sábado, 8 de outubro de 2011

Jogadoras do Vitória e Seleção prontas para o embarque.

Ketlen, Bia, Thaís Picarte, Kleiton Lima, Thaisinha e Maria Aparecida, jogadoras e o técnico do Vitória servindo à Seleção.



A Seleção Brasileira Feminina chegou à Granja Comary no dia 26 de setembro para iniciar a preparação para o Pan-Americano de Guadalajara. O técnico Kleiton Lima montou uma equipe de jogadoras jovens e outras mais experientes para compor o time que disputará a competição.

Para obter sucesso mesmo com uma equipe tão modificada em relação ao Mundial da Alemanha, o treinamento tem sido intenso em Teresópolis: treinos de manhã e à tarde, além de academia quase todos os dias.

- Eu e a minha comissão técnica temos exigido bastante das meninas e elas têm respondido muito bem nos treinos.

Em relação à parte tática, segundo Kleiton, a Seleção avançou muito desde o princípio da preparação.

- No último coletivo, as jogadoras colocaram em prática o que foi treinado, os dois sistemas que estamos utilizando (3-4-3 e 3-5-2).

Nesta sexta-feira, às 16h15, a Seleção faz o último coletivo antes do Pan-Americano, na Granja Comary.

- Vamos avaliar o desempenho das meninas para fazer os cortes antes da viagem.

A delegação brasileria viaja para Guadalajara na próxima terça-feira, dia 11 de outubro. A estreia será contra a Argentina, no dia 18, às 17 horas (20 horas de Brasília), no Estádio Omnilife. Depois, o Brasil enfrenta a Costa Rica, no dia 20, às 17 horas (20 horas de Brasília) no mesmo local. A última partida da fase de grupos será contra o Canadá, dia 22, às 20 horas (23 de Brasília) também no Omnilife.

No sufoco, Sport lutou e arrancou empate contra a Ponte em Campinas

O Sport não mostrou um primor de futebol. No entanto, foi uma equipe aguerrida, especialmente no segundo tempo, para arrancar um empate diante da Ponte Preta, em 1x1, no estádio Moisés Lucarelli, em Campinas. Com o resultado, o Leão passou a somar 44 pontos, ficando na sexta colocação. Agora, a equipe se prepara para encarar o Bragantino, um dos adversários diretos na luta pela classificação, na Ilha do Retiro, na próxima sexta-feira.

Como era esperado, a Ponte Preta começou o primeiro tempo a todo vapor. A equipe paulista entrou em campo com a postura ofensiva e buscou o gol desde o primeiro minuto. Assim, a Macaca conseguiu uma sequência de escanteio, oferecendo muito trabalho ao goleiro Magrão, que fez, no mínimo, três defesas importantes. Por sua vez, o Sport parecia atônito em campo. O time rubro-negro não mostrou um futebol compacto e errou muitos passes.

Assim, o time não conseguiu ter volume de jogo e foi pressionado. A Ponte Preta conseguiu fechar os espaços e abriu o placar num erro rubro-negro. Aos 12 minutos, o volante Hamilton vacilou, Ricardo Cajá
robou a bola, invadiu a área e tocou rasteiro, na saída de Magrão. O zagueiro Gabriel ainda tentou evitar, mas a bola foi para as redes. Após o gol, a Ponte diminuiu o ritmo e cedeu espaços para o Sport. Foi a partir deste momento que o Leão teve mais volume de jogo e conseguiu chegar na área adversária. Mas o time não mostrou sintonia. Por isso, poucos lances foram registrados.

O único de real perigo aconteceu aos 44 minutos, quando Bruno Mineiro foi lançado na área. O atacante chutou e Júlio César defendeu. A Ponte ainda encontrou tempo para criar mais uma situação de gol. Aos 46 minutos, Patrick fez boa jogada e tocou para Josinaldo, que soltou um bomba dentro da área e Magrão defendeu.

No segundo tempo, as duas equipes fizeram várias modificações nos 10 primeiros minutos de jogo. As alterações não surtiram muito efeito. As duas equipe permaneceram confusas em campo, sem conseguir criar lances de perigo. A Ponte mostrava estar satisfeita com o a vantagem mínima no placar e, por isso, não mostra o mesmo ímpeto do início de jogo. Já o Leão não aproveitava a inércia do time paulista. Os rubro-negros tocaram a bola em velocidade, mas não tinha objetividade.

