O Santa Cruz voltou a jogar melhor no segundo tempo e construiu a vitória por 2x1 sobre o Alecrim neste domingo (18), no Arruda, pela última rodada da primeira fase da Série D. O resultado classificou o campeão pernambucano em segundo lugar no grupo 3. Na próxima fase, já em jogos de mata-mata, os corais enfrentam o Coruripe, primeiro colocado do grupo 4. A primeira partida será em Alagoas e a segunda, no Arruda. A CBF deve confirmar as datas no início desta semana.
A bola mal começou a rolar e o Santa Cruz conseguiu seu gol. Aos 50 segundos, Flávio Recife disputou bola com o marcador e ela sobrou para Ludemar chutar no canto do goleiro Dida. Nada melhor do que marcar um gol antes de um minuto para acalmar qualquer ânimo mais exaltado. Só que o time da casa preferiu recuar sua marcação após a vantagem precoce.
O Alecrim, que também precisava vencer para avançar na competição, tentou ir para cima. Porém, a marcação forte dos corais e uma boa dose de deficiência técnica do time potiguar fizeram o jogo ficar feio, truncado. Só a partir dos 15 minutos os visitantes conseguiram encaixar o jogo. Muito disso pelo espaço dado pelos corais.
E numa sequência de ataques logo após Flávio Recife demorar demais a tocar para Ludemar, o Alecrim chegou à igualdade. Aos 17, Everton cruzou da direita e Andrei, livre, completou por cima. Aos 20 foi a vez de Diego bater falta da direita e obrigar boa defesa de Tiago Cardoso. Finalmente, aos 21, Diego cruzou da direita e ninguém apareceu para completar. A bola quicou no gramado e entrou no canto alto direito.
A partida, que já estava equilibrada antes do empate, ficou perigosa. Os jogadores corais demonstraram nervosismo e passaram a errar passes em demasia. Como resultado, a ida ao ataque ficou comprometida. Foi preciso um jogador experiente entrar em ação. Dutra o fez aos 28 numa cobrança falta. O goleiro tirou de soco.
A partir daí perdurou o equilíbrio. Os dois times tiveram condições de tomar a frente do placar. O Santa, por vezes pecava pela precipitação. Enquanto o Alecrim oscilava entre uma marcação pressão e mais recuada no meio de campo. Numa na saída de bola pernambucana, Pinduca avançou e só perdeu o gol porque a bola quicou na hora de finalizar. O chute saiu fraco e para fora, aos 35 minutos.
No intervalo, jogadores e comissão técnica permaneceram no gramado. A intenção foi evitar possíveis apupos da torcida por conta do resultado e aumentar o poder de concentração dos jogadores, pois sem mudança de ambiente, "sentiriam" mais o clima da partida.
Coincidência ou não, deu certo. Aos sete minutos, Dutra fez boa jogada pela esquerda e tentou por cobertura. A bola desviou na zaga e sobrou limpa para o Weslley. Ele ajeitou o corpo e chutou forte. A bola ainda desviou na trave esquerda antes de entrar. Novamente em vantagem o Santa optou em se fechar para encontrar os melhores espaços no contra-ataque.
Isso ficou ainda mais evidente com a entrada de Jefferson Maranhão, um meia de velocidade, no lugar de Natan, que quase nada acrescentou enquanto esteve em campo. O time tricolor evoluiu consideravelmente e o próprio Maranhão foi o primeiro a perder uma grande chance. Da meia-lua ele mandou raspando a trave direita.
A segunda chance foi ainda mais clara. Ricardinho, que entrara no posto de Flávio Recife, conseguiu um passe que o antecessor não conseguira durante os mais de 60 minutos que esteve em campo. Ele mandou rasteiro e Ludemar dominou frente a frente com o goleiro. Mas a bola ficou muito perto de seu pé e a finalização não saiu. Ficou com o goleiro.
Weslley teve outra chance de fazer o terceiro após grande passe de Ricardinho. Eram ele e o goleiro, adiantado, diga-se de passagem, frente a frente. O capitão tricolor deixou a categoria que lhe é característica de lado e preferiu a força. Terminou chutando em cima do goleiro.
Tudo caminhava bem até o atacante Kiros fazer uma jogda irresponsável e desnecessária. Aos 41 minutos ele foi desarmado por Ramon e entrou de carrinho violentamente no adversário. O juiz não titubeou e o expulsou diretamente. Felizmente para os tricolores isso não foi suficiente para o Alecrim assustar.
Ficha do jogo:
Santa Cruz: Tiago Cardoso; Roma, Leandro Souza, André Oliveira e Dutra; Chicão, Memo, Weslley e Natan (Jefferson Maranhão); Flávio Recife (Ricardinho) e Ludemar (Kiros). Técnico: Zé Teodoro.
Alecrim-RN: Dida; Everton, Ramon, Anderson e Delano (Marcelo); Gavião (Tony), Nino, Willian Carioca e Diego; Andrei (Edvaldo) e Edvan Pinduca. Técnico: Carlos Gutemberg.
Local: Arruda. Árbitro: Felipe Duarte Varejão (ES). Assistentes: Jossemmar Diniz e Albert Júnior (PE). Gols: Ludemar, a um minuto. Diego, aos 21 do primeiro tempo. Weslley, aos sete. Cartões amarelos: Flávio Recife, Diego, Nino e Everton. Expulsão: Kiros. Renda: R$ 322.893. Público: 33.999
Fonte: blogdotorcedor
Página Inicial / Vitória / Vera Cruz / Amadorismo / Áudios / Fotos / Vídeos / Rádio Cidade UNI / Contatos
domingo, 18 de setembro de 2011
Campinense repercute vídeo insinuando manipulação de Fortaleza e CRB na Série C
Do Espn
A polêmica da goleada por 4 a 0 do Fortaleza sobre o CRB, placar que acabou salvando o time cearense do rebaixamento na Série C, teve sequência neste domingo, quando o Twitter oficial do Campinense (@CampinensePB), clube que caiu de divisão com o resultado, repercutiu a filmagem de alguns lances feitos pela TV Pajuçara, de Alagoas.
