Do Jornal do Commercio
Dois jogos. Duas vitórias por 4x0, sobre América, fora, e Ypiranga, em casa. Isso já foi o bastante para o novato Serra Talhada ser apontado como a sensação deste início de Campeonato Pernambucano Coca-Cola. Tanto que já está sendo chamado por torcedores na internet de “Barcelona Talhada”. Com 8 gols de saldo, esse é o melhor retrospecto ofensivo de um clube nas duas primeiras rodadas do Estadual desde 1999, quando o Sport venceu Surubim e Vitória, por 7x1 e 3x0, ambos na Ilha do Retiro, computando 9 de saldo.
Na condição de líder, o Cangaceiro encara domingo, no Nildo Pereira, o atual campeão Santa Cruz, que busca a reabilitação após perder para o Salgueiro. Talvez o primeiro grande teste para saber se o caçula do campeonato, que completará um ano de fundação no próxima quarta feira, vai mesmo brigar pelas primeiras posições ou se será “fogo de palha”.
O time do interior com o melhor começo de Estadual foi o Porto, em 2009. Naquela ocasião o Gavião venceu seus quatro primeiros compromissos, com direito a um 4x0 sobre o Santa, em Caruaru. A primeira derrota saiu só na 5ª rodada, em casa, diante do Sport por 1x0. No fim do campeonato, acabou na 5ª colocação.
“Pelo trabalho que estamos desenvolvendo os resultados não surpreendem, talvez os placares dos dois jogos, sim. Mas o grupo está consciente de que é apenas o início e que não podemos nos empolgar”, destacou o técnico Reginaldo Sousa. “O nosso objetivo é chegar às semifinais. Até porque se brigarmos para ficar entre os quatro, automaticamente também estamos disputando uma vaga na Série D”, afirmou o treinador, que já conquistou dois títulos paraibanos por clubes do interior. Em 2002, pelo Atlético de Cajazeiras e, em 2009, pelo Sousa.
Sobre o jogo contra o Santa, o treinador não analisa a partida como um “divisor de águas” para a campanha do Serra Talhada. Para Reginaldo, o confronto deve ser encarado como outro qualquer. “Cada jogo é uma história. Não é porque fomos bem nos dois primeiros que vamos vencer o Santa. Temos que encarar a partida com a mesma seriedade dos jogos contra América e Ypiranga. Não temos os mesmos investimentos dos três grandes. Mas no que diz respeito à determinação do grupo podemos igualá-los ou superá-los”, ensina Sousa, que deve repetir a mesma formação das primeiras rodadas. O Serra tem ainda o artilheiro da competição, o atacante Júnior Mineiro, com três gols.
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sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
Pernambuco tem o seu Barcelona
FPF faz mudanças em dois jogos do Santa
A Federação Pernambucana de Futebol (FPF) anunciou mudanças em dois jogos do Santa Cruz pelo Campeonato Pernambucano Coca-Coca 2012. A primeira: o horário do jogo contra o Ypiranga na próxima quarta-feira, 25, no Arruda, passou das 20h para às 21h15. A segunda: a partida com o Belo Jardim, anteriormente marcada para 7 de março no Mendonção, em Belo Jardim, foi adiada para o dia 23 de março em virtude da estreia Coral na Copa do Brasil (no dia 7 de março) diante do Penarol/AM fora de casa.
Fonte: blgodotorcedor
Fonte: blgodotorcedor
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
No Sport faltou carga para vence o América de Larissa Riquelme na ilha!
Diante de um bom público, o Sport voltou a decepcionar o seu torcedor no Pernambucano Coca-Cola. A equipe rubro-negra não jogou um futebol convincente e, por isso, não saiu do 0x0 diante do frágil América. No primeiro tempo, a equipe errou muitos passes e se mostrou sem alma em campo. Por isso, criou poucas chances de gols. Na segunda etapa, a equipe teve uma nova postura, buscou o jogo, construiu lances perigosos, mas não balançou as redes adversária. Até agora, o Sport não perdeu no Estadual. Como também não venceu. E, por isso, a torcida não anda satisfeita. O próximo compromisso do Leão é diante do Petrolina, na Ilha do Retiro.
Com menos de Menos de um minuto de bola rolando, o Sport deu a impressão que atropelaria o América. Marcelinho Paraíba lançou o estreante Rivaldo pela esquerda, que bateu rasteiro e cruzado. O goleiro Adson fez uma segura defesa. A torcida foi com o time e começou a incentivar. Mas o ímpeto do Sport parou por aí.
O time do América, jogando fora de casa e vindo de uma goleada sofrida para o Serra Talhada, na última rodada, veio precavido para a Ilha do Retiro. O técnico Paulo Júnior armou a equipe com muita marcação do meio de campo e tocando a bola na defesa, esperando o Leão sair para tentar o contra-ataque. O único lance perigoso aconteceu aos 20 minutos, quando Lewis lançou França na área e o atacante chutou rasteiro. Magrão defendeu com os pés.
Enquanto isso, o Sport se atrapalhava sozinho. A equipe comandada pelo técnico não acertava um passe sequer no meio de campo. Como o jovem lateral-esquerdo Renê ainda mostra pouca tranquilidade para jogar, o time rubro-negro explorava o lado direito. No entanto, Moacir não fez um bom primeiro tempo. Thiaguinho e Marcelinho Paraíba também não estavam inspirados. O melhor lance aconteceu aos 38 minutos, quando Thiaguinho lançou Jheimy na esquerda. O atacante driblou o marcador, invadiu a área e tocou voltando para Marcelinho Paraíba chutar na zaga. No rebote, Thiaguinho chutou para fora.
Fim do primeiro tempo e a torcida vaiou a baixa produtividade do Sport em campo.
Para o segundo tempo, uma mudança já esperada. O lateral direito Renato, que havia feito o gol de empate na partida contra o Araripina, na primeira rodada, entrou no lugar do apático Moacir. O time ganhou mais velocidade no setor direito. A equipe rubro-negra mostrou uma melhor postura em campo, buscando as variações das jogadas e sufocando o América. Mas os erros na troca de passe atrapalhou muito o Leão.
Com o América mais fechado, o Sport conseguiu chegar mais vezes no ataque e a dar trabalho à zaga alviverde. Mesmo assim, o primeiro lance de perigo só aconteceu aos 28 minutos, quando Renato roubou a bola e bateu cruzado. Jheimy empurrou a bola para as redes. A torcida gritou gol, mas a arbitragem anulou o lance, assinalando impedimento do atacante leonino.
