JOGO: IGARASSU 1 X 1 GOIANA
DIA: 13.11.2011 (DOMINGO) HORÁRIO: 15h CATEGORIA: Amador
ESTÁDIO: Alfredo Bandeira de Melo Cidade: Igarassu
ÁRBITRO: Gleydson Leite
ASSISTENTE N.º 1: Liga Local
ASSISTENTE N.º 2: Liga Local
JOGO: TRACUNHAÉM 0 X 1 PAUDALHO
DIA: 13.11.2011 (DOMINGO) HORÁRIO: 15h CATEGORIA: Amador
ESTÁDIO: Municipal Joaquim Lapa Cidade: Tracunhaém
ÁRBITRO: Ricardo Tavares
ASSISTENTE N.º 1: Liga Local
ASSISTENTE N.º 2: Liga Local
JOGO: LAJEDO 0 X 1 CACHOEIRINHA
DIA: 13.11.2011 (DOMINGO) HORÁRIO: 15h CATEGORIA: Amador
ESTÁDIO: Clementino Lima Cidade: Lajedo
ÁRBITRO: Carlos Costa
ASSISTENTE N.º 1: Liga Local
ASSISTENTE N.º 2: Liga Local
JOGO: SERTÂNIA 4 X 1 SÃO BENTO DO UNA
DIA: 13.11.2011 (DOMINGO) HORÁRIO: 15h CATEGORIA: Amador
ESTÁDIO: Odilon Ferreira Cidade: Sertania
ÁRBITRO: Gilberto Castro
ASSISTENTE N.º 1: Liga Local
ASSISTENTE N.º 2: Liga Local
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domingo, 13 de novembro de 2011
RESULTADOS DO AMADOR DA CAPITAL / 1ª DIVISÃO 2011
JOGO: BOTAFOGO 4 X 2 PINA
DIA: 13.11.2011 (DOMINGO) HORÁRIO: 15h15 CATEGORIA: Amador
ESTÁDIO: Campo do Barro Cidade: Recife
ÁRBITRO: Erique Rocha
ASSISTENTE N.º 1: Ricardo Chianca
ASSISTENTE N.º 2: Arquimedes Alves
JOGO: ESC. ENGENHO DO MEIO 1 X 1 BARCELONA
DIA: 13.11.2011 (DOMINGO) HORÁRIO: 15h15 CATEGORIA: Amador
ESTÁDIO: CSU – Engenho do Meio Cidade: Recife
ÁRBITRO: Robson Chastel
ASSISTENTE N.º 1: Wilton Lins
ASSISTENTE N.º 2: Bruno Alcântara
DIA: 13.11.2011 (DOMINGO) HORÁRIO: 15h15 CATEGORIA: Amador
ESTÁDIO: Campo do Barro Cidade: Recife
ÁRBITRO: Erique Rocha
ASSISTENTE N.º 1: Ricardo Chianca
ASSISTENTE N.º 2: Arquimedes Alves
JOGO: ESC. ENGENHO DO MEIO 1 X 1 BARCELONA
DIA: 13.11.2011 (DOMINGO) HORÁRIO: 15h15 CATEGORIA: Amador
ESTÁDIO: CSU – Engenho do Meio Cidade: Recife
ÁRBITRO: Robson Chastel
ASSISTENTE N.º 1: Wilton Lins
ASSISTENTE N.º 2: Bruno Alcântara
Belo Jardim perde pontos no Tapetão e Chã Grande herda a vaga na série A1 em 2012
Chã Grande garante vaga no tapetão par a 1ª divisão do Campeonato Pernambucano 2012
O time foi beneficiado com uma decisão da Federação Pernambucana de Futebol, que tirou pontos do Belo Jardim e Timbaúba.
Reviravolta no futebol estadual. A Federação Pernambucana de Futebol (FPF) decidiu que os times do Belo Jardim e Timbaúba perderam pontos e foram excluídos da Série A2 do Campeonato Pernambucano, o equivalente à segunda divisão do torneio.
Com a decisão, a equipe do Chã Grande herda uma das vagas para o campeonato da primeira divisão.
De acordo com a FPF, a punição é por conta da utilização de jogadores irregulares na Série A2 deste ano. A decisão da federação já foi comunicada ao Tribunal de Justiça Desportiva de Pernambuco (STJD-PE). Além do Chã Grande, a equipe do Serra Talhada disputará a primeira divisão do Campeonato Pernambucano. O time sertanejo foi o primeiro a garantir a vaga ao sagrar-se campeão da divisão de acesso este ano.
O time foi beneficiado com uma decisão da Federação Pernambucana de Futebol, que tirou pontos do Belo Jardim e Timbaúba.
Reviravolta no futebol estadual. A Federação Pernambucana de Futebol (FPF) decidiu que os times do Belo Jardim e Timbaúba perderam pontos e foram excluídos da Série A2 do Campeonato Pernambucano, o equivalente à segunda divisão do torneio.
