sábado, 21 de abril de 2012

RESULTADOS DAS OITAVAS DE FINAIS DA COPA DO BRASIL FEMININO 2012


Oitavas de Finais -Volta

(3)Pinheirense-PA 2x1 Viana-MA(1)

(7)Centro Olímpico/SP 5x0 Atlético-MG(1)



 São Francisco/BA 1x0 Caucaia/CE 



(2)Sâo José/SP 1x0 Kindermann/SC(1) 


(0)Francana 0x1 Foz Cataratas(3)  



(2)Iranduba 1x0 Baré(2) -  
*Iranduba se classificou por ter feito um gol fora de casa


Quartas de Finais - Jogos de IDA



Iranduba/AM x São Francisco/BA

Pinheirense/PA x Vitória)PE


Vasco/RJ x Centro Olímpico/SP


Foz Cataratas/PR x São José/SP




Time feminino do Vitória/PE tem o melhor ataque do Brasil



ataque1

O time da atacante Thaisinha marcou 101 gols em sete jogos. Foto: UF Press
O melhor ataque do Brasil não está no Santos de Neymar e Ganso ou no São Paulo de Lucas e Luis Fabiano. Muito menos no Bahia que esbanja a partir de agora o contestado título de “melhor ataque do Brasil” na temporada 2012 por marcar 61 gols em 24 jogos, uma média modesta de 2,4 gols por jogo.
Em matéria de fazer gols, o melhor ataque do Brasil é mesmo do time feminino do Vitória (PE) que vem superando de longe os principais times do Brasil.
A linha de frente com Thaisinha (Seleção Brasileira) Ketlen (artilheira do Pernambucano FACOL com 17 gols) e Carol Baiana, deixa qualquer Neymar e Fred de queixo caído.
Só este ano em cinco partidas pelo Estadual e duas pela Copa do Brasil o ataque feminino do Vitória/PE marcou 101 gols, ou seja, 14,4 gols por partida. Um sério candidato ao Guinness Books.
O centésimo gol na temporada 2012 saiu na última quarta-feira, 18, na partida contra o Codif pelo Pernambucano FACOL. Aos 38 minutos do segundo tempo, a atacante america Kelly fechou  a conta ao marcar o 22 gol do Vitória no jogo.
Na mesma partida a atacante Thaisinha marcou oito gols. Um recorde para o futebol brasileiro.
No próximo domingo o ataque matador do Vitória volta a campo pela semifinal do Estadual contra o Igarassu/Real, segundo as estatísticas, a rede vai balançar outra vez.
Confira os melhores ataques do Brasil:
1- Vitória (PE) 101 gols, 7 jogos
2 – Bahia - 61 gols, 24 jogos
3 – Santos - 56 gols, 24 jogos
4 – São Paulo - 52 gols, 22 jogos
5 – Coritiba - 52 gols, 24 jogos
6 – Figueirense - 51 gols, 18 jogos
7 – Atlético-GO - 51 gols, 22 jogos
8 – Grêmio - 51 gols, 22 jogos
9 - Internacional - 48 gols, 22 jogos
10 – Sport - 48 gols, 25 jogos
10 – Vasco - 46 gols, 23 jogos
12 – Palmeiras - 44 gols, 22 jogos 
13 – Ponte Preta - 
42 gols, 23 jogos
14 – Corinthians - 41 gols, 25 jogos
15 – Botafogo - 40 gols, 20 jogos
16 – Flamengo - 40 gols, 23 jogos
17 – Fluminense - 39 gols, 22 jogos
18 – Náutico - 39 gols, 25 jogos
19 – Cruzeiro - 38 gols, 14 jogos
20 – Atlético-MG - 34 gols, 13 jogos


Fonte: Ultimos fatos

Ex-árbitro Wilson Souza está detido e pode ir para o Cotel






Detido na manhã deste sábado, por estar devendo pensão alimentícia para a ex-mulher, o ex-árbitro pernambucano Wilson Souza Mendonça ainda está na Delegacia de Capturas do Recife. Ele aguarda resposta do juiz de plantão, em relação a uma proposta apresentada pelo seu advogado. Caso a sua prisão não seja revogada, o atual consultor de arbitragem do Sport será enviado para o Centro de Triagem de Abreu e Lima (Cotel).