Aos 35 minutos, um lance que valeu. Renato, mais uma vez, lançou Jheimy, que chutou rasteiro. O goleiro Adson tocou na bola, que foi para fora. O Sport passou a dominar o meio de campo, pressionando bastante, mas, ao mesmo tempo, errando muito na troca do último passe. ]
Já nos acréscimos, o Leão teve duas chances claras de abrir o placar. A primeira, aos 46 minutos, quando a bola foi mal rebatida pela defesa e sobrou para Marcelinho Paraíba, livre, chutar forte. O goleiro Adson fez grande defesa. Dois minutos depois, Anderson Paraíba recebeu a bola sem marcação na área e chutou forte. A bola acertou a trave.
Após o lance, a árbitragem encerrou a partida e a torcida vaiou novamente.
Ficha técnica
SPORT - Magrão; Moacir (Renato), Tobi, Montoya e Renê; Hamilton, Rivaldo, Thiaguinho(Anderson Paraíba) e Marcelinho Paraíba; Willians (Marquinhos) e Jheimy. Técnico: Mazola Júnior
AMÉRICA - Adson; Roma, Negreti, Carioca e Adriano; Alexandre Oliveira, Lewis, Dunga e Rosivaldo; França (Cléber) e Dunga (Muller). Técnico: Paulo Júnior
Local: Ilha do Retiro. Ábirtragem: Gleydson Leite, Jossemmar Diniz e Elan Vieira. Cartões amarelos: Thiaguinho, França, Maneco, Marquinhos e Rosivaldo. Público: Renda
Fonte: blogdotorcedor
Com menos de Menos de um minuto de bola rolando, o Sport deu a impressão que atropelaria o América. Marcelinho Paraíba lançou o estreante Rivaldo pela esquerda, que bateu rasteiro e cruzado. O goleiro Adson fez uma segura defesa. A torcida foi com o time e começou a incentivar. Mas o ímpeto do Sport parou por aí.
O time do América, jogando fora de casa e vindo de uma goleada sofrida para o Serra Talhada, na última rodada, veio precavido para a Ilha do Retiro. O técnico Paulo Júnior armou a equipe com muita marcação do meio de campo e tocando a bola na defesa, esperando o Leão sair para tentar o contra-ataque. O único lance perigoso aconteceu aos 20 minutos, quando Lewis lançou França na área e o atacante chutou rasteiro. Magrão defendeu com os pés.
Enquanto isso, o Sport se atrapalhava sozinho. A equipe comandada pelo técnico não acertava um passe sequer no meio de campo. Como o jovem lateral-esquerdo Renê ainda mostra pouca tranquilidade para jogar, o time rubro-negro explorava o lado direito. No entanto, Moacir não fez um bom primeiro tempo. Thiaguinho e Marcelinho Paraíba também não estavam inspirados. O melhor lance aconteceu aos 38 minutos, quando Thiaguinho lançou Jheimy na esquerda. O atacante driblou o marcador, invadiu a área e tocou voltando para Marcelinho Paraíba chutar na zaga. No rebote, Thiaguinho chutou para fora.
Fim do primeiro tempo e a torcida vaiou a baixa produtividade do Sport em campo.
Para o segundo tempo, uma mudança já esperada. O lateral direito Renato, que havia feito o gol de empate na partida contra o Araripina, na primeira rodada, entrou no lugar do apático Moacir. O time ganhou mais velocidade no setor direito. A equipe rubro-negra mostrou uma melhor postura em campo, buscando as variações das jogadas e sufocando o América. Mas os erros na troca de passe atrapalhou muito o Leão.
Com o América mais fechado, o Sport conseguiu chegar mais vezes no ataque e a dar trabalho à zaga alviverde. Mesmo assim, o primeiro lance de perigo só aconteceu aos 28 minutos, quando Renato roubou a bola e bateu cruzado. Jheimy empurrou a bola para as redes. A torcida gritou gol, mas a arbitragem anulou o lance, assinalando impedimento do atacante leonino.
Aos 35 minutos, um lance que valeu. Renato, mais uma vez, lançou Jheimy, que chutou rasteiro. O goleiro Adson tocou na bola, que foi para fora. O Sport passou a dominar o meio de campo, pressionando bastante, mas, ao mesmo tempo, errando muito na troca do último passe. ]
Já nos acréscimos, o Leão teve duas chances claras de abrir o placar. A primeira, aos 46 minutos, quando a bola foi mal rebatida pela defesa e sobrou para Marcelinho Paraíba, livre, chutar forte. O goleiro Adson fez grande defesa. Dois minutos depois, Anderson Paraíba recebeu a bola sem marcação na área e chutou forte. A bola acertou a trave.
Após o lance, a árbitragem encerrou a partida e a torcida vaiou novamente.
Ficha técnica
SPORT - Magrão; Moacir (Renato), Tobi, Montoya e Renê; Hamilton, Rivaldo, Thiaguinho(Anderson Paraíba) e Marcelinho Paraíba; Willians (Marquinhos) e Jheimy. Técnico: Mazola Júnior
AMÉRICA - Adson; Roma, Negreti, Carioca e Adriano; Alexandre Oliveira, Lewis, Dunga e Rosivaldo; França (Cléber) e Dunga (Muller). Técnico: Paulo Júnior
Local: Ilha do Retiro. Ábirtragem: Gleydson Leite, Jossemmar Diniz e Elan Vieira. Cartões amarelos: Thiaguinho, França, Maneco, Marquinhos e Rosivaldo. Público: Renda
Fonte: blogdotorcedor
Ilha do Retiro terá placar LED
Não são só as arquibancadas e o gramado que serão novidades na Ilha do Retiro, estádio do Sport, nesta temporada. Segundo informações do departamento de marketing do clube, a Ilha também contará com um placar LED partir de março. O objetivo é que neste placar, que ficará até o final do ano, sejam exibidos não os resultados das partidas como também os gols, a torcida e estatísticas do jogo.
De acordo o diretor de marketing do Sport, Gabriel Freire, a intenção é que o torcedor rubro-negro tenha a sensação que o público terá na nova Arena do Sport. "Queremos que o nosso torcedor sinta como é estar em uma Arena como na NBA ou Copa do Mundo", disse.
