A2 do Pernambucano), criou-se uma expectativa para o futebol feminino, que já é bicampeão estadual e luta para chegar à Libertadores. Tudo isso cria uma identidade positiva, mobiliza e vai ajudando a crescer o Vitória.
Mas você acompanhava o desempenho da modalidade feminina em Pernambuco?
Sempre busquei contatos em todos os clubes do Nordeste, como o São Francisco do Conde (BA) e os da Paraíba. Em Pernambuco era pouco, existia apenas uma ligação com Bruno, antes treinador do Sport, e depois com o Mayeda, que mandava o relatórios sobre o Vitória. Porém, sempre acompanhei as jogadoras. Quando se destacavam, procurava saber de perto, mas eram fatos isolados. A Lili Bala, por exemplo, eu já conhecia e agora tenho a oportunidade de treiná-la. Vaidades a parte, acho que foi um ganho muito grande para o Nordeste o fato de o Vitória abrir esse departamento profissional e ter me trazido junto com outras atletas de seleção. Sem isso, a região poderia ficar no esquecimento, sem ninguém para garimpar e trabalhar de perto as atletas.
Falando um pouco do planejamento, você afirmou que não veio somente para a Copa do Brasil. Um dos grandes objetivos, sem dúvida, é a conquista do título e da vaga na Libertadores. Observando o elenco, o que você projeta para o Vitória na competição?
A gente está na fase de quartas de final, que é bem equilibrada. Têm as equipes do Sul e Sudeste que são finalistas quase todo ano. Agora pegaremos um adversário bem graúdo, o São Francisco (BA) ou o Botafogo (PB). Pelo elenco que tem, o Vitória é um dos candidatos a chegar na semifinal. Agora, no futebol acontece tudo. Nosso grupo é bom e tem jogadoras experientes. O time tem qualidade e pode buscar o título, mas vamos correr por fora, porque também existem equipes tradicionais e fortes como o Santos (SP), Vasco (RJ), Foz Cataratas (PR) e o próprio São Francisco do Conde (BA). Não dá para bater no peito e dizer que o Vitória será campeão, até porque essas outras equipes também são estruturadas.
Sobre a seleção, você vê alguma jogadora do Vitória com potencial de chegar no elenco principal?
Têm algumas que já estão comigo. O Vitória tem equilíbrio entre jogadoras mais jovens e experientes. Mas antes de pensar em serem aproveitadas, têm que ver que estamos no final de um ciclo na seleção. Comecei em 2007 e só falta o Pan e a Olimpíada para fechá-lo. Testei muitas jogadoras nos primeiros anos, mas depois você monta uma equipe base. Nós temos jogadoras no Vitória, principalmente as mais jovens, que têm potencial para chegar numa seleção. As mais experientes não sabemos se terão vitalidade para jogar uma Copa do Mundo. Porém, lógico que pode ter oportunidade. Costumo dizer que seleção é momento. Se tiver uma jogadora com grande destaque, independente da idade, pode chegar.
Mas você vê alguma pernambucana com essa característica de trabalhar para ser convocada, sem falar da goleira Bárbara (do Foz Cataratas/PR), que já tem um histórico?
Têm jogadoras que estão no elenco do Vitória que podem chegar a esse patamar, mas prefiro não citar nomes.
Falando em seleção, uma pergunta recorrente é o que falta para ganhar um Mundial. Teria alguma explicação?
A gente jogou essa Copa do Mundo muito bem preparado. Dentro do que foi possível, nossa preparação foi a ideal. Talvez tenha faltado mais amistosos internacionais, mas fizemos jogos importantes contra Suécia, Holanda, México, Canadá... Acredito que falta também outras competições para a seleção jogar, que não sejam a Olimpíada ou o Mundial. Isso acontece com a Champions League (na Europa) e na América do Norte. Apesar disso, nós estávamos equilibrados, bem preparados tecnicamente. Vi um grupo muito concentrado para jogar uma Copa. O Brasil não regrediu de quatro anos para cá. Pegamos os EUA, que junto com a gente e a Alemanha, era candidato ao título. É tudo no detalhe. O importante é ter preparo, o Brasil teve. Mas, no futebol, se você fizer tudo certo, mesmo assim não tem certeza que vai ser campeão. Se fizer tudo errado, você tem certeza de que não vai chegar lá.
Aproveitando o momento de Marta - cinco vezes eleita a melhor do mundo -, você acredita que a imagem dela deveria ser melhor explorada, até para desenvolver mais o esporte e angariar mais investimentos?
Sem dúvida. Acho que a Marta e a seleção brasileira são os grandes responsáveis pelo desenvolvimento do futebol feminino. Marta é a referência mundial na modalidade. A grande sacada de crescimento no Brasil foi quando a trouxemos para o Santos, em 2009. Marta era ídolo fora, mas não aqui dentro. Trouxemos o ícone para ser referência no País também. O Pan de 2007 ajudou muito, já que as pessoas começaram a gostar e isso ajudou o futebol feminino. Todo mundo vê a disposição e a entrega das jogadoras e as elogiam, mesmo perdendo a Copa. Imagine se ganhasse? Marta é a embaixatriz da ONU, nos EUA vende até boneca dela, mas no Brasil ainda é pouco explorado. Conseguimos quebrar o tabu do preconceito, mas temos que quebrar outro de que é uma modalidade que vale a pena investir.
Você já trabalhou com equipes masculinas e até já foi “espião” de Parreira na Copa de 1994. Quais são as principais diferenças do esporte entre os homens e as mulheres?