Presidente do Náutico diz que Eduardo Ramos está fora do clube



Foto: Bernardo Soares/JC Imagem
Atualizada às 20h06
O presidente do Náutico, Paulo Wanderley, em conversa com o Blog do Torcedor, informou que o meia Eduardo Ramos está fora dos planos do clube. Segundo o mandatário alvirrubro, o meia procurou por ele e informou que tem a proposta de um outro clube. "Eduardo Ramos e o pai dele nos procuraram, falaram de uma proposta de outro time e nós fizemos acordo", disse Paulo Wanderley.
Paulo Wanderley também adiantou que o acordo já foi feito e que o atleta só virá para o clube assinar a rescisão contratual. "Já acertamos as bases para a rescisão e o Eduardo só virá aqui para assinar a finalização do vínculo conosco. Não impomos nenhum obstáculo para ele. Se ele não quer jogar no Náutico não podemos fazer mais nada", afirmou Wanderley.
Toda a polêmica envolvendo o nome de Eduardo Ramos começou na tarde desta quinta-feira quando o meia faltou ao treinamento no Centro de Treinamento Wilson Campos. Eduardo alegou o fato de não estar relacionado para o jogo contra o Sport no próximo domingo e uma indisposição estomacal como justificativa para a falta.  A diretoria confirmou que o jogador não iria para a partida sob alegação de que o jogador precisa melhorar o condicionamento físico. A dispensa ou até mesmo uma punição não chegaram a ser cogitadas.
Vídeo: Vice de futebol do Náutico e pai de Eduardo Ramos confirmam saída (Crédito: Wellington Araújo)
TORCIDA  - A repercussão da saída de Eduardo Ramos do Timbu refletiu rapidamente no Twitter. Em pouco tempo o nome do meia já estava entre os assuntos mais comentados do Brasil conforme a imagem abaixo:

Dono da melhor campanha, Sport é o favorito


Leão tem Marcelinho, craque do campeonato (Foto: Rodrigo Lôbo/JC Imagem)
O Sport foi o melhor time da primeira fase do Pernambucano Coca-Cola. Com 15 vitórias, cinco empates e apenas duas derrotas, terminou seis pontos à frente do Santa Cruz. Não perdeu clássicos. Tem o craque do campeonato, Marcelinho Paraíba, e um goleiro também decisivo, Magrão. É por motivos como esses que se apresenta como o maior favorito ao título do Estadual, na chegada para a fase semifinal. Apesar disso, tem os seus problemas e precisará melhorar em alguns pontos para manter a superioridade da primeira parte do certame.
O desempenho do Sport, até aqui, mostra uma equipe em reformulação, a partir do acesso à Série A. Um time que buscou mais jogadores experientes, como os volantes Marquinhos Paraná, ex-Cruzeiro, Diogo Oliveira, ex-Fluminense, Rivaldo, ex-Palmeiras, além do jovem atacante Jael, que apareceu bem no Bahia e na Portuguesa e veio do Flamengo, onde não se firmou.

A equipe foi a mais regular do campeonato, com apenas duas derrotas, menos que o Salgueiro, que perdeu quatro, e que os rivais Náutico e Sport, que perderam seis. A pontuação do time ficou bem distribuída entre jogos dentro de casa (26 pontos), onde teve alguns tropeços, e fora de casa (24 pontos), em que obteve o melhor aproveitamento geral. 

É um time que faz muitos gols e também sofre muitos gols. Dos 22 jogos da primeira fase, o Sport só deixou de tomar gols em seis partidas — três em casa e três fora. Por outro lado, conseguiu marcar muitos gols (44, média de 2 por jogo). Só não balançou as redes em 5 partidas.

Evidentemente, teve méritos. Dispõe do principal destaque individual do campeonato. O veterano Marcelinho Paraíba. Seus chute de fora da área e suas cobranças de falta são o que há de mais perigoso no time rubro-negro. Tem 12 gols. Com os cruzamentos dele, o time é forte também no jogo aéreo. O goleiro Magrão está em boa fase.
No entanto, a equipe teve algumas oscilações e algumas dificuldades pontuais em seu modo de jogar e na disposição de peças do elenco. As laterais foram problemas na maior parte do campeonato (a esquerda ainda é) e os atacantes deixaram a desejar. Os atacantes que devem ser titulares nesta nova fase, Jael e Jheimy, fizeram quatro e seis gols, respectivamente. Outros atacantes, Willians, Ruan e Roberson fizeram dois, cada. Por outro lado, já os zagueiros Bruno Aguiar e Tóbi têm mostrado boa presença ofensiva, nas jogadas de bola parada, e marcaram três gols, cada.