Freire ainda explicou que o placar não terá nenhum custo para o clube. "Nós fechamos o aluguel do placar até o final do ano junto com os nossos patrocinadores. Não houve nenhum custo extra para o Sport. Inclusive, nós ainda negociamos a inserção de pequenos vídeos dos patrocinadores para que o clube ganhe dinheiro", afirmou.
De acordo o diretor de marketing do Sport, Gabriel Freire, a intenção é que o torcedor rubro-negro tenha a sensação que o público terá na nova Arena do Sport. "Queremos que o nosso torcedor sinta como é estar em uma Arena como na NBA ou Copa do Mundo", disse.
Freire ainda explicou que o placar não terá nenhum custo para o clube. "Nós fechamos o aluguel do placar até o final do ano junto com os nossos patrocinadores. Não houve nenhum custo extra para o Sport. Inclusive, nós ainda negociamos a inserção de pequenos vídeos dos patrocinadores para que o clube ganhe dinheiro", afirmou.
Diretoria anuncia Seletiva para o futebol masculino
Seja um novo Talento do Vitória. Vai começar o Pernambucano Sub-20.
Depois da grande repercussão da Seletiva das novas ‘Guerreiras’ chegou a hora do futebol masculino. A diretoria do Vitória anunciou no início da noite dessa quarta-feira (18), as avaliações para jogadores nascidos nos anos de 1992/93/94. A Seletiva será realizada no estádio Carneirão nos dias 26, 27 e 28 de janeiro (quinta-feira, sexta-feira e sábado, respectivamente).
Nos dias 26 e 27 (quinta-feira e sexta-feira) as avaliações serão às 14h e no dia 28 (sábado) a partir das 8h. Mas é importante observar os pré-requisitos. Os nascidos em 1994 que não tenham completado 18 anos devem, obrigatoriamente, apresentar no dia da Seletiva a autorização dos pais e atestado médico. Os demais apenas atestado médico.
Os interessados devem se apresentar com camisa branca, meião e calção azul, chuteira e caneleira. As inscrições já podem ser feitas pela internet no site do clube.
O Campeonato Pernambucano Sub-20 começa em março. Venha fazer parte dessa historia. Seja revelado como Bosco (ex-São Paulo), Nem (ex-Atlético Paranaense), Geovane (São Caetano) e tantos outros.
As avaliações serão realizadas com o Ailton Silva, técnico do Sub-20 na Copa São Paulo de Futebol Júnior e Paulo Mayeda, gerente de futebol, e um dos responsáveis por revelar jogadores como Diego, Elano, Deivid, Robinho, entre outros.
Serviço:
Seletiva para jogadores Sub-20
Nascidos em 1992/93/94.
Quinta-feira e sexta-feira às 14h e no sábado às 8h.
LOCAL: estádio Carneirão (Vitória de Santo Antão)
Todos devem apresentar atestado médico e os nascidos em 1994 levar autorização dos pais.
Site: www.ovitoria.com.br
Depois da grande repercussão da Seletiva das novas ‘Guerreiras’ chegou a hora do futebol masculino. A diretoria do Vitória anunciou no início da noite dessa quarta-feira (18), as avaliações para jogadores nascidos nos anos de 1992/93/94. A Seletiva será realizada no estádio Carneirão nos dias 26, 27 e 28 de janeiro (quinta-feira, sexta-feira e sábado, respectivamente).
Nos dias 26 e 27 (quinta-feira e sexta-feira) as avaliações serão às 14h e no dia 28 (sábado) a partir das 8h. Mas é importante observar os pré-requisitos. Os nascidos em 1994 que não tenham completado 18 anos devem, obrigatoriamente, apresentar no dia da Seletiva a autorização dos pais e atestado médico. Os demais apenas atestado médico.
Os interessados devem se apresentar com camisa branca, meião e calção azul, chuteira e caneleira. As inscrições já podem ser feitas pela internet no site do clube.
O Campeonato Pernambucano Sub-20 começa em março. Venha fazer parte dessa historia. Seja revelado como Bosco (ex-São Paulo), Nem (ex-Atlético Paranaense), Geovane (São Caetano) e tantos outros.
As avaliações serão realizadas com o Ailton Silva, técnico do Sub-20 na Copa São Paulo de Futebol Júnior e Paulo Mayeda, gerente de futebol, e um dos responsáveis por revelar jogadores como Diego, Elano, Deivid, Robinho, entre outros.
Serviço:
Seletiva para jogadores Sub-20
Nascidos em 1992/93/94.
Quinta-feira e sexta-feira às 14h e no sábado às 8h.
LOCAL: estádio Carneirão (Vitória de Santo Antão)
Todos devem apresentar atestado médico e os nascidos em 1994 levar autorização dos pais.
Site: www.ovitoria.com.br
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
Serra Talhada mantém liderança com nova goleada
O Serra Talhada continua irresistível e fez sua segunda vítima no Pernambucano Coca-Cola 2012 nesta quarta-feira (18). Com direito a nova goleada por 4x0 sobre o Ypiranga, o time sertanejo manteve a liderança da competição com cem por cento de aproveitamento, oito gols marcados e nenhum sofrido.
O massacre começou aos 30 minutos com gol de Júnior Mineirko, agora artilheiro isolado do Estadual, com três gols. Dez minutos depois, Jaíldo ampliou a vantagem. Veio o segundo tempo e Janaílton, aos 28 e Erick, aos 38 completaram o marcador.
O Central, que buscava a reabilitação após perder para o Ypiranga, sofreu para arrancar um empate por 1x1 diante do Araripina, no Luiz Lacerda. Júnior Sertânia fez 1x0 para o Bode logo aos 13 minutos. A Patativa só igualou aos 23 do segundo tempo num pênalti convertido por Tiago Silva.
Quem conseguiu reabilitação foi o Porto, derrotado dentro de casa pelo Náutico na estreia. O Gavião foi ao Mendonção e rapidamente marcou os gols da vitória por 2x0 sobre o Belo Jardim. Joélson, aos 10 e 16 do primeiro tempo converteu-se no artilheiro da noite.
Fonte: blogdotorcedor
O massacre começou aos 30 minutos com gol de Júnior Mineirko, agora artilheiro isolado do Estadual, com três gols. Dez minutos depois, Jaíldo ampliou a vantagem. Veio o segundo tempo e Janaílton, aos 28 e Erick, aos 38 completaram o marcador.