Na verdade, no meu trabalho como treinador muda muito pouco relacionado à parte técnica e tática. Às vezes tem só uma adaptação porque a jogadora brasileira não tem preparo na base. Elas não têm a oportunidade de aprender uma disciplina tática. A dificuldade, então, é em relação a introduzir certos sistemas e variações. Tecnicamente a exigência é a mesma. No físico, é diferente, a exigência é maior no masculino. Mas o trabalho emocional muda completamente. Você tem que conhecer o universo feminino - a mulher leva os problemas pessoais para o trabalho, diferentemente do homem, salvo exceções. Se ela tiver problema, dificilmente rende no campo. O envolvimento emocional é muito maior, você tem que ser o tempo inteiro psicólogo, conselheiro, paizão e também o treinador que dá aquela chacoalhada. Em compensação, percebo que elas são mais determinadas.
Para finalizar, como será o seguimento desse projeto no Vitória? Pensa em continuar no clube?
Estando ou não, quero deixar esse projeto pronto. Tenho discutido muitas ideias para tentar transformar o clube num potencial do futebol feminino, não só em resultados, mas principalmente em estrutura. Queremos transformá-lo em centro de excelência. Acho que vai chegar no seu ápice em 2013. Vou contribuir até lá direta ou indiretamente. Tenho certeza que daqui a um ano quando perguntarem aos torcedores de Pernambuco para que time eles torcem, eles não responderão somente Sport, Náutico e Santa Cruz, mas dirão também que são Vitória no futebol feminino
Terni Castro
Ele já tem a experiência de passar por grandes times do futebol feminino brasileiro e do exterior, além de somar títulos como o bicampeonato da Copa do Brasil e o bicampeonato da Taça Libertadores da América, ambos pelo Santos (SP). Não bastasse isso, é o atual técnico da seleção brasileira de futebol feminino. Todos esses atributos colocam o técnico Kleiton Lima, de 37 anos, como um dos mais requisitados da modalidade no País. Mas foi Pernambuco que ele escolheu para assumir um compromisso. Kleiton, agora, está à frente do Vitória, equipe estadual que se estrutura para alavancar o esporte na região. Nesta entrevista à Folha de Pernambuco, o novo comandante taboquito explica o porquê de ter vindo para o Estado, quais são os objetivos e previsões e, o mais importante, como quer levar o Tricolor das Tabocas ao posto de referência nacional na modalidade.
Fale um pouco sobre a sua chegada ao Vitória. Como foi a negociação para acertar com o clube?
Na verdade, eu conheci o Vitória através de Paulo Mayeda (gerente de futebol). Nunca tinha ouvido falar em Vitória de Santo Antão, o time foi o cartão de visitas. A aproximação se deu por conta desse contato, no qual Paulo passou para mim o projeto profissional em relação ao futebol feminino. Ele começou a me mandar esse material no começo do ano. Comecei a ajudar mandando atletas para cá e quando houve meu desligamento do Santos, ele me convidou para conhecer de perto o trabalho e assumir a equipe na Copa do Brasil, caso fosse campeã estadual - o que aconteceu.
É fato que no eixo Sul/Sudeste os times têm uma estrutura mais avançada, condições e investimentos melhores. O que te fez decidir vir para o clube pernambucano?
Foram duas situações. Primeiro, pelo projeto do Vitória. Não se trata apenas de uma competição (a Copa do Brasil). Os dirigentes querem transformar o clube em uma potência nacional da modalidade. Temos já em ação a construção do CT, com uma parte destinada ao futebol feminino. Isso nos dará uma condição adequada de formar atletas e trazer jogadoras de alto rendimento para cá. A segunda justificativa é por conhecer mais os times daqui, ter mais contato com as jogadoras da região e tornar o Vitória uma referência, assim como o Santos é no eixo Sul/Sudeste. Acho que a presença do treinador da seleção brasileira pode ajudar a alavancar essas condições, até porque na região existe muita matéria prima. O Vitória está se mexendo nessa dimensão profissional e isso foi fundamental para eu vir para cá. O que me trouxe definitivamente foi construir esse projeto junto.
Como foi o reconhecimento com a equipe?
Temos um elenco bom, apesar de ser pequeno ainda em relação ao projeto. A gente pretende ter mais atletas de alta qualidade. Trouxemos meninas que já estiveram ou estão na seleção, outras têm que ter um trabalho mais adequado, mas estamos correndo contra o tempo para igualá-las em termos de preparo físico, técnico e tático. Está sendo muito oportuno. Em uma semana que estou aqui, elas sentiram um pouco meu estilo de treinamento. Bruno (Angeiras, agora auxiliar técnico de Kleiton) fez um grande trabalho, mas existe uma diferença nos desenvolvidos, por exemplo, em São Paulo. A exigência é maior. Modificamos algumas coisas em relação ao volume e dinâmica profissional. Algumas jogadoras só treinavam duas, três vezes na semana e isso mudou. Teve um impacto, um choque profissional, e isso é muito proveitoso.
Você acredita, então, que esse choque profissional é um ponto crucial para o desenvolvimento do projeto do Vitória? É uma forma de mudar o “fazer o futebol” que existia?