No momento em que o atacante Gustavo Papa marca o terceiro gol do Fortaleza, o que ainda não era suficiente para livrar a equipe do rebaixamento, Carlinhos Bala busca a bola dentro do gol e, na corrida em direção ao meio-campo, levanta o dedo indicador para todos os jogadores do CRB por quem passa, como se indicasse o fato de só faltar um gol, segundo a assessoria do Campinense.
A seguir, um jogador reserva do Fortaleza vai à meta do CRB e se dirige ao goleiro improvisado Roberto Lopes, que assumiu a camisa 1 após a expulsão de Cristiano. Outro atleta, desta vez do próprio CRB, também se vira para Lopes o orientando, de acordo com os relatos, a facilitar a ampliação do placar.
Com o resultado positivo, o Fortaleza chegou aos nove pontos, se igualando com o Campinense também em número de vitórias e saldo de gols, mas terminando a primeira fase da competição na quarta posição por ter marcado mais gols que o adversário.
Enquanto isso, o CRB também se classificou graças à derrota do Guarany de Sobral, que ainda estava vivo na disputa, mas perdeu para o time de Campina Grande. Por meio de sua página na internet, o clube rebaixado prometeu analisar o material e mobilizar seu departamento jurídico no sentido de fazer uma denúncia ao STJD.
A polêmica da goleada por 4 a 0 do Fortaleza sobre o CRB, placar que acabou salvando o time cearense do rebaixamento na Série C, teve sequência neste domingo, quando o Twitter oficial do Campinense (@CampinensePB), clube que caiu de divisão com o resultado, repercutiu a filmagem de alguns lances feitos pela TV Pajuçara, de Alagoas.
No momento em que o atacante Gustavo Papa marca o terceiro gol do Fortaleza, o que ainda não era suficiente para livrar a equipe do rebaixamento, Carlinhos Bala busca a bola dentro do gol e, na corrida em direção ao meio-campo, levanta o dedo indicador para todos os jogadores do CRB por quem passa, como se indicasse o fato de só faltar um gol, segundo a assessoria do Campinense.
A seguir, um jogador reserva do Fortaleza vai à meta do CRB e se dirige ao goleiro improvisado Roberto Lopes, que assumiu a camisa 1 após a expulsão de Cristiano. Outro atleta, desta vez do próprio CRB, também se vira para Lopes o orientando, de acordo com os relatos, a facilitar a ampliação do placar.
Com o resultado positivo, o Fortaleza chegou aos nove pontos, se igualando com o Campinense também em número de vitórias e saldo de gols, mas terminando a primeira fase da competição na quarta posição por ter marcado mais gols que o adversário.
Enquanto isso, o CRB também se classificou graças à derrota do Guarany de Sobral, que ainda estava vivo na disputa, mas perdeu para o time de Campina Grande. Por meio de sua página na internet, o clube rebaixado prometeu analisar o material e mobilizar seu departamento jurídico no sentido de fazer uma denúncia ao STJD.
Santa Cruz em mais um jogo de vida ou morte
Desde o apito final da derrota para o Guarani-CE, domingo passado, um filme deve estar passando na cabeça da maioria dos torcedores do Santa Cruz: um jogo decisivo para o futuro do clube no cenário nacional. Tal película repete-se desde 2006, ano em que o tricolor iniciou uma trajetória de insucessos até culminar na quarta divisão, competição que disputa pela terceira vez. Por isso todos esperam que o "diretor" Zé Teodoro e seu elenco escrevam um roteiro diferente para o desfecho, a partir das 16h deste domingo (18), no Arruda, quando os campeões pernambucanos enfrentam o Alecrim, pela última rodada da primeira fase do grupo 3.
A dificuldade existe mas é bem maior fora do que dentro de campo. Afinal, o Santa depende de suas próprias forças e é bom lembrar que entra em campo classificado, pois ocupa atualmente a segunda colocação, com 12 pontos, um a menos que seu homônimo potiguar.
» Natan quer voltar em grande estilo
Até mesmo um empate pode beneficiar o time pernambucano. Mas para isso teria que torcer para Santa potiguar, que encara o Guarani, terceiro colocado com 11 pontos. O adversário dos corais também aspira a segunda vaga. Para tanto, tem que vencer no Arruda e torcer para o Guarani-CE empatar jogo. Essa configuração deixaria Santa, Guarani e Alecrim com 12 pontos, mas o time cearense levaria vantagem no número de vitórias.
Números à parte, o técnico Zé Teodoro mexe em quatro posições para a partida decisiva. A única obrigatória é a saída do atacante Thiago Cunha, expulso na rodada passada. Jeovânio (volante), Leandrinho (meia) e Ricardinho (atacante) saem por opção do comandante.
A intenção de Teodoro era mandar a campo Ludemar e Fernando Gaúcho no ataque. Porém, este último não foi regularizado em tempo. Flávio Recife é o escolhido. No meio, as alterações visam aumentar a velocidade. Chicão ganhou o posto na cabeça de área e Natan volta a fazer dupla de armação com Weslley depois de um bom tempo recuperando-se de uma lesão muscular.
"Todo jogador quer uma chance de jogar como titular e poder mostrar seu futebol. Eu vim para o Arruda em busca de um lugar no time e estou trabalhando forte. Estou pronto para entrar e ajudar a equipe do Santa Cruz", disse Ludemar.
Ficha do jogo:
Santa Cruz: Tiago Cardoso; Roma, Leandro Souza, André Oliveira e Dutra; Chicão, Memo, Weslley e Natan; Flávio Recife e Ludemar. Técnico: Zé Teodoro.
Alecrim-RN: Dida; Everton, Ramon, Anderson e Delano; Gavião, Nino, Willian Carioca e Diego; Andrei e Edvan Pinduca. Técnico: Carlos Gutemberg.
Local: Arruda. Árbitro: Felipe Duarte Varejão (ES). Assistentes: Jossemmar Diniz e Albert Júnior (PE). Ingressos: R$ 30 (arquibancada inferior) e R$ 15 (arquibancada superior e meia-entrada).
Fonte: blogdotorcedor
A dificuldade existe mas é bem maior fora do que dentro de campo. Afinal, o Santa depende de suas próprias forças e é bom lembrar que entra em campo classificado, pois ocupa atualmente a segunda colocação, com 12 pontos, um a menos que seu homônimo potiguar.