O primeiro lance de perigo só aconteceu aos 23 minutos, quando Róbston bateu de primeira, após cruzamento de Marcelinho Paraíba, e obrigou o goleiro Júlio César a fazer boa defesa. Dez minutos depois, o Leão conseguiu o gol de empate. Maylson, que havia entrado no lugar de Rithely, na sua primeira participação, entrou na área e, na saída do goleiro, mandou a bola para as redes.

O gol incendiou o Sport, que passou a ter mais confiança para ir ao ataque. Foi assim que, aos 35 minutos, Bruno Mineiro teve uma grande chance de virar o placar. O goleiro da Ponte fez boa defesa. Mas aos 37 minutos, numa disputa de bola normal do atacante Misael, o árbitro viu como falta, mostrou o segundo cartão amarelo e, em seguida, o vermelho.

A Ponte Preta resolveu acorda. E, como faltava poucos minutos para a partida acabar, o time foi para cima, no abafa. Júlio César chutou de fora da área e Magrão defendeu. Num minuto final, o goleiro rubro-negro não segurou uma cobrança de falta de fora da área ae a zaga afastou o perigo e garantiu o empate.

Ficha técnica

Ponte Preta: Júlio César; Patric, Leandro Silva, Ferron e João Paulo; João Paulo Silva, Josimar, Caio (Renatinho) e Renato Cajá (Lúcio Flávio); Ricardinho e Ricardo Jesus. Técnico: Gilson Kleina.

Sport: Magrão; Danilo (Misael), Tobi, Gabriel e Wellington Saci; Hamilton, Rithely, Róbston e Marcelinho Paraíba; Wilians (Lúcio Flávio) e Bruno Mineiro. Técnico: PC Gusmão.

Estádio: Moisés Lucarelli, em Campinas (SP). Árbitro: Célio Amorim. Auxiliares: Marco Antônio Martins e Claudemir Mafessoni. Gols: Renato Cajá, aos 12 minutos do primeiro tempo e Maylson, aos 33 minutos do segundo tempo. Cartões amarelos: Ferron, Josimar, Gérson, Rithely, Danilo, Bruno Mineiro e Misael.

Fonte: blogdotorcedor

Náutico tropeça contra o Icasa após fazer 2x0

Com um rendimento preocupante nos últimos jogos, para quem briga pelo acesso à Série A, o Náutico tropeçou pela terceira vez seguida, desta vez contra o Icasa, nos Aflitos, empatando em 2 a 2 após ter aberto 2 a 0 no primeiro tempo com gols de Kieza. Osmar e Alex Afonso marcaram para o time cearense.

Chegando aos 49 pontos, o time alvirrubro segue na quarta colocação. Se tivesse vencido, reassumiria a vice-liderança e abriria cinco pontos de distância para o quinto colocado G-4, Boa Esporte (46 pontos), que empatou com o Americana (terceiro, com 49) em Varginha-MG. A Ponte Preta empatou com o Sport em 1 a 1 em Campinas e foi aos 50 pontos.

O JOGO

A partida já começou com o gol relâmpago de Kieza, aos 20 segundos. Ele recebeu um lançamento longo de Marlon, driblou o goleiro com um toque de cabeça e tocou para o fundo das redes.

Poderia parecer o prenúncio de um passeio alvirrubro. Ainda mais com Marcelo Pitol fazendo boa defesa em um chute de Derley aos 10 minutos e com Kieza inspirado, deixando Rogério na cara do gol aos 15 minutos. O companheiro, que não tem o dom da boa finalização, desperdiçou a chance ao tentar trocar o pé da batida para o direito.

No entanto, o panorama do jogo mudou a partir dos 15 minutos. o Icasa, atrás no placar, partiu para cima, e o Náutico aceitou, começou a marcar todo atrás da linha da bola e ficou em busca do contra-ataque. Só que começou a ter dificuldades.

