segunda-feira, 23 de abril de 2012

Gustavo Dubeux diz que Ricardo Tavares foi bem tecnicamente, mas pede árbitro de fora


Após o Clássico dos Clássicos, do último domingo, vencido pelo Sport, por 2x1, nos Aflitos, o presidente do Leão, Gustavo Dubeux, voltou a manter a posição do clube de solicitar à FPF, a escalação do trio de arbitragem da Fifa, de outros estados, para as partidas decisivas do Pernambucano Coca-Cola. Essa foi uma postura adotada pelo clube desde o início da temporada. E está sendo reforçada após a atuação polêmica de Ricardo Tavares no clássico.
"O árbitro de fora do Estado impõe mais respeito diante dos jogadores. Por isso, sempre defendemos essa ideia", declarou o presidente, que defendeu o árbitro Ricardo Tavares na questão técnica. "Ele errou no quesito disciplinar. Distribuiu muitos cartões. Mas acertou nos pênaltis marcados. E o lance de Renê é duvidoso", afirmou.
Na Ilha do Retiro,  mesmo tendo vencido o jogo, os rubro-negros ainda questionam a postura da diretoria do Náutico, que criticou a arbitragem durante todo o campeonato, mas, às vésperas da semifinal, defendeu a escalação dos árbitros locais. Os dirigentes ainda não se manifestaram, mas cobram uma atitude do presidente da FPF, Evandro Carvalho, diante dos alvirrubros, que voltaram a fazer duras críticas ao árbitro Ricardo Tavares.
Fonte:blogdotorcedor

Preparo físico não é o ideal, admite fisiologista do Náutico


Souza foi um dos jogadores nitidamente cansados no segundo tempo
Foto: Guga Matos/JC imagem
O mau condicionamento físico dos jogadores do Náutico foi apontado pelo técnico Alexandre Gallo como um problema na partida contra o Sport. Essa condição seria um reflexo de um trabalho de preparação física insatisfatório antes de o técnico aos Aflitos, quando quem comandava a atividade era Carlos Bona. Faltaria força e resistência aos jogadores. O treinador afirmou que tinha dados da comissão técnica permanente do clube que comprovavam isso. Chegou a citar o nome do fisiologista Cléber Queiroga e do preparador Ricardinho Seguins, que já estavam no clube; teria ouvido deles essas informações. O Blog do Torcedor conversou com Queiroga sobre o assunto. 

Queiroga admitiu que a preparação física dos jogadores não está num ponto satisfatório, mas apontou que isso foi o resultado de uma pré-temporada muito curta, várias lesões que aconteceram e também a necessidade de acelerar o retorno de jogadores machucados aos jogos, quando eles precisariam de mais dias para retomar a força e a resistência que diminui quando algum atleta fica dez ou mais dias sem jogar.

Confira entrevista com Cléber Queiroga:

Blog do Torcedor — Gallo declarou que os jogadores do Náutico não estão bem condicionados e que teve de fazer substituições apenas pela questão física. Como você explica isso?

Cléber Queiroga — É uma questão bem abrangente. Hoje, a gente gostaria que o time estivesse melhor nessa condição física. Gallo tem certa razão no que ele falou. Ele é um treinador que tem uma cobrança muito grande nesse aspecto. Ele acreditava que, quando a gente chega na reta final, a gente tem que chegar com o melhor da condição. Agora por que não tá na melhor condição? Lógico que tem vários aspectos. A gente tem jogadores que chegaram por último e têm uma condição baixa. O objetivo era chegar todo mundo com essa mesma condição. A gente procurou reunir com a comissão técnica para poder solucionar os problemas específicos. Os problemas de lesão também atrapalharam muito nessa questão. Quando o jogador passa 15 a 20 dias no DM, ele perde um pouco de força e resistência. Pela necessidade nossa em duas competições, Copa do Brasil e Campeonato Pernambucano, e ainda uma situação indefinida com relação à classificação, a gente tinha que acelerar a recuperação e o condicionamento desses atletas, e ao mesmo tempo não ficar fora dos jogos.

Blog — Sobre a questão da força dos atletas?

