Do inferno à porta do céu em 90 minutos. Assim pode se descrever a situação do Santa Cruz após ter feito um péssimo primeiro tempo contra o Treze, saindo atrás por 2 a 0, mas se recuperando exemplarmente na segunda etapa até arrancar o empate em 3 a 3, no estádio Amigão, em Campina Grande, na tarde deste domingo. Resultado que dá ao Santa Cruz a vantagem de jogar pelo empate nos placares de 0x0, 1x1 e 2x2 no jogo de volta, no Arruda, no próximo domingo, para garantir o acesso à Série C após três anos na Série D. Novo 3x3 levaria a decisão para os pênaltis. Se um time vencer, por qualquer placar, subirá de divisão.
O JOGO
A equipe tricolor teve uma grande dificuldade no primeiro tempo. O pilar da equipe, que era o sistema defensivo, ruiu diante do Treze. O ataque da equipe paraibano deixou em pane a defesa do Santa Cruz. Com muita movimentação e velocidade, os jogadores do Galo, principalmente Cléo, desmantelaram a retaguarda coral, que se mostrou nervosa e cometeu erros primários.
Everton Senna, que algumas vezes foi chamado de carrapato pela marcação individual a Lucas do São Paulo e Marcelinho Paraíba, caiu duas vezes no drible de corpo de Cléo, em lançamentos longos, logo nos primeiros minutos. Não estava bem. E comprovou isso com um grande erro, que possibilitou ao Treze inaugurar o marcador.
Ele recebeu um passe de um companheiro dentro da própria grande área e, pressionado por Cléo, ficou confuso entre tocar a bola ou colocar para a lateral. Furou e viu o adversário dominar, driblá-lo com facilidade e tocar para a chegada de Doda, que ainda parou e escolheu o canto, para fazer 1 a 0.
Com ótimos deslocamentos, deixando confusa a defesa coral, o Treze quase chegou ao segundo gol aos 11'. Warley, aberto na esquerda, tocou em profundidade para Cléo, que se desmarcou e saiu na cara do gol. O atacante tocou na saída de Tiago Cardoso. Memo afastou quase em cima da linha.
O Santa Cruz começou a tentar sair mais para o jogo. Mas na verdade era o Treze que seguia ameaçando. Tanto que chegou ao segundo gol aos 21 minutos. Na ponta esquerda, Cléo se livrou de Everton Senna e cruzou para a área. O zagueiro Cenedesi veio de trás como uma flecha e cabeceou para o gol. 2 a 0.
A primeira boa chance do Santa Cruz só veio aos 31 minutos. Weslley cobrou falta, Lopes não conseguiu encaixar e a bola sobrou limpa na área para Thiago Cunha, que bateu forte, mas o goleiro defendeu. Perto do fim do primeiro tempo, o atacante recebeu lançamento longo por cima, saiu livre e matou no peito, mas a bola correu demais e Lopes segurou. E foi só.
REAÇÃO
O Santa Cruz precisava reforçar seu sistema ofensivo, pouco produtivo. Com este objetivo, o técnico Zé Teodoro abriu mão do terceiro zagueiro e colocou o lateral-direito Eduardo Arroz no lugar de Everton Senna, passando para o 4-4-2. Além disso, Fernando Gaúcho substituiu Ludemar, que não apareceu no primeiro tempo.
Logo com um minuto, Thiag Cunha tentou de bicicleta. Lopes fez boa defesa. O Treze reagiu com Warley cruzando da direita em direção a Cléo. Tiago Cardoso saiu do gol e tirou de soco, evitando o gol.
Mesmo sem conseguir pressionar o adversário, o Santa Cruz alcançou o seu primeiro gol aos 6 minutos. Em um contra-ataque aparentemente pouco promissor, Thiago Cunha recebeu lançamento na ponta esquerda, avançou e cruzou para a pequena área. O goleiro Lopes se atrapalhou e errou o soco na bola, que entrou em suas próprias redes. 2 a 1.
O gol acordou a torcida do Santa Cruz e incendiou a partida. O jogo ficou mais aberto. Perigo para os dois lados.
Mas o principal jogador do Treze estava mesmo com tudo. Cléo fez mais uma ótima jogada, entortou um defensor e, quase caindo, deu um passe milimétrico para Tigrão entrar na área e chutar forte, ampliando para 3 a 1, aos 13 minutos.
Só que a vantagem durou pouco. Três minutos depois, Fernando Gaúcho diminuiu para 3 a 2, completando para as redes o cruzamento de Thiago Cunha, após bom lançamento de Weslley.
O Santa Cruz cresceu muito após esse gol e reverteu de vez a tônica da partida. Agora eram os tricolores que pressionavam. O Treze se encolheu. E os corais passaram a rondar a área adversária.
Até que aos 33 minutos, na raça, o Santa alcançou o empate. No "vamos que vamos", Weslley levantou a bola na área, houve um desvio de cabeça para a pequena e Fernando Guerreiro chutou duas vezes. A primeira Lopes tirou. A segunda morreu nas redes. 3 a 3, aos 33 minutos.
A partir daí, os Tricolores não correram mais riscos. E quase alcançaram a virada! Num vacilo da defesa do Treze, Dutra recebeu na área e soltou uma bomba. Lopes defendeu e garantiu o placar final em 3 a 3.
FICHA DO JOGO
Treze 3 x 3 Santa Cruz
Treze-PB: Lopes; Ferreira (Tigrão), Anderson, Thiago Cenedesi e Cleiton Cearense (Fernando Pires); Roberto, Fábio Oliveira, Doda e Celico (André Lima); Warley e Cléo. Técnico: Marcelo Villar.
Santa Cruz - Tiago Cardoso; Everton Sena (Eduardo Arroz), André Oliveira e Leandro Souza; Memo, Chicão, Weslley, Natan (Bismarck) e Dutra; Ludemar (Fernando Gaúcho) e Thiago Cunha. Técnico: Zé Teodoro.
Local: Estádio Amigão, em Campina Grande. Árbitro: Sálvio Spínola Fagundes Filho (Fifa-SP). Assistentes: Alessandro da Rocha Matos (Fifa-BA) e Lorival Cândido das Flores (RN). Gols: Doda, aos 8, e Thiago Cenedesi, aos 21 minutos do primeiro tempo; Thiaog Cunha, aos 5, Tigrão, aos 13, e Fernando Gaucho, aos 16 e 33 do segundo. Cartões amarelos: Fábio Oliveira (T); Éverton Sena (S).
fonte: blgodotorcedor
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domingo, 9 de outubro de 2011
Treze-PB x Santa Cruz: o primeiro duelo que vale vaga na Série C
O Santa Cruz está a dois passos de sair da famigerada Série D do Campeonato Brasileiro. O primeiro passo firme para conseguir o seu objetivo pode ser dado nesta tarde de domingo, a partir das 16h, no confronto diante do Treze-PB, no estádio Amigão, em Campina Grande. O técnico Zé Teodoro fez mistério em relação à escalação da equipe. Mas espera-se um Tricolor com uma pegada forte no meio de campo. A missão é conseguir um bom resultado para dar tranquilidade no jogo de volta, marcado para o próximo domingo, dia 16, no Arruda. Quem conseguir a classificação estará na Série C em 2012.
A partida tem todo um cenário de campeonato. O árbitro será o experiente Sálvio Spínola, do quadro da Fifa. Para completar, a semana foi recheada de declarações polêmicas dadas pelo presidente do clube paraíbano, Fábio Azevedo, e pelo atacante tricolor Thiago Cunha. O mandatário paraibano fez jogo duro para liberar ingressos aos torcedores do Santa Cruz e falou que confiava na sua torcida para encher o estádio, mas não na coral.