» Natan quer voltar em grande estilo
Até mesmo um empate pode beneficiar o time pernambucano. Mas para isso teria que torcer para Santa potiguar, que encara o Guarani, terceiro colocado com 11 pontos. O adversário dos corais também aspira a segunda vaga. Para tanto, tem que vencer no Arruda e torcer para o Guarani-CE empatar jogo. Essa configuração deixaria Santa, Guarani e Alecrim com 12 pontos, mas o time cearense levaria vantagem no número de vitórias.
Números à parte, o técnico Zé Teodoro mexe em quatro posições para a partida decisiva. A única obrigatória é a saída do atacante Thiago Cunha, expulso na rodada passada. Jeovânio (volante), Leandrinho (meia) e Ricardinho (atacante) saem por opção do comandante.
A intenção de Teodoro era mandar a campo Ludemar e Fernando Gaúcho no ataque. Porém, este último não foi regularizado em tempo. Flávio Recife é o escolhido. No meio, as alterações visam aumentar a velocidade. Chicão ganhou o posto na cabeça de área e Natan volta a fazer dupla de armação com Weslley depois de um bom tempo recuperando-se de uma lesão muscular.
"Todo jogador quer uma chance de jogar como titular e poder mostrar seu futebol. Eu vim para o Arruda em busca de um lugar no time e estou trabalhando forte. Estou pronto para entrar e ajudar a equipe do Santa Cruz", disse Ludemar.
Ficha do jogo:
Santa Cruz: Tiago Cardoso; Roma, Leandro Souza, André Oliveira e Dutra; Chicão, Memo, Weslley e Natan; Flávio Recife e Ludemar. Técnico: Zé Teodoro.
Alecrim-RN: Dida; Everton, Ramon, Anderson e Delano; Gavião, Nino, Willian Carioca e Diego; Andrei e Edvan Pinduca. Técnico: Carlos Gutemberg.
Local: Arruda. Árbitro: Felipe Duarte Varejão (ES). Assistentes: Jossemmar Diniz e Albert Júnior (PE). Ingressos: R$ 30 (arquibancada inferior) e R$ 15 (arquibancada superior e meia-entrada).
Fonte: blogdotorcedor
sábado, 17 de setembro de 2011
Náutico acorda no 2º tempo, vence o Salgueiro e assume a vice-liderança
Num segundo tempo com mais atitude o Náutico reabilitou-se em grande estilo na Série B. O time alvirrubro venceu o Salgueiro por 1x0, manteve a melhor campanha como mandante e, ainda por cima, assumiu a vice-liderança da competição com os 44 pontos marcados. Já o Salgueiro cada vez mais embarca no rebaixamento, estacionado com 22 em penúltimo lugar.
O Náutico tentou usar de velocidade para envolver o Salgueiro nos primeiros minutos. Porém, o que se viu foi mais correria, dando a impressão que os jogadores estavam mais velozes que a bola. Kieza provou isso aos nove minutos. Correu tanto que passou da linha da bola. Terminou desarmado.
De seu lado, o Salgueiro não escondia sua pretensão de tentar surpreender no contra-ataque. Porém, faltava mobilidade ao seu meio de campo, principalmente Paulo Santos, principal articulador. Clebson, que tem por característica dar opção em todos os lados poderia ser uma opção para acrescentar mais poder de fogo.
O meio de campo do Náutico, também mexido, sofreu sem um meia de origem. Elton não ocupava a faixa entre os volantes e a dupla de ataque. Com isso, Rogério e Kieza não foram municiados como deveriam. A melhor oportunidade surgiu num avanço de Derley aos 16. Ele serviu Rogério. Livre, o camisa 11 chutou rasteiro, à direita do gol.
O Salgueiro também teve sua chance parecida - com um pouco mais de dificuldade. Num chutão da defesa, Ricardinho recebeu dentro da área com liberdade para evoluir. Porém, ele preferiu o chute precipitado. A bola bateu em Ronaldo Alves, que estava à sua frente, e saiu.
Como o Náutico não conseguia deixar seus atacantes em condições de finalizar, o Salgueiro foi encontrando seu espaço aos poucos. E terminou dando um susto em Gideão aos 37. Renê arriscou de fora da área e a bola explodiu no travessão. No final da etapa, Elton saiu de campo com uma lesão muscular. Philip entrou em seu lugar. A última chance terminou saindo dos pés de Philip, que ajeitou para Elicarlos tentar mais uma vez marcar um gol no seu jogo centenário. A bola passou raspando a trave esquerda.
O timbu voltou para o segundo tempo tentando a marcação na saída de bola do Salgueiro. Tanto que aos dois minutos foram duas excelentes oportunidades desperdiçadas. Aos 50 segundos, Rogério fez grande jogada pelo lado direito da área e rolou rasteiro para Derley. De primeira, ele chutou emcima de Juninho.
Aos dois, após cobrança de falta, Luciano soltou a bola e Marlon chutou. A bola bateu nas costas do goleiro sertanejo. Demonstrando bem mais vontade de vencer, o Náutico manteve o Salgueiro encurralado e aos nove foi a vez de Kieza, dentro da área, chutar fraco, nas mãos do goleiro.
O técnico do Salgueiro, Luiz Carlos Barbieri, tentou segurar o ímpeto alvirrubro com uma substituição ousada. Tirou o meia Paulo Santos para acionar Thiago Marabá. Com mais um homem na frente, um dos volantes alvirrubros não poderia se arriscar tanto ao ataque.
Mas não foi o que se viu na prática. Sem Paulo Santos, o time visitante perdeu seu jogador que tinha um mínimo de lucidez. Assim, um dos três precisou recuar e não aliviou a maior posse de bola dos alvirrubros no campo de ataque. De tanto martelar, o Náutico foi recompensado aos 26. Kieza, que já acertara a trave, mesmo pressionado, conseguiu cruzar rasteiro para o meio da área. Derley apareceu em velocidade e empurrou para as redes.
Barbieri arriscou ainda mais ao tirar o zagueiro Juninho, machucado, para entrar com mais um atacante, Edmar. Mas o efeito só apareceu aos 35 minutos num chute que Fabrício Ceará só conseguiu porque fez tabela, sem querer, com o volante Everton. Na teoria, o quarteto de atacantes assustou. A tal ponto de Waldemar Lemos acrescentar um terceiro zagueiro (Diego Bispo) para sacrificar o lateral Neno.