Cléber — Gallo prioriza muito a questão da força, tem essa linha de trabalho. Waldemar trabalha muito no campo mesmo, em si. O atleta também condiciona no trabalho com bola. Os trabalhos que Bona faziam era mais na areia, já Gallo tem uma concepção diferente de trabalho de força, bruto mesmo, com musculação. A questão é que alguns atletas fizeram um bom trabalho e outros não.

Blog — Então seria culpa dos atletas o mau condicionamento?

Cléber — Não, a gente não considera culpa dos atletas. É difícil. O X da questão é que a gente não chegou à condição ideal. Em nenhum momento a imprensa comentou que o Náutico estava mal fisicamente, mas que estava esfacelado por muita mudança. A imprensa nunca enxergou que tá mal fisicamente, porque não estamos. Mas a gente poderia chegar melhor a essa fase.

Blog — Quais trabalhos deveriam ter sido feitos para que o grupo ficasse ótima e homogênea?

Cléber — O direcionamento de trabalho não foi feito como gostaríamos que fosse. Identificamos quais atletas precisavam de trabalho de força, quais de resistência, quais velocidade de reação, mas o trabalhar dessas necessidades não foi como a gente queria. Também por conta do número de jogadores lesionados. Tiuí passou no DM, Jefferson também, o João Ananias também passou tempos em jogar, Souza...

Blog — Houve algum erro de planejamento da preparação física?

Cléber — Não teve um erro de planejamento. Se eu digo que houve um erro de planejamento, eu estou sendo antiético com o preparador físico que estava aqui. Por conta desses problemas que eu citei, o trabalho não teve a qualidade que poderia ter. 

Blog — Está havendo alguma mudança agora que Gallo assumiu como técnico?

Cléber — Ricardo Seguins foi efetivado como primeiro preparador físico. Gallo conhece ele da passagem em 2010 e gostou muito da linha de trabalho, que se assemelha na questão de focar muito na força física. Gallo já quis já levar Seguins para outros clubes depois que saiu do Náutico, o Avaí e um time da Arábia. A gente vai querer homogeneizar o grupo e entrar forte na Série A. 

Blog — Dá para melhorar a condição nesse semana para o jogo na Ilha do Retiro?

Cléber — A gente não tem agora a condição de dar uma carga de trabalho grande numa semana pré-clássico, e sendo clássico decisivo. Hoje a gente está de folga, uma folga prevista, porque os atletas precisam de recuperação, os atletas jogaram ontem e quem não jogou fez um circuito de força hoje. Amanhã temos treino em dois períodos e pegada forte.
Fonte:blogdotorcedor

domingo, 22 de abril de 2012

RESULTADOS DA SEMI-FINAL FEMININO - PERNAMBUCANO FACOL

Sport 2x0 Central
*Vitória 5x0 Igarrasú

*O jogo foi paralisado aos 25 minutos do 1º tempo por numero insuficiente de jogadoras do IGARRASÚ/REAL.


Resultados do Pernambucano SUB-20 - 2012

Resultados do SUB-20 - Sábado

Nautico 3 x 0 Vera cruz
 Atlético/PE 2 x 2 Porto
Central 4x0 Belo Jardim
Vitória 1x1 Sport
Santa 1x0 Cabense
América 3x3 Ypiranga
Salgueiro 1x2 Serra Talhada
Petrolina 2x1 Araripina