Exatamente. A nossa ideia é de implantar essa forma profissional na teoria e na prática. Temos uma diretoria voltada para a modalidade, presidente trabalhando em período integral para ajustar as situações, um gerente voltado só para o futebol feminino, além de toda uma equipe de mídia e comunicação. É um clube que vive hoje o futebol feminino dentro dessa atmosfera profissional, e essa minha chegada é a “cereja do bolo” no sentido de trabalhar e exigir profissionalmente. O choque é muito positivo.
A própria cidade de Vitória de Santo Antão vem acolhendo a equipe desde o ano passado, quando elas foram campeãs estaduais pela primeira vez...
Não conheço muito ainda, mas a população acolheu muito bem. A mídia regional só fala das meninas e onde passo várias pessoas perguntam como está o time. O importante é que a modalidade está criando uma raiz, uma identidade com a cidade. Até pelo fato de o time daqui não estar na Primeira Divisão (foi rebaixado esse ano para a Série A2 do Pernambucano), criou-se uma expectativa para o futebol feminino, que já é bicampeão estadual e luta para chegar à Libertadores. Tudo isso cria uma identidade positiva, mobiliza e vai ajudando a crescer o Vitória.
Mas você acompanhava o desempenho da modalidade feminina em Pernambuco?
Sempre busquei contatos em todos os clubes do Nordeste, como o São Francisco do Conde (BA) e os da Paraíba. Em Pernambuco era pouco, existia apenas uma ligação com Bruno, antes treinador do Sport, e depois com o Mayeda, que mandava o relatórios sobre o Vitória. Porém, sempre acompanhei as jogadoras. Quando se destacavam, procurava saber de perto, mas eram fatos isolados. A Lili Bala, por exemplo, eu já conhecia e agora tenho a oportunidade de treiná-la. Vaidades a parte, acho que foi um ganho muito grande para o Nordeste o fato de o Vitória abrir esse departamento profissional e ter me trazido junto com outras atletas de seleção. Sem isso, a região poderia ficar no esquecimento, sem ninguém para garimpar e trabalhar de perto as atletas.
Falando um pouco do planejamento, você afirmou que não veio somente para a Copa do Brasil. Um dos grandes objetivos, sem dúvida, é a conquista do título e da vaga na Libertadores. Observando o elenco, o que você projeta para o Vitória na competição?
A gente está na fase de quartas de final, que é bem equilibrada. Têm as equipes do Sul e Sudeste que são finalistas quase todo ano. Agora pegaremos um adversário bem graúdo, o São Francisco (BA) ou o Botafogo (PB). Pelo elenco que tem, o Vitória é um dos candidatos a chegar na semifinal. Agora, no futebol acontece tudo. Nosso grupo é bom e tem jogadoras experientes. O time tem qualidade e pode buscar o título, mas vamos correr por fora, porque também existem equipes tradicionais e fortes como o Santos (SP), Vasco (RJ), Foz Cataratas (PR) e o próprio São Francisco do Conde (BA). Não dá para bater no peito e dizer que o Vitória será campeão, até porque essas outras equipes também são estruturadas.
Sobre a seleção, você vê alguma jogadora do Vitória com potencial de chegar no elenco principal?
Têm algumas que já estão comigo. O Vitória tem equilíbrio entre jogadoras mais jovens e experientes. Mas antes de pensar em serem aproveitadas, têm que ver que estamos no final de um ciclo na seleção. Comecei em 2007 e só falta o Pan e a Olimpíada para fechá-lo. Testei muitas jogadoras nos primeiros anos, mas depois você monta uma equipe base. Nós temos jogadoras no Vitória, principalmente as mais jovens, que têm potencial para chegar numa seleção. As mais experientes não sabemos se terão vitalidade para jogar uma Copa do Mundo. Porém, lógico que pode ter oportunidade. Costumo dizer que seleção é momento. Se tiver uma jogadora com grande destaque, independente da idade, pode chegar.
Mas você vê alguma pernambucana com essa característica de trabalhar para ser convocada, sem falar da goleira Bárbara (do Foz Cataratas/PR), que já tem um histórico?
Têm jogadoras que estão no elenco do Vitória que podem chegar a esse patamar, mas prefiro não citar nomes.
Falando em seleção, uma pergunta recorrente é o que falta para ganhar um Mundial. Teria alguma explicação?
A gente jogou essa Copa do Mundo muito bem preparado. Dentro do que foi possível, nossa preparação foi a ideal. Talvez tenha faltado mais amistosos internacionais, mas fizemos jogos importantes contra Suécia, Holanda, México, Canadá... Acredito que falta também outras competições para a seleção jogar, que não sejam a Olimpíada ou o Mundial. Isso acontece com a Champions League (na Europa) e na América do Norte. Apesar disso, nós estávamos equilibrados, bem preparados tecnicamente. Vi um grupo muito concentrado para jogar uma Copa. O Brasil não regrediu de quatro anos para cá. Pegamos os EUA, que junto com a gente e a Alemanha, era candidato ao título. É tudo no detalhe. O importante é ter preparo, o Brasil teve. Mas, no futebol, se você fizer tudo certo, mesmo assim não tem certeza que vai ser campeão. Se fizer tudo errado, você tem certeza de que não vai chegar lá.
Aproveitando o momento de Marta - cinco vezes eleita a melhor do mundo -, você acredita que a imagem dela deveria ser melhor explorada, até para desenvolver mais o esporte e angariar mais investimentos?