Cunha deu o troco: “Conheço bastante Campina Grande. Vai acontecer um Fla-Flu no domingo e acho que muita gente vai preferir assistir o clássico na televisão. Tenho certeza que o estádio não vai estar cheio. A torcida do Treze-PB não é apaixonada como a do Santa Cruz”.
Os treinadores das equipes, Zé Teodoro e Marcelo Villar, não se importaram com as provocações. Se preocuparam em trabalhar forte com seus atletas e mantiveram o mistério. Teodoro e Villar comandaram treinos secretos e não revelaram as escalações dos times.
Zé Teodoro deu apenas uma pista sobre a postura do time do Santa Cruz, que deve jogar com três zagueiros e três volantes. “Eles têm uma equipe organizada desde o campeonato regional e tem uma comissão técnica que está há mais de um ano. Nosso elenco está ciente da importância das partidas, pois chegamos no momento mais importante da temporada. Estamos muito próximos de cumprirmos nosso objetivo, que é o acesso.”
No lado do Treze, o técnico Marcelo Villar trabalhou o lado emocional do grupo, destacando a importância dos jogso decisivos contra o Santa Cruz. O treinador não vai contar com o meia Chapinha, que foi expulso no duelo contra o Santa Cruz-RN, e vai cumprir suspensão.
Santa Cruz e Treze-PB prometem duelos equilibrados e emocionantes na luta pela vaga na Série C em 2012. Quem estiver mais concentração e for mais determinado estará bem perto de conquistar o seu objetivo.
Ficha técnica
Treze-PB
Lopes; Ferreira, Anderson, Thiago Cenedesi e Cleiton Cearense; Roberto e Fábio Oliveira, Doda e Celico; Cleo e Warley. Técnico: Marcelo Villar.
Santa Cruz
Tiago Cardoso; André Oliveira, Éverton Sena e Leandro Souza; Memo, Jeovânio, Weslley, Natan (Bismarck) e Dutra; Thiago Cunha e Kiros. Técnico: Zé Teodoro.
Local: Estádio Amigão, em Campina Grande. Árbitro: Sálvio Spínola Fagundes Filho (Fifa-SP). Assistentes: Alessandro da Rocha Matos (Fifa-BA) e Lorival Cândido das Flores (RN).
fonte: blgodotorcedor
A partida tem todo um cenário de campeonato. O árbitro será o experiente Sálvio Spínola, do quadro da Fifa. Para completar, a semana foi recheada de declarações polêmicas dadas pelo presidente do clube paraíbano, Fábio Azevedo, e pelo atacante tricolor Thiago Cunha. O mandatário paraibano fez jogo duro para liberar ingressos aos torcedores do Santa Cruz e falou que confiava na sua torcida para encher o estádio, mas não na coral.
Cunha deu o troco: “Conheço bastante Campina Grande. Vai acontecer um Fla-Flu no domingo e acho que muita gente vai preferir assistir o clássico na televisão. Tenho certeza que o estádio não vai estar cheio. A torcida do Treze-PB não é apaixonada como a do Santa Cruz”.
Os treinadores das equipes, Zé Teodoro e Marcelo Villar, não se importaram com as provocações. Se preocuparam em trabalhar forte com seus atletas e mantiveram o mistério. Teodoro e Villar comandaram treinos secretos e não revelaram as escalações dos times.
Zé Teodoro deu apenas uma pista sobre a postura do time do Santa Cruz, que deve jogar com três zagueiros e três volantes. “Eles têm uma equipe organizada desde o campeonato regional e tem uma comissão técnica que está há mais de um ano. Nosso elenco está ciente da importância das partidas, pois chegamos no momento mais importante da temporada. Estamos muito próximos de cumprirmos nosso objetivo, que é o acesso.”
No lado do Treze, o técnico Marcelo Villar trabalhou o lado emocional do grupo, destacando a importância dos jogso decisivos contra o Santa Cruz. O treinador não vai contar com o meia Chapinha, que foi expulso no duelo contra o Santa Cruz-RN, e vai cumprir suspensão.
Santa Cruz e Treze-PB prometem duelos equilibrados e emocionantes na luta pela vaga na Série C em 2012. Quem estiver mais concentração e for mais determinado estará bem perto de conquistar o seu objetivo.
Ficha técnica
Treze-PB
Lopes; Ferreira, Anderson, Thiago Cenedesi e Cleiton Cearense; Roberto e Fábio Oliveira, Doda e Celico; Cleo e Warley. Técnico: Marcelo Villar.
Santa Cruz
Tiago Cardoso; André Oliveira, Éverton Sena e Leandro Souza; Memo, Jeovânio, Weslley, Natan (Bismarck) e Dutra; Thiago Cunha e Kiros. Técnico: Zé Teodoro.
Local: Estádio Amigão, em Campina Grande. Árbitro: Sálvio Spínola Fagundes Filho (Fifa-SP). Assistentes: Alessandro da Rocha Matos (Fifa-BA) e Lorival Cândido das Flores (RN).
fonte: blgodotorcedor
Santa Cruz: melhor defesa em teste
Por Elias Roma Neto
Do Jornal do Commercio
A defesa do Santa Cruz é a menos vazada da Série D do Campeonato Brasileiro, com apenas 6 gols sofridos. Agora, terá pela frente o ataque do Treze-PB, que marcou 20 gols na competição, no teste mais importante até o momento na competição - o que vale o acesso à Série C.
Para esta partida, apesar do mistério de Zé Teodoro, André Oliveira e Leandro Souza serão os zagueiros - podem ter a companhia de Éverton Sena. Ambos estão confiantes em uma boa apresentação diante do time paraibano.
De acordo com André Oliveira, não há um segredo para que a defesa volte a funcionar, apesar de revelar que se inspira em alguns casos. "Me inspiro, claro, em times como a Suíça de 2010 e o Paraguai de 1998, mas também admiro a Espanha, que tem zagueiros habilidosos e que saem para o jogo. Mas no momento, só quero pensar na Copa do Mundo que será contra o Treze."
Já Leandro Souza retorna à equipe após ter sido expulso no primeiro jogo contra o Coruripe. Depois de perder a segunda partida contra os alagoanos, o zagueiro espera não receber o terceiro cartão amarelo no duelo inicial contra o Treze-PB, para não ter de perder o confronto de volta no Arruda.
"Agora nosso momento é de ter a cabeça no lugar e jogar para a equipe, saindo com os onze de campo. Queremos dar sequência no trabalho. Sempre conversamos que não podemos perder jogadores para não sairmos prejudicados. Vamos procurar não errar mais e manter o trabalho", disse Leandro Souza.
Do Jornal do Commercio
A defesa do Santa Cruz é a menos vazada da Série D do Campeonato Brasileiro, com apenas 6 gols sofridos. Agora, terá pela frente o ataque do Treze-PB, que marcou 20 gols na competição, no teste mais importante até o momento na competição - o que vale o acesso à Série C.
Para esta partida, apesar do mistério de Zé Teodoro, André Oliveira e Leandro Souza serão os zagueiros - podem ter a companhia de Éverton Sena. Ambos estão confiantes em uma boa apresentação diante do time paraibano.
De acordo com André Oliveira, não há um segredo para que a defesa volte a funcionar, apesar de revelar que se inspira em alguns casos. "Me inspiro, claro, em times como a Suíça de 2010 e o Paraguai de 1998, mas também admiro a Espanha, que tem zagueiros habilidosos e que saem para o jogo. Mas no momento, só quero pensar na Copa do Mundo que será contra o Treze."