O Salgueiro tirou proveito dessa mudança muito mais pelo recuo de Elicarlos do que pelos seus próprios méritos. Mas só equilibrou a posse de bola. Fazê-la chegar com qualidade a Fabrício Ceará e Ricardinho foi mais complicado e o jogo terminou mesmo com vitória alvirrubra.
Ficha do jogo:
Náutico: Gideão; Neno (Bispo), Marlon, Ronaldo Alves e Jeff Silva; Everton, Elicarlos, Derley e Élton (Philip) (Philip); Kieza e Rogério. Técnico: Waldemar Lemos.
Salgueiro: Luciano; Mateus (Amaral), Juninho (Edmar), Alexandre e Piauí; Pio, Josa, Renê e Paulo Santos (Thiago Marabá); Ricardinho e Fabrício Ceará. Técnico: Luiz Carlos Barbieri.
Local: Aflitos. Árbitro: Cláudio Mercante (PE). Assistentes: José Pedro Wanderley e Alcides Lira (ambos de PE). Gol: Derley, aos 26 do segundo tempo. Cartões amarelos: Elton, Jeff Silva, Marlon, Fabrício Ceará, Luciano e Mateus. Público: 15.007. Renda: R$ 93.990.
Fonte: Blogdotorcedor
O Náutico tentou usar de velocidade para envolver o Salgueiro nos primeiros minutos. Porém, o que se viu foi mais correria, dando a impressão que os jogadores estavam mais velozes que a bola. Kieza provou isso aos nove minutos. Correu tanto que passou da linha da bola. Terminou desarmado.
De seu lado, o Salgueiro não escondia sua pretensão de tentar surpreender no contra-ataque. Porém, faltava mobilidade ao seu meio de campo, principalmente Paulo Santos, principal articulador. Clebson, que tem por característica dar opção em todos os lados poderia ser uma opção para acrescentar mais poder de fogo.
O meio de campo do Náutico, também mexido, sofreu sem um meia de origem. Elton não ocupava a faixa entre os volantes e a dupla de ataque. Com isso, Rogério e Kieza não foram municiados como deveriam. A melhor oportunidade surgiu num avanço de Derley aos 16. Ele serviu Rogério. Livre, o camisa 11 chutou rasteiro, à direita do gol.
O Salgueiro também teve sua chance parecida - com um pouco mais de dificuldade. Num chutão da defesa, Ricardinho recebeu dentro da área com liberdade para evoluir. Porém, ele preferiu o chute precipitado. A bola bateu em Ronaldo Alves, que estava à sua frente, e saiu.
Como o Náutico não conseguia deixar seus atacantes em condições de finalizar, o Salgueiro foi encontrando seu espaço aos poucos. E terminou dando um susto em Gideão aos 37. Renê arriscou de fora da área e a bola explodiu no travessão. No final da etapa, Elton saiu de campo com uma lesão muscular. Philip entrou em seu lugar. A última chance terminou saindo dos pés de Philip, que ajeitou para Elicarlos tentar mais uma vez marcar um gol no seu jogo centenário. A bola passou raspando a trave esquerda.
O timbu voltou para o segundo tempo tentando a marcação na saída de bola do Salgueiro. Tanto que aos dois minutos foram duas excelentes oportunidades desperdiçadas. Aos 50 segundos, Rogério fez grande jogada pelo lado direito da área e rolou rasteiro para Derley. De primeira, ele chutou emcima de Juninho.
Aos dois, após cobrança de falta, Luciano soltou a bola e Marlon chutou. A bola bateu nas costas do goleiro sertanejo. Demonstrando bem mais vontade de vencer, o Náutico manteve o Salgueiro encurralado e aos nove foi a vez de Kieza, dentro da área, chutar fraco, nas mãos do goleiro.
O técnico do Salgueiro, Luiz Carlos Barbieri, tentou segurar o ímpeto alvirrubro com uma substituição ousada. Tirou o meia Paulo Santos para acionar Thiago Marabá. Com mais um homem na frente, um dos volantes alvirrubros não poderia se arriscar tanto ao ataque.
Mas não foi o que se viu na prática. Sem Paulo Santos, o time visitante perdeu seu jogador que tinha um mínimo de lucidez. Assim, um dos três precisou recuar e não aliviou a maior posse de bola dos alvirrubros no campo de ataque. De tanto martelar, o Náutico foi recompensado aos 26. Kieza, que já acertara a trave, mesmo pressionado, conseguiu cruzar rasteiro para o meio da área. Derley apareceu em velocidade e empurrou para as redes.
Barbieri arriscou ainda mais ao tirar o zagueiro Juninho, machucado, para entrar com mais um atacante, Edmar. Mas o efeito só apareceu aos 35 minutos num chute que Fabrício Ceará só conseguiu porque fez tabela, sem querer, com o volante Everton. Na teoria, o quarteto de atacantes assustou. A tal ponto de Waldemar Lemos acrescentar um terceiro zagueiro (Diego Bispo) para sacrificar o lateral Neno.
O Salgueiro tirou proveito dessa mudança muito mais pelo recuo de Elicarlos do que pelos seus próprios méritos. Mas só equilibrou a posse de bola. Fazê-la chegar com qualidade a Fabrício Ceará e Ricardinho foi mais complicado e o jogo terminou mesmo com vitória alvirrubra.
Ficha do jogo:
Náutico: Gideão; Neno (Bispo), Marlon, Ronaldo Alves e Jeff Silva; Everton, Elicarlos, Derley e Élton (Philip) (Philip); Kieza e Rogério. Técnico: Waldemar Lemos.
Salgueiro: Luciano; Mateus (Amaral), Juninho (Edmar), Alexandre e Piauí; Pio, Josa, Renê e Paulo Santos (Thiago Marabá); Ricardinho e Fabrício Ceará. Técnico: Luiz Carlos Barbieri.
Local: Aflitos. Árbitro: Cláudio Mercante (PE). Assistentes: José Pedro Wanderley e Alcides Lira (ambos de PE). Gol: Derley, aos 26 do segundo tempo. Cartões amarelos: Elton, Jeff Silva, Marlon, Fabrício Ceará, Luciano e Mateus. Público: 15.007. Renda: R$ 93.990.