Com a decisão, a equipe do Chã Grande herda uma das vagas para o campeonato da primeira divisão.
De acordo com a FPF, a punição é por conta da utilização de jogadores irregulares na Série A2 deste ano. A decisão da federação já foi comunicada ao Tribunal de Justiça Desportiva de Pernambuco (STJD-PE). Além do Chã Grande, a equipe do Serra Talhada disputará a primeira divisão do Campeonato Pernambucano. O time sertanejo foi o primeiro a garantir a vaga ao sagrar-se campeão da divisão de acesso este ano.
Pressão aumenta na Ilha do Retiro
Do JC Online
Os jogadores do Sport tiveram um final de semana de folga, mas não tiveram folga na classificação da Série B. O Leão, que dormiu da sexta-feira (10) para o sábado ocupando a quarta colocação do G-4, com 55 pontos depois que aplicou 4x0 no Americana, caiu para a sexta, pois viu o Bragantino também golear o Goiás por 4x0 e retomar a posição, passando a somar 58 pontos. Mas o rubro-negro pernambucano ainda assistiu o Vitória bater o Criciúma por 3x1 e subir para a quinta colocação com 57.
Diante da situação, o grupo se reapresenta, hoje à tarde, na Ilha do Retiro sob a mesma pressão de ter de vencer seus dois últimos jogos contra o Paraná, sábado, em casa, e o Vila Nova-GO, dia 26, em Goiânia, para continuar sonhando com a Série A e rezar para Bragantino e Vitória tropecem nas suas duas últimas partidas da Série B.
O técnico Mazola Júnior, no entanto, não joga a toalha. Ele continua acreditando no acesso à Série A, mesmo na dependência de vencer dois jogos e esperar a queda dos rivais. Aposta do treinador é na reação do time nos últimos três compromissos, quando aplicou duas goleadas (4x1 sobre o Boa Esporte e 4x0 diante do Americana) e empatou por 2x2 com campeão da competição Portuguesa, no Canindé.
“Somamos sete pontos em três jogos, marcamos dez gols e sofremos apenas dois. Esta é uma demonstração de que esse grupo está determinado em conseguir mais duas vitórias. Agora, no futebol tudo pode ocorrer, como Bragantino e Vitória ter problemas nos seus jogos”, acredita Mazola.
O treinador terá de hoje até sexta-feira para preparar o time. O lateral Thiaguinho, que cumpriu suspensão, está à disposição. Mas todas as fichas estão no meia Marcelinho Paraíba, que brilhou com dois belos gols diante do Americana. Ele, por sinal, também não joga a toalha.
“Da mesma forma que o Boa venceu a Ponte em Campinas, tudo pode ocorrer nas duas últimas rodadas. Agora, a gente de fazer a nossa parte”, disse o meia.
Os jogadores do Sport tiveram um final de semana de folga, mas não tiveram folga na classificação da Série B. O Leão, que dormiu da sexta-feira (10) para o sábado ocupando a quarta colocação do G-4, com 55 pontos depois que aplicou 4x0 no Americana, caiu para a sexta, pois viu o Bragantino também golear o Goiás por 4x0 e retomar a posição, passando a somar 58 pontos. Mas o rubro-negro pernambucano ainda assistiu o Vitória bater o Criciúma por 3x1 e subir para a quinta colocação com 57.
Diante da situação, o grupo se reapresenta, hoje à tarde, na Ilha do Retiro sob a mesma pressão de ter de vencer seus dois últimos jogos contra o Paraná, sábado, em casa, e o Vila Nova-GO, dia 26, em Goiânia, para continuar sonhando com a Série A e rezar para Bragantino e Vitória tropecem nas suas duas últimas partidas da Série B.
O técnico Mazola Júnior, no entanto, não joga a toalha. Ele continua acreditando no acesso à Série A, mesmo na dependência de vencer dois jogos e esperar a queda dos rivais. Aposta do treinador é na reação do time nos últimos três compromissos, quando aplicou duas goleadas (4x1 sobre o Boa Esporte e 4x0 diante do Americana) e empatou por 2x2 com campeão da competição Portuguesa, no Canindé.
“Somamos sete pontos em três jogos, marcamos dez gols e sofremos apenas dois. Esta é uma demonstração de que esse grupo está determinado em conseguir mais duas vitórias. Agora, no futebol tudo pode ocorrer, como Bragantino e Vitória ter problemas nos seus jogos”, acredita Mazola.
O treinador terá de hoje até sexta-feira para preparar o time. O lateral Thiaguinho, que cumpriu suspensão, está à disposição. Mas todas as fichas estão no meia Marcelinho Paraíba, que brilhou com dois belos gols diante do Americana. Ele, por sinal, também não joga a toalha.
“Da mesma forma que o Boa venceu a Ponte em Campinas, tudo pode ocorrer nas duas últimas rodadas. Agora, a gente de fazer a nossa parte”, disse o meia.