Já Leandro Souza retorna à equipe após ter sido expulso no primeiro jogo contra o Coruripe. Depois de perder a segunda partida contra os alagoanos, o zagueiro espera não receber o terceiro cartão amarelo no duelo inicial contra o Treze-PB, para não ter de perder o confronto de volta no Arruda.
"Agora nosso momento é de ter a cabeça no lugar e jogar para a equipe, saindo com os onze de campo. Queremos dar sequência no trabalho. Sempre conversamos que não podemos perder jogadores para não sairmos prejudicados. Vamos procurar não errar mais e manter o trabalho", disse Leandro Souza.
Warley em boa fase: a arma do Treze-PB
Por Elias Roma Neto
Do Jornal do Commercio
O atacante Warley (ex-Náutico) é um daqueles jogadores chamados de rodados. Com passagem por diversos clubes nacionais, o jogador de 33 anos vive um bom momento no Treze-PB, em que é o artilheiro do time na Série D, com 7 gols. Anular o atleta é uma das metas do Santa Cruz na tarde de hoje, para que o acesso à Série C vire uma realidade.
"Estou me sentindo muito bem desde que cheguei, tanto fisicamente como tecnicamente. Desde que vim pra cá, fiquei de fora apenas de um jogo e isso com 33 anos é um feito", revela Warley, com bom-humor. No Campeonato Paraibano deste ano, em que o Galo foi campeão, ele foi o vice-artilheiro da competição, com 13 tentos.
Para o duelo contra o Santa Cruz, ele prega respeito no que deve ser o duelo mais disputado da Série D até então. "Teremos frente a frente as duas melhores equipes da fase de grupo, então será uma grande partida. Sabemos da força deles e espero que nossa equipe esteja bem preparada para se dar bem após os dois jogos."
Apesar de ter jogador no Náutico em 2008, Warley revela não ter enfrentado o tricolor com a camisa alvirrubra. "Por outro lado, já joguei contra o Santa Cruz pelo Grêmio, em que vencemos por 3x0 no Arruda, na Copa João Havelange, e também pelo Brasiliense, na Série B. Já perdi e ganhei."
Do Jornal do Commercio
O atacante Warley (ex-Náutico) é um daqueles jogadores chamados de rodados. Com passagem por diversos clubes nacionais, o jogador de 33 anos vive um bom momento no Treze-PB, em que é o artilheiro do time na Série D, com 7 gols. Anular o atleta é uma das metas do Santa Cruz na tarde de hoje, para que o acesso à Série C vire uma realidade.
"Estou me sentindo muito bem desde que cheguei, tanto fisicamente como tecnicamente. Desde que vim pra cá, fiquei de fora apenas de um jogo e isso com 33 anos é um feito", revela Warley, com bom-humor. No Campeonato Paraibano deste ano, em que o Galo foi campeão, ele foi o vice-artilheiro da competição, com 13 tentos.
Para o duelo contra o Santa Cruz, ele prega respeito no que deve ser o duelo mais disputado da Série D até então. "Teremos frente a frente as duas melhores equipes da fase de grupo, então será uma grande partida. Sabemos da força deles e espero que nossa equipe esteja bem preparada para se dar bem após os dois jogos."
Apesar de ter jogador no Náutico em 2008, Warley revela não ter enfrentado o tricolor com a camisa alvirrubra. "Por outro lado, já joguei contra o Santa Cruz pelo Grêmio, em que vencemos por 3x0 no Arruda, na Copa João Havelange, e também pelo Brasiliense, na Série B. Já perdi e ganhei."
sábado, 8 de outubro de 2011
Jogadoras do Vitória e Seleção prontas para o embarque.
Ketlen, Bia, Thaís Picarte, Kleiton Lima, Thaisinha e Maria Aparecida, jogadoras e o técnico do Vitória servindo à Seleção.
A Seleção Brasileira Feminina chegou à Granja Comary no dia 26 de setembro para iniciar a preparação para o Pan-Americano de Guadalajara. O técnico Kleiton Lima montou uma equipe de jogadoras jovens e outras mais experientes para compor o time que disputará a competição.
Para obter sucesso mesmo com uma equipe tão modificada em relação ao Mundial da Alemanha, o treinamento tem sido intenso em Teresópolis: treinos de manhã e à tarde, além de academia quase todos os dias.
- Eu e a minha comissão técnica temos exigido bastante das meninas e elas têm respondido muito bem nos treinos.
Em relação à parte tática, segundo Kleiton, a Seleção avançou muito desde o princípio da preparação.
- No último coletivo, as jogadoras colocaram em prática o que foi treinado, os dois sistemas que estamos utilizando (3-4-3 e 3-5-2).
Nesta sexta-feira, às 16h15, a Seleção faz o último coletivo antes do Pan-Americano, na Granja Comary.
- Vamos avaliar o desempenho das meninas para fazer os cortes antes da viagem.
A delegação brasileria viaja para Guadalajara na próxima terça-feira, dia 11 de outubro. A estreia será contra a Argentina, no dia 18, às 17 horas (20 horas de Brasília), no Estádio Omnilife. Depois, o Brasil enfrenta a Costa Rica, no dia 20, às 17 horas (20 horas de Brasília) no mesmo local. A última partida da fase de grupos será contra o Canadá, dia 22, às 20 horas (23 de Brasília) também no Omnilife.
A Seleção Brasileira Feminina chegou à Granja Comary no dia 26 de setembro para iniciar a preparação para o Pan-Americano de Guadalajara. O técnico Kleiton Lima montou uma equipe de jogadoras jovens e outras mais experientes para compor o time que disputará a competição.
Para obter sucesso mesmo com uma equipe tão modificada em relação ao Mundial da Alemanha, o treinamento tem sido intenso em Teresópolis: treinos de manhã e à tarde, além de academia quase todos os dias.
- Eu e a minha comissão técnica temos exigido bastante das meninas e elas têm respondido muito bem nos treinos.
Em relação à parte tática, segundo Kleiton, a Seleção avançou muito desde o princípio da preparação.
- No último coletivo, as jogadoras colocaram em prática o que foi treinado, os dois sistemas que estamos utilizando (3-4-3 e 3-5-2).
Nesta sexta-feira, às 16h15, a Seleção faz o último coletivo antes do Pan-Americano, na Granja Comary.
- Vamos avaliar o desempenho das meninas para fazer os cortes antes da viagem.
A delegação brasileria viaja para Guadalajara na próxima terça-feira, dia 11 de outubro. A estreia será contra a Argentina, no dia 18, às 17 horas (20 horas de Brasília), no Estádio Omnilife. Depois, o Brasil enfrenta a Costa Rica, no dia 20, às 17 horas (20 horas de Brasília) no mesmo local. A última partida da fase de grupos será contra o Canadá, dia 22, às 20 horas (23 de Brasília) também no Omnilife.
No sufoco, Sport lutou e arrancou empate contra a Ponte em Campinas
O Sport não mostrou um primor de futebol. No entanto, foi uma equipe aguerrida, especialmente no segundo tempo, para arrancar um empate diante da Ponte Preta, em 1x1, no estádio Moisés Lucarelli, em Campinas. Com o resultado, o Leão passou a somar 44 pontos, ficando na sexta colocação. Agora, a equipe se prepara para encarar o Bragantino, um dos adversários diretos na luta pela classificação, na Ilha do Retiro, na próxima sexta-feira.