Sem dúvida. Acho que a Marta e a seleção brasileira são os grandes responsáveis pelo desenvolvimento do futebol feminino. Marta é a referência mundial na modalidade. A grande sacada de crescimento no Brasil foi quando a trouxemos para o Santos, em 2009. Marta era ídolo fora, mas não aqui dentro. Trouxemos o ícone para ser referência no País também. O Pan de 2007 ajudou muito, já que as pessoas começaram a gostar e isso ajudou o futebol feminino. Todo mundo vê a disposição e a entrega das jogadoras e as elogiam, mesmo perdendo a Copa. Imagine se ganhasse? Marta é a embaixatriz da ONU, nos EUA vende até boneca dela, mas no Brasil ainda é pouco explorado. Conseguimos quebrar o tabu do preconceito, mas temos que quebrar outro de que é uma modalidade que vale a pena investir.
Você já trabalhou com equipes masculinas e até já foi “espião” de Parreira na Copa de 1994. Quais são as principais diferenças do esporte entre os homens e as mulheres?
Na verdade, no meu trabalho como treinador muda muito pouco relacionado à parte técnica e tática. Às vezes tem só uma adaptação porque a jogadora brasileira não tem preparo na base. Elas não têm a oportunidade de aprender uma disciplina tática. A dificuldade, então, é em relação a introduzir certos sistemas e variações. Tecnicamente a exigência é a mesma. No físico, é diferente, a exigência é maior no masculino. Mas o trabalho emocional muda completamente. Você tem que conhecer o universo feminino - a mulher leva os problemas pessoais para o trabalho, diferentemente do homem, salvo exceções. Se ela tiver problema, dificilmente rende no campo. O envolvimento emocional é muito maior, você tem que ser o tempo inteiro psicólogo, conselheiro, paizão e também o treinador que dá aquela chacoalhada. Em compensação, percebo que elas são mais determinadas.
Para finalizar, como será o seguimento desse projeto no Vitória? Pensa em continuar no clube?
Estando ou não, quero deixar esse projeto pronto. Tenho discutido muitas ideias para tentar transformar o clube num potencial do futebol feminino, não só em resultados, mas principalmente em estrutura. Queremos transformá-lo em centro de excelência. Acho que vai chegar no seu ápice em 2013. Vou contribuir até lá direta ou indiretamente. Tenho certeza que daqui a um ano quando perguntarem aos torcedores de Pernambuco para que time eles torcem, eles não responderão somente Sport, Náutico e Santa Cruz, mas dirão também que são Vitória no futebol feminino
Futuro do técnico Laélson Lima está indefinido no Porto
O técnico do Porto, Laélson Lima, ainda não sabe se continuará no comando do gavião para o Pernambucano 2012.
Com a despedida da série D, neste domingo (11), contra o Santa Cruz-RN, o futuro do jovem comandante está indefinido.
Tanto o técnico como o gerente de futebol, Borges Carvalho, ainda não sabem o futuro de Lima a frente do gavião.
Laélson está no comando do elenco profissional desde Junho do ano passado, disputou três competições (Copa Pernambuco 2010, Pernambucano 2011 e série D 2011).
O Porto não vai parar, pois disputará uma competição amadora em Brejo da Madre de Deus e ainda está aguardando a resposta da Copa Pernambuco, se vai ter ou não.
Como o dono do clube não gosta de investir em jogadores de fora, e nem em treinadores, Laélson tá mais para continuar no clube para o Pernambucano 2012.
Por Giro dos Esportes
Com a despedida da série D, neste domingo (11), contra o Santa Cruz-RN, o futuro do jovem comandante está indefinido.
Tanto o técnico como o gerente de futebol, Borges Carvalho, ainda não sabem o futuro de Lima a frente do gavião.
Laélson está no comando do elenco profissional desde Junho do ano passado, disputou três competições (Copa Pernambuco 2010, Pernambucano 2011 e série D 2011).
O Porto não vai parar, pois disputará uma competição amadora em Brejo da Madre de Deus e ainda está aguardando a resposta da Copa Pernambuco, se vai ter ou não.
Como o dono do clube não gosta de investir em jogadores de fora, e nem em treinadores, Laélson tá mais para continuar no clube para o Pernambucano 2012.
Por Giro dos Esportes
sábado, 10 de setembro de 2011
PORTO: Gavião indefinido para despedida da série D contra o Santa Cruz-RN
O Porto se despede da série D, neste domingo (11), recebendo o Santa Cruz-RN.
A partida será no estádio Mendonção, em Belo Jardim.
Na tarde desta sexta-feira (09), o técnico Laélson Lima comandou um coletivo no ninho do gavião.
E não definiu o time para a despedida.
Lima fez algumas alterações no decorrer do coletivo.
O time que começou o coletivo:
Emanuel; Aílton, Geninho, Sandro Miguel e Erasmo; Caio, Vágner Rosa, Renato e Jéferson Renan; Emanuel Recife e Diogo.
Depois tivemos três alterações no final do treinamento:
Na zaga, Zacarias entrou no lugar de Sandro Miguel.
No meio-campo, Popó entrou no lugar Caio.
E no ataque, Alex Caruaru entrou na vaga de Diogo.
Então podemos perceber que Laélson Lima ainda não definiu o time para o jogo contra o Santa Cruz Potiguar.
O time que terminou o coletivo:
Emanuel; Aílton, Geninho, Zacarias e Erasmo; Popó, Vágner Rosa, Renato e Jéferson Renan; Emanuel e Alex Caruaru.
Fonte: Giro dos esportes
A partida será no estádio Mendonção, em Belo Jardim.
Na tarde desta sexta-feira (09), o técnico Laélson Lima comandou um coletivo no ninho do gavião.