Santa Cruz larga em desvantagem na final da Série D
Num jogo duro e muito estudado, o Santa Cruz saiu em desvantagem na decisão da Série D 2011. O tricolor perdeu para o Tupi por 1x0, no Mário Helênio, em Juiz de Fora (MG), e precisará fazer o resultado no Arruda para conquistar seu primeiro título nacional. Para isso, será necessário vencer por dois gols de diferença no próximo domingo (20). Empate ou vitória pernambucana por um gol de diferença com o oponente marcando (2x1, 3x2...) dá o título aos mineiros. Se os corais devolverem o 1x0 a definição vai para as cobranças de pênalti.
Apesar da fama de jogar ofensivamente dentro de casa, o Tupi não conseguiu pressionar o Santa Cruz em seu campo de defesa. O tricolor bloqueou bem o meio, não avançou tanto seus laterais e deixou o jogo preso entre as duas intermediárias. Tanto que as primeiras tentativas dos donos da casa limitaram-se a bolas paradas.
Por outro lado, essa postura também fazia com que o time pernambucano chegasse sem contundência ao campo ofensivo. Isso só veio acontecer aos 16 minutos, numa jogada típica dos corais. Jeovânio roubou a bola e puxou o contra-ataque. Porém, demorou a dar sequência e quando serviu Fernando Gaúcho, o assistente anotou impedimento para protesto do técnico Zé Teodoro.
Aos 24 em novo contra-ataque, foi a vez de Weslley deixar Flávio Caça Rato em grande condição. Sozinho diante do goleiro, o camisa 11 demorou a definir a jogada e foi bloqueado por Wesley Ladeira. O Tupi respondeu na bola aérea apenas três minutos depois. Marquinhos cruzou e Ademilson acertou a rede pelo lado de fora. Após esse lance, o Tupi ensaiou uma pressão bem suportada pelos corais e que não durou muito.
O jogo voltou ao seu ritmo normal, mais preso no meio. O time da casa, sem conseguir furar o bloqueio, começou a dar sinais de ansiedade, o que facilitou os pernambucanos. O que faltou ao Santa foi um pouco mais de qualidade no passe final. E quando o primeiro tempo se encaminhava para o empate e se desenrolava do jeito que o Santa gosta, a equipe mineira saiu do zero.
Aos 42 minutos, Marquinhos fez boa jogada pela direita e serviu Ademilson. A defesa coral parou e o atacante entrou pelo meio. Só esperou a saída de Tiago Cardoso para chutar forte, sem chance de defesa.
Embora Flávio Caça Rato tenha perdido a melhor chance de gol, o técnico Zé Teodoro optou por sacrificar o atacante com menos participação ofensiva. Por isso, Fernando Gaúcho, que realmente pouco produziu no primeiro tempo, saiu para entrada do grandalhão Kiros. A medida também deixava clara a intenção de aproveitar melhor as jogadas de bola parada.
Mas os corais não jogaram pelas laterais, expediente mais indicado quando se quer alçar bolas na área. A dificuldade de criação no meio de campo era flagrante, o que também prejudicava as jogadas pelo chão. Por isso, Renatinho entrou no lugar de Jeovânio.
Mas Renatinho não deu a opção que se esperava. Kiros ficou limitado apenas a desviar de cabeça os lançamentos longos. Fazer isso de costas para o gol apenas facilitou o trabalho da defesa adversária. Teodoro mexeu no ataque novamente. Desta vez Flávio Recife saiu para a entrada de Ludemar. Mas o problema do Santa era criar, já que a marcação não comprometeu.
A grande chance terminou saindo na bola parada, aos 36. Weslley bateu falta e a bola passou raspando a trave esquerda. Uma rara tabela entre os dois atacantes, Kiros e Ludemar, terminou com a finalização deste último para fora. Nos cinco minutos finais, o tricolor chegou a pressionar mas não acertou a pontaria.
Ficha do jogo:
Tupi: Rodrigo; Marquinho, Wesley Ladeira, Silvio e Michel; Assis, Marcel, Vitinho (Augusto) e Luciano Ratinho (Henrique); Allan e Ademilson. Técnico: Ricardo Drubscky.
Santa Cruz: Tiago Cardoso; Leandro Souza, André Oliveira, Jeovânio (Renatinho); Eduardo Arroz, Memo, Chicão, Weslley, Dutra; Flávio Caça Rato (Ludemar) e Fernando Gaúcho (Kiros). Técnico: Zé Teodoro.
Local: Estádio Municipal Radialista Mário Helênio, Juiz de Fora (MG). Árbitro: Paulo César de Oliveira (Fifa/SP). Assistentes: Fábio Baesteiro e Alex Alexandrino (SP). Gol: Ademilson, aos 42 do primeiro tempo. Cartões amarelos: Jeovânio e Weslley. Renda: R$ 131.170. Público: 14.726.
