sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Jogando mal, Náutico fica no empate diante do Duque de Caxias

Quem esperava que o Náutico iria atropelar o Duque de Caxias, no estádio dos Aflitos, em confronto válido pela 27ª rodada da Série B, se enganou. Sem a mesma pegada e criatividade de jogos anteriores, o Náutico se atrapalhou bastante e criou poucos lances de perigo e acabou amargando um empate em 1x1. Kieza abriu o placar, aos 27 minutos do segundo tempo. No entanto, o Duque conseguiu reagir e empatar a partida, aos 46 minutos, num belo gol de Júlio César. Após o resultado, o Timbu permanece na terceira colocação, com 48 pontos. O Duque, que arrancou um bom resultado, permanece na lanterna, com 11. Na próxima terça-feira, o Náutico encara o Guarani, em São Paulo.

Quem esperava que o Náutico iria atropelar o Duque de Caxias, no estádio dos Aflitos, em confronto válido pela 27ª rodada da Série B, se enganou. Sem a mesma pegada e criatividade de jogos anteriores, o Náutico se atrapalhou bastante e criou poucos lances de perigo e acabou amargando um empate em 1x1. Kieza abriu o placar, aos 27 minutos do segundo tempo. No entanto, o Duque conseguiu reagir e empatar a partida, aos 46 minutos, num belo gol de Júlio César. Após o resultado, o Timbu permanece na terceira colocação, com 48 pontos. O Duque, que arrancou um bom resultado, permanece na lanterna, com 11.

O Náutico esteve irreconhecível no primeiro tempo do duelo contra o Duque de Caxias. O time alvirrubro não mostrou criatividade para fugir da marcação imposta pelo lanterna da Série B. Assim, o Timbu praticamente não criou lances de perigo. Já o time carioca surpreendeu com uma marcação bem feita e atuando em velocidade na hora de atacar.

O técnico Waldemar Lemos não fez invenções. Mandou a campo a escalação que a torcida já conhece. A única diferença estava no gol: Glédson entrou na vaga de Gideão, que foi vetado pelo departamento médico. Diante de uma equipe que está praticamente rebaixada, esperava-se que o entrosamento do time iria superar a boa marcação do Duque de Caxias. Mas não foi isso o que se viu. O único lance digno de registro foi uma falta cobrada por Eduardo Ramos. A bola passou raspando a trave direita.

Do Duque de Caxias se esperava o futebol retrancado, sem querer dar espaços para o Timbu. Foi isso o que aconteceu. Porém, o time do técnico Paulo Campos ainda foi ao ataque e jogando de forma organizada. Tanto que criou a melhor chance de gol, aos 41 minutos. Erick Flores lançou Jhon na área. O atacante avançou e, de cara para o goleiro Glédson, "furou" bisonhamente.

No segundo tempo, o panorama mudou um pouco. O time alvirrubro manteve a velocidade e alternou as jogadas. No entanto, faltou mais poder de penetração. A equipe conseguiu tocar bem a bola no meio de campo, chegar na frente, mas esbarrou na bem postada zaga do Duque de Caxias.

A equipe carioca surpreendeu pela consciência na hora de ir ao ataque. Muita velocidade e bom toque de bola. As jogadas deixaram muitas vezes o setor alvirrubro batendo cabeça. Para se ter uma ideia que o Duque de Caxias daria trabalho aconteceu logo aos sete minutos. Jhon foi lançado na linha de fundo, invadiu a área e chutou em cima do goleiro Glédson.

O Duque de Caxias gostou do jogo. Enquanto o Náutico permanecia afobado. O time criou poucos lances de perigo. A maioria acontecia em chutes de fora da área, como o de Elicarlos, que o goleiro defendeu, e em cobranças de faltas, como a de Peter, que acertou a rede, mas pelo lado de fora.

Mesmo não conseguiu penetração, o Náutico conseguiu abrir o placar aos 27 minutos. Após cobrança de falta da direita, a bola não foi rebatida pela defesa e sobrou para Kieza, que mandou para as redes. O atacante estava em posição de impedimento, mas a arbitragem validou o lance.

O gol deu à torcida mais confiança, que passou a empurrar o time para fazer mais gols. No entanto, o Duque de Caxias não perdeu a postura. A equipe carioca não se perdeu em campo. Foi em busca do empate e conseguiu o empate já no "apagar das luzes". Após cruzamento na área, Glédson deu um soco na bola, que sobrou para Júlio César. O meia pegou de primeira e mandou para as redes.