Próxima Fase do Pernambucano - Sub 20

Grupo E


Sport
Santa Cruz
Salgueiro
Náutico
Cabense
Petrolina

Grupo F

Porto
Araripina
Vitória
Ypiranga
Central
Atlético/PE



Vídeo: Salgueiro 2 x 1 Santa Cruz - Pernambucano A1 2012

Sport vence o Náutico e se aproxima da final do Pernambucano Coca-Cola



Marcelinho Paraíba marcou os dois gols da vitória do Leão no Clássico dos Clássicos/Foto: Bobby Fabisak/JC Imagem
Em um clássico muito movimentado e com várias chances de gols para os dois lados, o Sport foi mais eficiente que o Náutico e venceu os rivais por 2 a 1, no jogo de ida da semifinal do Pernambucano Coca-Cola, em pleno Aflitos, abrindo uma importante vantagem na disputa por uma vaga na final.
Marcelinho Paraíba foi o nome do jogo, tendo marcado o gol inicial no primeiro tempo e desempatado aos 36 do segundo tempo, em uma cobrança de pênalti (ele também desperdiçou outra). Ronaldo Alves marcou pelo alvirrubro ainda na primeira etapa. A arbitragem foi bastante contestada pelas duas equipes durante a partida. Dirigentes e jogadores alvirrubros justificaram a derrota pela atuação do árbitro Ricardo Tavares [entrevistas em breve].
O resultado permite que o Leão se classifique à final mesmo se perder por um gol de diferença o confronto na llha do Retiro. Também caiu um tabu: o Leão não vencia nos Aflitos desde 2008, em partida pela Série A.

O JOGO

O Náutico começou a partida pressionando bastante o Sport. A marcação forte no campo de ataque garantia bolas roubadas e ajudava a equipe a ter um volume de jogo algo, como ainda não tinha mostrado no Campeonato Pernambucano. O meia Ramon trouxe uma qualidade técnica na criação de jogadas e também uma assiduidade ao buscar o jogo que Eduardo Ramos não mostrava.

Aos sete minutos, Tiuí recebeu passe de Ramón, encarou a marcação de Edcarlos, fintou para a esquerda e bateu visando o ângulo oposto, passando muito perto. Pouco depois, o meia serviu a Elicarlos, que caiu na área rubro-negra pedindo pênalti. O árbitro não concordou e puniu o jogador por simulação com o cartão amarelo.

Acuados, os zagueiros do Sport tentavam chutes longos da defesa em busca de atacantes. O Náutico seguia em cima, e o atacante Rodrigo Tiuí não chegou a tempo de completar para as redes na ocasião de dois chutes cruzados, um de Jefferson aos 13 e um de Tiuí aos 17.

Aos 16, um lance polêmico. Renê chegou atrasado e fez falta de carrinho em João Ananias. Seria o segundo cartão amarelo do jogador. Ricardo Tavares contemporizou e não puniu. Mazola percebeu a gravidade da entrada e sacou o jogador, acionando Julinho -- seis por meia-dúzia.

Ramón voltou a aparecer muito bem, com um excelente passe para Souza, que, sem ângulo, tentou encobrir Magrão. A jogada se perdeu.

Mesmo pressionado, o Sport construiu um excelente contra-ataque no qual poderia ter aberto o placar, aos 21 minutos. Jheimy avançou e esperou o momento certo para lançar Jael. Cara a cara com Gideão, teve seu chute defendido pelo goleiro.

O lance animou a equipe leonina, que foi para cima e, dois minutos depois, conseguiu o gol que abriu o placar. Enquanto o zagueiro Marlon estava sendo atendido pelos médicos, Marcelinho Paraíba recebeu bola livre na área e bateu de primeira buscando o canto oposto, pegando desprevenido a Gideão, que até tocou na bola mas não evitou o gol. 1 a 0.

O Náutico buscava reação. Tiuí mandou um cabeceio para fora; Jefferson, sem ângulo, chutou na rede pelo lado de fora. A insistência foi recompensada aos 32 minutos. Souza cobrou falta para a área, Ronaldo Alves subiu e cabeceou para o gol, empatando.

O Sport teve a chance de desempatar dois minutos depois. César Marques, substituto de Marlon, agarrou Jael pela camisa. Pênalti. Marcelinho cobrou no centro do gol e Gideão conseguiu defender com o pé.

Nos últimos minutos do primeiro tempo, três chances de gols claras do Náutico. Um cabeceio de Ronaldo Alves raspando a trave aos 39, um chute ruim de João Ananias pouco depois, e uma cobrança de falta de Souza na trave no último lance. A bola bateu no poste à direita de Magrão e caminhou sobre a linha.