Fonte: Blogdotorcedor
Série C: Fortaleza se livra do rebaixamento com direito a gol espírita
Jogando na tarde deste sábado, no Estádio Presidente Vargas, no Ceará, o Fortaleza venceu o CRB por 4 a 0 e se livrou do rebaixamento na Série C. Com gols de Vavá (2), Gustavo Papa e Marcos Goiano, o Leão chegou aos mesmos nove pontos e saldo de gols de -1 que o Campinense. Porém, como o Leão tinha 11 gols feitos na primeir fase, contra sete dos paraibanos, acabou sobrando para a Raposa. O CRB, que já estava classificado, terminou a ª fase com 11 pontos e na vice-liderança da chave.
No outro jogo da tarde, o Campinense fez sua parte e venceu o Guarany com um gol de Gilberto Matuto aos 46 minutos do segundo tempo. Porém, acontece que o Fortaleza fez dois gols em menos de cinco minutos na partida contra o CRB e ficou com um numero maior de gols na classificação: 11 a 7. Isso fez com que o time acabasse indo do céu ao inferno e sendo rebaixado para a Série D.
No domingo, acontecem seis jogos. Por enquanto, estão classificados cinco times: América-RN, Ipatinga-MG, Brasiliense-DF, Joinville-SC e Chapecoense-SC. Faltam, portanto, três vagas para a segunda fase.
De outro lado, dois times estão rebaixados por conta de decisões do Superior Tribunal de Justiça Desportiva: o Brasil-RS, no Grupo D, onde soma um ponto após perder seis por utilizar-se de um jogador irregular, e o Rio Branco-AC, com zero no Grupo A, após ser eliminado por lutar na Justiça Comum para liberar o Estádio Arena da Floresta, na capital do Acre.
Confira os jogos da última rodada:
Sábado
Fortaleza-CE 4 x 0 CRB-AL
Campinense-PB 1 x 0 Guarany-CE
Domingo
Marília-SP x Macaé-RJ
Madureira-RJ x Brasiliense-DF
Paysandu-PA x Araguaína-TO
Luverdense-MT x Águia-PA
Brasil-RS x Santo André-SP
Chapecoense-SC x Caxias-RS
Fonte: futebol interior
No outro jogo da tarde, o Campinense fez sua parte e venceu o Guarany com um gol de Gilberto Matuto aos 46 minutos do segundo tempo. Porém, acontece que o Fortaleza fez dois gols em menos de cinco minutos na partida contra o CRB e ficou com um numero maior de gols na classificação: 11 a 7. Isso fez com que o time acabasse indo do céu ao inferno e sendo rebaixado para a Série D.
No domingo, acontecem seis jogos. Por enquanto, estão classificados cinco times: América-RN, Ipatinga-MG, Brasiliense-DF, Joinville-SC e Chapecoense-SC. Faltam, portanto, três vagas para a segunda fase.
De outro lado, dois times estão rebaixados por conta de decisões do Superior Tribunal de Justiça Desportiva: o Brasil-RS, no Grupo D, onde soma um ponto após perder seis por utilizar-se de um jogador irregular, e o Rio Branco-AC, com zero no Grupo A, após ser eliminado por lutar na Justiça Comum para liberar o Estádio Arena da Floresta, na capital do Acre.
Confira os jogos da última rodada:
Sábado
Fortaleza-CE 4 x 0 CRB-AL
Campinense-PB 1 x 0 Guarany-CE
Domingo
Marília-SP x Macaé-RJ
Madureira-RJ x Brasiliense-DF
Paysandu-PA x Araguaína-TO
Luverdense-MT x Águia-PA
Brasil-RS x Santo André-SP
Chapecoense-SC x Caxias-RS
Fonte: futebol interior
Meia Natan quer voltar ao Santa em grande estilo
De volta ao time do Santa Cruz após um longo período recuperando de uma contusão e fazendo reforço muscular na coxa direita, o meia Natan quer usar o jogo deste domingo (18), diante do Alecrim como o momento do time reconquistar a confiança da torcida, abalada após e perda da invencibilidade na Série D, na semana passada, contra o Guarani-CE.
"Conversei com os companheiros e muitos estão insatisfeitos por não renderem o que podem. Esse jogo será uma chance para mostrar nosso potencial e por que fomos campeões pernambucanos", ressaltou. Para tanto, o jogador já sabe que não se pode deixar o inevitável nervosismo das arquibancadas entrar nas quatro linhas. "Temos que manter a tranquilidade e a atenção para aproveitar as oportunidades", salientou.
O meia passou quase 50 dias em tratamento para que as sucessivas lesões musculares não mais o atrapalhassem. Tanto que esse período foi quase o dobro de uma recuperação tradicional. "O normal seria em 21 dias e foram 47. Fiz fortalecimento, estou bem e confiante. Acredito que essas lesões não vão se repetir".
Fonte: Blogdotorcedor
"Conversei com os companheiros e muitos estão insatisfeitos por não renderem o que podem. Esse jogo será uma chance para mostrar nosso potencial e por que fomos campeões pernambucanos", ressaltou. Para tanto, o jogador já sabe que não se pode deixar o inevitável nervosismo das arquibancadas entrar nas quatro linhas. "Temos que manter a tranquilidade e a atenção para aproveitar as oportunidades", salientou.
O meia passou quase 50 dias em tratamento para que as sucessivas lesões musculares não mais o atrapalhassem. Tanto que esse período foi quase o dobro de uma recuperação tradicional. "O normal seria em 21 dias e foram 47. Fiz fortalecimento, estou bem e confiante. Acredito que essas lesões não vão se repetir".
Fonte: Blogdotorcedor
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
Sport empata e perde a chance de entrar no G4
Mais uma vez o Sport para diante do Duque de Caxias. Marcando muito mal e tendo em Marcelinho Paraíba seu único jogador lúcido, o Leão tropeçou pela segunda vez no lanterna da Série B. Mais do que isso, o ponto conquistado - chegou aos 40 - não foi suficiente para levar o time pernambucano ao G4. A equipe do Rio de Janeiro chegou aos 10 pontos, dos quais 20% foram conquistados em cima do Leão.
Diante de um adversário tecnicamente inferior o Sport adotou a tática correta para quem ambiciona voos altos na competição: marcou a saída de bola do Duque. O problema era na hora de sair jogando. Os rubro-negros pareciam muito ansiosos em fazer a bola chegar logo no gol do oponente e abusaram dos passes longos.