E não definiu o time para a despedida.
Lima fez algumas alterações no decorrer do coletivo.
O time que começou o coletivo:
Emanuel; Aílton, Geninho, Sandro Miguel e Erasmo; Caio, Vágner Rosa, Renato e Jéferson Renan; Emanuel Recife e Diogo.
Depois tivemos três alterações no final do treinamento:
Na zaga, Zacarias entrou no lugar de Sandro Miguel.
No meio-campo, Popó entrou no lugar Caio.
E no ataque, Alex Caruaru entrou na vaga de Diogo.
Então podemos perceber que Laélson Lima ainda não definiu o time para o jogo contra o Santa Cruz Potiguar.
O time que terminou o coletivo:
Emanuel; Aílton, Geninho, Zacarias e Erasmo; Popó, Vágner Rosa, Renato e Jéferson Renan; Emanuel e Alex Caruaru.
Fonte: Giro dos esportes
Santa Cruz encara o Guarani-CE em luta pela classificação
A classificação para a segunda fase da Série D pode ser garantida pelo Santa Cruz neste domingo, no jogo contra o Guarani de Juazeiro do Norte, no Almeidão, em João Pessoa, a partir das 16h. Os tricolores, que somam 12 pontos, precisam apenas do empate no confronto com o adversário, que tem 8 pontos e não poderia mais alcançá-lo. Mesmo se perder, o Santa ainda poderá se classificar no último jogo da fase, contra o Alecrim, na próxima semana. Porém, a palavra de ordem é vitória, para preservar a liderança do grupo 3 e o status de único time invicto na competição.
Ainda em busca de um melhor rendimento ofensivo do time, o técnico Zé Teodoro voltará ao esquema 4-4-2, após ter testado passado pelo 3-5-2 e o 4-3-3 nas últimas rodadas. Sem ter confirmado o time titular, ele pode promover a estreia do atacante Ludemar, algo testado no decorrer dos treinamentos da semana. Mas o provável é armar o ataque com Thiago Cunha e Ricardinho, tendo o outro atacante citado como opção para o segundo tempo. O meia Leandrinho, que ainda não convenceu, deve ser mantido.
“Minha preocupação tem sido na criação e na finalização. Por isso, estamos buscando alternativas e analisando os jogadores. Ainda tempos pontos a serem melhorados no campeonato. O que queremos é ter o time fechado e forte para a segunda fase da competição”, afirmou Zé Teodoro, que tem como boas notícias os retornos do lateral-esquerdo Dutra, do zagueiro Leandro Souza e do meia Weslley após cumprirem suspensão na vitória sobre o Porto.
Mesmo com o confronto disputado longe do Arruda, os tricolores recifenses poderão se sentir mais "em casa" do que o adversário, que levou a partida para esse estádio — tal como o Alecrim-RN e o Santa Cruz-RN — apenas para ter uma arrecadação de bilheteria maior, graças à fanática torcida coral. E jogar lá não tem sido mau para os pernambucanos, já que venceram o Alecrim por 3 a 1 e empataram com o Santa Cruz-RN em 0 a 0.
Um dos segredos para o sucesso da campanha é o bom rendimento defensivo coral. O time não sofreu gol algum nos últimos três jogos. A média geral é de um gol sofrido a cada duas partidas.
A saída do zagueiro e antigo capitão Thiago Matias não trouxe prejuízo no primeiro jogo que se sucedeu. André Oliveira entrou contra o Porto, não falhou, o time não sofreu gols. Mantido no time, André está empolgado com a possibilidade de ter uma sequência de partidas pela primeira vez desde que chegou ao Santa, já que durante a temporada atuou pouco, sempre substituindo suspensos ou lesionados.
“Agora espero ter uma sequência de jogos e estar ainda melhor. Isso nunca havia acontecido aqui no clube. Sempre entrava de vez em quando. Quando eu vim para cá, tinha expectativa de jogar e ajudar o Santa Cruz a sair dessa situação em que se encontra. Hoje tenho essa oportunidade e espero corresponder. Vamos fazer de tudo: o possível e também o impossível, para tirar o clube da quarta divisão”, disse André Oliveira.
FICHA DO JOGO
Guarani-CE x Santa Cruz-PE
Guarani-CE: Claudevan; Roberto, Tobias, Aírton Júnior e Émerson; Jonas, Janeudo, Tony e Jean; Márcio e Cristóvão.
Santa Cruz-PE: Tiago Cardoso; Roma, Leandro Souza, André Oliveira e Dutra; Jeovânio, Memo, Weslley e Leandrinho; Thiago Cunha e Ricardinho.
Local: Estádio Almeidão, em João Pessoa. Árbitro: Cleber Abade (SP). Assistentes: Alessandro Araújo e Marcione Ribeiro (CE). Ingressos: R$ 30 (arquibancada).
Fonte: blogdotorcedor
Ainda em busca de um melhor rendimento ofensivo do time, o técnico Zé Teodoro voltará ao esquema 4-4-2, após ter testado passado pelo 3-5-2 e o 4-3-3 nas últimas rodadas. Sem ter confirmado o time titular, ele pode promover a estreia do atacante Ludemar, algo testado no decorrer dos treinamentos da semana. Mas o provável é armar o ataque com Thiago Cunha e Ricardinho, tendo o outro atacante citado como opção para o segundo tempo. O meia Leandrinho, que ainda não convenceu, deve ser mantido.
