Fonte:wareporter
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quarta-feira, 25 de abril de 2012
SANTA: Antonio Luiz Neto detona! “Este esquema já é conhecido. O Sport é o mais beneficiado deste campeonato!”
O presidente do Santa Cruz, Antonio Luiz Neto, entrou com tudo na tarde desta terça-feira com declarações contra o Sport.
ALN criticou a postura do Sport sobre reclamações contra a arbitragem, e rebateu o presidente Gustavo Dubeux, que teria declarado que Constantino Junior(Diretor coral) era um estagiário de dirigente.

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É muito fácil culpar a arbitragem pernambucana
Difícil é assumir a própria responsabilidade
Acontece em quase toda derrota dos três grandes do Recife no futebol pernambucano, principalmente em jogos decisivos. O árbitro é citado nos discursos dos times que perdem. O discurso é carregado de palavras fortes até mesmo contra a honra dos homens do apito, e não raro se levanta suspeitas sobre a integridade moral deles. Tem sido essa a conduta do Náutico após a perda da primeira partida semifinal contra o Sport.
Os alvirrubros elegeram o culpado pelo próprio tropeço. O árbitro Ricardo Tavares. Os erros e acertos do time foram esquecidos. Os gols perdidos, os pênaltis cometidos, a marcação falha em Marcelinho Paraíba no primeiro gol não foram reconhecidos. A responsabilidade da derrota foi transferida ao juiz. O erro dele foi não ter dado o segundo cartão amarelo em Renê por volta dos 17 minutos do primeiro tempo, mas dado a Elicarlos aos 9 do segundo tempo por uma falta mais leve. A partida poderia ser outra com a expulsão de Renê, mas não houve atuação direta da arbitragem no resultado do confronto; e a expulsão de um adversário não garante vitória de ninguém, vide o Chelsea, que segurou o Barcelona. A arbitragem teve esse problema, mas não foi desastrosa, como tentam pintar os alvirrubros. O árbitro acertou ao marcar dois pênaltis para o Leão e também acertou ao não marcar o pênalti pedido pelo Timbu. Isso tem de ser levado em conta.
O que intriga é que o Náutico, antes da citada partida, vinha defendendo a presença de árbitros do quadro da Federação Pernambucana de Futebol. Agora, quando se sentiu prejudicado, voltou atrás e bateu o pé: só se for de fora. Os árbitros da federação local não são competentes, dizem. Os jogadores dos times locais são?
Os dirigentes do Náutico têm o direito e até dever de cobrar uma arbitragem melhor. Pode-se questionar o fato de o oitavo árbitro no ranking da Comissão de Arbitragem da FPF, Ricardo Tavares, ter ido ao sorteio junto com o quinto, Gleydson Leite. Nesse ranking, à frente de Tavares estão Sandro Meira Ricci (indisponível por lesão), Nielson Nogueira Dias, Claudio Mercante, Emerson Sobral, Sebastião Rufino Filho e Gilberto Castro Júnior. Alguns deles têm alta rejeição (Mercante e Sobral), mas Nielson, Rufino Filho — que foram para o sorteio de Salgueiro x Santa Cruz — e Castro Júnior poderiam ter entrado.
O que não pode acontecer é se criar um clima de guerra — o que os dirigentes alvirrubros estão fazendo. O discurso insininua roubo. Na coletiva pós-jogo, Armando Ribeiro disse que já estava tudo acertado entre o árbitro e o Sport. O mais grave de tudo foi o presidente Paulo Wanderley declarar que "O jogo de domingo não vai terminar bem". Uma declaração inconsequente, de certa forma uma ameaça. Em tempos em que se sonha com a paz no futebol, isso chama o caminho contrário. Um absurdo.
É preciso saber perder. É preciso ter honra e não desonrar os demais. O sentimento alvirrubro após a primeira semifinal poderia diferente: o time jogou muito melhor que as últimas 10 partidas anteriores, cresceu, teve volume de jogo, muitas chances de gol, poderia ter até vencido por um placar folgado. Precisa corrigir os erros de finalização e da defesa para brigar pela vaga no segundo jogo. Mas o sentimento é derrotista, o de que, não importa o quanto o Náutico se esforce, sempre sairá derrotado por causas externas.
A mentalidade vencedora é diferente. Compreende que o sucesso e o fracasso do time são de responsabilidade própria. Não liga para a arbitragem, para os rivais. O time joga para vencer, não se abate com a arbitragem, não cria teorias de perseguição. Gallo teve um discurso próximo a esse na entrevista pós-clássico. No entanto, falta essa mentalidade vencedora ao Náutico dos últimos tempos, a começar pelos dirigentes.
É muito fácil culpar a arbitragem pernambucana. Difícil é assumir a responsabilidade. Assumir que o elenco no momento é mais fraco do que o da Série B. Que as contratações não foram literamente reforços. Que o preparo físico está abaixo do desejado. Que o planejamento começou e continua mal-feito.
Fonte:blogdotorcedor
Quatro atletas não sobem para os treinos de campo do Santa
Quatro foram as ausências no treino de campo do Santa Cruz na tarde desta quarta-feira, 25, no Arruda. O goleiro Tiago Cardoso, o volante Memo, o meia Natan foram poupado pela comissão técnica coral e ficaram realizando trabalhos físicos nos vestiários. Já o atacante Dênis Marques continua sob tratamento no departamento médico do clube. O avançado se recupera de contusão no tornozelo direito.