Com mais posse de bola desde os 15 minutos, os visitantes tiveram a primeira chance com Guto. Ele obrigou Gideão a fazer boa defesa aos 25 minutos, num chute de fora da área. O goleiro já tinha trabalhado várias vezes segurando a bola após cruzamentos, não em finalizações.

O jogo estava tenso. Entradas mais duras em disputas de bola foram seguidas de bate-boca entre os jogadores dos dois lados. A arbitragem teve de entrar para separar.

Sem sair tanto para o ataque, o Náutico conseguiu chegar ao segundo gol depois de um pênalti cometido pelo zagueiro Everaldo do Icasa. Eduardo Ramos cruzou da direita e a bola bateu no braço do jogador, que tentou evitar o toque. Kieza, com frieza, cobrou e ampliou aos 35 minutos.

A vantagem de dois gols durou apenas um minuto. Em um lance rápido, o Icasa mandou a bola para a área do Náutico, o atacante João Salles tentou desviar de carrinho e fez falta no zagueiro Marlon; o árbitro não marcou, e a bola sobrou limpa para o lateral-direito Osmar, que bateu no cantinho. 2 a 1.

O Náutico reclamou muito da arbitragem. Pouco após o gol, novo bate-boca depois de uma disputa entre Eduardo Ramos e Guto. Outros atletas chegaram. Derley tomou cartão amarelo por reclamação a um dos árbitros-assistentes.

Mas o jogo fluía. E quase saíram mais dois gols. Ronaldo Alves cabeceou bem aos 43, com boa defesa de Marcelo Pitol, e a resposta veio com o atacante Preto, que aproveitou uma bobeira da zaga alvirrubra na intermediária, avançou livre e chutou forte na entrada da área. Gideão espalmou para escanteio.

SEGUNDO TEMPO

Mantendo a busca pelo empate, o Icasa perdeu teve a chance do empate aos 2 minutos. Após cruzamento, zaga alvirrubra falha e o atacante, livre na área, chutou de primeira, muito por cima.

O time alvirrubro deu um sinal de reação aos seis minutos. Marlon, na entrada da área, recebeu, girou e chutou. Marcelo Pitol defendeu dando rebote. A bola foi invertida, Éverton cruzou, Kieza desviou de cabeça e Rogério tentou um voleio bizarro, mandando para longe.

Com pouca criatividade, o Timbu não conseguia levar a bola redondinha da defesa ao ataque. E tentava alguns chutões. Aos 21 minutos, uma boa jogada de Eduardo Ramos. Recebeu na entrada da área, driblou um zagueiro e chutou cruzado, para fora. Foi a última ação ofensiva que merece destaque na equipe alvirrubra.

Daí até o fim do jogo, o que se viu foi o Icasa dominando o meio de campo, cercando a área alvirrubra e buscando, mesmo sem tanta qualidade técnica, o empate — que quase aconteceu aos 32 minutos. Preto, de fora da área, soltou uma bomba na trave. Na volta, bola bateu na mão de Ronaldo Alves, que afastou. Árbitro não marcou pênalti.

Já com o atacante Alex Afonso em campo no lugar do zagueiro André Turatto, o Icasa teve a sua insistência compensada aos 35 minutos. Preto cruzou da esquerda, e o próprio Alex Afonso cabeceou no canto esquerdo do gol de Gideão, que não chegou a tempo na bola. 2 a 2.

O gol decretou um empate justo na partida. O último lance foi a expulsão de Marlon, que tomou o segundo cartão amarelo por, no entendimento do árbitro, simular um pênalti aos 47 minutos. Foi o terceiro jogo seguido em que o Náutico saiu na frente do placar, mas vacilou e não conseguiu a vitória. Empatou em 1 a 1 com o Duque de Caxias e tomou a virada de 3 a 1 para o Guarani nas duas últimas rodadas.

FICHA DO JOGO

Náutico 2 x 2 Icasa

Náutico - Gideão; Neno (Lennon), Marlon, Ronaldo Alves e Airton; Everton, Elicarlos (Alexandro), Derley e Eduardo Ramos; Rogério (Joélson) e Kieza. Técnico: Waldemar Lemos.