Como era esperado, a Ponte Preta começou o primeiro tempo a todo vapor. A equipe paulista entrou em campo com a postura ofensiva e buscou o gol desde o primeiro minuto. Assim, a Macaca conseguiu uma sequência de escanteio, oferecendo muito trabalho ao goleiro Magrão, que fez, no mínimo, três defesas importantes. Por sua vez, o Sport parecia atônito em campo. O time rubro-negro não mostrou um futebol compacto e errou muitos passes.
Assim, o time não conseguiu ter volume de jogo e foi pressionado. A Ponte Preta conseguiu fechar os espaços e abriu o placar num erro rubro-negro. Aos 12 minutos, o volante Hamilton vacilou, Ricardo Cajá
robou a bola, invadiu a área e tocou rasteiro, na saída de Magrão. O zagueiro Gabriel ainda tentou evitar, mas a bola foi para as redes. Após o gol, a Ponte diminuiu o ritmo e cedeu espaços para o Sport. Foi a partir deste momento que o Leão teve mais volume de jogo e conseguiu chegar na área adversária. Mas o time não mostrou sintonia. Por isso, poucos lances foram registrados.
O único de real perigo aconteceu aos 44 minutos, quando Bruno Mineiro foi lançado na área. O atacante chutou e Júlio César defendeu. A Ponte ainda encontrou tempo para criar mais uma situação de gol. Aos 46 minutos, Patrick fez boa jogada e tocou para Josinaldo, que soltou um bomba dentro da área e Magrão defendeu.
No segundo tempo, as duas equipes fizeram várias modificações nos 10 primeiros minutos de jogo. As alterações não surtiram muito efeito. As duas equipe permaneceram confusas em campo, sem conseguir criar lances de perigo. A Ponte mostrava estar satisfeita com o a vantagem mínima no placar e, por isso, não mostra o mesmo ímpeto do início de jogo. Já o Leão não aproveitava a inércia do time paulista. Os rubro-negros tocaram a bola em velocidade, mas não tinha objetividade.
O primeiro lance de perigo só aconteceu aos 23 minutos, quando Róbston bateu de primeira, após cruzamento de Marcelinho Paraíba, e obrigou o goleiro Júlio César a fazer boa defesa. Dez minutos depois, o Leão conseguiu o gol de empate. Maylson, que havia entrado no lugar de Rithely, na sua primeira participação, entrou na área e, na saída do goleiro, mandou a bola para as redes.
O gol incendiou o Sport, que passou a ter mais confiança para ir ao ataque. Foi assim que, aos 35 minutos, Bruno Mineiro teve uma grande chance de virar o placar. O goleiro da Ponte fez boa defesa. Mas aos 37 minutos, numa disputa de bola normal do atacante Misael, o árbitro viu como falta, mostrou o segundo cartão amarelo e, em seguida, o vermelho.
A Ponte Preta resolveu acorda. E, como faltava poucos minutos para a partida acabar, o time foi para cima, no abafa. Júlio César chutou de fora da área e Magrão defendeu. Num minuto final, o goleiro rubro-negro não segurou uma cobrança de falta de fora da área ae a zaga afastou o perigo e garantiu o empate.
Ficha técnica
Ponte Preta: Júlio César; Patric, Leandro Silva, Ferron e João Paulo; João Paulo Silva, Josimar, Caio (Renatinho) e Renato Cajá (Lúcio Flávio); Ricardinho e Ricardo Jesus. Técnico: Gilson Kleina.
Sport: Magrão; Danilo (Misael), Tobi, Gabriel e Wellington Saci; Hamilton, Rithely, Róbston e Marcelinho Paraíba; Wilians (Lúcio Flávio) e Bruno Mineiro. Técnico: PC Gusmão.
Estádio: Moisés Lucarelli, em Campinas (SP). Árbitro: Célio Amorim. Auxiliares: Marco Antônio Martins e Claudemir Mafessoni. Gols: Renato Cajá, aos 12 minutos do primeiro tempo e Maylson, aos 33 minutos do segundo tempo. Cartões amarelos: Ferron, Josimar, Gérson, Rithely, Danilo, Bruno Mineiro e Misael.
Fonte: blogdotorcedor
Como era esperado, a Ponte Preta começou o primeiro tempo a todo vapor. A equipe paulista entrou em campo com a postura ofensiva e buscou o gol desde o primeiro minuto. Assim, a Macaca conseguiu uma sequência de escanteio, oferecendo muito trabalho ao goleiro Magrão, que fez, no mínimo, três defesas importantes. Por sua vez, o Sport parecia atônito em campo. O time rubro-negro não mostrou um futebol compacto e errou muitos passes.
Assim, o time não conseguiu ter volume de jogo e foi pressionado. A Ponte Preta conseguiu fechar os espaços e abriu o placar num erro rubro-negro. Aos 12 minutos, o volante Hamilton vacilou, Ricardo Cajá
robou a bola, invadiu a área e tocou rasteiro, na saída de Magrão. O zagueiro Gabriel ainda tentou evitar, mas a bola foi para as redes. Após o gol, a Ponte diminuiu o ritmo e cedeu espaços para o Sport. Foi a partir deste momento que o Leão teve mais volume de jogo e conseguiu chegar na área adversária. Mas o time não mostrou sintonia. Por isso, poucos lances foram registrados.
O único de real perigo aconteceu aos 44 minutos, quando Bruno Mineiro foi lançado na área. O atacante chutou e Júlio César defendeu. A Ponte ainda encontrou tempo para criar mais uma situação de gol. Aos 46 minutos, Patrick fez boa jogada e tocou para Josinaldo, que soltou um bomba dentro da área e Magrão defendeu.
No segundo tempo, as duas equipes fizeram várias modificações nos 10 primeiros minutos de jogo. As alterações não surtiram muito efeito. As duas equipe permaneceram confusas em campo, sem conseguir criar lances de perigo. A Ponte mostrava estar satisfeita com o a vantagem mínima no placar e, por isso, não mostra o mesmo ímpeto do início de jogo. Já o Leão não aproveitava a inércia do time paulista. Os rubro-negros tocaram a bola em velocidade, mas não tinha objetividade.
O primeiro lance de perigo só aconteceu aos 23 minutos, quando Róbston bateu de primeira, após cruzamento de Marcelinho Paraíba, e obrigou o goleiro Júlio César a fazer boa defesa. Dez minutos depois, o Leão conseguiu o gol de empate. Maylson, que havia entrado no lugar de Rithely, na sua primeira participação, entrou na área e, na saída do goleiro, mandou a bola para as redes.
O gol incendiou o Sport, que passou a ter mais confiança para ir ao ataque. Foi assim que, aos 35 minutos, Bruno Mineiro teve uma grande chance de virar o placar. O goleiro da Ponte fez boa defesa. Mas aos 37 minutos, numa disputa de bola normal do atacante Misael, o árbitro viu como falta, mostrou o segundo cartão amarelo e, em seguida, o vermelho.
A Ponte Preta resolveu acorda. E, como faltava poucos minutos para a partida acabar, o time foi para cima, no abafa. Júlio César chutou de fora da área e Magrão defendeu. Num minuto final, o goleiro rubro-negro não segurou uma cobrança de falta de fora da área ae a zaga afastou o perigo e garantiu o empate.
Ficha técnica
Ponte Preta: Júlio César; Patric, Leandro Silva, Ferron e João Paulo; João Paulo Silva, Josimar, Caio (Renatinho) e Renato Cajá (Lúcio Flávio); Ricardinho e Ricardo Jesus. Técnico: Gilson Kleina.