O Duque de Caxias se fechou na defesa e garantiu o empate que teve sabor de vitória. Já o Náutico saiu do gramado sob as vaias da torcida.

Ficha técnica

Náutico: Glédson; Peter (Moisés), Marlon, Ronaldo Alves e Jeff Silva; Everton, Elicarlos, Derley e Eduardo Ramos (Diego Bispo); Rogério (Alexsandro) e Kieza. Técnico: Waldemar Lemos.

Duque de Caxias: Marcelo Carné; Everton Silva (Léo), Bruno Costa, Felipe Machado e Ernane; Edu Pina, Júlio César, Tony e Erick Flores; Léo Pimenta (Juninho) e Jhon (Antônio). Técnico: Paulo Campos.

Local: Aflitos. Horário: 20h30 Árbitro: Márcio Brum Coruja (RS). Assistentes: Eduardo Neves (RN) e Carolina Melo (CE). Gols: Kieza, aos 27, e Júlio César, aos 46 minutos do segundo temo. Público: 14.588. Renda: R$ 91.575.

Fonte: blogdotorcedor

Salgueiro perde para a Ponte em jogo de baixo nível técnico

Sem criatividade, o Salgueiro complicou ainda mais sua situação na Série B ao perder para a Ponte Preta nesta sexta-feira (30), na Fonte Luminosa, em Araraquara, pela 27ª rodada. O time pernambucano permanece em penúltimo lugar com 25 pontos. Edmar ainda teve a bola do jogo para empatar aos 46 do segundo tempo. Mas, de frente para o gol na marca do pênalti, mandou para fora.

O Salgueiro mostrou que a posição ocupada na classificação - penúltimo lugar - não é fruto do acaso. A equipe pernambucana mostrou sérias deficiências nos dois primeiros setores, defesa e meio de campo, o que terminou culinando na nulidade do ataque. O trabalho da Ponte só não ficou mais fácil porque o goleiro Luciano estava atento. Em pelo menos duas oportunidades ele salvou a pátria sertaneja.

A primeira num chute de Patric, que avançou fácil pelo lado direito da área. Quando o camisa 1 não pôde fazer nada a trave salvou. Aos dez minutos, uma linha de passe quase resulta em gol dos mandantes. Renato Cajá cruzou rasteiro para trás. Patric, dentro da área tocou rasteiro e João Paulo Silva tocou por baixo de Luciano. A bola caprichosamente chocou-se na trave esquerda. Os jogadores da Ponte também reclamaram um pênalti num toque de Renatinho que o braço direito de alemão impediu o camisa 10 alvinegro de continuar a jogada. A penalidade foi clara, mas o árbitro Heber Roberto Lopes estava encoberto por um jogador do Salgueiro.

Só após os 30 minutos é que o time pernambucano conseguiu afastar um pouco a bola de sua área. Mas quando teve as poucas chances de molestar Julio Cesar errou feio. Ao ponto de o lateral Thoni ter que rifar a bola para a entrada da área da Ponte mesmo sem que qualquer companheiro seu estivesse a postos para ao menos segurar e esperar a aproximação de alguém.

Ricardinho, de quem se esperava pelo menos correria pelos lados do campo foi anulado. A única chance que teve foi num rebote de escanteio. Chutou a bola em cima de um marcador. No mais, apenas tentativas de Piauí em esporádicas faltas alçadas na área. A Macaca acertou o travessão aos 35 numa cabeçada de Wescley após cobrança de escanteio por Renato Cajá. Depois, o ritmo do jogo caiu ao ponto de dar a impressão que os dois times estavam com preguiça de atuar.

Na volta para o segundo tempo os dois times não mostraram muito mais disposição do que a apresentada nos 15 minutos finais da etapa anterior. Mas dentro do futebol lento e pouco inspirado foi o time visitante a levar mais perigo. Aos dois minutos, Jos entrou pelo lado esquerdo da área e chutou forte para o goleiro espalmar. A segunda tentativa também foi do camisa nove, aos 17. Ricardinho aproveitou a saída errada da defesa rival e tocou para Josi mandar no travessão.