Icasa - Marcelo Pitol, Osmar, Ramon, Everaldo, Vinícius (Júlio César); André Turatto (Alex Afonso), Luís Ricardo, Guto, Júnior Xuxa (Diego Padilha); João Sales e Preto. Técnico: Márcio Bittencourt.

Gols: Kieza (2), aos 22 segundos e aos 35 minutos do primeiro tempo (Náutico), Osmar aos 36 minutos do 1º tempo e Alex Afonso aos 35 minutos do 2º T (Icasa). Cartão vermelho: Marlon (N). Cartões amarelos: Derley (N), Guto, Everaldo, André Turatto. Local: Aflitos.Horário: 16h20. Árbitro: Vinícius Costa (RS). Assistentes: José Calza (RS) e Ubiratan Viana (RN). Campeonato: Brasileiro Série B 2011. 29ª rodada.

Fonte:blogdotorcedor

Longe do líder, Eduardo Ramos foca o acesso

Do Jornal do Commercio

Se o momento pede racionalidade, Eduardo Ramos não “floreou” as pretensões do Náutico nos próximos confrontos e deixou claro que o que interessa, neste período de instabilidade que o time vem passado, é a vaga na Série A nacional. Nada de título ou qualquer outra pretensão impossível de ser conquistada na reta final.

“Ninguém aqui é bobo. Quem acha que vai alcançar a Portuguesa com muitos pontos à frente? Não dá para chegar e dizer que vai. O objetivo é passar (subir). Segundo, terceiro ou quarto colocado: todos passam para a Série A. É isso a que temos de nos apegar”, afirmou.

Pragmático ao extremo, o meia encara a partida de hoje à tarde como uma pedreira para o Náutico. Mas também a vê como a chance de voltar a vencer e seguir com tranquilidade até o fim da Série B, que se encerra no dia 26 de novembro. “O primeiro passo é mostrar cabeça fria dentro de campo. Temos condições de dar a volta por cima e não se engane: será uma final antecipada para nós”, garantiu.

Eduardo discorda que o Náutico vive um momento de queda na competição. Mesmo que o time venha de derrota nos últimos três confrontos fora de casa e de empate por 1x1 contra o Duque de Caxias, o pior da competição, nos Aflitos.

“A competição vive uma nova fase neste segundo turno. Jogar com os piores times é até ruim. Muitos querem fugir a todo custo da zona de rebaixamento. E fazem jogos difíceis”, argumentou.

Por outro lado, admite que o cansaço é um inimigo em potencial das equipes. “Temos 10 jogos para fazer e temos de tirar força não sei de onde. Só dependemos de nós para passar para a Série A. Assim, vamos manter o nível para que nada saia das nossas mãos”, finalizou o meia.

Gusmão quer defesa mais forte

Do Jornal do Commercio

Nos últimos três jogos, o Sport sofreu sete gols e marcou apenas um nas derrotas para o Criciúma (1x0), ABC (3x0) e São Caetano (3x1). Para tentar imprimir mais consistência na defesa, o técnico PC Gusmão decidiu promover o retorno do zagueiro Gabriel, que é canhoto e atua pelo setor esquerdo, depois de sete rodadas fora do time se recuperando de uma lesão muscular.

Confiante, Gabriel acha que o time precisa de muita cautela diante da Ponte Preta, esta tarde. “A atenção não é apenas com os atacantes. A gente tem que marcar forte, na saída de bola da Ponte. Não adianta a gente atacar de toda maneira. É fundamental o time ser mais compacto. Afinal, sete gols em três jogos é uma média alta”, comentou Gabriel.

Nesses três jogos, o ataque também não funcionou. O time até que criou oportunidades, mas não foi bem nas finalizações. Diante do Criciúma, especialmente nos 15 minutos finais, foram desperdiçadas quatro excelentes chances de marcar. Contra o ABC, o meia Marcelinho Paraíba perdeu até pênalti e no jogo com o São Caetano ele acertou duas vezes a trave em cobranças de faltas. “Acho que o time ficou muito ansioso para definir os jogos. Por isso, erramos demais na marcação e sofremos tantos gols. Não podemos nos afobar e muito menos desperdiçar as chances de gols”, acrescentou Gabriel.