Sport: Magrão; Danilo (Misael), Tobi, Gabriel e Wellington Saci; Hamilton, Rithely, Róbston e Marcelinho Paraíba; Wilians (Lúcio Flávio) e Bruno Mineiro. Técnico: PC Gusmão.
Estádio: Moisés Lucarelli, em Campinas (SP). Árbitro: Célio Amorim. Auxiliares: Marco Antônio Martins e Claudemir Mafessoni. Gols: Renato Cajá, aos 12 minutos do primeiro tempo e Maylson, aos 33 minutos do segundo tempo. Cartões amarelos: Ferron, Josimar, Gérson, Rithely, Danilo, Bruno Mineiro e Misael.
Fonte: blogdotorcedor
Náutico tropeça contra o Icasa após fazer 2x0
Com um rendimento preocupante nos últimos jogos, para quem briga pelo acesso à Série A, o Náutico tropeçou pela terceira vez seguida, desta vez contra o Icasa, nos Aflitos, empatando em 2 a 2 após ter aberto 2 a 0 no primeiro tempo com gols de Kieza. Osmar e Alex Afonso marcaram para o time cearense.
Chegando aos 49 pontos, o time alvirrubro segue na quarta colocação. Se tivesse vencido, reassumiria a vice-liderança e abriria cinco pontos de distância para o quinto colocado G-4, Boa Esporte (46 pontos), que empatou com o Americana (terceiro, com 49) em Varginha-MG. A Ponte Preta empatou com o Sport em 1 a 1 em Campinas e foi aos 50 pontos.
O JOGO
A partida já começou com o gol relâmpago de Kieza, aos 20 segundos. Ele recebeu um lançamento longo de Marlon, driblou o goleiro com um toque de cabeça e tocou para o fundo das redes.
Poderia parecer o prenúncio de um passeio alvirrubro. Ainda mais com Marcelo Pitol fazendo boa defesa em um chute de Derley aos 10 minutos e com Kieza inspirado, deixando Rogério na cara do gol aos 15 minutos. O companheiro, que não tem o dom da boa finalização, desperdiçou a chance ao tentar trocar o pé da batida para o direito.
No entanto, o panorama do jogo mudou a partir dos 15 minutos. o Icasa, atrás no placar, partiu para cima, e o Náutico aceitou, começou a marcar todo atrás da linha da bola e ficou em busca do contra-ataque. Só que começou a ter dificuldades.
Com mais posse de bola desde os 15 minutos, os visitantes tiveram a primeira chance com Guto. Ele obrigou Gideão a fazer boa defesa aos 25 minutos, num chute de fora da área. O goleiro já tinha trabalhado várias vezes segurando a bola após cruzamentos, não em finalizações.
O jogo estava tenso. Entradas mais duras em disputas de bola foram seguidas de bate-boca entre os jogadores dos dois lados. A arbitragem teve de entrar para separar.
Sem sair tanto para o ataque, o Náutico conseguiu chegar ao segundo gol depois de um pênalti cometido pelo zagueiro Everaldo do Icasa. Eduardo Ramos cruzou da direita e a bola bateu no braço do jogador, que tentou evitar o toque. Kieza, com frieza, cobrou e ampliou aos 35 minutos.
A vantagem de dois gols durou apenas um minuto. Em um lance rápido, o Icasa mandou a bola para a área do Náutico, o atacante João Salles tentou desviar de carrinho e fez falta no zagueiro Marlon; o árbitro não marcou, e a bola sobrou limpa para o lateral-direito Osmar, que bateu no cantinho. 2 a 1.
O Náutico reclamou muito da arbitragem. Pouco após o gol, novo bate-boca depois de uma disputa entre Eduardo Ramos e Guto. Outros atletas chegaram. Derley tomou cartão amarelo por reclamação a um dos árbitros-assistentes.
Mas o jogo fluía. E quase saíram mais dois gols. Ronaldo Alves cabeceou bem aos 43, com boa defesa de Marcelo Pitol, e a resposta veio com o atacante Preto, que aproveitou uma bobeira da zaga alvirrubra na intermediária, avançou livre e chutou forte na entrada da área. Gideão espalmou para escanteio.
SEGUNDO TEMPO
Mantendo a busca pelo empate, o Icasa perdeu teve a chance do empate aos 2 minutos. Após cruzamento, zaga alvirrubra falha e o atacante, livre na área, chutou de primeira, muito por cima.
O time alvirrubro deu um sinal de reação aos seis minutos. Marlon, na entrada da área, recebeu, girou e chutou. Marcelo Pitol defendeu dando rebote. A bola foi invertida, Éverton cruzou, Kieza desviou de cabeça e Rogério tentou um voleio bizarro, mandando para longe.
Com pouca criatividade, o Timbu não conseguia levar a bola redondinha da defesa ao ataque. E tentava alguns chutões. Aos 21 minutos, uma boa jogada de Eduardo Ramos. Recebeu na entrada da área, driblou um zagueiro e chutou cruzado, para fora. Foi a última ação ofensiva que merece destaque na equipe alvirrubra.
Daí até o fim do jogo, o que se viu foi o Icasa dominando o meio de campo, cercando a área alvirrubra e buscando, mesmo sem tanta qualidade técnica, o empate — que quase aconteceu aos 32 minutos. Preto, de fora da área, soltou uma bomba na trave. Na volta, bola bateu na mão de Ronaldo Alves, que afastou. Árbitro não marcou pênalti.
Já com o atacante Alex Afonso em campo no lugar do zagueiro André Turatto, o Icasa teve a sua insistência compensada aos 35 minutos. Preto cruzou da esquerda, e o próprio Alex Afonso cabeceou no canto esquerdo do gol de Gideão, que não chegou a tempo na bola. 2 a 2.
O gol decretou um empate justo na partida. O último lance foi a expulsão de Marlon, que tomou o segundo cartão amarelo por, no entendimento do árbitro, simular um pênalti aos 47 minutos. Foi o terceiro jogo seguido em que o Náutico saiu na frente do placar, mas vacilou e não conseguiu a vitória. Empatou em 1 a 1 com o Duque de Caxias e tomou a virada de 3 a 1 para o Guarani nas duas últimas rodadas.
FICHA DO JOGO
Náutico 2 x 2 Icasa
Náutico - Gideão; Neno (Lennon), Marlon, Ronaldo Alves e Airton; Everton, Elicarlos (Alexandro), Derley e Eduardo Ramos; Rogério (Joélson) e Kieza. Técnico: Waldemar Lemos.
Icasa - Marcelo Pitol, Osmar, Ramon, Everaldo, Vinícius (Júlio César); André Turatto (Alex Afonso), Luís Ricardo, Guto, Júnior Xuxa (Diego Padilha); João Sales e Preto. Técnico: Márcio Bittencourt.
Gols: Kieza (2), aos 22 segundos e aos 35 minutos do primeiro tempo (Náutico), Osmar aos 36 minutos do 1º tempo e Alex Afonso aos 35 minutos do 2º T (Icasa). Cartão vermelho: Marlon (N). Cartões amarelos: Derley (N), Guto, Everaldo, André Turatto. Local: Aflitos.Horário: 16h20. Árbitro: Vinícius Costa (RS). Assistentes: José Calza (RS) e Ubiratan Viana (RN). Campeonato: Brasileiro Série B 2011. 29ª rodada.