A Ponte não conseguiu tocar a bola em velocidade como fizera nos primeiros 20 minutos. Na única vez em que levaria perigo, num passe de Renato Cajá para Patric, Piauí foi mais rápido e com a ponta da chuteira mandou para fora. Como estava difícil chegar ao gol coletivamente, a Ponte começou a arriscar nas finalizações de longa distância. Aos 23 minutos João Paulo tentou pela primeira vez e Luciano mandou a escanteio. Na segunda, cinco minutos depois, não deu para o goleiro sertanejo. Ele avançou sozinho pelo meio e chutou no canto alto esquerdo.

No minuto sguinte, o técnico Luiz Carlos Barbieri tentou deixar o time mais ofensivo com a entrada do atacante Edmar no lugar de Paulo Santos. Uma alteração que tanto pode aumentar o poderio ofensivo como deixar o time sem alguém para armar as jogadas. A segunda opção se materializou. Edmar só veio tocar na bola seis minutos depois que entrou. A Macaca teve mais a posse de bola e não viu sua vitória ser ameaçada. Também não criou o suficiente para ampliar a vantagem. No último minuto, Edmar teve o gol de empate nos pés ao receber de Mateus na cobrança de escanteio. Chutou torto, para fora.

Ficha do jogo:

Ponte Preta: Julio César; Patric, Leandro Silva, Wescley e Wendell (João Paulo); Mancuso, João Paulo Silva, Renato Cajá (Tiago Luís) e Renatinho; Márcio Diogo (Bruno Nunes) e Ricardo Jesus. Técnico: Gilson Kleina.

Salgueiro: Luciano; Thoni, Alemão, Alexandre e Piauí; Renê, Josa, Diego Paulista (Mateus) e Paulo Santos (Edmar); Ricardinho (Beto) e Josi. Técnico: Luiz Carlos Barbieri.

Local: Arena Fonte Luminosa, em Araraquara (SP). Árbitro: Heber Roberto Lopes (FIFA-PR). Auxiliares: Eduardo de Souza Couto (CBF-PR) e Gilberto Stina Pereira (RJ). Gols: João Paulo Silva, aos 28 do segundo tempo. Cartões amarelos: Bruno Nunes e Mateus.

Fonte:blogdotorcedor

A preocupação do Náutico com o desgaste dos atletas

O Náutico segue preocupado com o desgaste físico dos seus atletas. Somente nesta semana, o zagueiro Marlon, o volante Everton, o meia Eduardo Ramos e o atacante Kieza foram poupados dos treinamentos devido à fádiga múscular.

A preocupação do alvirrubro faz sentido. Com um elenco reduzido, o Timbu não pode perder seus jogadores considerados titulares por lesão nesta reta final de competição, principalmente se estes jogadores forem Eduardo Ramos e Kieza, peças fundamentais no esquema do treinador Waldemar Lemos.

Por isso, todo cuidado com os atletas alvirrubros é necessário. Nesta quinta-feira, por exemplo,Eduardo Ramos realizou trabalhos físicos nos vestiários, enquanto Everton fez trabalhos leves no gramado.

As precauções do Náutico até agora vem dando resultado. Com o retorno do lateral esquerdo Jeff Silva do departamento médico, o Timbu segue com sua equipe considerada titular para a partida contra o Duque de Caxias na noite desta sexta-feira. O único desfalque é o goleiro Gideão com um desconforto muscular.

Este constante monitoramento do elenco por parte do DM alvirrubro é só mais um dos fatores que explica a excelente campanha do Náutico. Afinal,com quase todos os jogadores à disposição, Waldemar Lemos tem um motivo a menos para se preocupar na armação de sua equipe.

Fonte: blogdotorcedor

Médico do Sport diz que Daniel não precisará de cirúrgia

O médico do Sport, Dr. Antônio Bezerra, afirmou para a imprensa que o volante Daniel Paulista, que fraturou o tornozelo direito na partida contra o Criciúma, não precisará de cirúrgia. Segundo ele, o atleta ficará com o pé imobilizado por cerca de 60 dias para depois ser reavaliado. “Daniel teve uma entorse no tornozelo e depois dos exames foi detectada uma pequena fratura. Essa não é uma lesão comum, mas vamos optar por um tratamento conservador. Isso é deixar com gesso de quatro a seis semanas. Depois disso, vamos reavaliá-lo e definir o que deve ser feito”, explicou.