O Central, que buscava a reabilitação após perder para o Ypiranga, sofreu para arrancar um empate por 1x1 diante do Araripina, no Luiz Lacerda. Júnior Sertânia fez 1x0 para o Bode logo aos 13 minutos. A Patativa só igualou aos 23 do segundo tempo num pênalti convertido por Tiago Silva.
Quem conseguiu reabilitação foi o Porto, derrotado dentro de casa pelo Náutico na estreia. O Gavião foi ao Mendonção e rapidamente marcou os gols da vitória por 2x0 sobre o Belo Jardim. Joélson, aos 10 e 16 do primeiro tempo converteu-se no artilheiro da noite.
Fonte: blogdotorcedor
Náutico vence o Petrolina e segue 100%
Em uma partida até certo ponto tranquila, o Náutico obteve, diante do Petrolina, a sua segunda vitória na segunda rodada do Pernambucano Coca-Cola 2012. Os alvirrubros envolveram o Petrolina, tiveram várias chances de gol e fecharam a vitória com um 2 a 0, gols marcados no segundo tempo por Souza e Cascata, figuras novas de 2012 que já vão marcando espaço na equipe, que fica na segunda colocação, com seis pontos, atrás do Serra Talhada pelo saldo de gols (8 x 4).
O Timbu foi em busca do gol desde o início, comandado pelo meia Cascata, que cumpria bem o papel de criação e se apresentou para mandar um bom chute perto do travessão aos 5 minutos.
Cascata também articulou algumas jogadas de ataque. Em uma delas, Siloé recebeu e chutou na trave aos nove minutos. O volante Souza e o lateral-direito João Ananias também apoiavam bem, assim como o velocista Rogério, caindo muito pela ponta direita.
Do lado do Petrolina, ênfase nos passes longos, no contra-ataque. Um belo e difícil chute de fora da área, de Giovani, foi defendido por Gideão aos 8 minutos.
O principal problema do Timbu no primeiro tempo era a pontaria. Siloé seguiu tentando, sem sucesso. Um chute colocado mirando o ângulo esquerdo de Jaílson saiu por pouco, aos 27'. Já no fim da etapa, o atacante entrou livre na área, após excelente passe de João Ananias, mas demorou e bateu em cima do goleiro, que tinha saído em sua direção. A participação individual resumia o primeiro tempo do Náutico: muito perto do gol, mas sem chegar lá.
SEGUNDO TEMPO
A situação mudou no segundo tempo. Logo com um minuto, Rogério avançou pela esquerda, entrou na área protegendo de um zagueiro e tentou o chute cruzado, quase sêm ângulo. Jaílson defendeu.
Cena parecida se repetiu em seguida. Rogério entrou pela esquerda em direção à pequena área. Mas, desta vez, sofreu pênalti, cometido por Fábio. Souza cobrou com maestria, no alto e na esquerda, abrindo o placar, aos 4 minutos.
A torcida ainda comemorava quando o Alvirrubro puxou um contra-ataque que terminaria nas redes. Cascata saiu na cara do gol e optou por tocar para Rogério, livre, mandar para as redes. Mas foi marcado impedimento de Rogério, que deveria ter recuado.
Menos afobado após marcar, o Náutico encontrou o segundo gol numa jogada longa, aos 15 minutos. Derley trocou passes com Cascata e se esticou para tocar na saída do goleiro. Rogério não alcançou para chutar, mas dominou e tocou em direção à pequena área, e então Cascata chegou batendo no alto do gol. 2 a 0.
Após o tento, a equipe alvirrubra passou a cadenciar o jogo. Waldemar Lemos promoveu substituições, colocando Eduardo Ramos e Lenon nas vagas de Siloé e Souza. Sem muito afinco ao atacar, o Timbu teve mais trabalho na defesa. Porém não teve ameaçada a sua vitória, que se confirmou com o mesmo placar da estreia.
Um detalhe à parte foi a má arbitragem de Emerson Sobral. Confuso, cometeu pequenos erros, aos montes. Deu cartão amarelo quando não deveria e não deu quando deveria. Não coibiu a cera feita pelo Petrolina. O goleiro Jaílson não batia os tiros de meta, alegando dores, mas os zagueiros demoravam muito para chegar e cobrar. Caberia a punição com o amarelo. O lance mais polêmico, no entanto, foi um suposto pênalti sofrido por Rogério, que pulou para não levar uma "rasteira" de um defensor. A impressão foi de pênalti.
FICHA DO JOGO
Náutico: Gideão, João Ananias, Marlon, Ronaldo Alves e Jefferson; Elicarlos, Souza (Lenon), Derley e Cascata; Rogério (Henrique) e Siloé (Eduardo Ramos). Técnico: Waldemar Lemos.
Petrolina: Jaílson, Lau, Jeffinho, Daniel e Fábio; Wilton, Gustavo, Giovani e Anderson (Wellington); Julinho (Souza) e Sinho. Técnico: Pedro Manta
Gols: Souza (5'), Cascata (15'). Cartões amarelos: Sinho, Jeffinho, Anderson e Fabio (Petrolina), Cascata e Derley (Náutico). Árbitro: Emerson Sobral. Assistentes: Erich Bandeira e Pedro Wanderley. Público: 13.452 Renda R$ 78.015.
Fonte: blogdotorcedor
O Timbu foi em busca do gol desde o início, comandado pelo meia Cascata, que cumpria bem o papel de criação e se apresentou para mandar um bom chute perto do travessão aos 5 minutos.
Cascata também articulou algumas jogadas de ataque. Em uma delas, Siloé recebeu e chutou na trave aos nove minutos. O volante Souza e o lateral-direito João Ananias também apoiavam bem, assim como o velocista Rogério, caindo muito pela ponta direita.
Do lado do Petrolina, ênfase nos passes longos, no contra-ataque. Um belo e difícil chute de fora da área, de Giovani, foi defendido por Gideão aos 8 minutos.
O principal problema do Timbu no primeiro tempo era a pontaria. Siloé seguiu tentando, sem sucesso. Um chute colocado mirando o ângulo esquerdo de Jaílson saiu por pouco, aos 27'. Já no fim da etapa, o atacante entrou livre na área, após excelente passe de João Ananias, mas demorou e bateu em cima do goleiro, que tinha saído em sua direção. A participação individual resumia o primeiro tempo do Náutico: muito perto do gol, mas sem chegar lá.