Fonte:blogdotorcedor
Chegando aos 49 pontos, o time alvirrubro segue na quarta colocação. Se tivesse vencido, reassumiria a vice-liderança e abriria cinco pontos de distância para o quinto colocado G-4, Boa Esporte (46 pontos), que empatou com o Americana (terceiro, com 49) em Varginha-MG. A Ponte Preta empatou com o Sport em 1 a 1 em Campinas e foi aos 50 pontos.
O JOGO
A partida já começou com o gol relâmpago de Kieza, aos 20 segundos. Ele recebeu um lançamento longo de Marlon, driblou o goleiro com um toque de cabeça e tocou para o fundo das redes.
Poderia parecer o prenúncio de um passeio alvirrubro. Ainda mais com Marcelo Pitol fazendo boa defesa em um chute de Derley aos 10 minutos e com Kieza inspirado, deixando Rogério na cara do gol aos 15 minutos. O companheiro, que não tem o dom da boa finalização, desperdiçou a chance ao tentar trocar o pé da batida para o direito.
No entanto, o panorama do jogo mudou a partir dos 15 minutos. o Icasa, atrás no placar, partiu para cima, e o Náutico aceitou, começou a marcar todo atrás da linha da bola e ficou em busca do contra-ataque. Só que começou a ter dificuldades.
Com mais posse de bola desde os 15 minutos, os visitantes tiveram a primeira chance com Guto. Ele obrigou Gideão a fazer boa defesa aos 25 minutos, num chute de fora da área. O goleiro já tinha trabalhado várias vezes segurando a bola após cruzamentos, não em finalizações.
O jogo estava tenso. Entradas mais duras em disputas de bola foram seguidas de bate-boca entre os jogadores dos dois lados. A arbitragem teve de entrar para separar.
Sem sair tanto para o ataque, o Náutico conseguiu chegar ao segundo gol depois de um pênalti cometido pelo zagueiro Everaldo do Icasa. Eduardo Ramos cruzou da direita e a bola bateu no braço do jogador, que tentou evitar o toque. Kieza, com frieza, cobrou e ampliou aos 35 minutos.
A vantagem de dois gols durou apenas um minuto. Em um lance rápido, o Icasa mandou a bola para a área do Náutico, o atacante João Salles tentou desviar de carrinho e fez falta no zagueiro Marlon; o árbitro não marcou, e a bola sobrou limpa para o lateral-direito Osmar, que bateu no cantinho. 2 a 1.
O Náutico reclamou muito da arbitragem. Pouco após o gol, novo bate-boca depois de uma disputa entre Eduardo Ramos e Guto. Outros atletas chegaram. Derley tomou cartão amarelo por reclamação a um dos árbitros-assistentes.
Mas o jogo fluía. E quase saíram mais dois gols. Ronaldo Alves cabeceou bem aos 43, com boa defesa de Marcelo Pitol, e a resposta veio com o atacante Preto, que aproveitou uma bobeira da zaga alvirrubra na intermediária, avançou livre e chutou forte na entrada da área. Gideão espalmou para escanteio.
SEGUNDO TEMPO
Mantendo a busca pelo empate, o Icasa perdeu teve a chance do empate aos 2 minutos. Após cruzamento, zaga alvirrubra falha e o atacante, livre na área, chutou de primeira, muito por cima.
O time alvirrubro deu um sinal de reação aos seis minutos. Marlon, na entrada da área, recebeu, girou e chutou. Marcelo Pitol defendeu dando rebote. A bola foi invertida, Éverton cruzou, Kieza desviou de cabeça e Rogério tentou um voleio bizarro, mandando para longe.
Com pouca criatividade, o Timbu não conseguia levar a bola redondinha da defesa ao ataque. E tentava alguns chutões. Aos 21 minutos, uma boa jogada de Eduardo Ramos. Recebeu na entrada da área, driblou um zagueiro e chutou cruzado, para fora. Foi a última ação ofensiva que merece destaque na equipe alvirrubra.
Daí até o fim do jogo, o que se viu foi o Icasa dominando o meio de campo, cercando a área alvirrubra e buscando, mesmo sem tanta qualidade técnica, o empate — que quase aconteceu aos 32 minutos. Preto, de fora da área, soltou uma bomba na trave. Na volta, bola bateu na mão de Ronaldo Alves, que afastou. Árbitro não marcou pênalti.
Já com o atacante Alex Afonso em campo no lugar do zagueiro André Turatto, o Icasa teve a sua insistência compensada aos 35 minutos. Preto cruzou da esquerda, e o próprio Alex Afonso cabeceou no canto esquerdo do gol de Gideão, que não chegou a tempo na bola. 2 a 2.
O gol decretou um empate justo na partida. O último lance foi a expulsão de Marlon, que tomou o segundo cartão amarelo por, no entendimento do árbitro, simular um pênalti aos 47 minutos. Foi o terceiro jogo seguido em que o Náutico saiu na frente do placar, mas vacilou e não conseguiu a vitória. Empatou em 1 a 1 com o Duque de Caxias e tomou a virada de 3 a 1 para o Guarani nas duas últimas rodadas.
FICHA DO JOGO
Náutico 2 x 2 Icasa
Náutico - Gideão; Neno (Lennon), Marlon, Ronaldo Alves e Airton; Everton, Elicarlos (Alexandro), Derley e Eduardo Ramos; Rogério (Joélson) e Kieza. Técnico: Waldemar Lemos.
Icasa - Marcelo Pitol, Osmar, Ramon, Everaldo, Vinícius (Júlio César); André Turatto (Alex Afonso), Luís Ricardo, Guto, Júnior Xuxa (Diego Padilha); João Sales e Preto. Técnico: Márcio Bittencourt.
Gols: Kieza (2), aos 22 segundos e aos 35 minutos do primeiro tempo (Náutico), Osmar aos 36 minutos do 1º tempo e Alex Afonso aos 35 minutos do 2º T (Icasa). Cartão vermelho: Marlon (N). Cartões amarelos: Derley (N), Guto, Everaldo, André Turatto. Local: Aflitos.Horário: 16h20. Árbitro: Vinícius Costa (RS). Assistentes: José Calza (RS) e Ubiratan Viana (RN). Campeonato: Brasileiro Série B 2011. 29ª rodada.
Fonte:blogdotorcedor
Longe do líder, Eduardo Ramos foca o acesso
Do Jornal do Commercio
Se o momento pede racionalidade, Eduardo Ramos não “floreou” as pretensões do Náutico nos próximos confrontos e deixou claro que o que interessa, neste período de instabilidade que o time vem passado, é a vaga na Série A nacional. Nada de título ou qualquer outra pretensão impossível de ser conquistada na reta final.
“Ninguém aqui é bobo. Quem acha que vai alcançar a Portuguesa com muitos pontos à frente? Não dá para chegar e dizer que vai. O objetivo é passar (subir). Segundo, terceiro ou quarto colocado: todos passam para a Série A. É isso a que temos de nos apegar”, afirmou.
Pragmático ao extremo, o meia encara a partida de hoje à tarde como uma pedreira para o Náutico. Mas também a vê como a chance de voltar a vencer e seguir com tranquilidade até o fim da Série B, que se encerra no dia 26 de novembro. “O primeiro passo é mostrar cabeça fria dentro de campo. Temos condições de dar a volta por cima e não se engane: será uma final antecipada para nós”, garantiu.
Eduardo discorda que o Náutico vive um momento de queda na competição. Mesmo que o time venha de derrota nos últimos três confrontos fora de casa e de empate por 1x1 contra o Duque de Caxias, o pior da competição, nos Aflitos.