Fonte: blogdotorcedor
Apesar da fama de jogar ofensivamente dentro de casa, o Tupi não conseguiu pressionar o Santa Cruz em seu campo de defesa. O tricolor bloqueou bem o meio, não avançou tanto seus laterais e deixou o jogo preso entre as duas intermediárias. Tanto que as primeiras tentativas dos donos da casa limitaram-se a bolas paradas.
Por outro lado, essa postura também fazia com que o time pernambucano chegasse sem contundência ao campo ofensivo. Isso só veio acontecer aos 16 minutos, numa jogada típica dos corais. Jeovânio roubou a bola e puxou o contra-ataque. Porém, demorou a dar sequência e quando serviu Fernando Gaúcho, o assistente anotou impedimento para protesto do técnico Zé Teodoro.
Aos 24 em novo contra-ataque, foi a vez de Weslley deixar Flávio Caça Rato em grande condição. Sozinho diante do goleiro, o camisa 11 demorou a definir a jogada e foi bloqueado por Wesley Ladeira. O Tupi respondeu na bola aérea apenas três minutos depois. Marquinhos cruzou e Ademilson acertou a rede pelo lado de fora. Após esse lance, o Tupi ensaiou uma pressão bem suportada pelos corais e que não durou muito.
O jogo voltou ao seu ritmo normal, mais preso no meio. O time da casa, sem conseguir furar o bloqueio, começou a dar sinais de ansiedade, o que facilitou os pernambucanos. O que faltou ao Santa foi um pouco mais de qualidade no passe final. E quando o primeiro tempo se encaminhava para o empate e se desenrolava do jeito que o Santa gosta, a equipe mineira saiu do zero.
Aos 42 minutos, Marquinhos fez boa jogada pela direita e serviu Ademilson. A defesa coral parou e o atacante entrou pelo meio. Só esperou a saída de Tiago Cardoso para chutar forte, sem chance de defesa.
Embora Flávio Caça Rato tenha perdido a melhor chance de gol, o técnico Zé Teodoro optou por sacrificar o atacante com menos participação ofensiva. Por isso, Fernando Gaúcho, que realmente pouco produziu no primeiro tempo, saiu para entrada do grandalhão Kiros. A medida também deixava clara a intenção de aproveitar melhor as jogadas de bola parada.
Mas os corais não jogaram pelas laterais, expediente mais indicado quando se quer alçar bolas na área. A dificuldade de criação no meio de campo era flagrante, o que também prejudicava as jogadas pelo chão. Por isso, Renatinho entrou no lugar de Jeovânio.
Mas Renatinho não deu a opção que se esperava. Kiros ficou limitado apenas a desviar de cabeça os lançamentos longos. Fazer isso de costas para o gol apenas facilitou o trabalho da defesa adversária. Teodoro mexeu no ataque novamente. Desta vez Flávio Recife saiu para a entrada de Ludemar. Mas o problema do Santa era criar, já que a marcação não comprometeu.
A grande chance terminou saindo na bola parada, aos 36. Weslley bateu falta e a bola passou raspando a trave esquerda. Uma rara tabela entre os dois atacantes, Kiros e Ludemar, terminou com a finalização deste último para fora. Nos cinco minutos finais, o tricolor chegou a pressionar mas não acertou a pontaria.
Ficha do jogo:
Tupi: Rodrigo; Marquinho, Wesley Ladeira, Silvio e Michel; Assis, Marcel, Vitinho (Augusto) e Luciano Ratinho (Henrique); Allan e Ademilson. Técnico: Ricardo Drubscky.
Santa Cruz: Tiago Cardoso; Leandro Souza, André Oliveira, Jeovânio (Renatinho); Eduardo Arroz, Memo, Chicão, Weslley, Dutra; Flávio Caça Rato (Ludemar) e Fernando Gaúcho (Kiros). Técnico: Zé Teodoro.
Local: Estádio Municipal Radialista Mário Helênio, Juiz de Fora (MG). Árbitro: Paulo César de Oliveira (Fifa/SP). Assistentes: Fábio Baesteiro e Alex Alexandrino (SP). Gol: Ademilson, aos 42 do primeiro tempo. Cartões amarelos: Jeovânio e Weslley. Renda: R$ 131.170. Público: 14.726.
Fonte: blogdotorcedor
Seguindo os passos das Guerreiras
Do Jornal do Commercio
Hildo Neto
hneto@jc.com.br
Pela primeira vez um time do interior do Nordeste consegue chegar à final da Copa do Brasil de futebol. O fato histórico faz o País olhar para Vitória de Santo Antão, na Zona da Mata de Pernambuco, que conta com uma população de 130 mil habitantes. Conhecida como a “Terra da Cachaça”, devido a fama internacional da aguardente, a cidade agora é um pólo do futebol feminino. As meninas, que são chamadas de “Guerreiras das Tabocas”, chegaram à decisão da competição nacional sem perder um jogo na temporada e com a melhor média de público: 2.687 pessoas.