“Minha preocupação tem sido na criação e na finalização. Por isso, estamos buscando alternativas e analisando os jogadores. Ainda tempos pontos a serem melhorados no campeonato. O que queremos é ter o time fechado e forte para a segunda fase da competição”, afirmou Zé Teodoro, que tem como boas notícias os retornos do lateral-esquerdo Dutra, do zagueiro Leandro Souza e do meia Weslley após cumprirem suspensão na vitória sobre o Porto.
Mesmo com o confronto disputado longe do Arruda, os tricolores recifenses poderão se sentir mais "em casa" do que o adversário, que levou a partida para esse estádio — tal como o Alecrim-RN e o Santa Cruz-RN — apenas para ter uma arrecadação de bilheteria maior, graças à fanática torcida coral. E jogar lá não tem sido mau para os pernambucanos, já que venceram o Alecrim por 3 a 1 e empataram com o Santa Cruz-RN em 0 a 0.
Um dos segredos para o sucesso da campanha é o bom rendimento defensivo coral. O time não sofreu gol algum nos últimos três jogos. A média geral é de um gol sofrido a cada duas partidas.
A saída do zagueiro e antigo capitão Thiago Matias não trouxe prejuízo no primeiro jogo que se sucedeu. André Oliveira entrou contra o Porto, não falhou, o time não sofreu gols. Mantido no time, André está empolgado com a possibilidade de ter uma sequência de partidas pela primeira vez desde que chegou ao Santa, já que durante a temporada atuou pouco, sempre substituindo suspensos ou lesionados.
“Agora espero ter uma sequência de jogos e estar ainda melhor. Isso nunca havia acontecido aqui no clube. Sempre entrava de vez em quando. Quando eu vim para cá, tinha expectativa de jogar e ajudar o Santa Cruz a sair dessa situação em que se encontra. Hoje tenho essa oportunidade e espero corresponder. Vamos fazer de tudo: o possível e também o impossível, para tirar o clube da quarta divisão”, disse André Oliveira.
FICHA DO JOGO
Guarani-CE x Santa Cruz-PE
Guarani-CE: Claudevan; Roberto, Tobias, Aírton Júnior e Émerson; Jonas, Janeudo, Tony e Jean; Márcio e Cristóvão.
Santa Cruz-PE: Tiago Cardoso; Roma, Leandro Souza, André Oliveira e Dutra; Jeovânio, Memo, Weslley e Leandrinho; Thiago Cunha e Ricardinho.
Local: Estádio Almeidão, em João Pessoa. Árbitro: Cleber Abade (SP). Assistentes: Alessandro Araújo e Marcione Ribeiro (CE). Ingressos: R$ 30 (arquibancada).
Fonte: blogdotorcedor
Barueri 2 x 3 Sport - Leão vence mais uma fora de casa na Série B
O Sport mostrou um futebol aplicado e conseguiu conquistar sua segunda vitória fora de casa nesta Série B. Em plena Arena Barueri, o Leão venceu o Grêmio Barurei, por 3x2, mantendo a invencibilidade desde o início da Era PC Gusmão. Os gols da equipe pernambucana foram marcados por Willians, Marcelinho Paraíba e Bruno Mineiro. Marcelinho e Alex Maranhão fizeram para os paulistas. O time rubro-negro chegou aos 36 pontos e só não ingressou no G-4 porque o Americana venceu o Paraná, por 1x0, fora de casa. O Sport permanece em quinto e, na próxima terça-feira, pega o ASA, na Ilha do Retiro.
A equipe rubro-negra mostrou um futebol organizado no primeiro tempo. A equipe rubro-negro estava bem posicionado na defesa, não dando espaço para o adversário e explorando a velocidade nos contra-ataques. Uma tática correta para os jogos fora de casa nesta Série B. Tanto que o Leão conseguiu abrir o placar aos 10 minutos de jogo.
O volante Rithelly roubou a bola e partiu em velocidade para o ataque. Ele serviu Willians, que passou pelo marcador e chutou rasteiro, na saída do goleiro. A bola bateu na trave e voltou para o atacante, que mandou para as redes. O lance fez a equipe relaxar um pouco a marcação. Por outro lado, o Barueri acordou foi para cima e passou a dominar a partida. Até que aos 25 minutos, Alex Maranhão cruzou da esquerda para Marcelinho, livre de marcação, cabecear para o gol, sem chances para Magrão.
Com o placar igual, o Barueri ganhou forças para buscar o segundo gol. A equipe paulista continuou indo para o ataque, enquanto o Leão ficou perdido em campo. Mas o Barueri acabou dando um presente. Aos 40 minutos, Edson Borges tentou sair para o ataque e perdeu a bola para Marcelinho Paraíba, que avançou, invadiu a área e chutou. A bola bateu na trave e entrou.
Terminar o primeiro tempo em vantagem no placar seria importante para o Sport conquistar a vitória nesta partida. Mas, antes do apito final do primeiro tempo, o Barueri empatou. Após triangulação no meio de campo, Alex Maranhão invadiu a área e chutou rasteiro, sem chances para Magrão: 2x2.
No segundo tempo, o Sport foi obrigado a fazer uma mudança logo aos dez minutos de jogo. Willians sentiu a coxa e foi substituído. No seu lugar, entrou Misael, que fez a estreia no time rubro-negro. O Sport perdeu velocidade e se desorganizou em campo. O Barueri, por sua vez, não aproveitou o desacerto do Leão. O time da casa também esteve confuso em campo, errando muitos passes e se limitando a arriscar o gol em chutes de fora da área.