César

Sobre César, que rompeu os ligamentos cruzados do joelho, ele apenas comentou sobre a possível data da cirúrgia. "Ele deve ser operado no início da próxima semana pela mesma equipe que o operou da primeira vez”, disse.

Sem apoio, Mundial de Futsal Feminino não será realizado em Recife

O futsal pernambucano viveu seu auge nas décadas de 80 e 90. Para se ter uma ideia, a seleção brasileira, em 1997, que iria disputar uma competição internacional, chegou a medir forças com a Votorantim, equipe do Recife que ganhou destaque no cenário nacional. Hoje em dia, o futsal do Estado perdeu a força. Não tem o mesmo brilho de antes.



No entanto, os amantes do esporte tinham a esperança de ver o futsal brilhando no final deste ano. Afinal, estava prevista a realização do Mundial de Futsal Feminino. Pois é, estava. Nesta tarde, o presidente da Federação Pernambucana de Futsal, Edson Nogueira, o Edinho, disse que Recife não será sede da competição porque a entidade não recebeu apoio necessário para organizar o evento.



Os custos estimados para a realização do Mundial, que pela primeira vez na história será realizado no Brasil, giravam em torno de R$ 3, 5 mi. Pernambuco entraria apenas com um valor de cerca de R$ 550 mil. Na tentativa de possibilitar que os órgãos públicos e privados pudessem entrar como parceiros nesse evento, a Confederação Brasileira de Futsal viabilizou a Lei de Incentivo Fiscal no qual todos os recursos investidos por essas empresas parceiras seriam abatidos no Imposto de Renda.



No momento, a competição está sem sede. Goiás, São Paulo e Santa Catarina foram os outros estados que pleitearam a candidatura da competição junto com Pernambuco. Espanha, Portugal, Rússia, Japão, Angola, Tailândia e Venezuela, além do Brasil, disputarão o torneio.



"Infelizmente não tivemos o apoio que esperávamos das empresas privadas, nem do Governo Estadual e Municipal. Faço questão de agradecer ao apoio daqueles que entenderam a importância do evento para Pernambuco e compreenderam o grande momento que o Futsal de Pernambuco vem passando. Não quero criticar ninguém , pois não tenho esse poder. À Confederação Brasileira, agradecemos pela confiança e por sempre valorizar o futsal pernambucano”, afirmou Edson Nogueira.

Fonte:blogdotorcedor

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

A possível escalação do Santa Cruz

Assim como aconteceu no primeiro duelo diante do Coruripe, no Arruda, o técnico Zé Teodoro faz mistério sobre a escalação do Santa Cruz para o segundo confronto diante do time alagoano. Nesta manhã, o treinador fechou as portas do Arruda durante o último treino no Recife antes seguir viagem. Será que vem surpresas na escalação do time? Espero que não. Acho que em momentos decisivos como o do próximo sábado, o melhor a fazer é não inventar.

Bom, comenta-se que o treinador pode escalar o zagueiro Walter no lugar de Leandro Souza, que vai cumprir suspensão por ter sido expulso no primeiro confronto. Para mim, seria uma surpresa. Walter ficou na mira dos dirigentes do Santa Cruz desde quando foi dispensado pelo Náutico. Foi contratado, mas nunca vestiu a camisa do Tricolor na Série D. Vai estrear justamente diante do Coruripe. Essa seria uma posição que eu não teria dúvida em escalar Everton Sena, jovem atleta que vem se destacando como marcador implacável dos adversários desde o início da temporada.

No meio, Zé Teodoro tende a escalar três volantes. Gostei. O capitão Jeovânio deve voltar à equipe. Para mim, não deveria ter saído. Experiente, Jeovânio é uma referência. Em todo caso, ele retorna num momento importante. Com Jeovânio, Chicão e Memo no meio, Weslley e os laterais Roma e Dutra terão liberdade para atacar. Acho que o Santa Cruz vai mesmo jogar dessa maneira. O time terá proteção na defesa e volume na hora de atacar.

Na frente, não há dúvidas: Thiago Cunha e Fernando Gaúcho. O primeiro fez o gol da vitória no primeiro duelo entre as duas equipes. O segundo precisa mostra algo mais para que o torcedor ganhe mais confiança.