SEGUNDO TEMPO
A situação mudou no segundo tempo. Logo com um minuto, Rogério avançou pela esquerda, entrou na área protegendo de um zagueiro e tentou o chute cruzado, quase sêm ângulo. Jaílson defendeu.
Cena parecida se repetiu em seguida. Rogério entrou pela esquerda em direção à pequena área. Mas, desta vez, sofreu pênalti, cometido por Fábio. Souza cobrou com maestria, no alto e na esquerda, abrindo o placar, aos 4 minutos.
A torcida ainda comemorava quando o Alvirrubro puxou um contra-ataque que terminaria nas redes. Cascata saiu na cara do gol e optou por tocar para Rogério, livre, mandar para as redes. Mas foi marcado impedimento de Rogério, que deveria ter recuado.
Menos afobado após marcar, o Náutico encontrou o segundo gol numa jogada longa, aos 15 minutos. Derley trocou passes com Cascata e se esticou para tocar na saída do goleiro. Rogério não alcançou para chutar, mas dominou e tocou em direção à pequena área, e então Cascata chegou batendo no alto do gol. 2 a 0.
Após o tento, a equipe alvirrubra passou a cadenciar o jogo. Waldemar Lemos promoveu substituições, colocando Eduardo Ramos e Lenon nas vagas de Siloé e Souza. Sem muito afinco ao atacar, o Timbu teve mais trabalho na defesa. Porém não teve ameaçada a sua vitória, que se confirmou com o mesmo placar da estreia.
Um detalhe à parte foi a má arbitragem de Emerson Sobral. Confuso, cometeu pequenos erros, aos montes. Deu cartão amarelo quando não deveria e não deu quando deveria. Não coibiu a cera feita pelo Petrolina. O goleiro Jaílson não batia os tiros de meta, alegando dores, mas os zagueiros demoravam muito para chegar e cobrar. Caberia a punição com o amarelo. O lance mais polêmico, no entanto, foi um suposto pênalti sofrido por Rogério, que pulou para não levar uma "rasteira" de um defensor. A impressão foi de pênalti.
FICHA DO JOGO
Náutico: Gideão, João Ananias, Marlon, Ronaldo Alves e Jefferson; Elicarlos, Souza (Lenon), Derley e Cascata; Rogério (Henrique) e Siloé (Eduardo Ramos). Técnico: Waldemar Lemos.
Petrolina: Jaílson, Lau, Jeffinho, Daniel e Fábio; Wilton, Gustavo, Giovani e Anderson (Wellington); Julinho (Souza) e Sinho. Técnico: Pedro Manta
Gols: Souza (5'), Cascata (15'). Cartões amarelos: Sinho, Jeffinho, Anderson e Fabio (Petrolina), Cascata e Derley (Náutico). Árbitro: Emerson Sobral. Assistentes: Erich Bandeira e Pedro Wanderley. Público: 13.452 Renda R$ 78.015.
Fonte: blogdotorcedor
Na Base da música "Tome amor" de Limão com Mel, Salgueiro 2x0 Santa Cruz
O Santa Cruz sofreu com a falta de criatividade e conheceu sua primeira derrota no Pernambucano Coca-Cola 2012. O atual campeão estadual foi ao sertão e terminou como coadjuvante da festa do Salgueiro na reinauguração do estádio Cornélio de Barros ao perder por 2x0. Na próxima rodada, os corais terão pela frente o Serra Talhada, líder da competição. O Carcará vai a Paulista enfrentar o América.
O técnico Zé Teodoro preferiu a prudência ao escalar o zagueiro Éverton Sena e preterindo o volante Leo. Apesar de a marcação ficar, na teoria, mais forte, a escolha deu mais campo para o Salgueiro trabalhar e consequentemente manteve o tricolor mais distante do gol sertanejo.
Para completar, o Carcará manteve uma marcação mais forte em Elvis, único meia de origem, o que ajudou a prejudicar a armação das jogadas corais. Assim, foi o time da casa a criar a primeira boa chance. Aos cinco minutos, Vítor Caicó chutou de longe e Tiago Cardos fez boa defesa. A pressão continuou em cabeçadas para fora de Luiz Eduardo e Fabrício Ceará.
O que atrapalhava o Salgueiro era a opção do time em insistir nas jogadas pelo meio. Tanto que a primeira boa jogada pelo lado só aconteceu aos 26, quando Tamandaré fugiu pela direita e cruzou. Mas Éverton Sena estava atento e cortou. Coincidentemente, os laterais poderiam ser a válvula de escape dos campeões pernambucanos, já que o meio sofria crise criativa. Porém, tanto Renatinho quanto Eduardo Arroz não conseguiam evoluir.
De tanto insistir na bola alta o time da casa terminou vencendo pela canseira. Aos 34 minutos Peri bateu falta na área. Fabrício Ceará estava bem posicionado no meio da defesa coral e cabeceou sem chance de defesa para Tiago Cardoso. O Santa não fez nada digno da palavra reação. O técnico Zé Teodoro pedia o tempo todo para a equipe tocar a bola mas com um jogador menos técnico, Éverton Sena, no lugar de um meia de origem e com seu maestro (Weslley) bem marcado ficou difícil.
Era lógica uma mudança no setor de criação tricolor na volta para o segundo tempo. E assim foi feito. Natan voltou no lugar de Éverton Sena. Mas foi o Salgueiro quem alterou a história da partida logo no início. Aos três minutos Elvis bateu falta e o goleiro tricolor só pôde olhar a bola entrar sem mais nada a fazer.
Desta vez os visitantes não aceitaram o gol adversário com tanta passividade. O problema, para o Santa, é que o Salgueiro marcava com muita disciplina e, embora o toque de bola melhorasse não havia oportunidade de finalizar. Assim, o técnico Zé Teodoro tentou dar mais velocidade com a entrada de Jefferson Maranhão no lugar de Eduardo Arroz. Weslley ocupou a lateral direita.
E logo em sua primeira participação, Maranhão quase diminui o prejuízo. Depois de bate-rebate na área ele chutou raspando a trave. A postura mais ofensiva do Santa Cruz fez com que o Salgueiro usasse a arma que o adversário empunhou mas não disparou no primeiro tempo: o contra-ataque. No primeiro deles, aos 23, Clebson acertou a trave. No segundo, a zaga afastou para escanteio.