Prova disso foi o que fez Renato, em sua primeira ação ofensiva. Aos sete minutos, ele avançou pela meia direita e tentou passe para Marcelinho Paraíba. A bola foi forte demais e terminou nas mãos de Marcelo Carné. Dois minutos depois os mesmos jogadores protagonizaram outra jogada, desta vez com final feliz.
Renato foi próximo à linha de fundo e cruzou, Júnior Viçosa desviou de cabeça para Marcelinho Paraíba chutar forte, de primeira, sem chance de defesa. O gol fez justiça ao melhor futebol apresentado pelo Sport. Só que após conseguir a vantagem o time pernambucano afrouxou a marcação e o time do Rio começou a ganhar espaço. Faltou apenas competência para finalizar as jogadas.
O segundo gol esteve nos pés de Júnior Viçosa, aos 22 minutos. Fernandinho lançou Bruno Mineiro, que ajeitou de cabeça. Livre, o camisa 11 se atrapalhou com a bola e terminou rolando fraco, nas mãos do goleiro. A essa altura o Duque de Caxias já conseguira equilibrar o jogo, dada a dificuldade do Sport em manter a bola no campo ofensivo.
E num contra-ataque, os donos da casa chegaram ao empate. Ernani virou o jogo da esquerda para a direita e Gilcimar chutou de fora da área. Magrão estava mais adiantado do que devia e não pôde evitar o gol. O jogo estava equilibrado antes do empate e, depois disso, o Duque chegou a pressionar, aproveitando a dificuldade do Sport em ganhar a segunda bola defensiva.
O Sport voltou para o segundo tempo com Misael no lugar do apagado Júnior Viçosa. Mas o Duque de Caxias havia encaixado bem a marcação no primeiro tempo e repetiu a dose no início do segundo. Misael, embora tenha dado mais opção pecava na hora de dar sequência às jogadas.
O panorama era o seguinte: os rubro-negros com bem mais posse de bola mas sem conseguir deixar seus atacantes em condições de marcar. O Duque de Caxias, limitado por suas deficiências técnicas sem molestar a meta de Magrão. Porém, a falta de objetividade do Sport quase é castigada numa bola parada. Aos 22 minutos, Santiago bateu falta e a bola explodiu na trave esquerda. Magrão nada pôde fazer a não ser olhar e torcer para a bola não entrar.
Depois da mudança no ataque, o técnico leonino resolveu mexer na criação. Diego Torres entrou no lugar de Daniel Paulista. Não acrescentou nada. E o jogo continuou todo nas costas de Marcelinho Paraíba, que mesmo melhor marcado, ainda conseguiu levar o time à frente aos trancos e barrancos.
Mas aos 38 minutos, o paraibano cansou de carregar o time nas costas e foi substituído por Maylson. Foi a senha para qualquer esperança de vitória se esvair. Prova disso é que, automaticamente, o time pernambucano passou a levar a bola para o ataque na base do chutão.
Ficha do Jogo:
Duque de Caxias: Marcelo Carné; Everton Silva, Paulão, Santiago e Ernani (Leo); Felipe, Júlio César (Thiaguinho), Edu Pina e Tony; Dudu (Leo Pimenta) e Gilcimar. Técnico: Caco Spinosa (interino).
Sport: Magrão; Renato, Tobi, César e Fernandinho; Hamílton, Rithelly, Daniel Paulista (Diego Torres) e Marcelinho Paraíba (Maylson); Júnior Viçosa (Misael) e Bruno Mineiro. Técnico: Paulo César Gusmão.
Loca: Estádio Raulino de Oliveira. Árbitro: Paulo Henrique de Godói Bezerra (SC) Auxiliares: Jannete Mara Arcanjo e Tatiana Jacques de Freitas(RO). Gols: Marcelinho Paraíba, aos nove; Gilcimar, aos 35 do primeiro. Cartões amarelos: Edu Pina e Daniel Paulista. Público: 118. Renda: R$ 830.
Fonte:blogdotorcedor
Diante de um adversário tecnicamente inferior o Sport adotou a tática correta para quem ambiciona voos altos na competição: marcou a saída de bola do Duque. O problema era na hora de sair jogando. Os rubro-negros pareciam muito ansiosos em fazer a bola chegar logo no gol do oponente e abusaram dos passes longos.
Prova disso foi o que fez Renato, em sua primeira ação ofensiva. Aos sete minutos, ele avançou pela meia direita e tentou passe para Marcelinho Paraíba. A bola foi forte demais e terminou nas mãos de Marcelo Carné. Dois minutos depois os mesmos jogadores protagonizaram outra jogada, desta vez com final feliz.
Renato foi próximo à linha de fundo e cruzou, Júnior Viçosa desviou de cabeça para Marcelinho Paraíba chutar forte, de primeira, sem chance de defesa. O gol fez justiça ao melhor futebol apresentado pelo Sport. Só que após conseguir a vantagem o time pernambucano afrouxou a marcação e o time do Rio começou a ganhar espaço. Faltou apenas competência para finalizar as jogadas.
O segundo gol esteve nos pés de Júnior Viçosa, aos 22 minutos. Fernandinho lançou Bruno Mineiro, que ajeitou de cabeça. Livre, o camisa 11 se atrapalhou com a bola e terminou rolando fraco, nas mãos do goleiro. A essa altura o Duque de Caxias já conseguira equilibrar o jogo, dada a dificuldade do Sport em manter a bola no campo ofensivo.
E num contra-ataque, os donos da casa chegaram ao empate. Ernani virou o jogo da esquerda para a direita e Gilcimar chutou de fora da área. Magrão estava mais adiantado do que devia e não pôde evitar o gol. O jogo estava equilibrado antes do empate e, depois disso, o Duque chegou a pressionar, aproveitando a dificuldade do Sport em ganhar a segunda bola defensiva.
O Sport voltou para o segundo tempo com Misael no lugar do apagado Júnior Viçosa. Mas o Duque de Caxias havia encaixado bem a marcação no primeiro tempo e repetiu a dose no início do segundo. Misael, embora tenha dado mais opção pecava na hora de dar sequência às jogadas.