Sendo assim, a partida caiu bastante tecnicamente. O Sport errou no posicionamento da defesa. Deixou muitas brechas na marcação do meio-de-campo e não valorizou a posse de bola. O Barueri continuou tendo mais volume de jogo e oferecendo perigo ao goleiro Magrão, como num chute de Alê, que o camisa 1 rubro-negro espalmou.
Quando a partida caminha para um empate, eis que o Sport encontra o caminho do gol. Misael é lançado na esquerda, invade a área e bate rasteiro. Bruno Mineiro, que estava apagado no jogo, tocou de letra, fazendo um belo gol. O Barueri foi para cima de todo jeito, mas o Sport se fechou bem, gastou o tempo e garantiu a vitória.
Fonte:blogdotocedor
A equipe rubro-negra mostrou um futebol organizado no primeiro tempo. A equipe rubro-negro estava bem posicionado na defesa, não dando espaço para o adversário e explorando a velocidade nos contra-ataques. Uma tática correta para os jogos fora de casa nesta Série B. Tanto que o Leão conseguiu abrir o placar aos 10 minutos de jogo.
O volante Rithelly roubou a bola e partiu em velocidade para o ataque. Ele serviu Willians, que passou pelo marcador e chutou rasteiro, na saída do goleiro. A bola bateu na trave e voltou para o atacante, que mandou para as redes. O lance fez a equipe relaxar um pouco a marcação. Por outro lado, o Barueri acordou foi para cima e passou a dominar a partida. Até que aos 25 minutos, Alex Maranhão cruzou da esquerda para Marcelinho, livre de marcação, cabecear para o gol, sem chances para Magrão.
Com o placar igual, o Barueri ganhou forças para buscar o segundo gol. A equipe paulista continuou indo para o ataque, enquanto o Leão ficou perdido em campo. Mas o Barueri acabou dando um presente. Aos 40 minutos, Edson Borges tentou sair para o ataque e perdeu a bola para Marcelinho Paraíba, que avançou, invadiu a área e chutou. A bola bateu na trave e entrou.
Terminar o primeiro tempo em vantagem no placar seria importante para o Sport conquistar a vitória nesta partida. Mas, antes do apito final do primeiro tempo, o Barueri empatou. Após triangulação no meio de campo, Alex Maranhão invadiu a área e chutou rasteiro, sem chances para Magrão: 2x2.
No segundo tempo, o Sport foi obrigado a fazer uma mudança logo aos dez minutos de jogo. Willians sentiu a coxa e foi substituído. No seu lugar, entrou Misael, que fez a estreia no time rubro-negro. O Sport perdeu velocidade e se desorganizou em campo. O Barueri, por sua vez, não aproveitou o desacerto do Leão. O time da casa também esteve confuso em campo, errando muitos passes e se limitando a arriscar o gol em chutes de fora da área.
Sendo assim, a partida caiu bastante tecnicamente. O Sport errou no posicionamento da defesa. Deixou muitas brechas na marcação do meio-de-campo e não valorizou a posse de bola. O Barueri continuou tendo mais volume de jogo e oferecendo perigo ao goleiro Magrão, como num chute de Alê, que o camisa 1 rubro-negro espalmou.
Quando a partida caminha para um empate, eis que o Sport encontra o caminho do gol. Misael é lançado na esquerda, invade a área e bate rasteiro. Bruno Mineiro, que estava apagado no jogo, tocou de letra, fazendo um belo gol. O Barueri foi para cima de todo jeito, mas o Sport se fechou bem, gastou o tempo e garantiu a vitória.
Fonte:blogdotocedor
Náutico supera o Criciúma e é o novo vice-líder da Série B
POSTADO POR Breno Pires ÀS 18:26 EM 10 DE Setembro DE 2011
A campanha do Náutico é cada vez mais sólida nesta Série B. Mesmo com dificuldade, os alvirrubros superaram a forte marcação, o jogo de força física e as inúmeras faltas do Criciúma e venceram por 2 a 0, na tarde deste sábado, nos Aflitos, e chegaram à vice-liderança pela primeira vez na competição. Com 41 pontos conquistados, a equipe deixa a Ponte Preta para trás, com 40, e fica a apenas dois do primeiro colocado, a Portuguesa.
Em excelente forma, o atacante Kieza colocou o Timbu na frente aos 43 minutos do primeiro tempo, de cabeça, assumindo, assim, a artilharia da Série B, com 13 gols, ao lado de Ricardo de Jesus da Ponte Preta. O lateral-direito Peter, que fez o cruzamento para o gol do atacante, marcou o segundo aos 25 da segunda etapa. Já aos 52 minutos o Criciúma descontou, com o zagueiro Rogélio. O acréscimo de 8 minuto se deveu a paralisação da partida quando Schwenck, do Criciúma, e Ronaldo Alves, do Náutico, caíram desacordados após chocarem suas cabeças.
A campanha do Náutico é cada vez mais sólida nesta Série B. Mesmo com dificuldade, os alvirrubros superaram a forte marcação, o jogo de força física e as inúmeras faltas do Criciúma e venceram por 2 a 0, na tarde deste sábado, nos Aflitos, e chegaram à vice-liderança pela primeira vez na competição. Com 41 pontos conquistados, a equipe deixa a Ponte Preta para trás, com 40, e fica a apenas dois do primeiro colocado, a Portuguesa.