Ao lado de Gabriel, estará Tobi, que hoje completa 100 jogos com a camisa rubro-negra. Para ele, a partida diante da Ponte é uma questão se sobrevivência na Série B. “A partir de agora, serão dez decisões. Agora, temos de pensar jogo a jogo. No momento, a nossa concentração é totalmente na Ponte”, garantiu.

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Salgueiro 1 x 2 Portuguesa - Lusa fica a uma vitória do acesso à elite!

Recife, PE, 07 (AFI) – A Portuguesa segue imbatível no Campeonato Brasileiro da Série B. Na noite desta sexta-feira, a Lusa cheou ao seu 12.º jogo – seis vitórias e seis empates - sem derrota ao vencer o Salgueiro, por 2 a 1, na Ilha do Retiro, em Recife, pela abertura da 29.ª rodada. Marcelo Cordeiro e Raí marcaram os gols do time paulista, enquanto que o gol dos pernambucanos foi marcado pelo zagueiro Alexandre.

Agora, a Portuguesa chega aos 60 pontos, segue na liderança isolada, e fica a uma vitória de conquistar o acesso – de acordo com os matemáticos. A Lusa tem 11 pontos de vantagem para a vice-líder Ponte Preta, que joga no sábado, e 15 pontos para o Boa Esporte, que atualmente aparece em quinto lugar. Já o Salgueiro é o penúltimo colocado, com 25 pontos, e segue rumo à Série C de 2012.

Salgueiro ligado, mas...
Quem pensava que o Salgueiro seria um adversário sem resistência à líder Portuguesa se enganou logo no primeiro tempo. O time pernambucano provou que ainda está bem vivo na luta contra o rebaixamento e deixou a Lusa toda acuada no campo de defesa. A Portuguesa não conseguiu mostrar o mesmo ritmo dos últimos jogos. Assim, com pelo menos seis boas chances, o Salgueiro poderia ter ficado em vantagem ao final da primeirta etapa, mas conseguiu somente assustar o goleiro Weverton, que viu o travessão evitar a oportunidade mais clara do time pernambucano.

Aos seis minutos, Clebson cruzou para o meio da área, Josi dominou no peito e chutou de primeira. A bola acertou o travessão da Lusa. No rebote, Clebson chutou forte e isolou pela linha de fundo. Dois minutos mais tarde, o Carcará novamente assuntou o time paulista. Ricardinho recebeu livre dentro da área, dominou e chutou colocado. O goleiro Weverton fez uma linda defesa e salvou a Lusa.

O time pernambucano permaneceu melhor e criando chances. Aos 12, Piauí cobrou falta com força e o goleiro Weverton espalmou para evitar o gol do Salgueiro. Aos 21, Ricardinho recebeu bom passe pelo lado direito e chutou com força, mas a bola saiu à esquerda da meta de Weverton.

No final da primeira etapa mais duas boas chances aos pernambucanos. Aos 36, Renê chutou de fora da área, Weverton fez grande defesa. No rebote, Josi tentou e o goleiro da Lusa salvou de novo. No lance seguinte, Alexandre ficou com a sobra dentro da área e chutou, mas isolou a bola por cima do gol lusitado.

Por fim, a Portuguesa ainda contou com uma “ajuda extra” no final da primeira etapa. Aos 43 minutos, parte dos refletores da Ilha do Retiro ficou se energia e o árbitro gaúcho Anderson Daronco paralisou o jogo, que recomeçou somente 26 minutos depois, mas os times atuaram por mais dois minutos antes de seguirem para o intervalo.


Mudou de campo e de postura!
Após não conseguir criar na primeira etapa, a Lusa mostrou o motivo de estar na liderança isolada. A bronca de Jorginho nos vestiários surtiu efeito e logo aos cinco minutos a Portuguesa abriu o placar. Marcelo Cordeiro serviu Edno na entrada da área e o atacante tocou por cima do goleiro Luciano. Antes da bola ultrapassar a linha de gol, Cordeiro ainda chegou rapidamente e empurra para o fundo das redes: 1 a 0.