O panorama era o seguinte: os rubro-negros com bem mais posse de bola mas sem conseguir deixar seus atacantes em condições de marcar. O Duque de Caxias, limitado por suas deficiências técnicas sem molestar a meta de Magrão. Porém, a falta de objetividade do Sport quase é castigada numa bola parada. Aos 22 minutos, Santiago bateu falta e a bola explodiu na trave esquerda. Magrão nada pôde fazer a não ser olhar e torcer para a bola não entrar.
Depois da mudança no ataque, o técnico leonino resolveu mexer na criação. Diego Torres entrou no lugar de Daniel Paulista. Não acrescentou nada. E o jogo continuou todo nas costas de Marcelinho Paraíba, que mesmo melhor marcado, ainda conseguiu levar o time à frente aos trancos e barrancos.
Mas aos 38 minutos, o paraibano cansou de carregar o time nas costas e foi substituído por Maylson. Foi a senha para qualquer esperança de vitória se esvair. Prova disso é que, automaticamente, o time pernambucano passou a levar a bola para o ataque na base do chutão.
Ficha do Jogo:
Duque de Caxias: Marcelo Carné; Everton Silva, Paulão, Santiago e Ernani (Leo); Felipe, Júlio César (Thiaguinho), Edu Pina e Tony; Dudu (Leo Pimenta) e Gilcimar. Técnico: Caco Spinosa (interino).
Sport: Magrão; Renato, Tobi, César e Fernandinho; Hamílton, Rithelly, Daniel Paulista (Diego Torres) e Marcelinho Paraíba (Maylson); Júnior Viçosa (Misael) e Bruno Mineiro. Técnico: Paulo César Gusmão.
Loca: Estádio Raulino de Oliveira. Árbitro: Paulo Henrique de Godói Bezerra (SC) Auxiliares: Jannete Mara Arcanjo e Tatiana Jacques de Freitas(RO). Gols: Marcelinho Paraíba, aos nove; Gilcimar, aos 35 do primeiro. Cartões amarelos: Edu Pina e Daniel Paulista. Público: 118. Renda: R$ 830.
Fonte:blogdotorcedor
CONFUSÃO NOS AFLITOS: Ofendido, Jeff Silva quer processar jornalista
Após o treinamento de hoje(sexta) nos aflitos, já na saida dos jogadores do Naútico para a concentração houve uma tremenda confusão.
Alguns jogadores passaram correndo em direção a sede do clube tentando achar o jornalista que faz o personagem “PaiAqui” do DP. Jeff Silva era o mais revoltado entre os jogadores… ” NÃO ACEITO ISSO! ESSE CARA PENSA QUE É O QUE? VOU PROCESSAR ELE… ” declarou o lateral alvirubro.
No meio do corre-corre o atacante Kieza fez questão de falar alto e em bom som.. ” Por isso que não gosto de dar entrevistas a essa imprensa de FDP “. A revolta se deu conta por uma matéria publicada no blog do personagem “PaiAqui”… que fez uma comparação entre Jeff Silva e Cristiano Ronaldo de título ‘ Espelho, Espelho meu…http://blogs.diariodepernambuco.com.br/paiaqui/?p=8104
No texto original (foi corrigido) a frase que revoltou Jeff Silva foi: ” Jeff Silva, coitado, é feio “pobre” e mora longe. ” Isso revoltou o jogador.
WA: Por fazer um personagem polêmico que tira onda com jogadores e dirigentes do nosso futebol, cabe um pouco de sensibilidade da empresa do profissional em separar as coisas. Ou faz o personagem, ou cobre o clube. Os dois NÃO dá né… Quanto a declaração de Kieza, sem comentários, generalizando ele já está todo errado.
Fonte: wareporter
Alguns jogadores passaram correndo em direção a sede do clube tentando achar o jornalista que faz o personagem “PaiAqui” do DP. Jeff Silva era o mais revoltado entre os jogadores… ” NÃO ACEITO ISSO! ESSE CARA PENSA QUE É O QUE? VOU PROCESSAR ELE… ” declarou o lateral alvirubro.
No meio do corre-corre o atacante Kieza fez questão de falar alto e em bom som.. ” Por isso que não gosto de dar entrevistas a essa imprensa de FDP “. A revolta se deu conta por uma matéria publicada no blog do personagem “PaiAqui”… que fez uma comparação entre Jeff Silva e Cristiano Ronaldo de título ‘ Espelho, Espelho meu…http://blogs.diariodepernambuco.com.br/paiaqui/?p=8104
No texto original (foi corrigido) a frase que revoltou Jeff Silva foi: ” Jeff Silva, coitado, é feio “pobre” e mora longe. ” Isso revoltou o jogador.
WA: Por fazer um personagem polêmico que tira onda com jogadores e dirigentes do nosso futebol, cabe um pouco de sensibilidade da empresa do profissional em separar as coisas. Ou faz o personagem, ou cobre o clube. Os dois NÃO dá né… Quanto a declaração de Kieza, sem comentários, generalizando ele já está todo errado.
Fonte: wareporter
Carcará sinaliza treinar em casa
Do Jornal do Commercio
Após quase quatro meses de separação, o elenco do Salgueiro pode, enfim, voltar para casa, o estádio Cornélio de Barros, já a partir de segunda-feira. Mas ainda não para jogos. Com a retirada das próximas partidas do Carcará na Série B do Ademir Cunha, a pedido da Federação Pernambucana de Futebol, que visa recuperar o castigado gramado do estádio de Paulista, o time sertanejo passará a realizar seus treinos em outro local. E o Cornélio de Barros, que passa por obras de ampliação, seria uma opção, segundo o presidente do clube Clebel Cordeiro.
Ainda de acordo com o mandatário do Carcará, outras alternativas seriam o Estádio Paulo Coelho, em Petrolina, e o Estádio Eugênio de Araújo, o Olindão, localizado no bairro de Jardim Brasil, em Olinda. Vale lembrar que já a partir do jogo contra o Americana, no dia 27, o Salgueiro mandará suas partidas no Recife, na Ilha do Retiro, Arruda ou Aflitos, a depender da disponibilidade de um deles. O retorno definitivo para o Cornélio de Barros, de acordo com a previsão de término da ampliação, seria apenas a partir do confronto contra o Vila Nova, no dia 29 de outubro.