Na partida da semifinal contra o Rio Preto-SP compareceram ao Estádio Carneirão 4.456 torcedores. A título de comparação, em termos de média, o Vitória estaria à frente de cinco times que disputam o Brasileiro da Série B masculino: Guarani, Icasa, Americana, São Caetano e Duque de Caxias. O sucesso do time feminino, além de colocar Vitória de Santo Antão nos noticiários nacionais e movimentar a economia local, também está despertando o interesse de meninas em se tornarem atletas.
Aos 15 anos de idade, Juliana Lucena, foi integrada ao elenco do Vitória depois de insistir com os pais que queria ser jogadora. “Estava acompanhando desde o ano passado. Jogo futsal desde os cinco anos e resolvi pedir uma oportunidade”, conta a jovem, que atua como meia-atacante. Ela está treinando com o time desde agosto. “Eu já era fã das meninas e está sendo honra estar ao lado delas. Cada dia eu aprende mais e espero chegar no mesmo nível que elas”, comenta. Pelo menos, três vezes por semana, Juliana sai de Boa Viagem, onde mora, e segue para o Carneirão. A distância é de aproximadamente 50km.
Fonte: blogdotorcedor
Hildo Neto
hneto@jc.com.br
Pela primeira vez um time do interior do Nordeste consegue chegar à final da Copa do Brasil de futebol. O fato histórico faz o País olhar para Vitória de Santo Antão, na Zona da Mata de Pernambuco, que conta com uma população de 130 mil habitantes. Conhecida como a “Terra da Cachaça”, devido a fama internacional da aguardente, a cidade agora é um pólo do futebol feminino. As meninas, que são chamadas de “Guerreiras das Tabocas”, chegaram à decisão da competição nacional sem perder um jogo na temporada e com a melhor média de público: 2.687 pessoas.
Na partida da semifinal contra o Rio Preto-SP compareceram ao Estádio Carneirão 4.456 torcedores. A título de comparação, em termos de média, o Vitória estaria à frente de cinco times que disputam o Brasileiro da Série B masculino: Guarani, Icasa, Americana, São Caetano e Duque de Caxias. O sucesso do time feminino, além de colocar Vitória de Santo Antão nos noticiários nacionais e movimentar a economia local, também está despertando o interesse de meninas em se tornarem atletas.
Aos 15 anos de idade, Juliana Lucena, foi integrada ao elenco do Vitória depois de insistir com os pais que queria ser jogadora. “Estava acompanhando desde o ano passado. Jogo futsal desde os cinco anos e resolvi pedir uma oportunidade”, conta a jovem, que atua como meia-atacante. Ela está treinando com o time desde agosto. “Eu já era fã das meninas e está sendo honra estar ao lado delas. Cada dia eu aprende mais e espero chegar no mesmo nível que elas”, comenta. Pelo menos, três vezes por semana, Juliana sai de Boa Viagem, onde mora, e segue para o Carneirão. A distância é de aproximadamente 50km.
Fonte: blogdotorcedor
Santa começa luta por seu primeiro título nacional
O Santa Cruz inicia a batalha pelo seu primeiro título nacional neste domingo (13), a partir das 15h50 (do Recife), diante do Tupi, no estádio Mario Helênio, em Juiz de Fora (MG). O tricolor entra em campo com a marca do favoritismo, pois além de ser o clube com mais tradição e torcida na Série D, sofreu apenas uma derrota em toda competição, ainda pela fase de grupos. Os dois times já estão classificados para a Série C em 2012.
O técnico Zé Teodoro já avisou que seu time não vai fugir às características que o levaram a uma temporada tão profícua - além da ascensão, conquistou o Campeonato Pernambucano. O tricolor vai ser um time com ênfase na marcação e esperando o erro do adversário para fazer o resultado que lhe interessa.
A formação coral só será conhecida momentos antes da partida, embora não deva fugir muito do que o torcedor está cansado de ver. Teodoro oscila entre o 4-4-2, 3-5-2 e 3-6-1. Todas as possibilidades foram testadas para o confronto. "Quando você tem mais tempo no clube, conhece mais os jogadores e sabe o que onde eles podem render. Hoje a gente tem a tranquilidade de poder usar esses esquemas, mas lógico que isso é dentro do que a outra equipe vai nos apresentar", lembrou.
A única ausência é o atacante Thiago Cunha, suspenso pelo terceiro cartão amarelo. Quem deve ganhar uma vaga ao lado de Fernando Gaúcho é Flávio Caça Rato. Por outro lado, o lateral-esquerdo Dutra está recuperado de uma lesão na coxa e tem retorno confirmado.
Sobre o adversário, o comandante tricolor destacou a força ofensiva dos mineiros, que têm o melhor ataque da competição com 26 gols. Segundo Zé, o Tupi gosta de aproveitar os espaços proporcionados pelas maiores dimensões de seu campo - em comparação com o Arruda. "A gente sabe do potencial do adversário. Mas não podemos perder a nossa pegada e a nossa marcação. Não proporcionamos espaço, pelo contrário, dificultamos o jogo do adversário ".