“A competição vive uma nova fase neste segundo turno. Jogar com os piores times é até ruim. Muitos querem fugir a todo custo da zona de rebaixamento. E fazem jogos difíceis”, argumentou.
Por outro lado, admite que o cansaço é um inimigo em potencial das equipes. “Temos 10 jogos para fazer e temos de tirar força não sei de onde. Só dependemos de nós para passar para a Série A. Assim, vamos manter o nível para que nada saia das nossas mãos”, finalizou o meia.
Se o momento pede racionalidade, Eduardo Ramos não “floreou” as pretensões do Náutico nos próximos confrontos e deixou claro que o que interessa, neste período de instabilidade que o time vem passado, é a vaga na Série A nacional. Nada de título ou qualquer outra pretensão impossível de ser conquistada na reta final.
“Ninguém aqui é bobo. Quem acha que vai alcançar a Portuguesa com muitos pontos à frente? Não dá para chegar e dizer que vai. O objetivo é passar (subir). Segundo, terceiro ou quarto colocado: todos passam para a Série A. É isso a que temos de nos apegar”, afirmou.
Pragmático ao extremo, o meia encara a partida de hoje à tarde como uma pedreira para o Náutico. Mas também a vê como a chance de voltar a vencer e seguir com tranquilidade até o fim da Série B, que se encerra no dia 26 de novembro. “O primeiro passo é mostrar cabeça fria dentro de campo. Temos condições de dar a volta por cima e não se engane: será uma final antecipada para nós”, garantiu.
Eduardo discorda que o Náutico vive um momento de queda na competição. Mesmo que o time venha de derrota nos últimos três confrontos fora de casa e de empate por 1x1 contra o Duque de Caxias, o pior da competição, nos Aflitos.
“A competição vive uma nova fase neste segundo turno. Jogar com os piores times é até ruim. Muitos querem fugir a todo custo da zona de rebaixamento. E fazem jogos difíceis”, argumentou.
Por outro lado, admite que o cansaço é um inimigo em potencial das equipes. “Temos 10 jogos para fazer e temos de tirar força não sei de onde. Só dependemos de nós para passar para a Série A. Assim, vamos manter o nível para que nada saia das nossas mãos”, finalizou o meia.
Gusmão quer defesa mais forte
Do Jornal do Commercio
Nos últimos três jogos, o Sport sofreu sete gols e marcou apenas um nas derrotas para o Criciúma (1x0), ABC (3x0) e São Caetano (3x1). Para tentar imprimir mais consistência na defesa, o técnico PC Gusmão decidiu promover o retorno do zagueiro Gabriel, que é canhoto e atua pelo setor esquerdo, depois de sete rodadas fora do time se recuperando de uma lesão muscular.
Confiante, Gabriel acha que o time precisa de muita cautela diante da Ponte Preta, esta tarde. “A atenção não é apenas com os atacantes. A gente tem que marcar forte, na saída de bola da Ponte. Não adianta a gente atacar de toda maneira. É fundamental o time ser mais compacto. Afinal, sete gols em três jogos é uma média alta”, comentou Gabriel.
Nesses três jogos, o ataque também não funcionou. O time até que criou oportunidades, mas não foi bem nas finalizações. Diante do Criciúma, especialmente nos 15 minutos finais, foram desperdiçadas quatro excelentes chances de marcar. Contra o ABC, o meia Marcelinho Paraíba perdeu até pênalti e no jogo com o São Caetano ele acertou duas vezes a trave em cobranças de faltas. “Acho que o time ficou muito ansioso para definir os jogos. Por isso, erramos demais na marcação e sofremos tantos gols. Não podemos nos afobar e muito menos desperdiçar as chances de gols”, acrescentou Gabriel.
Ao lado de Gabriel, estará Tobi, que hoje completa 100 jogos com a camisa rubro-negra. Para ele, a partida diante da Ponte é uma questão se sobrevivência na Série B. “A partir de agora, serão dez decisões. Agora, temos de pensar jogo a jogo. No momento, a nossa concentração é totalmente na Ponte”, garantiu.
Nos últimos três jogos, o Sport sofreu sete gols e marcou apenas um nas derrotas para o Criciúma (1x0), ABC (3x0) e São Caetano (3x1). Para tentar imprimir mais consistência na defesa, o técnico PC Gusmão decidiu promover o retorno do zagueiro Gabriel, que é canhoto e atua pelo setor esquerdo, depois de sete rodadas fora do time se recuperando de uma lesão muscular.
Confiante, Gabriel acha que o time precisa de muita cautela diante da Ponte Preta, esta tarde. “A atenção não é apenas com os atacantes. A gente tem que marcar forte, na saída de bola da Ponte. Não adianta a gente atacar de toda maneira. É fundamental o time ser mais compacto. Afinal, sete gols em três jogos é uma média alta”, comentou Gabriel.
Nesses três jogos, o ataque também não funcionou. O time até que criou oportunidades, mas não foi bem nas finalizações. Diante do Criciúma, especialmente nos 15 minutos finais, foram desperdiçadas quatro excelentes chances de marcar. Contra o ABC, o meia Marcelinho Paraíba perdeu até pênalti e no jogo com o São Caetano ele acertou duas vezes a trave em cobranças de faltas. “Acho que o time ficou muito ansioso para definir os jogos. Por isso, erramos demais na marcação e sofremos tantos gols. Não podemos nos afobar e muito menos desperdiçar as chances de gols”, acrescentou Gabriel.
Ao lado de Gabriel, estará Tobi, que hoje completa 100 jogos com a camisa rubro-negra. Para ele, a partida diante da Ponte é uma questão se sobrevivência na Série B. “A partir de agora, serão dez decisões. Agora, temos de pensar jogo a jogo. No momento, a nossa concentração é totalmente na Ponte”, garantiu.
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
Salgueiro 1 x 2 Portuguesa - Lusa fica a uma vitória do acesso à elite!
Recife, PE, 07 (AFI) – A Portuguesa segue imbatível no Campeonato Brasileiro da Série B. Na noite desta sexta-feira, a Lusa cheou ao seu 12.º jogo – seis vitórias e seis empates - sem derrota ao vencer o Salgueiro, por 2 a 1, na Ilha do Retiro, em Recife, pela abertura da 29.ª rodada. Marcelo Cordeiro e Raí marcaram os gols do time paulista, enquanto que o gol dos pernambucanos foi marcado pelo zagueiro Alexandre.
Agora, a Portuguesa chega aos 60 pontos, segue na liderança isolada, e fica a uma vitória de conquistar o acesso – de acordo com os matemáticos. A Lusa tem 11 pontos de vantagem para a vice-líder Ponte Preta, que joga no sábado, e 15 pontos para o Boa Esporte, que atualmente aparece em quinto lugar. Já o Salgueiro é o penúltimo colocado, com 25 pontos, e segue rumo à Série C de 2012.
Salgueiro ligado, mas...
Quem pensava que o Salgueiro seria um adversário sem resistência à líder Portuguesa se enganou logo no primeiro tempo. O time pernambucano provou que ainda está bem vivo na luta contra o rebaixamento e deixou a Lusa toda acuada no campo de defesa. A Portuguesa não conseguiu mostrar o mesmo ritmo dos últimos jogos. Assim, com pelo menos seis boas chances, o Salgueiro poderia ter ficado em vantagem ao final da primeirta etapa, mas conseguiu somente assustar o goleiro Weverton, que viu o travessão evitar a oportunidade mais clara do time pernambucano.