No quesito arbitragem, há de se destacar que, logo com um minuto e meio, Marcelinho Paraíba puxou a camisa de Jefferson, que saía em contra-ataque, e foi punido com o cartão amarelo. Ricardo Tavares mostrou autoridade no lance e no restante da primeira etapa, marcando pênalti de César Marques (substituto de Marlon, machucado por volta dos 23') em Jael. Árbitro distribuiu cinco cartões amarelos no primeiro tempo. No entanto, teve um erro que poderia ter mudado os rumos da partida: deixou de dar o segundo cartão amarelo a Renê.

SEGUNDO TEMPO

Na volta para o segundo tempo, Mazola colocou o volante Rivaldo, substituindo ao atacante Jheimy, evidenciando a preocupação com o setor defensivo. 

A marcação melhorou. E a situação ficou melhor quando Elicarlos foi expulso aos 8, ao tomar o segundo cartão amarelo por uma falta.

Com um a menos, o Náutico seguia tendo iniciativa na partida. Mas demorou para criar uma situação de possível gol. Em um ótimo contra-ataque, aos 12 minutos, Siloé segurou a bola até a chegada de Ramón, na entrada da grande área. O meia teve tempo para escolher o local do chute, mas pecou na finalização. Magrão defendeu o chute sem força.

O Náutico seguia tentando a virada como podia. Aos 18, Magrão brilhou com uma linda defesa em chute de fora da área de Souza, que ainda contou com desvo de um defensor.

Aos 26, quem brilhou foi Gideão. Ele defendeu um chute forte de Marquinhos Paraná que ainda havia tido um desvio no meio do caminho.

Nesta parte da partida, o Sport já passava a dominar a partida, com mais posse de bola no meio de campo e mais facilidade para anular os movimentos de ataque do Alvirrubro.

O Sport administrava bem o resultado, sem forçar muito no ataque, para não se expôr atrás. No entanto, conseguiu uma boa jogada, com Moacir, que sofreu um pênalti claro do lateral-esquerdo Jefferson, quando ia passar por ele na área alvirrubra. Desta vez, Marcelinho Paraíba não falhou: a cobrança veio com muita força, e nem Gideão nem a trave impediram que a pelota morresse nas redes. Desempate aos 36 minutos do segundo tempo.

Jael ainda mandou a bola na rede pelo lado de fora numa ótima cobrança de falta aos 46 minutos. De qualquer forma, o Leão construiu uma boa vantagem de poder perder por um gol de diferença no jogo de volta, na Ilha do Retiro, no próximo domingo.
FICHA DO JOGO
Náutico 1 x 2 Sport
SPORT: Magrão; Bruno Aguiar, Tóbi e Edcarlos; Moacir, Hamilton, Marquinhos Paraná, Marcelinho Paraíba (Ruan) e Renê (Julinho); Jael e Jheimy (Rivaldo). Técnico: Mazola Jr.

NÁUTICO: Gideão; João Ananias, Marlon (César Marques), Ronaldo Alves e Jefferson; Elicarlos, Souza, Derley e Ramon; Siloé (Lenon) e Rodrigo Tiuí (Léo Santos). Técnico: Alexandre Gallo

Local: Aflitos. Árbitro: Ricardo Tavares. Assistentes: Pedro Wanderley e Clóvis Amaral. Assistentes adicionais: Giorgio Wilton e Anderson Freitas. Gols: Marcelinho, aos 23, e Ronaldo Alves, aos 32 minutos do primeiro tempo. Marcelinho, aos 36 minutos do segundo tempo. Cartão vermelho: Elicarlos.Cartões amarelos: Souza, Jefferson, Derley. Moacir, Edcarlos, Renê, Julinho, Tóbi, Marcelinho Paraíba, Ruan e Rivaldo.
Fonte:blogdotorcedor