A situação piorou para o time da Capital aos 28. Leandro Souza agarrou Fabrício Ceará, repetindo a mesma infração que lhe rendeu cartão amarelo no início do segundo tempo. O árbitro Ricardo Tavares repetiu a advertência. Só que o segundo amarelo rende o vermelho e o defensor, que fazia sua estreia em 2012, foi embora mais cedo.
Era o balde de água fria para arrefecer qualquer esboço de reação tricolor. O time precisou recuar seus volantes para dar mais cobertura à zaga e os dois setores - meio e ataque - ficaram mais distantes. O Salgueiro passou a administrar o resultado e esperar o final da partida.
Ficha do jogo:
Salgueiro: Luciano; Marcos Tamandaré, Luiz Eduardo, Alemão e Peri (Romário); Pio, Josa, Vitor Caicó (Tinho) e Clebson; Elvis (Edmar) e Fabrício Ceará. Técnico: Neco.
Santa Cruz: Tiago Cardoso; Eduardo Arroz (Jefferson Maranhão), Leandro Souza, André Oliveira e Renatinho; Chicão, Memo, Éverton Sena (Natan) e Weslley; Branquinho e Flávio Recife. Técnico: Zé Teodoro.
Local: Estádio Cornélio de Barros, em Salgueiro. Árbitro: Ricardo Tavares. Assistentes: Ubirajara Ferraz e Alcides Lira. Gols: Fabrício Ceará, aos 34 do primeiro tempo. Elvis, aos três .Cartões amarelos: Pio e Weslley. Expulsão: Leandro Souza. Renda: R$ 15.990. Público: 8.158.
Fonte: blogdotorcedor
O técnico Zé Teodoro preferiu a prudência ao escalar o zagueiro Éverton Sena e preterindo o volante Leo. Apesar de a marcação ficar, na teoria, mais forte, a escolha deu mais campo para o Salgueiro trabalhar e consequentemente manteve o tricolor mais distante do gol sertanejo.
Para completar, o Carcará manteve uma marcação mais forte em Elvis, único meia de origem, o que ajudou a prejudicar a armação das jogadas corais. Assim, foi o time da casa a criar a primeira boa chance. Aos cinco minutos, Vítor Caicó chutou de longe e Tiago Cardos fez boa defesa. A pressão continuou em cabeçadas para fora de Luiz Eduardo e Fabrício Ceará.
O que atrapalhava o Salgueiro era a opção do time em insistir nas jogadas pelo meio. Tanto que a primeira boa jogada pelo lado só aconteceu aos 26, quando Tamandaré fugiu pela direita e cruzou. Mas Éverton Sena estava atento e cortou. Coincidentemente, os laterais poderiam ser a válvula de escape dos campeões pernambucanos, já que o meio sofria crise criativa. Porém, tanto Renatinho quanto Eduardo Arroz não conseguiam evoluir.
De tanto insistir na bola alta o time da casa terminou vencendo pela canseira. Aos 34 minutos Peri bateu falta na área. Fabrício Ceará estava bem posicionado no meio da defesa coral e cabeceou sem chance de defesa para Tiago Cardoso. O Santa não fez nada digno da palavra reação. O técnico Zé Teodoro pedia o tempo todo para a equipe tocar a bola mas com um jogador menos técnico, Éverton Sena, no lugar de um meia de origem e com seu maestro (Weslley) bem marcado ficou difícil.
Era lógica uma mudança no setor de criação tricolor na volta para o segundo tempo. E assim foi feito. Natan voltou no lugar de Éverton Sena. Mas foi o Salgueiro quem alterou a história da partida logo no início. Aos três minutos Elvis bateu falta e o goleiro tricolor só pôde olhar a bola entrar sem mais nada a fazer.
Desta vez os visitantes não aceitaram o gol adversário com tanta passividade. O problema, para o Santa, é que o Salgueiro marcava com muita disciplina e, embora o toque de bola melhorasse não havia oportunidade de finalizar. Assim, o técnico Zé Teodoro tentou dar mais velocidade com a entrada de Jefferson Maranhão no lugar de Eduardo Arroz. Weslley ocupou a lateral direita.
E logo em sua primeira participação, Maranhão quase diminui o prejuízo. Depois de bate-rebate na área ele chutou raspando a trave. A postura mais ofensiva do Santa Cruz fez com que o Salgueiro usasse a arma que o adversário empunhou mas não disparou no primeiro tempo: o contra-ataque. No primeiro deles, aos 23, Clebson acertou a trave. No segundo, a zaga afastou para escanteio.
A situação piorou para o time da Capital aos 28. Leandro Souza agarrou Fabrício Ceará, repetindo a mesma infração que lhe rendeu cartão amarelo no início do segundo tempo. O árbitro Ricardo Tavares repetiu a advertência. Só que o segundo amarelo rende o vermelho e o defensor, que fazia sua estreia em 2012, foi embora mais cedo.
Era o balde de água fria para arrefecer qualquer esboço de reação tricolor. O time precisou recuar seus volantes para dar mais cobertura à zaga e os dois setores - meio e ataque - ficaram mais distantes. O Salgueiro passou a administrar o resultado e esperar o final da partida.
Ficha do jogo:
Salgueiro: Luciano; Marcos Tamandaré, Luiz Eduardo, Alemão e Peri (Romário); Pio, Josa, Vitor Caicó (Tinho) e Clebson; Elvis (Edmar) e Fabrício Ceará. Técnico: Neco.
Santa Cruz: Tiago Cardoso; Eduardo Arroz (Jefferson Maranhão), Leandro Souza, André Oliveira e Renatinho; Chicão, Memo, Éverton Sena (Natan) e Weslley; Branquinho e Flávio Recife. Técnico: Zé Teodoro.
Local: Estádio Cornélio de Barros, em Salgueiro. Árbitro: Ricardo Tavares. Assistentes: Ubirajara Ferraz e Alcides Lira. Gols: Fabrício Ceará, aos 34 do primeiro tempo. Elvis, aos três .Cartões amarelos: Pio e Weslley. Expulsão: Leandro Souza. Renda: R$ 15.990. Público: 8.158.