As principais dificuldades do Sport foram superadas na primeira fase do Estadual, mas percebidas claramente na eliminação contra o Paysandu na Copa do Brasil. Na parte defensiva, apresentou falhas de posicionamento na marcação, deixando livres os jogadores adversários que se movimentavam para receber o passe. O Paysandu aproveitou muito bem e criou várias oportunidades de gols no primeiro jogo. E, no segundo jogo, mesmo com a posse de bola mais presente no lado do rubro-negro, o Papão tinha melhores chances de gol durante toda a partida.

Outro ponto que o time do Sport precisa melhorar para essa fase é a dinâmica de jogo lenta no ataque. O time precisa de mais velocidade, tem poucos jogadores com essa característica. Dos titulares, talvez apenas Moacir seja um velocista. Marcelinho tem velocidade com a bola dominada, mas não mostra intensidade em sua movimentação ofensiva; prefere vir de trás com a pelota. No ataque, Jael e Jheimy são jogadores de força, sabem proteger a bola, mas lhes falta velocidade. Eles têm dificuldade para trabalhar jogadas coletivamente. São mais de conclusão. Falta ao time mais aproximação, tabelas, triangulações. O resultado é que, diante de uma marcação forte, o time fica com um futebol previsível.
Mesmo reconhecendo algumas carências do time, o técnico Mazola Júnior garantiu que o Sport deverá ser o campeão pernambucano. De fato, o Sport chega como o maior favorito ao título, pela boa campanha, pelo o desempenho nos clássicos (vide a seguir) e também considerando a instabilidade dos rivais. No entanto, como o técnico também já comentou, a partir de agora é outro campeonato. E só nos campos se verá quem é o mais capaz.
NOS CLÁSSICOS

Analisando os clássicos da primeira fase. Nos jogos de ida, o Leão venceu os dois jogos jogando melhor que o adversário. Chegou a fazer um 3 a 0 no Náutico em 13 minutos na Ilha do Retiro, sofrendo alguma pressão no final e confirmando a vitória por 4 a 3, sem muitos sustos. No Arruda, dominou e bateu o Santa Cruz por 3 a 1. Vitórias que deram sustentação ao trabalho do técnico Mazola.

No "segundo turno", um futebol ruim no clássico contra o Náutico, nos Aflitos, mas ao menos o empate em 0 a 0. Contra o Santa Cruz, se impôs territorialmente e, embora com dificuldade para chegar ao gol em jogadas coletivas, abriu 2 a 0 em jogadas de bola parada. O Santa Cruz cresceu na maior parte do segundo tempo e apresentou dificuldades para o Leão. Vale lembrar que o Santa usou ao menos quatro reservas, na sua estratégia de limpar os cartões para a fase semifinal. Nâo teve o artilheiro Dênis Marques.

Contra o Salgueiro, talvez o concorrente que tenha mostrado mais equilíbrio na competição, o Sport sofreuuma derrota de 2 a 0 numa má atuação, fora, e ficou num empate sem gols na Ilha do Retiro. 

PONTO FORTE

- Marcelinho Paraíba, por seus chutes de fora da área, suas cobranças de falta e de escanteios. Seus bons passes ajudam companheiros a marcar de cabeça.
- Jogadores experientes no meio de campo podem ajudar a controlar o jogo em momento de decisão (apesar do apagão contra o Paysandu). 
- Magrão novamente em boa fase.

PONTO FRACO

- Sistema defensivo instável. Não é que falte pegada, mas há falhas no posicionamento, inclusive na recomposição da defesa após jogadas ofensivas. 
- Já no ataque, em muitos momentos faltou velocidade. O time perde nesse quesito com o desfalque de Willans, com perna fraturada.
DESTAQUE
Marcelinho Paraíba.

CLUBE DO TORCEDOR NA TV NOVA RECEBE ATACANTE GEOVANE DO SÃO CAETANO NESTE DOMINGO


Neste Domingo as 22 Horas, ao vivo na TV NOVA NORDESTE, Canal 18 em Vitória de Santo Antão e Canal 22 em toda região Metropolitana e pelo mundo no site: www.tvnova.tv.br

Vamos receber o artilheiro do São Caetano do Paulistão, o Atacante Geovane  vai falar das suas propostas do Brasil e também de Pernambuco( Sport e Náutico)



O mesmo vai falar porque não aceitou as propostas do clubes pernambucanos e muito mais!!



Não Perca as 22 horas deste Domingo!