Aos seis minutos, Clebson cruzou para o meio da área, Josi dominou no peito e chutou de primeira. A bola acertou o travessão da Lusa. No rebote, Clebson chutou forte e isolou pela linha de fundo. Dois minutos mais tarde, o Carcará novamente assuntou o time paulista. Ricardinho recebeu livre dentro da área, dominou e chutou colocado. O goleiro Weverton fez uma linda defesa e salvou a Lusa.
O time pernambucano permaneceu melhor e criando chances. Aos 12, Piauí cobrou falta com força e o goleiro Weverton espalmou para evitar o gol do Salgueiro. Aos 21, Ricardinho recebeu bom passe pelo lado direito e chutou com força, mas a bola saiu à esquerda da meta de Weverton.
No final da primeira etapa mais duas boas chances aos pernambucanos. Aos 36, Renê chutou de fora da área, Weverton fez grande defesa. No rebote, Josi tentou e o goleiro da Lusa salvou de novo. No lance seguinte, Alexandre ficou com a sobra dentro da área e chutou, mas isolou a bola por cima do gol lusitado.
Por fim, a Portuguesa ainda contou com uma “ajuda extra” no final da primeira etapa. Aos 43 minutos, parte dos refletores da Ilha do Retiro ficou se energia e o árbitro gaúcho Anderson Daronco paralisou o jogo, que recomeçou somente 26 minutos depois, mas os times atuaram por mais dois minutos antes de seguirem para o intervalo.
Mudou de campo e de postura!
Após não conseguir criar na primeira etapa, a Lusa mostrou o motivo de estar na liderança isolada. A bronca de Jorginho nos vestiários surtiu efeito e logo aos cinco minutos a Portuguesa abriu o placar. Marcelo Cordeiro serviu Edno na entrada da área e o atacante tocou por cima do goleiro Luciano. Antes da bola ultrapassar a linha de gol, Cordeiro ainda chegou rapidamente e empurra para o fundo das redes: 1 a 0.
Após o gol, a Portuguesa passou a explorar as jogadas de contra-ataque e o Salgueiro criou boas oportunidades até empatar. Na primeira delas, Josi cabeceou e a bola passou à direita da meta de Weverton. Na segunda, Ricardinho chutou de fora da área e a bola foi à esquerda da meta lusitana. Na terceira, aos 39, o zagueiro Alexandre aproveitou cobrança de escanteio e desviou de cabeça. A bola bateu em Luis Ricardo e tirou a chance de defesa de Weverton: 1 a 1.
No final, quando o empate parecia ser o resultado mais provável e justo pelo que foi apresentado do lado do Salgueiro, a Lusa mostrou que não está para brincadeira e marcou novamente. Aos 44 minutos, Raí acertou um belo chute de fora da área e a bola foi morrer no canto esquerdo da meta de Luciano, que ainda se esticou todo, mas sem conseguir evitar que a bola chegasse até suas redes: 2 a 1.
Próximos Jogos!
Pela 30.ª rodada, o Salgueiro volta a campo na próxima sexta-feira, às 20h30, quando encara o Criciúma, no Estádio Heriberto Hulse. Já a Portuguesa recebe o Boa Esporte, terça-feira, às 20h30, no Estádio do Canindé, em São Paulo.
Fonte: futebolinterior
Agora, a Portuguesa chega aos 60 pontos, segue na liderança isolada, e fica a uma vitória de conquistar o acesso – de acordo com os matemáticos. A Lusa tem 11 pontos de vantagem para a vice-líder Ponte Preta, que joga no sábado, e 15 pontos para o Boa Esporte, que atualmente aparece em quinto lugar. Já o Salgueiro é o penúltimo colocado, com 25 pontos, e segue rumo à Série C de 2012.
Salgueiro ligado, mas...
Quem pensava que o Salgueiro seria um adversário sem resistência à líder Portuguesa se enganou logo no primeiro tempo. O time pernambucano provou que ainda está bem vivo na luta contra o rebaixamento e deixou a Lusa toda acuada no campo de defesa. A Portuguesa não conseguiu mostrar o mesmo ritmo dos últimos jogos. Assim, com pelo menos seis boas chances, o Salgueiro poderia ter ficado em vantagem ao final da primeirta etapa, mas conseguiu somente assustar o goleiro Weverton, que viu o travessão evitar a oportunidade mais clara do time pernambucano.
Aos seis minutos, Clebson cruzou para o meio da área, Josi dominou no peito e chutou de primeira. A bola acertou o travessão da Lusa. No rebote, Clebson chutou forte e isolou pela linha de fundo. Dois minutos mais tarde, o Carcará novamente assuntou o time paulista. Ricardinho recebeu livre dentro da área, dominou e chutou colocado. O goleiro Weverton fez uma linda defesa e salvou a Lusa.
O time pernambucano permaneceu melhor e criando chances. Aos 12, Piauí cobrou falta com força e o goleiro Weverton espalmou para evitar o gol do Salgueiro. Aos 21, Ricardinho recebeu bom passe pelo lado direito e chutou com força, mas a bola saiu à esquerda da meta de Weverton.
No final da primeira etapa mais duas boas chances aos pernambucanos. Aos 36, Renê chutou de fora da área, Weverton fez grande defesa. No rebote, Josi tentou e o goleiro da Lusa salvou de novo. No lance seguinte, Alexandre ficou com a sobra dentro da área e chutou, mas isolou a bola por cima do gol lusitado.
Por fim, a Portuguesa ainda contou com uma “ajuda extra” no final da primeira etapa. Aos 43 minutos, parte dos refletores da Ilha do Retiro ficou se energia e o árbitro gaúcho Anderson Daronco paralisou o jogo, que recomeçou somente 26 minutos depois, mas os times atuaram por mais dois minutos antes de seguirem para o intervalo.
Mudou de campo e de postura!
Após não conseguir criar na primeira etapa, a Lusa mostrou o motivo de estar na liderança isolada. A bronca de Jorginho nos vestiários surtiu efeito e logo aos cinco minutos a Portuguesa abriu o placar. Marcelo Cordeiro serviu Edno na entrada da área e o atacante tocou por cima do goleiro Luciano. Antes da bola ultrapassar a linha de gol, Cordeiro ainda chegou rapidamente e empurra para o fundo das redes: 1 a 0.
Após o gol, a Portuguesa passou a explorar as jogadas de contra-ataque e o Salgueiro criou boas oportunidades até empatar. Na primeira delas, Josi cabeceou e a bola passou à direita da meta de Weverton. Na segunda, Ricardinho chutou de fora da área e a bola foi à esquerda da meta lusitana. Na terceira, aos 39, o zagueiro Alexandre aproveitou cobrança de escanteio e desviou de cabeça. A bola bateu em Luis Ricardo e tirou a chance de defesa de Weverton: 1 a 1.
No final, quando o empate parecia ser o resultado mais provável e justo pelo que foi apresentado do lado do Salgueiro, a Lusa mostrou que não está para brincadeira e marcou novamente. Aos 44 minutos, Raí acertou um belo chute de fora da área e a bola foi morrer no canto esquerdo da meta de Luciano, que ainda se esticou todo, mas sem conseguir evitar que a bola chegasse até suas redes: 2 a 1.
Próximos Jogos!
Pela 30.ª rodada, o Salgueiro volta a campo na próxima sexta-feira, às 20h30, quando encara o Criciúma, no Estádio Heriberto Hulse. Já a Portuguesa recebe o Boa Esporte, terça-feira, às 20h30, no Estádio do Canindé, em São Paulo.
Fonte: futebolinterior
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