Em excelente forma, o atacante Kieza colocou o Timbu na frente aos 43 minutos do primeiro tempo, de cabeça, assumindo, assim, a artilharia da Série B, com 13 gols, ao lado de Ricardo de Jesus da Ponte Preta. O lateral-direito Peter, que fez o cruzamento para o gol do atacante, marcou o segundo aos 25 da segunda etapa. Já aos 52 minutos o Criciúma descontou, com o zagueiro Rogélio. O acréscimo de 8 minuto se deveu a paralisação da partida quando Schwenck, do Criciúma, e Ronaldo Alves, do Náutico, caíram desacordados após chocarem suas cabeças.
Capitão novo, nova filosofia
Do Jornal do Commercio
Publicado em 10 de setembro de 2011
O novo capitão do Santa Cruz, Jeovânio, tem um estilo completamente diferente do antigo, Thiago Matias. O zagueiro costumava dar muitas entrevistas, fazer brincadeiras com os companheiros durante os treinos e estar em constante contato com os torcedores -- seja de forma positiva, nos momentos de glória, ou negativa, nas cobranças. O volante, por outro lado, é calado, costuma fugir das perguntas dos repórteres e tem seu nome pouco falado pela torcida.
Um dos jogadores mais viris durante os treinos, Jeovânio sempre ficou marcado por ser responsável por duras jogadas com os companheiros -- já teve discussões com o atacante Laécio e o meia Têti, por exemplo. Não quis se pronunciar sobre os casos. Por ser um dos líderes do elenco, o volante também foi chamado pela imprensa para falar sobre assuntos polêmicos, como a saída de Thiago Matias. E voltou a recusar.
Ontem, questionado sobre o assunto, explicou que não tem birra com a imprensa nem quer se afastar dos torcedores. Disse que faz parte de seu estilo. "Não é questão de não querer falar. Gosto de aparecer dentro de campo, com os meus companheiros. Não é muito do meu estilo", declarou o capitão coral.
Sobre o novo posto, se mostrou tranquilo com a responsabilidade. "Quando Zé Teodoro não tinha Matias à disposição, sempre me escolhia. O importante é que todos que estão dentro de campo estão dispostos a fazer de tudo para o Santa Cruz crescer", declarou o experiente jogador, de 33 anos.
Depois de ter vestido a braçadeira na vitória contra o Porto, por 3x1, no Arruda, Jeovânio agora vai para sua segunda partida como capitão. O jogo é contra o Guarani-CE, amanhã, em João Pessoa. O elenco se concentrou ontem à noite e hoje realiza um recreativo pela manhã, almoça e viaja à tarde para a capital paraibana.
O treinador Zé Teodoro realizou movimentação tática ontem à tarde, em que testou o time titular que irá entrar em campo. Apesar de ter treinado bastante o setor defensivo, o técnico disse que a única dúvida é no setor de ataque, em que Ricardinho, Kiros e Ludemar brigam por uma vaga ao lado de Thiago Cunha.
Os ingressos seguem sendo vendidos no Arruda. Os preços são: R$ 30 (arquibancada) e R$ 15 (meia).
Publicado em 10 de setembro de 2011
O novo capitão do Santa Cruz, Jeovânio, tem um estilo completamente diferente do antigo, Thiago Matias. O zagueiro costumava dar muitas entrevistas, fazer brincadeiras com os companheiros durante os treinos e estar em constante contato com os torcedores -- seja de forma positiva, nos momentos de glória, ou negativa, nas cobranças. O volante, por outro lado, é calado, costuma fugir das perguntas dos repórteres e tem seu nome pouco falado pela torcida.
Um dos jogadores mais viris durante os treinos, Jeovânio sempre ficou marcado por ser responsável por duras jogadas com os companheiros -- já teve discussões com o atacante Laécio e o meia Têti, por exemplo. Não quis se pronunciar sobre os casos. Por ser um dos líderes do elenco, o volante também foi chamado pela imprensa para falar sobre assuntos polêmicos, como a saída de Thiago Matias. E voltou a recusar.
Ontem, questionado sobre o assunto, explicou que não tem birra com a imprensa nem quer se afastar dos torcedores. Disse que faz parte de seu estilo. "Não é questão de não querer falar. Gosto de aparecer dentro de campo, com os meus companheiros. Não é muito do meu estilo", declarou o capitão coral.
Sobre o novo posto, se mostrou tranquilo com a responsabilidade. "Quando Zé Teodoro não tinha Matias à disposição, sempre me escolhia. O importante é que todos que estão dentro de campo estão dispostos a fazer de tudo para o Santa Cruz crescer", declarou o experiente jogador, de 33 anos.
Depois de ter vestido a braçadeira na vitória contra o Porto, por 3x1, no Arruda, Jeovânio agora vai para sua segunda partida como capitão. O jogo é contra o Guarani-CE, amanhã, em João Pessoa. O elenco se concentrou ontem à noite e hoje realiza um recreativo pela manhã, almoça e viaja à tarde para a capital paraibana.
O treinador Zé Teodoro realizou movimentação tática ontem à tarde, em que testou o time titular que irá entrar em campo. Apesar de ter treinado bastante o setor defensivo, o técnico disse que a única dúvida é no setor de ataque, em que Ricardinho, Kiros e Ludemar brigam por uma vaga ao lado de Thiago Cunha.
Os ingressos seguem sendo vendidos no Arruda. Os preços são: R$ 30 (arquibancada) e R$ 15 (meia).
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