ADVERSÁRIO - O técnico Ricardo Drubsky terá todo elenco à sua disposição, mas mesmo assim também adotou a tática do mistério. "As estatísticas mostram que chutamos mais a gol e criamos mais oportunidades do que nossos rivais, além de manter um bom domínio da bola durante os jogos", comentou, dando a entender que a postura ofensiva não deve ser abandonada.
Ficha do jogo:
Tupi: Rodrigo; Felipe Cordeiro, Wesley Ladeira, Silvio e Augusto; Assis, Marcel, Victor Hugo e Luciano Ratinho; Allan e Ademilson. Técnico: Ricardo Drubscky.
Santa Cruz: Tiago Cardoso; Leandro Souza, André Oliveira, Jeovânio; Eduardo Arroz, Memo, Chicão, Weslley, Dutra; Flávio Caça Rato e Fernando Gaúcho. Técnico: Zé Teodoro.
Local: Estádio Municipal Radialista Mário Helênio, Juiz de Fora (MG). Horário: 15h50 (Recife). Árbitro: Paulo César de Oliveira (Fifa/SP). Assistentes: Fábio Baesteiro e Alex Alexandrino (SP).
Fonte: blogdotorcedor
O técnico Zé Teodoro já avisou que seu time não vai fugir às características que o levaram a uma temporada tão profícua - além da ascensão, conquistou o Campeonato Pernambucano. O tricolor vai ser um time com ênfase na marcação e esperando o erro do adversário para fazer o resultado que lhe interessa.
A formação coral só será conhecida momentos antes da partida, embora não deva fugir muito do que o torcedor está cansado de ver. Teodoro oscila entre o 4-4-2, 3-5-2 e 3-6-1. Todas as possibilidades foram testadas para o confronto. "Quando você tem mais tempo no clube, conhece mais os jogadores e sabe o que onde eles podem render. Hoje a gente tem a tranquilidade de poder usar esses esquemas, mas lógico que isso é dentro do que a outra equipe vai nos apresentar", lembrou.
A única ausência é o atacante Thiago Cunha, suspenso pelo terceiro cartão amarelo. Quem deve ganhar uma vaga ao lado de Fernando Gaúcho é Flávio Caça Rato. Por outro lado, o lateral-esquerdo Dutra está recuperado de uma lesão na coxa e tem retorno confirmado.
Sobre o adversário, o comandante tricolor destacou a força ofensiva dos mineiros, que têm o melhor ataque da competição com 26 gols. Segundo Zé, o Tupi gosta de aproveitar os espaços proporcionados pelas maiores dimensões de seu campo - em comparação com o Arruda. "A gente sabe do potencial do adversário. Mas não podemos perder a nossa pegada e a nossa marcação. Não proporcionamos espaço, pelo contrário, dificultamos o jogo do adversário ".
ADVERSÁRIO - O técnico Ricardo Drubsky terá todo elenco à sua disposição, mas mesmo assim também adotou a tática do mistério. "As estatísticas mostram que chutamos mais a gol e criamos mais oportunidades do que nossos rivais, além de manter um bom domínio da bola durante os jogos", comentou, dando a entender que a postura ofensiva não deve ser abandonada.
Ficha do jogo:
Tupi: Rodrigo; Felipe Cordeiro, Wesley Ladeira, Silvio e Augusto; Assis, Marcel, Victor Hugo e Luciano Ratinho; Allan e Ademilson. Técnico: Ricardo Drubscky.
Santa Cruz: Tiago Cardoso; Leandro Souza, André Oliveira, Jeovânio; Eduardo Arroz, Memo, Chicão, Weslley, Dutra; Flávio Caça Rato e Fernando Gaúcho. Técnico: Zé Teodoro.
Local: Estádio Municipal Radialista Mário Helênio, Juiz de Fora (MG). Horário: 15h50 (Recife). Árbitro: Paulo César de Oliveira (Fifa/SP). Assistentes: Fábio Baesteiro e Alex Alexandrino (SP).
Fonte: blogdotorcedor
sábado, 12 de novembro de 2011
Náutico empata e não confirma o acesso
Sem conseguir aproveitar o fato de seu adversário ter um jogador a menos desde os 28 minutos do primeiro tempo, o Náutico empatou com o São Caetano por 0x0, neste sábado (12), no Ancleto Campanella. O resultado ainda não confirmou o acesso à Série A, já que Vitória e Bragantino venceram seus jogos. O timbu precisa de um ponto nos dois confrontos restantes para voltar à elite do futebol nacional. No próximo sábado enfrenta o Boa, em Varginha. No dia 26 o adversário será a Ponte Preta, nos Aflitos.
À beira da zona de rebaixamento era mais do que óbvio que o São Caetano tentaria de todas as formas impor seu ritmo de jogo desde os primeiros minutos. E o time da casa fez utilizando um bom expediente: troca de passes em velocidade. O erro foi escolher apenas um setor do campo para fazê-lo: a frente da zaga.