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Dos picolés para o Futebol Brasileiro



De vendedor de picolés nas ruas da pequena Vitória de Santo Antão, interior de Pernambuco (a 53 km da capital,Recife), para jogar futebol na rica São Caetano, cidade com melhor IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) do País. Esta é, até aqui, a síntese da vida do atacante Geovane, 26 anos, que espera aproveitar a passagem pelo Azulão para alçar voos mais altos e jogar em grande clube, como o Corinthians, exemplifica o camisa 11.
Filho adotivo de família de 12 irmãos, o atleta conta em detalhes e sem constrangimentos a vida dura da infância nordestina. A primeira adversidade foi aceitar o fato de que não podia ter por perto os pais biológicos. "Meus pais (Nevinha e Alfredo) eram muito pobres. Quando eu tinha seis meses, me deram para uma família conhecida da minha mãe me criar. Essa família tinha condição um pouco melhor", revela o jogador.
Embora tenha ganhado novo lar e irmãos - passou a ser o mais novo da turma -, Geovane não teve vida fácil na infância. Foi às ruas vender picolé para ajudar no orçamento familiar até que surgiu, aos 12 anos, o sonho de se tornar jogador. "Comecei no time de futsal do Vitória de Santo Antão, depois fui para o campo. Vendia sorvete de manhã e treinava à tarde. Mas quando fui para o futebol de campo e comecei a disputar campeonatos, parei de vender sorvete e fui para a escola. Ganhei bolsa de estudos do clube. Exigiram que eu voltasse para a escola."
A vida nômade, porém, não permitiu que Geovane seguisse com os estudos. Aos 16 anos, se transferiu para o Vera Cruz - rival do Vitória de Santo Antão -, onde obteve as primeiras conquistas. Ajudou o time a subir da Série C para a B e depois para a elite do Estadual. Foi no retorno ao Vitória, porém, que veio o salto na carreira. Em 2005, foi campeão da Copa Pernambuco e ajudou a equipe a garantir vaga na Série C do Campeonato Brasileiro.
"Foi um jogo contra o América-RN que mudou minha vida. Fiz boa partida e eles me contrataram. No Estadual também fui bem e terminei como vice-artilheiro, com dez gols, três a menos que o Wallyson (atacante do Cruzeiro, artilheiro da Libertadores 2011 com sete gols ao lado de Roberto Nanni, do Cerro Porteño)."
O momento do São Caetano não é lá muito bom e Geovane espera seguir balançando as redes para aumentar as chances de renovação. O vínculo com o clube termina em maio, após o encerramento do Paulistão. "O São Caetano é bom clube. Quero ficar e acredito que são boas as chances de renovação. Faltam poucas rodadas e espero que a gente se classifique para a segunda fase. Meu desejo é ajudar o clube a voltar à Série A do Brasileiro e, quem sabe, em um ano, ir para um clube grande como o Corinthians ou o Flamengo."
Geovane não tem planos - porém não descarta - de jogar fora do Brasil no momento. A única experiência internacional aconteceu em 2008, quando passou dez meses no Daegu FC, da Coréia do Sul. No retorno ao Brasil, defendeu Mogi Mirim e Guarani.
Foto 1: natrincheiracomgottinho.blogspot.com
Foto 2: Divulgação/Guarani
Atleta retoma estudos para se tornar dirigente no futuro
Além do sonho de vestir a camisa de grandes equipes, como o Corinthians e o Flamengo, o atacante Geovane ainda quer atuar nos grandes clubes de seu Estado, Sport e Náutico, antes de encerrar a carreira exatamente onde começou, no Vitória de Santo Antão, daqui a uns dez anos, calcula, para iniciar outra carreira: a de dirigente.
O jogador não pensa em pendurar as chuteiras e se acomodar, como acontece com boa parte dos jogadores de futebol. A meta, revela, é tornar-se diretor do Vitória de Santo Antão. "É uma responsabilidade grande, mas quero um dia ser dirigente do clube. Devo parte do que conquistei na vida ao Vitória. Seria uma forma de retribuir, por isso até voltei a estudar. Terminei o primeiro grau há uns quatro, cinco anos e, em 2010, fiz o supletivo para poder concluir o segundo grau."
Ao mesmo tempo em que luta para ajudar o São Caetano no Paulistão, Geovane tenta superar a perda do irmão Gilson, motorista de ônibus em Recife, morto em outubro do ano passado. "Ele morou uns dez anos em Mauá (no Grande ABC) e foi para Recife porque queria levar uma vida mais tranquila. Não se sabe ao certo o que aconteceu. Testemunhas dizem que foi uma discussão com passageiro, outros que foi briga de trânsito e a pessoa atirou nele. Mas um dia a Justiça será feita."
Geovane acredita que o São Caetano tem tudo para fazer na Série B do Brasileiro campanha melhor que a do ano passado. "Muitos jogadores saíram no começo do ano e agora já temos uma boa base. Certamente chegarão mais jogadores. Quero mais do que ninguém conquistar o acesso. No ano passado, infelizmente não deu e ainda passamos aquele sufoco de brigar contra o rebaixamento - o time escapou com a vitória sobre o Criciúma, na última rodada", relembrou.
"Caí em 2010 com o Guarani e em 2009 com o América-RN. Não quero ser lembrado como jogador que só caiu, quero subir também", brincou o jogador.