Após o gol, a Portuguesa passou a explorar as jogadas de contra-ataque e o Salgueiro criou boas oportunidades até empatar. Na primeira delas, Josi cabeceou e a bola passou à direita da meta de Weverton. Na segunda, Ricardinho chutou de fora da área e a bola foi à esquerda da meta lusitana. Na terceira, aos 39, o zagueiro Alexandre aproveitou cobrança de escanteio e desviou de cabeça. A bola bateu em Luis Ricardo e tirou a chance de defesa de Weverton: 1 a 1.

No final, quando o empate parecia ser o resultado mais provável e justo pelo que foi apresentado do lado do Salgueiro, a Lusa mostrou que não está para brincadeira e marcou novamente. Aos 44 minutos, Raí acertou um belo chute de fora da área e a bola foi morrer no canto esquerdo da meta de Luciano, que ainda se esticou todo, mas sem conseguir evitar que a bola chegasse até suas redes: 2 a 1.

Próximos Jogos!
Pela 30.ª rodada, o Salgueiro volta a campo na próxima sexta-feira, às 20h30, quando encara o Criciúma, no Estádio Heriberto Hulse. Já a Portuguesa recebe o Boa Esporte, terça-feira, às 20h30, no Estádio do Canindé, em São Paulo.

Fonte: futebolinterior

Oscilando, Náutico precisa de pegada e cadência

Não dá para negar que o time do Náutico vive uma má fase nos últimos jogos na Série B. O Timbu parecia ter embalado de vez na vitória contra o Goiás, em Goiânia, mas depois perdeu as três últimas partidas fora de casa, contra Bragantino, Paraná e Guarani. Em casa, venceu com dificulade o Criciúma, venceu com tranquilidade o ABC e em seguida tropeçou contra o superlanterna Duque de Caxias.

O pilar do esquema de jogo do Timbu -- a marcação forte, o posicionamento tático correto, a busca frenética pelo desarme, possibilitando a tomada da posse de bola e subsequentes contra-ataques -- está enfraquecido. O time não está com a mesma pegada. Tanto que, nos últimos dois jogos, mesmo saindo na frente, não conseguiu vencer. Contra o Duque, se retrancou tolamente no final e terminou tomando um gol numa falha de Gledson. Contra o Guarani, parece ter ficado com a cabeça no vestiário e tomou uma baita virada.

A mesma deficiência defensiva fora de casa voltou a ser vista contra a Ponte Preta, quando colocou 3x1 e tomou o empate. Mas, sobretudo, preocupou nas derrotas inapeláveis contra Bragantino e o Paraná, que engoliram o Alvirrubro.

É de se entender que num campeonato longo, com calendário preenchido com dois jogos numa mesma semana em várias ocasiões, exista uma queda física e uma possível falta de concentração numa questão tão importante como a marcação. Mas é preciso acordar e saber que depende disso o sucesso da campanha.

Entretanto, não é só na marcação que o Náutico tem que melhorar. É um time que tem como ponto forte a qualidade técnica com a bola. Mas precisa, a todo custo, aprender a cadenciar o jogo, ter mais posse de bola, trabalhar bem para manter-se livre de pressão do adversário e, indo além, buscar erros dele para ampliar a vantagem. Não pode aceitar pressão como aceitou em alguns dos jogos citados. Vale lembrar que o saldo de gols é um critério de desempate.

A insistência do técnico Waldemar Lemos em tirar jogadores de ataque e o meia ofensivo para fortalecer a defesa (vista até contra o fraquíssimo Duque de Caxias) pode ser interpretada como falta de confiança na capacidade do time administrar o jogo.

Para subir, o Náutico vai precisar retomar a pegada que o fez chegar à vice-liderança, que o fez ter duas seres longas de jogos sem perder. Já se continuar com o aproveitamento dos últimos jogos (3 derrotas, 2 vitórias e 1 empate) não sobre.

A reação (sim, reação) necessária pode começar a acontecer no jogo deste sábado, contra o Icasa, nos Aflitos, às 16h20.

Para Peter, oscilação não preocupa

"Estamos supertranquilos. Fizemos um jogo com o priemeiro tempo totalemente diferente do segundo. Acho que nesse momento a gentee precisa de todos que estão do nosso lado. Sabemos que, diante do Icasa, vamos enfrentar um adversário difícil e chato, mas sabemos que dentro de casa temos que ganhar, não temos opção", disse o lateral-direito Peter à Rádio Jornal.