É justamente a muralha erguida por Éverton, Elicarlos e Derley o ponto mais forte do time. Os laterais do Azulão, Artur e Bruno Recife, até participavam do jogo, mas afunilavam demais, congestionando ainda mais o caminho escolhido para o gol. O Náutico tentou algumas saídas pelos lados mas só levou perigo num chuta de longe de Elicarlos, para fora.
Aos poucos o Náutico recuou demais e cedeu campo para o adversário. Embora não tenha conseguido finalizações contundentes, o São Caetano rondava perigosamente a área de Gideão. As coisas só começaram a mudar quando os mandantes começaram a dar demonstrações de descontrole emocional.
Aos 27 minutos, Artur fez falta em Elicarlos e tomou amarelo. Reclamou da decisão do juiz e foi expulso sem apelação. Em meio à confusção, o zagueiro Preto Costa também foi advertido. A mudança de postura do Náutico foi imediata. Aos 32, Eduardo Ramos bateu falta na área e Diego Bispo desviou de cabeça para a bola bater no travessão. No rebote, Marlon chutou torto, para fora.
A desvantagem de um jogador a menos para o adversário fez o meio de campo do Náutico adiantar-se mais e evitar a pressão dos azuis. Faltou apenas maior participação de seus atacantes. Rogério não se movimentou como de costume e Kieza foi peça praticamente nula na primeira etapa.
No finalzinho, o São Caetano não fez o gol por absoluta falta de pontaria de seus dois zagueiros. Geovane cruzou na área e Domingos, cara a cara com Gideão, cabeceou para o goleiro fazer milagre. A bola ainda bateu na trave, sobrou para Preto Costa carimbar o travessão.
O Náutico voltou para o segundo tempo mais recuado do que deveria e tomou um susto logo no início. Geovane bateu falta na área e Diego Bispo, sozinho, cabeceou contra o próprio gol. Gideão estava atento e salvou os alvirrubros. O recuo estava de tal forma que o artilheiro Kieza sofreu falta no campo de defesa por estar armando contra-ataque, papel que caberia a Elicarlos ou Derley.
Somente após os dez minutos o time pernambucano reencontrou o posicionamento correto e o jogo ficou equilibrado novamente. Em dois chutes o Náutico assustou. O primeiro foi de Kieza, aos 13. Depois foi Elicarlos, de longe, aos 21. Nas duas oportunidades o goleiro Luiz defendeu.
O técnico Márcio Araújo tentou mudar a dinâmica de seu setor ofensivo trocando a dupla de ataque. Mas a defesa do Náutico estava bem postada e com um a menos ficava ainda mais complicado. Para piorar, o comandate azulino tirou seu jogador de meio de campo mais lúcido, Aílton, para colocar um centroavante fixo na área.
O que compensou foi a mudança efetuada por Waldemar Lemos. Seu único meia, Eduardo Ramos, saiu cansado para entrada de Élton. Embora sempre tenha atuado no lugar do camisa 10, a disparidade técnica entre os dois é flagrante. O São Caetano não conseguia levantar as bolas para Ricardo Xavier, já que tinha dificuldade em chegar perto da área; o Náutico tocava mais para os lados, resultado da pouca inspiração de seu meio de campo. O jogo seguiu assim até o seu final, aos 48 minutos.
Ficha do jogo:
São Caetano: Luiz; Artur, Preto Costa, Domingos e Bruno Recife; Augusto Recife, Reivison, Ricardo Conceição e Ailton (Ricardo Xavier); Antônio Flávio (Wendell) e Geovane (Kléber). Técnico: Márcio Araújo.
Náutico: Gideão; Peter, Marlon, Diego Bispo e Aírton; Éverton, Elicarlos (Lenon), Derley e Eduardo Ramos (Élton); Rogério e Kieza. Técnico: Waldemar Lemos.
Local: Anacleto Campanella (São Caetano do Sul-SP). Árbitro: Evandro Rogério Roman. Assistentes: Ivan Carlos Bohn e José Carlos Dias Passos. Cartões amarelos: Domingos, Preto Costa, Elicarlos e Éverton. Expulsão: Artur. Público: 1.065 e Renda: R$ 7.525.
Fonte: blogdotorcedor
À beira da zona de rebaixamento era mais do que óbvio que o São Caetano tentaria de todas as formas impor seu ritmo de jogo desde os primeiros minutos. E o time da casa fez utilizando um bom expediente: troca de passes em velocidade. O erro foi escolher apenas um setor do campo para fazê-lo: a frente da zaga.
É justamente a muralha erguida por Éverton, Elicarlos e Derley o ponto mais forte do time. Os laterais do Azulão, Artur e Bruno Recife, até participavam do jogo, mas afunilavam demais, congestionando ainda mais o caminho escolhido para o gol. O Náutico tentou algumas saídas pelos lados mas só levou perigo num chuta de longe de Elicarlos, para fora.