Fonte: blogdotorcedor
Náutico confiante em segunda vitória na estreia nos Aflitos
Após vitória sobre o Porto, em Caruaru, na estreia no Campeonato Pernambucano Coca-Cola em Caruaru, o Náutico faz a sua primeira partida nos Aflitos na temporada nesta quarta-feira, contra o Petrolina, às 20h, confiante em que possa conquistar mais três pontos. Por três motivos: desempenho do primeiro jogo, estreia de um de seus destaques e um retrospecto amplamente favorável nos jogos em casa.
A atuação em Caruaru foi interessante porque o time apresentou um ritmo de jogo raro para início de temporada. O toque de bola fluiu bem, houve criatividade no ataque e boas chances de gol. 2 a 0 ficou barato, mesmo sem poder contar com dois titulares absolutos indisponíveis para a partida, o volante Derley e o meia Eduardo Ramos.
Agora, contra o Petrolina, Derley e Eduardo poderão atuar, aumentando as opções do treinador Waldemar Lemos. "Essa dor de cabeça é muito gostosa, muito boa. Tomara que todos sempre estejam aptos a entrar em campo, porque vai ser importante para a gente", disse Waldemar.
O mais provável é que apenas Derley entre no time titular nesta partida. Deve formar o trio de volantes dom Elicarlos e Souza, deixando para o treinador a dúvida sobre quem escalar na lateral direita: Lenon, que vem treinando improvisado na posição, ou João Ananias, que foi bem na estreia. Já Eduardo deve ir para o banco porque não está tão bem condicionado quanto Cascata, que teve uma boa estreia e está trabalhando há mais tempo.
A questão do retrospecto nos Aflitos também dá um ânimo mais à equipe. Na condição de mandante, o Náutico teve um desempenho formidável na temporada 2011. Venceu 11 e empatou um dos 12 jogos do Campeonato Pernambucano, ficou invicto durante a Série B, e só perdeu uma, na Copa do Brasil, para o Vasco, time que viria a ser campeão. Considerando apenas o Estadual, a invencibilidade é de um ano e 11 meses.
No entanto, não existe um mar de rosas. A equipe também apresentou vacilos na defesa contra o Porto, dando espaço em alguns momentos. O goleiro Gideão fez duas grandes defesas. Neste e noutros pontos, a equipe tem que melhorar bastante.
“Um resultado positivo é sempre satisfatório, mas, às vezes, esconde alguns erros. Na partida passada, o Porto criou algumas situações. Apesar de a gente ter criado mais do que eles, não podemos deixar que isso aconteça”, comentou Waldemar Lemos.
PETROLINA
A vitória na estreia sobre o Salgueiro deixa o Petrolina mais tranquilo para o jogo contra o Náutico. O treinador Pedro Manta assume a condição de franco-atirador e quer surpreender.
“Todo o peso e obrigação da vitória são do Náutico. Não estamos disputando o campeonato com eles. A nossa competição é por uma vaga na Série D do Brasileiro. Vamos jogar com inteligência, marcar forte, mas não podemos abdicar de atacar quando estivermos com a posse de bola”, destacou Pedro Manta.
O Petrolina deve ter duas novidades na equipe. O zagueiro Jalnir teve uma pena de 4 jogos convertida e deve estrear (situação semelhante à que aconteceu com Marcelinho Paraíba). O meia Souza, que tem como principal credencial a artilharia do Campeonato Baiano em 2008 pelo Fluminense de Feira de Santana, deve começar jogando, após ter sido regularizado.
Fonte: blogdotorcedor
A atuação em Caruaru foi interessante porque o time apresentou um ritmo de jogo raro para início de temporada. O toque de bola fluiu bem, houve criatividade no ataque e boas chances de gol. 2 a 0 ficou barato, mesmo sem poder contar com dois titulares absolutos indisponíveis para a partida, o volante Derley e o meia Eduardo Ramos.
Agora, contra o Petrolina, Derley e Eduardo poderão atuar, aumentando as opções do treinador Waldemar Lemos. "Essa dor de cabeça é muito gostosa, muito boa. Tomara que todos sempre estejam aptos a entrar em campo, porque vai ser importante para a gente", disse Waldemar.
O mais provável é que apenas Derley entre no time titular nesta partida. Deve formar o trio de volantes dom Elicarlos e Souza, deixando para o treinador a dúvida sobre quem escalar na lateral direita: Lenon, que vem treinando improvisado na posição, ou João Ananias, que foi bem na estreia. Já Eduardo deve ir para o banco porque não está tão bem condicionado quanto Cascata, que teve uma boa estreia e está trabalhando há mais tempo.
A questão do retrospecto nos Aflitos também dá um ânimo mais à equipe. Na condição de mandante, o Náutico teve um desempenho formidável na temporada 2011. Venceu 11 e empatou um dos 12 jogos do Campeonato Pernambucano, ficou invicto durante a Série B, e só perdeu uma, na Copa do Brasil, para o Vasco, time que viria a ser campeão. Considerando apenas o Estadual, a invencibilidade é de um ano e 11 meses.
No entanto, não existe um mar de rosas. A equipe também apresentou vacilos na defesa contra o Porto, dando espaço em alguns momentos. O goleiro Gideão fez duas grandes defesas. Neste e noutros pontos, a equipe tem que melhorar bastante.
“Um resultado positivo é sempre satisfatório, mas, às vezes, esconde alguns erros. Na partida passada, o Porto criou algumas situações. Apesar de a gente ter criado mais do que eles, não podemos deixar que isso aconteça”, comentou Waldemar Lemos.
PETROLINA
A vitória na estreia sobre o Salgueiro deixa o Petrolina mais tranquilo para o jogo contra o Náutico. O treinador Pedro Manta assume a condição de franco-atirador e quer surpreender.
“Todo o peso e obrigação da vitória são do Náutico. Não estamos disputando o campeonato com eles. A nossa competição é por uma vaga na Série D do Brasileiro. Vamos jogar com inteligência, marcar forte, mas não podemos abdicar de atacar quando estivermos com a posse de bola”, destacou Pedro Manta.
O Petrolina deve ter duas novidades na equipe. O zagueiro Jalnir teve uma pena de 4 jogos convertida e deve estrear (situação semelhante à que aconteceu com Marcelinho Paraíba). O meia Souza, que tem como principal credencial a artilharia do Campeonato Baiano em 2008 pelo Fluminense de Feira de Santana, deve começar jogando, após ter sido regularizado.