Fonte: blogdotorcedor

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Walter vive expectativa de estrear pelo Santa em decisão

O zagueiro Walter já se encontra há mais de um mês no Santa Cruz. Emprestado pelo Náutico, ele não teve sorte ao chegar no Arruda. Logo no início teve uma lesão e ainda não teve oportunidade após se recuperar. Agora, está cotado para fazer seu primeiro jogo justo numa partida eliminatória, contra o Coruripe.

"Eu estou aguardando, treinando firme desde que cheguei. Tive a lesão e agora estou zerado. Vinha esperando muito essa oportunidade, faz tempo. Se ele optar por mim, eu tenho certeza que vou dar conta do recado. Tenho convicção que estou bem e vou dar o máximo para ajudar na classificação do Santa Cruz", disse.

Sobre a importância da partida decisiva das oitavas de final da Série D, que pode ser a última do Santa Cruz na temporada, Walter disse que essa característica lhe instiga. "Eu gosto de jogo assim, jogo importante, jogo bom para se voltar, não tem momento melhor para estrear. Numa situação boa, que é o mata-mata, e eu vou fazer o máximo para ter uma boa estreia e permanecer na equipe."

JANTAR DE ADESÃO

O Santa Cruz vai realizar um jantar de adesão, nesta sexta-feira, dia 30, num restaurante no bairro do Derby, a partir das 20h. Os ingressos para o evento podem ser adquiridos na secretaria do clube, no Arruda, ao preço de R$ 200.

Fonte: blogdotorcedor

Daniel Paulista pode ficar fora do Brasileiro

A lesão do volante Daniel Paulista, do Sport, tende a ter sido mais do que uma entorse. O jogador, que acordou com o tornozelo direito bastante inchado e teve o local imobilizado, passou por uma radiografia ainda em Santa Catarina, antes do retorno ao Recife, e o DM rubro-negro acredita que pode ter havido uma fratura.

O médico Antônio Bezerra explica que Daniel passará por uma tomografia na manhã desta quinta-feira, na qual se poderá confirmar o grau da contusão. Se for confirmada a fratura, ele só voltará a jogar em 2011.

"Ele teve o tornozelo imobilizado provisoriamente, teve de botar uma tala para viajar para o Recife. Há suspeita de fratura. Eu marquei para amanhã uma tomografia para ele. A expectativa é preocupante. Se for realmente uma fratura, ele estaria fora do campeonato", disse Bezerra.

Esta pode ser a segunda lesão a tirar um jogador rubro-negro do campeonato em menos de semana. O zagueiro César teve rompimento ligamentar no joelho direito na partida do último sábado, contra o Vitória, e não voltará a competir em menos de seis meses — prazo estimado para a recuperação da cirurgia que fará no local.

LESÕES COMPLICAM MONTAGEM DO TIME

O Sport tem nove volantes no seu elenco. Mas só estão disponíveis para atuar contra o ABC, no próximo sábado, Rithelly, o recém-contratado Robston, um que ainda nem jogou — Danilo, trazido por Hélio dos Anjos — e o prata da casa Josias, que estreou no último jogo. Apenas Rithelly já realizou mais de duas partidas pelo time.

Hamilton, Naldinho, Daniel Paulista, Moacir e Germano estão machucados. Hamilton pode desfalcar o time contra ABC (1/10), São Caetano (4/10) e até Ponte Preta (8/10). Naldinho pode voltar contra o São Caetano. Moacir talvez só contra o Bragantino (14/10). Germano, com um estiramento na musculatura do abdômen, não tem previsão de volta.

Entre os zagueiros, sem César, hoje o técnico pode contar com Tóbi, Montoya, Gabriel, Raul, Victor Hugo. A boa notícia é que Gabriel voltou à disposição do técnico após lesão.

fonte: blogdotorcedor

Gideão fará exame hoje para saber a gravidade da lesão

Com uma lesão na coxa direita, o goleiro do Náutico, Gideão, fará exame de imagem na noite de hoje para saber a gravidade da contusão. A princípio, o atleta não preocupa o departamento médico do Timbu para o jogo contra o Duque de Caxias na sexta. O jogador, que foi a baixa do jogo contra o ABC nos Aflitos nesta terça-feira, ainda será reavaliado na manhã desta quinta-feira.