"Essa mudança de colocação está muito estranha. A gente é segundo, cai para quarto, depois tá a uma vitória do segundo. Acho que, se nessa rodada os quatro que estão na frente ganharem os jogos, a gente vai abrir uma vantagem de seis pontos para o segundo. Acho que nós temos que pensar na gente, esquecer o resultado da Ponte e do Americana, pensar na gente, fazer nosso papel e ver no final do jogo que colcação nos vamos ficar", completou.

JEFF SILVA

O lateral-esquerdo não treinou na manhã desta sexta-feira, devido a um desconforto muscular, mas não será problema para a partida de amanhã.

Fonte: blogdotorcedor

Thiago Cunha cutuca torcida do Treze: ''Vão preferir o Fla-Flu na TV''

Foto: Bobby Fabisak/JC Imagem

O atacante Thiago Cunha, do Santa Cruz, conhece bem o futebol paraibano. Defendeu em 2010 o Treze, adversário tricolor pela vaga à Série C. Anteriormente, em 2008, jogou pela Queimadense, antes de vir pela primeira vez para o Arruda. Nessas oportunidades, ele conheceu o comportamento do torcedor paraibano.

Com essa experiência, afirmou que não haverá tanta pressão em cima do Santa Cruz no estádio Amigão e deu uma cutucada nos torcedores do Treze, afirmando que eles vão preferir ver o Fla-Flu pela Série A na televisão.

"Conheço bastante Campina Grande. Vai acontecer um Fla-Flu no domingo e acho que muita gente vai preferir assistir o clássico na televisão. Tenho certeza que o estádio não vai estar cheio. A torcida do Treze-PB não é apaixonada como a do Santa Cruz", declarou, Thiago Cunha, no treino desta quinta-feira (6) no Arruda.

O fato de muitos nordestinos torcerem para times de fora do seu estado pode ser verificado em quase toda a região, sobretudo longe das capitais e inclusive nas capitas que não possuem times disputando campeonatos de ponta. A esses torcedores, os pernambucanos rotulam como "paraibacas" (paraibano + babaca). Um preconceito.

Mas é bom não se iludir. O Treze tem torcida. E, em se tratando de uma decisão, a torcida deve comparecer sim. Se não o clube não colocaria 17.800 ingressos à venda só para ela. Neste domingo, Campina Grande tem time para torcer.

Fonte:blogdotorcedor

Brasil enfrenta Costa Rica para manter ampla vantagem histórica

Da Gazeta Esportiva

O retrospecto dos confrontos entre Brasil e Costa Rica é desigual: em oito jogos, foram sete vitórias dos pentacampeões mundiais e apenas uma derrota. Além disso, os brasileiros marcaram no mínimo quatro gols em seis dos triunfos. Confiante pela superioridade histórica, a equipe do técnico Mano Menezes quer manter a boa fase contra o rival da América Central no jogo desta sexta-feira, às 23 horas (de Brasília), no estádio Nacional de San Juan.

O povo costarriquenho demonstra apreço pela Seleção Brasileira desde o início da semana. Os fãs chegaram a subir em árvores para ver treinos do time verde-amarelo e foram insistentes na busca de autógrafos e fotos.

"Vamos fazer de tudo para corresponder esse carinho. A obrigação do Brasil é jogar bem em todas as partes do mundo. Temos que atuar como o país do futebol", exaltou o atacante Neymar, esbanjando confiança após conquistar o Superclássico das Américas contra a Argentina.

A estrela santista é, ao lado de Ronaldinho Gaúcho, a grande esperança do povo da Costa Rica por um bom espetáculo. "É uma grande honra jogar ao lado do Ronaldinho. Estou me sentindo bem depois dos jogos que fizemos juntos. Sem dúvida, ele é um craque", confirma Neymar.

Na Costa Rica, Mano Menezes confirmou mudanças na escalação. Nas laterais, o jovem Fábio, na direita, e Adriano, na esquerda, foram testados no treino e agradaram. No meio-campo, Luiz Gustavo ganha uma chance no setor de marcação. Outras novidades já eram aguardadas: David Luiz, na zaga, e Fred, no ataque.