Aos poucos o Náutico recuou demais e cedeu campo para o adversário. Embora não tenha conseguido finalizações contundentes, o São Caetano rondava perigosamente a área de Gideão. As coisas só começaram a mudar quando os mandantes começaram a dar demonstrações de descontrole emocional.
Aos 27 minutos, Artur fez falta em Elicarlos e tomou amarelo. Reclamou da decisão do juiz e foi expulso sem apelação. Em meio à confusção, o zagueiro Preto Costa também foi advertido. A mudança de postura do Náutico foi imediata. Aos 32, Eduardo Ramos bateu falta na área e Diego Bispo desviou de cabeça para a bola bater no travessão. No rebote, Marlon chutou torto, para fora.
A desvantagem de um jogador a menos para o adversário fez o meio de campo do Náutico adiantar-se mais e evitar a pressão dos azuis. Faltou apenas maior participação de seus atacantes. Rogério não se movimentou como de costume e Kieza foi peça praticamente nula na primeira etapa.
No finalzinho, o São Caetano não fez o gol por absoluta falta de pontaria de seus dois zagueiros. Geovane cruzou na área e Domingos, cara a cara com Gideão, cabeceou para o goleiro fazer milagre. A bola ainda bateu na trave, sobrou para Preto Costa carimbar o travessão.
O Náutico voltou para o segundo tempo mais recuado do que deveria e tomou um susto logo no início. Geovane bateu falta na área e Diego Bispo, sozinho, cabeceou contra o próprio gol. Gideão estava atento e salvou os alvirrubros. O recuo estava de tal forma que o artilheiro Kieza sofreu falta no campo de defesa por estar armando contra-ataque, papel que caberia a Elicarlos ou Derley.
Somente após os dez minutos o time pernambucano reencontrou o posicionamento correto e o jogo ficou equilibrado novamente. Em dois chutes o Náutico assustou. O primeiro foi de Kieza, aos 13. Depois foi Elicarlos, de longe, aos 21. Nas duas oportunidades o goleiro Luiz defendeu.
O técnico Márcio Araújo tentou mudar a dinâmica de seu setor ofensivo trocando a dupla de ataque. Mas a defesa do Náutico estava bem postada e com um a menos ficava ainda mais complicado. Para piorar, o comandate azulino tirou seu jogador de meio de campo mais lúcido, Aílton, para colocar um centroavante fixo na área.
O que compensou foi a mudança efetuada por Waldemar Lemos. Seu único meia, Eduardo Ramos, saiu cansado para entrada de Élton. Embora sempre tenha atuado no lugar do camisa 10, a disparidade técnica entre os dois é flagrante. O São Caetano não conseguia levantar as bolas para Ricardo Xavier, já que tinha dificuldade em chegar perto da área; o Náutico tocava mais para os lados, resultado da pouca inspiração de seu meio de campo. O jogo seguiu assim até o seu final, aos 48 minutos.
Ficha do jogo:
São Caetano: Luiz; Artur, Preto Costa, Domingos e Bruno Recife; Augusto Recife, Reivison, Ricardo Conceição e Ailton (Ricardo Xavier); Antônio Flávio (Wendell) e Geovane (Kléber). Técnico: Márcio Araújo.
Náutico: Gideão; Peter, Marlon, Diego Bispo e Aírton; Éverton, Elicarlos (Lenon), Derley e Eduardo Ramos (Élton); Rogério e Kieza. Técnico: Waldemar Lemos.
Local: Anacleto Campanella (São Caetano do Sul-SP). Árbitro: Evandro Rogério Roman. Assistentes: Ivan Carlos Bohn e José Carlos Dias Passos. Cartões amarelos: Domingos, Preto Costa, Elicarlos e Éverton. Expulsão: Artur. Público: 1.065 e Renda: R$ 7.525.
Fonte: blogdotorcedor
PERNAMBUCANO 2012: Confira os técnicos dos times do interior para o estadual
Pernambucano 2012 está se aproximando, com isto, os times do interior já estão se preparando para a disputa ´´pegada`` do melhor campeonato do Nordeste.
Todos os times do interior já estão com seus treinadores certos para 2012.
Confira:
América: Paulo Júnior
Chã Grande: Roberto de Jesus
Central: Alemão
Porto: Laélson Lima
Ypiranga: Dado Cavalcanti
Serra Talhada: Reginaldo Sousa
Araripina: Mirandinha
Salgueiro: Neco
Petrolina: Pedro Manta
Todos os times do interior já estão com seus treinadores certos para 2012.
Confira:
América: Paulo Júnior
Chã Grande: Roberto de Jesus
Central: Alemão
Porto: Laélson Lima
Ypiranga: Dado Cavalcanti
Serra Talhada: Reginaldo Sousa
Araripina: Mirandinha
Salgueiro: Neco
Petrolina: Pedro Manta
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