Salgueiro vence de virada e fica a um empate da final



Elvis e Memo travaram um bom duelo no Cornélio de Barros: Carcará se saiu melhor. Foto: Rodrigo Lobo/JC Imagem
Num jogo bem disputado e emocionante, o Salgueiro fez valer o mando de campo diante do Santa Cruz. O time do técnico Neco mostrou um futebol aplicado e conseguiu vencer o duelo, por 2x1, de virada, no estádio Cornélio de Barros. Jogando em seus domínios, o Carcará não perdeu um jogo sequer. Uma campanha irretocável como anfitrião. Os gols da partida foram marcados por Branquinho, para o Santa Cruz, enquanto Marcos Tamandaré e Edmar fizeram para o time do Sertão. Agora, no confronto de volta, no Arruda, o Salgueiro só precisa de um empate para conseguir a inédita vaga na final do Pernambucano Coca-Cola.
Como já era esperado, o Santa Cruz encontrou dificuldades para imprimir seu jogo diante do Salgueiro, no estádio Cornélio de Barros, no Sertão. A primeira etapa do primeiro duelo entre as duas equipes pela semifinal do Pernambucano Coca-Cola, prevaleceu o equilíbrio. O Carcará conseguiu construir algumas jogadas ofensivas no meio de campo, mas foi o Santa Cruz que deu mais trabalho ao goleiro Luciano, em chutes de fora da área. 
O Santa Cruz entrou em campo com um desfalque no ataque. Dênis Marques não se recuperou da contusão no tornozelo direito, ocorrida na véspera do jogo, e foi vetado para o jogo. Geílson e Flávio Recife formaram a dupla de ataque. Eles se movimentaram bem, mas faltou pontaria na hora da finalização. O Salgueiro manteve a sua escalação que todos conhecem e, assim, o seu maior destaque foi o conjunto. O Carcará se mostrou consciente em campo, mas encontrou dificuldades para superar a marcação do Tricolor.
Quem primeiro assustou foi o Salgueiro. Fabrício Ceará aproveitou vacilo do zagueiro Leandro Souza, limpou a jogada e mandou um chute forte, passando bem perto do gol e assustando o goleiro Tiago Cardoso. Mas o Tricolor não demorou para dar o troco. Geílson e Luciano Henrique, também em chutes de longa distância, deram trabalho ao goleiro Luciano.
No segundo tempo, o  equilíbrio prevaleceu. No entanto, o Santa Cruz estava mais bem postado, conseguindo bloquear as jogadas ofensivas do Carcará e indo à frente. No entanto, o time coral errou bastante na troca de passes, facilitando a vida do Salgueiro.
Mesmo assim, o Santa Cruz conseguiu abrir o placar aos 25 minutos, numa falha do goleiro Luciano. O lateral Renatinho fez boa jogada individual e chutou. O camisa 1 do Salgueiro não conseguiu segurar a bola e Branquinho, que havia entrado no lugar de Flávio Recife, mandou para as redes.
O gol deu motivação para o Tricolor. O time passou a valorizar a troca de passes e foi para cima. No entanto, o técnico Neco fez mudanças na equipe. Júnior Ferrim entrou no lugar de Vítor Caicó, enquanto Edmar entrou na vaga de Clébson. O Salgueiro ficou mais ofensivo. Mas o time conseguiu o empate num lance casual. Aos 35 minutos, Tamandaré tentou cruzar e acabou acertando o gol, surpreendendo o goleiro Tiago Cardoso.
A torcida do Carcará foi ao  delírio e voltou a jogar com o time. Logo após o gol de empate, o atacante Geílson acertou o zagueiro Alemão e foi expulso. Com um jogador a menos, o Santa Cruz ficou sem força ofensiva, enquanto o Salgueiro foi para cima. Até conseguir a virada. Em mais um cruzamento de Tamandaré, Edmar, de carrinho, empurrou para as redes. O Cornélio de Barros explodiu em alegria. O Salgueiro conseguiu manter o ritmo e garantir a vitória até o final da partida.
Ficha do jogo
Salgueiro: Luciano; Marcos Tamandaré, Alemão, Luiz Eduardo e Peri; Josa, Pio, Vitor Caicó (Júnior Ferrim) e Clebson (Edmar); Fabrício Ceará e Elvis. Técnico: Neco.

Santa Cruz: Tiago Cardoso; Diogo, Willians, Leandro e Renatinho; Memo (Vágner), Pedra, Chicão e Luciano Henrique (Maranhão); Geilson e Flávio Recife (Branquinho). Técnico: Zé Teodoro.
 