ÚLTIMO JOGO

Escala de Arbitragem para as Semi-finais do Pernambucano Feminino 2012



Souza não guarda mágoas de Rivaldo e diz que irá cumprimentá-lo

Com chances de voltar à equipe titular do Náutico, após a lesão no tornozelo esquerdo que o afastou de cinco rodadas do Pernambucano Coca-Cola, o volante Souza disse que não guarda ressentimentos do também volante Rivaldo, do Sport. Foi em um lance de disputa com o rubro-negro no último Clássicos dos Clássicos que Souza sofreu a lesão que o deixou de fora dos gramados nesta etapa final da primeira fase do estadual. " Vou cumprimentar o Rivaldo normalmente. Sei que ele não veio na maldade. Não haverá nenhum problema", afirmou o alvirrubro.

Apesar de não guardar mágoas do colega de profissão, Souza também não é bôbo. Ele assegurou que ficará mais atento nas divididas de bola e que tomará mais cuidado. "Vou entrar mais atento não é? No último jogo, por exemplo, não vi o Rivaldo chegando na hora que ele fez a falta. Agora é outro jogo e outra história".

Sobre a responsabilidade de ainda ser um dos artilheiros do time com sete gols marcados, Souza demonstra ciência da sua importância para a equipe, mas prefere não apontar a sua saída como justificativa para a fase ruim do Náutico durante o estadual. "Complicado falar porque eu poderia estar jogando e o time poderia estar mal da mesma forma. Sei da minha responsabilidade como um dos artilheiros, mas existem companheiros também podem fazer a minha função. Só espero que essa fase ruim passe e possamos sair com a vitória domingo".

Com relação ao novo treinador, Alexandre Gallo, o volante elogiou principalmente a motivação do novo comandante no primeiro treino. " Dá para ver a disposição dele nos treinamentos. Ele chegou aqui e já deu para notar que ele gosta de trabalhar posse e toque de bola. Estamos bastante confiante para este jogo com o treinador novo. Temos obrigação de impor nosso jogo nos Aflitos, mas sem esquecer da defesa".


Fonte:blogdotorcedor

O treino quase secreto do Sport na Ilha do Retiro


A Ilha do Retiro ficou de portões durante o treino do Sport visando ao clássico contra o Náutico, neste domingo, no estádio dos Aflitos, pelas semifinais do Pernambucano Coca-Cola.
O Blog do Torcedor não teve acesso ao gramado. Mas conseguiu uma visão privilegiada: um dos apartamentos do edifício que fica localizado ao lado do Sport. Conferimos a movimentação comandada por Mazola Júnior.
O treinador armou o time no esquema 3-5-2: Magrão, Bruno Aguiar, Edcarlos e Tóbi; Moacir, Hamilton, Marquinhos Paraná, Marcelinho Paraíba e Renê; Jheimy e Jael. Mazola fez as mesmas mudanças dos treinos anteriores. Ele sacou Renê, escalando Julinho, e tirou Jheimy para a entrada de Rivaldo. O detalhe é que em boa parte do treino Bruno Aguiar apareceu como lateral direito e Moacir foi deslocado para o meio.
Após o treino, o comandante rubro-negro disse que não tem o time definido, pois tem dúvidas em duas posições. "Tenho 48 horas para definir tudo", declarou. Sobre o adversário, o treinador afirmou que a chegada de Gallo será um motivador para o Náutico, complicando a situação para o Sport. Já sobre a ausência de Eduardo Ramos, Mazola não quis fazer comentários. "Deixa para Gallo".
Já o atacante Jael comentou sobre a ausência de Eduardo Ramos. "Sabemos que Eduardo Ramos é um jogador importante e isso (a ausência do jogador no time) pode ser bom para a gente", declarou.
Quem também conversou com a imprensa foi o zagueiro Bruno Aguiar. "A nossa preocupação é com o time todo do Náutico. Vamos respeitar e dentro de campo fazer o que a gente sabe", disse. Sobre o fato de ter sido acionado na lateral, o jogador deixou o mistério no ar.  "No treino secreto, treinamos diversas situações e cabe a vocês da imprensa entender como o Sport entra."
Fonte:blogdotorcedor
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