Fonte: blogdotorcedor
Santa Cruz pega o Carcará na estreia do Cornélio de Barros
O Santa Cruz sofre mudanças para seu segundo compromisso pelo Campeonato Pernambucano, nesta quarta-feira (18), diante do Salgueiro, a partir das 20h, no Cornélio de Barros. O jogo marca a reinauguração da casa do carcará, que não pôde jogar em sua cidade durante toda Série B de 2011. Os corais vêm de vitória de virada sobre o Belo Jardim (2x1) e por coincidência a estreia do time sertanejo também houve virada. Só que foi uma derrota, por 3x1 para o Petrolina.
O tricolor tem o retorno do zagueiro Leandro Souza, depois de uma malfadada tentativa de jogar na Hungria. Ele voltou na segunda-feira (16) e já está escalado no time titular. A dúvida fica para a formação da defesa. O técnico Zé Teodoro pode adotar o 3-5-2, mantendo a dupla do jogo anterior, André Oliveira e Éverton Sena. Caso prefira dois zagueiros, Sena será o sacrificado.
Ainda no sistema defensivo, o lateral-esquerdo Dutra também estará ausente. O jogador tem problemas pessoais a resolver no Japão e foi liberado por duas semanas - essa viagem já fora acordada anteriormente com a diretoria. Sem ele, Renatinho volta à lateral.
A última dúvida fica para o meio de campo. Se o sistema adotado for o 4-4-2 Leo pode ganhar uma oportunidade como titular. Só o ataque não muda: Flávio Recife e Branquinho. Independente de formação, Teodoro quer o time jogando fora de casa da mesma forma que fez na Série D: não deixando o adversário jogar.
"Vamos fazer o feijão com arroz. Humildade e marcação para voltar a ser o Santa Cruz do ano passado, principalmente fora de casa. Leandro Souza treinou e volta. Vamos apenas analisar mais uma situação (Leo ou Éverton Sena)", disse. Sobre o adversário, o técnico tricolor tem informações do jogo contra o Petrolina. "Williams (auxiliar) observou o jogo e trouxe as informações".
SALGUEIRO - Pelo lado do Carcará, o técnico Neco comemora o retorno ao Cornélio de Barros como maior reforço para o segundo jogo. "Toda equipe gosta de jogar em sua cidade, sentir o apoio e a cobrança da torcida também. Por isso é muito bom poder voltar a jogar em casa."
Em relação ao time, algumas dúvidas. Neco pode entrar com o volante Victor Caicó e o zagueiro Luiz Eduardo, já regularizados. No setor ofensivo, Elvis e Edmar lutam por uma vaga.
Ficha do jogo:
Salgueiro: Luciano (Ari); Marcos Tamandaré, Alex Xavier (Luiz Eduardo), Alemão e Peri; Pio, Josa, Elvis (Vitor Caicó) e Clebson; Edmar (Elvis) e Fabrício Ceará. Técnico: Neco.
Santa Cruz: Tiago Cardoso; Eduardo Arroz, Leandro Souza, André Oliveira e Renatinho; Chicão, Memo, E. Sena (Leo) e Weslley; Branquinho e Flávio Recife. Técnico: Zé Teodoro.
Local: Estádio Cornélio de Barros, em Salgueiro. Horário: 20h. Árbitro: Ricardo Tavares. Assistentes: Ubirajara Ferraz e Alcides Lira. Ingressos: Arquibancada, R$ 20; e geral e estudante, R$ 10.
Fonte:blogdotorcedor
O tricolor tem o retorno do zagueiro Leandro Souza, depois de uma malfadada tentativa de jogar na Hungria. Ele voltou na segunda-feira (16) e já está escalado no time titular. A dúvida fica para a formação da defesa. O técnico Zé Teodoro pode adotar o 3-5-2, mantendo a dupla do jogo anterior, André Oliveira e Éverton Sena. Caso prefira dois zagueiros, Sena será o sacrificado.
Ainda no sistema defensivo, o lateral-esquerdo Dutra também estará ausente. O jogador tem problemas pessoais a resolver no Japão e foi liberado por duas semanas - essa viagem já fora acordada anteriormente com a diretoria. Sem ele, Renatinho volta à lateral.
A última dúvida fica para o meio de campo. Se o sistema adotado for o 4-4-2 Leo pode ganhar uma oportunidade como titular. Só o ataque não muda: Flávio Recife e Branquinho. Independente de formação, Teodoro quer o time jogando fora de casa da mesma forma que fez na Série D: não deixando o adversário jogar.
"Vamos fazer o feijão com arroz. Humildade e marcação para voltar a ser o Santa Cruz do ano passado, principalmente fora de casa. Leandro Souza treinou e volta. Vamos apenas analisar mais uma situação (Leo ou Éverton Sena)", disse. Sobre o adversário, o técnico tricolor tem informações do jogo contra o Petrolina. "Williams (auxiliar) observou o jogo e trouxe as informações".
SALGUEIRO - Pelo lado do Carcará, o técnico Neco comemora o retorno ao Cornélio de Barros como maior reforço para o segundo jogo. "Toda equipe gosta de jogar em sua cidade, sentir o apoio e a cobrança da torcida também. Por isso é muito bom poder voltar a jogar em casa."
Em relação ao time, algumas dúvidas. Neco pode entrar com o volante Victor Caicó e o zagueiro Luiz Eduardo, já regularizados. No setor ofensivo, Elvis e Edmar lutam por uma vaga.
Ficha do jogo:
Salgueiro: Luciano (Ari); Marcos Tamandaré, Alex Xavier (Luiz Eduardo), Alemão e Peri; Pio, Josa, Elvis (Vitor Caicó) e Clebson; Edmar (Elvis) e Fabrício Ceará. Técnico: Neco.
Santa Cruz: Tiago Cardoso; Eduardo Arroz, Leandro Souza, André Oliveira e Renatinho; Chicão, Memo, E. Sena (Leo) e Weslley; Branquinho e Flávio Recife. Técnico: Zé Teodoro.
Local: Estádio Cornélio de Barros, em Salgueiro. Horário: 20h. Árbitro: Ricardo Tavares. Assistentes: Ubirajara Ferraz e Alcides Lira. Ingressos: Arquibancada, R$ 20; e geral e estudante, R$ 10.
Fonte:blogdotorcedor
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