Do lado dos donos da casa, a ordem é manter total respeito ao Brasil, apesar de a equipe pentacampeã mundial viver um momento de incertezas. O volante Michael Barrantes chegou a citar que o rival ainda deve ser considerado "o número um do mundo".

"O Brasil tem grandes jogadores e estrelas do futebol mundial, portanto devemos pensar em jogar de maneira inteligente, sem conceder espaços", comentou o atleta, que atua no futebol da Noruega.

A Costa Rica carrega uma grande preocupação no setor ofensivo para o compromisso desta sexta-feira. O atacante Bryan Ruiz, do Fulham, da Inglaterra, sofreu uma contusão no joelho esquerdo e acabou cortado da delegação.

FICHA TÉCNICA
COSTA RICA x BRASIL

Local: Estádio Nacional de San Juán, em San Juán (Costa Rical)
Data: 7 de outubro de 2011, sexta-feira
Horário: 23 horas (de Brasília)
Árbitro: Walter López (Guatemala)

COSTA RICA: Navas; Mora, Umaña, Miller e Diaz; Azofeifa, Barrantes, Bolaños e Oviedo; Saborío e Parks
Técnico: Jorge Luis Pinto

BRASIL: Júlio César; Fábio, David Luiz, Thiago Silva e Adriano; Ralf, Luiz Gustavo e Ronaldinho Gaúcho; Lucas, Fred e Neymar
Técnico: Mano Menezes.

Uruguai vence a Bolívia na abertura das eliminatórias da América do Sul

Da Gazeta Esportiva

Nesta sexta-feira teve início a primeira rodada das Eliminartórias para a Copa do Mundo de 2014. No caldeirão do estádio Centenário,o time de Forlán e companhia derrotou a Bolívia pelo placar de 4 a 2.

Antes de pensar em enfrentar o Paraguai na terça-feira, a equipe recebeu a Bolívia, considerada o 'patinhho feio' das Eliminatórias e, para evitar sustos, começou exercendo pressão. Com gols dos ídolos Cavani, Suárez e Lugano, que marcou duas vezes. Cardozo marcou o gol da Bolívia, que já foca na reação diante da Colômbia.

O Jogo - Bastaram três minutos para o Uruguai abrir o placar dentro do estádio tomado pela torcida. Após cobrança de escanteio, a bola resvalou em um jogador da Celeste e sobrou livre para Luis Suárez abrir o plcar.

A partir desse momento, evocando a característica que o faz atual campeão da Copa América, o Uruguai começou a trocar passes entre Suárez e Cavani, que não se incomodava em ser ofuscado pela dupla de ataque.

Aos 13, a equipe chegou próxima ao segundo gol, mas esqueceu de reforçar a marcação e viu Cardozo deixar tudo igual após bela trama armada pelo flanco. Sem se importar com a fortaleza boliviana, que se reduziu a marcar, o Uruguai voltou a ficar em vantagem aos 25, quando os papeis se inverteram, Forlán cruzou para Lugano cabecear e marcar.

Mesmo com o domínio da partida, os uruguaios tomaram dois cartões amarelos e foram pressionados. Quem sentiu foi o goleiro Muslera. Justamente depois de uma reposição, a bola chegou para Maxi Pereira, que cruzou da direita e correu para o abraço com o companheiro Cavani, que finalizou para o gol.

A boa vantagem construída no primeiro tempo deu tranquilidade ao atual campeão continental na outra parte do jogo. No instante em que Cavani deixou o time, aos 26 do segundo tempo, para a entrada de Cristián Rodríguez, o Uruguai conseguiu um bom contra-ataque e o assistente Forlán assinou outro cruzamento da direita para o zagueiro Lugano aparecer e anotar o quarto.

Aos 33, Lugano teve uma oportunidade de fazer seu hat-trick, mas Flores salvou em cima da linha. Três minutos depois, foi Marcelo Moreno quem completou um cruzamento da esquerda para grande defesa de Muslera. O bom futebol e a correria empreendida no segundo tempo deram resultado aos bolivianos, que fizeram o outro gol justamente com o ex-jogador do Cruzeiro, de pênalti.
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