"Vamos treinar em Paulista até amanhã (hoje) e definirmos o novo local de treinos até a noite do sábado. Temos a opção de Salgueiro, Petrolina e Olinda e só viríamos para o Recife nos dias dos jogos. Em Salgueiro, voltaríamos para casa, e as obras do Cornélio de Barros não atrapalhariam. Em Petrolina, teríamos a opção do aeroporto, o que facilitaria o deslocamento para o Recife, e em Olinda manteríamos toda a nossa atual estrutura", analisou Clebel, que ainda colocou como uma quarta alternativa, menos provável, o Municipal de Carpina. "O Náutico também pode colocar o CT dele à disposição", sugeriu.
Com relação ao time para o jogo de amanhã, contra o Náutico, nos Aflitos, o técnico Luiz Carlos Barbieri tem apenas uma dúvida. Destaque da equipe nas últimas rodadas, com três gols nos últimos dois jogos, o atacante Ricardinho, com dores na perna esquerda, ainda não tem sua presença confirmada. O jogador foi poupado do treino de ontem. Na movimentação de hoje, ainda no Ademir Cunha, será reavaliado.
No entanto, tanto o atacante quanto o médico Paulo Fernando foram otimistas quanto à sua participação no jogo. "Existe boa possibilidade de Ricardinho atuar nessa partida, já que não houve contusão. Foi só uma pancada", disse o médico do Carcará. "Ainda sinto um pouco de dor, mas estou evoluindo bem. Se a dor for suportável, vou para a partida", disse Ricardinho.
O restante da equipe será a mesma que começou o jogo contra o Paraná, na terça-feira.
Após quase quatro meses de separação, o elenco do Salgueiro pode, enfim, voltar para casa, o estádio Cornélio de Barros, já a partir de segunda-feira. Mas ainda não para jogos. Com a retirada das próximas partidas do Carcará na Série B do Ademir Cunha, a pedido da Federação Pernambucana de Futebol, que visa recuperar o castigado gramado do estádio de Paulista, o time sertanejo passará a realizar seus treinos em outro local. E o Cornélio de Barros, que passa por obras de ampliação, seria uma opção, segundo o presidente do clube Clebel Cordeiro.
Ainda de acordo com o mandatário do Carcará, outras alternativas seriam o Estádio Paulo Coelho, em Petrolina, e o Estádio Eugênio de Araújo, o Olindão, localizado no bairro de Jardim Brasil, em Olinda. Vale lembrar que já a partir do jogo contra o Americana, no dia 27, o Salgueiro mandará suas partidas no Recife, na Ilha do Retiro, Arruda ou Aflitos, a depender da disponibilidade de um deles. O retorno definitivo para o Cornélio de Barros, de acordo com a previsão de término da ampliação, seria apenas a partir do confronto contra o Vila Nova, no dia 29 de outubro.
"Vamos treinar em Paulista até amanhã (hoje) e definirmos o novo local de treinos até a noite do sábado. Temos a opção de Salgueiro, Petrolina e Olinda e só viríamos para o Recife nos dias dos jogos. Em Salgueiro, voltaríamos para casa, e as obras do Cornélio de Barros não atrapalhariam. Em Petrolina, teríamos a opção do aeroporto, o que facilitaria o deslocamento para o Recife, e em Olinda manteríamos toda a nossa atual estrutura", analisou Clebel, que ainda colocou como uma quarta alternativa, menos provável, o Municipal de Carpina. "O Náutico também pode colocar o CT dele à disposição", sugeriu.
Com relação ao time para o jogo de amanhã, contra o Náutico, nos Aflitos, o técnico Luiz Carlos Barbieri tem apenas uma dúvida. Destaque da equipe nas últimas rodadas, com três gols nos últimos dois jogos, o atacante Ricardinho, com dores na perna esquerda, ainda não tem sua presença confirmada. O jogador foi poupado do treino de ontem. Na movimentação de hoje, ainda no Ademir Cunha, será reavaliado.
No entanto, tanto o atacante quanto o médico Paulo Fernando foram otimistas quanto à sua participação no jogo. "Existe boa possibilidade de Ricardinho atuar nessa partida, já que não houve contusão. Foi só uma pancada", disse o médico do Carcará. "Ainda sinto um pouco de dor, mas estou evoluindo bem. Se a dor for suportável, vou para a partida", disse Ricardinho.
O restante da equipe será a mesma que começou o jogo contra o Paraná, na terça-feira.
Vitória das Tabocas antecipa Pascoa e mete chocolate no São Francisco do Conde pela Copa do Brasil Feminino 2011
As quartas de finais da Copa do Brasil Feminino começou nesta quinta-feira e as Taboquitas não tomou conhecimento do Rival da Bahia. Com três gols de Beatriz, dois de Thaisinha e Camila, as guerreiras das tabocas fecharam o chocolate em 6x2 e deu numeros finais no estádio Junqueira Ayres.
O chocolate deixou o time de Vitória de Santo Antão a um passo da Semi-Final inédita da Copa do Brasil de futebol feminino, pois poderá perder até por 4 gols de diferença na partida de volta em Vitória de Santo Antao.
A próxima partida do Vitória será realizada no próximo sábado dia 24 de Setembro no Estádio Carneirão as 20 horas.
O preço do ingresso custará 3,00 reais.
Confira os outros resultados da Copa do Brasil:
Viana/MA 1 x 1 Tuna Luso/PA
São Francisco 2 x 6 Vitória
Foz Cataratas/PR 2 x 1 Santos/SP
Rio Preto/SP 3 x 1 São José/SP
O chocolate deixou o time de Vitória de Santo Antão a um passo da Semi-Final inédita da Copa do Brasil de futebol feminino, pois poderá perder até por 4 gols de diferença na partida de volta em Vitória de Santo Antao.
A próxima partida do Vitória será realizada no próximo sábado dia 24 de Setembro no Estádio Carneirão as 20 horas.
O preço do ingresso custará 3,00 reais.
Confira os outros resultados da Copa do Brasil:
Viana/MA 1 x 1 Tuna Luso/PA
São Francisco 2 x 6 Vitória
Foz Cataratas/PR 2 x 1 Santos/SP
Rio Preto/SP 3 x 1 São José/SP
Assinar:
Postagens (Atom)