Caso Gideão, que já atuou em 17 jogos do Náutico nesta Série B, não possa jogar, o substituto natural será Gledson.

Jeff Silva

Poupado do jogo de ontem, o lateral esquerdo Jeff Silva está à diposição do treinador Waldemar Lemos para a partida contra o Duque de Caxias. O atleta participou normalmente dos trabalhos físicos no treino desta manhã no CT Wilson Campos.

fonte: blogdotorcedor

Fortaleza é absolvido, mas Bala pega seis jogos de suspensão

Da Gazeta Esportiva

Em julgamento realizado ininterruptamente por mais de cinco horas nesta terça-feira, houve a definição do futuro de três clubes e de uma polêmica que parecia sem fim. A decisão foi não punir Fortaleza e CRB, mantendo o primeiro na Série C do Brasileirão em 2012 e o outro na segunda fase da competição de 2011. O Campinense, que se moveu juridicamente para reverter essa decisão, está rebaixado para a Série D.

O único motivo de punição para para Fortaleza e CRB foi o atraso na entrada para o segundo tempo, que rendeu multa de R$ 20 mil para ambos. A multa do time cearense aumenta em R$ 5 mil por conta da garrafa atirada em campo.

A diretoria do Campinense pedia a eliminação de Fortaleza e CRB do Campeonato Brasileiro da Série C por conta da suposta manipulação de resultados no duelo entre as duas equipes pela última rodada, que deu a classificação aos alagoanos e o não-rebaixamento aos cearenses, que golearam por 4 a 1 e se salvaram.

Para auxiliar na defesa, o advogado do Campinense preparou uma série de provas em vídeo que traziam denúncias em relação ao pagamento de suborno para que atletas do CRB facilitassem a partida, como um diálogo entre reservas do Fortaleza e Aloísio Chulapa, que ouve ao final: "Você vai ficar com o cheque, rapá".

No final da edição de imagens, a música "Reunião de bacana", de Bezerra da Silva, ecoou nas caixas de som, gerando protesto dos advogados do Fortaleza, indignados com a edição parcial do vídeo. O refrão da referida música traz o célebre verso: "Se gritar pega ladrão não fica um, meu irmão".

Lançando mão de leitura labial, além de outros recursos visuais, o advogado do Campinense encerrou suas alegações, ao passo de que os advogados do Fortaleza também utilizaram vídeos para tentar provar o contrário, registrar a inocência dos jogadores do clube e mostrar "fatos mais relevantes" do que as acusações infundadas do time paraibano, dizendo que o gol marcado pelo Campinense sobre o Guarany de Sobral estava em posição irregular.

O julgamento prosseguiu em clima quente, principalmente quando um advogado do Fortaleza pediu para exibir os últimos 25 minutos da partida contra o CRB e ouviu do representante do Campinense a provocação: "Vamos ver o jogo inteiro de uma vez...".

No depoimento de Carlinhos Bala, do Fortaleza, o relator leu todas as acusações feitas contra o jogador, que rebateu: "Fui jogador de futebol desde os 16 anos e tudo o que conquistei foi com honestidade. No terceiro gol eu disse que só faltava outro, esculhambei o zagueiro do CRB que me zoou por ter perdido o pênalti. Xinguei várias vezes. Jamais pediria para um adversário facilitar ou entregar o jogo".

Nas alegações finais, o advogado do Campinense apelou para o lado sentimental: "Ensino aos meus filhos que o importante é competir. Não sei o que vou dizer a eles quando chegar em casa dependendo do resultado desse processo", colocando o caso como uma das maiores vergonhas da história do futebol brasileiro e sendo rebatido por Marcelo Desidério, da Federação Cearense de Futebol, que afirmou que o Campinense estava mendigando o retorno à Série C.

No voto dos relatores, a situação foi resolvida. Mesmo com um deles garantindo que tinha "caroço embaixo desse angu" e que deverá haver uma ação de impugnação para anular o posicionamento desta auditoria, a decisão foi de não excluir o Fortaleza e o CRB da competição. No entanto, o atacante Carlinhos Bala pagou o pato e foi penalizado em seis jogos de suspensão e mais uma multa de R$ 10 mil.

Os jogadores do CRB envolvidos também tiveram punições divergentes. Paulo Rodrigues levou um jogo, o goleiro Cristiano dois e Maizena absolvido.
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