Local: Cornélio Barros, em Salgueiro. Árbitro: Nielson Nogueira. Assistentes: Elan Vieira e Charles Rosas. Assistentes Adicionais: Erique Rocha e Enéias Leite. Gol: Branquinho,aos 25 minutos, Marcos Tamandaré, aos 35, e Edmar, aos 42 minutos do segundo tempo. Expulsão: Geílson. Público: 8.740. Renda: R$ 122.790.
Fonte:blogdotorcedor

Mais uma arbitragem polêmica no Estadual


É muito engraçado esse futebol pernambucano. Não uso o termo "engraçado" de forma positiva, que fique bem claro. Até porque a polêmica que envolve as atuações dos árbitros no Pernambucano Coca-Cola não permite. No Clássico dos Clássicos, o árbitro Ricardo Tavares foi alvo de duras críticas da diretoria, dos jogadores e da comissão técnica do Náutico. E foram justamente os alvirrubros que defendiam a escalação de árbitros do Estado no momento decisivo da competição. 
Ricardo Tavares esteve realmente perdido durante todo o jogo. O erro que causou essa situação aconteceu quando ele não mostrou o segundo cartão amarelo para o lateral-esquerdo Renê, que já tinha recebido cartão amarelo, e fez uma falta dura. Ou seja, deveria ter sido expulso. 
A partir daquele momento, os jogadores não respeitaram mais a autoridade de Ricardo Tavares. Qualquer erro comum era motivo de muita reclamação. O lance em cima do volante Elicarlos, ainda no primeiro tempo, que a diretoria alvirrubra pediu pênalti, é duvidoso. Não dá para saber se o toque nas costas do jogador foi o suficiente para derrubá-lo.
Para mim, os dois pênaltis assinalados para o Sport aconteceram. Mas isso não apagou os erros do árbitro, principalmente no quesito disciplina. O volante Derley poderia ter sido expulso. Fez uma falta dura e ainda reclamou bastante da arbitragem.
Enfim, Ricardo Tavares não demonstrou ter controle emocional para atuar no Clássico dos Clássicos decisivo.
Fonte:blogdotorcedor

HOJE: Salgueiro X Santa Cruz “A cobra coral esperando pra ver a força do Carcará”

Tricolor do arruda pronto para espantar a ZEBRA do interior



FICHA DO JOGO:

SALGUEIRO X SANTA CRUZ



Local: Cornélio Barros, em Salgueiro. Horário: 16h.

Árbitro: Nielson Nogueira.

Assistentes: Elan Vieira e Charles Rosas.

Assistentes Adicionais: Erique Rocha e Enéias Leite.



Salgueiro: Luciano; Marcos Tamandaré, Alemão, Luiz Eduardo e Peri; Josa, Pio, Vitor Caicó e Clebson; Fabrício Ceará e Elvis. Técnico: Neco.



Santa Cruz: Tiago Cardoso; Diogo, Willians, Leandro e Renatinho; Memo, Pedra, Chicão e Luciano Henrique; Geilson e Dênis Marques. Técnico: Zé Teodoro.

Fonte:wareporter



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HOJE: Náutico X Sport “Gallo ou Mazolla, qual o melhor azeite?”

Jogadores prometendo apresentar um bom futebol neste Domingo. O último clássico nos aflitos foi um 0×0 de dar calo na vista…
FICHA DO JOGO:

NÁUTICO X SPORT



Local: Aflitos. Horário: 16h.

Árbitro: Ricardo Tavares.

Assistentes: Pedro Wanderley e Clóvis Amaral.

Assistentes adicionais: Giorgio Wilton e Anderson Freitas.

Ingressos: R$ 25 (arq. lateral e estudante), R$ 50 (arq. frontal), R$ 60 (cadeira para sócio) e R$ 100 (cadeira para não sócio).



Náutico: Gideão; Marquinho, Marlon, Ronaldo Alves e Jefferson; Elicarlos, Derley, Souza e Ramon; Siloé e Rodrigo Tiuí (Dori). Técnico: Alexandre Gallo.



Sport: Magrão; Bruno Aguiar, Tobi e Edcarlos; Moacir, Hamilton, Marquinhos Paraná, Marcelinho Paraíba e Renê; Jheimy e Jael. Técnico: Mazola Júnior.



Fonte:wareporter
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