Outros jogadores que não estão participando de todas as movimentações com o restante do elenco tricolor são o atacante Carlinhos Bala, o lateral-direito Eduardo Arroz e o volante Éder Túlio. Os três estão dando voltas ao redor do gramado. O meia Weslley também deu voltas no gramado no início do treino, mas desceu para trabalhos nos vestiários.
Sem esses atletas, o técnico Zé Teodoro comanda treino em metade do gramado do Arruda. Parte do estádio ainda passa pela desmontagem da estrutura do show de Paul McCartney que deve ser concluídas até a próxima sexta-feira.
O Blog do Torcedor trará mais informações do treino do Santa Cruz em breve.
Fonte:blogdotorcedor
terça-feira, 24 de abril de 2012
Diretor de arbitragem da FPF Salmo Valentim detona “Souza do Náutico é um metiroso!”
Fonte:wareporter
NÁUTICO: Presidente timbu manda recado para membro da comissão de arbitragem!!
O presidente do Náutico Paulo Wanderley não gostou das declarações de Salmo Valentim (Comissão de arbitragem – veja aqui ) sobre a acusação feita pelo jogador souza (Leia aqui) do timbu. Segundo Paulo Wanderley, Salmo é muito novinho para estar colocando as unhas de fora! ” Ele que não ataque o Náutico e vá cuidar da comissão de arbitragem. Se falar do Náutico, se atacar o Náutico, ele será atacado ” disse o presidente.
Presidente da FPF quer afinar discurso dos dirigentes dos clubes
O presidente da Federação Pernambucana de Futebol (FPF), Evandro Carvalho, já está cansado de ouvir tantas críticas dos dirigentes ao quadro de arbitragem local. Por isso, já tomou uma decisão visando o Estadual do próximo ano: vai reunir os dirigentes dos grandes clubes da capital para afinar o discurso. Ou todos os jogos serão com árbitros do Estado ou eles serão "importados".
"Eu não sou o dono da verdade. Se eles querem árbitro de fora, mesmo eu sendo contra, vou apoiá-los. Agora, é preciso uma definição. Ao final do Estadual deste ano, vamos convocar essa reunião. Caso seja uma exigência ter árbitro de fora, vamos enxugar o quadro atual para que eles apitem apenas os jogos menores. E todos os clássicos seriam apenas com árbitros de outros estados", disse.
Mas Evandro lamenta a postura dos dirigentes. "Neste ano, a gente revelou cinco árbitros: Sebastião Rufino, Neilson Santos, Gilberto Castro Júnior, Gleydson Leite e Ricardo Jorge. Queremos revelar mais cinco, mas sem o apoio dos clubes fica difícil", lamentou o presidente, destacando que os jogadores, por conta da pressão dos dirigentes, não respeitam a arbitragem local. "Com Sandro Meira Ricci, por exemplo, os atletas sequer olham para ele. Já os daqui, qualquer marcação de lateral é motivo para críticas e polêmica", completou.
Chelsea arranca empate, elimina o Barcelona e vai à final da Liga dos Campeões
Da Agência Estado
Tido como melhor time do mundo, o Barcelona está eliminado da Liga dos Campeões. Nesta terça-feira, o jogo de ataque contra defesa diante do Chelsea, no Camp Nou, acabou empatado em 2 a 2. Como o time espanhol havia perdido de 1 a 0 em Londres, o agregado dos resultados acabou tirando Messi e companhia da briga pelo bicampeonato europeu. Busquets e Iniesta fizeram os gols catalães e o brasileiro Ramires marcou o gol decisivo dos ingleses. No fim, Fernando Torres deixou tudo igual.
A partida foi uma guerra de nervos. Cahill e Piqué logo saíram machucados e desestruturaram as formações táticas previstas pelos dois treinadores. Depois que Busquets fez 1 a 0, Terry perdeu a cabeça e foi expulso. Com um jogador a mais, o Barcelona cresceu e ampliou para 2 a 0, mas Ramires descontou no fim da primeira etapa. O brasileiro fez um golaço por cobertura e acabou sendo, por isso, o nome do jogo.
Na segunda etapa, o Barcelona teve a chance de fazer o terceiro, mas Messi, tantas vezes decisivo, perdeu um pênalti. O argentino que deu a assistência para o segundo gol, não foi bem no jogo. Desperdiçou duas chances na área ainda na primeira etapa e, sem espaço, criou pouco no segundo tempo.
O Chelsea, que demitiu seu técnico André Villas-Boas no início de março, conseguiu dar a volta por cima nas mãos do interino Roberto Di Matteo. Sem Terry e Raul Meireles, suspensos, vai decidir a Liga contra Real Madrid ou Bayern de Munique, que fazem a outra semifinal nesta quarta-feira, em Madri.
Já o Barcelona, em uma semana, praticamente deu adeus ao título do Campeonato Espanhol ao ser derrotado em casa pelo Real, sábado, e agora também não tem mais como buscar o bicampeonato europeu (e mundial). Só restou a final da Copa do Rei, contra o Athletic de Bilbao.
O JOGO - Nem no primeiro minuto de jogo o Chelsea teve vergonha de mostrar que tudo que queria era se defender. Quando o Barcelona tinha a bola, raramente Drogba, o mais avançado do time inglês, ficava além da sua intermediária defensiva.
Para piorar, o Chelsea perdeu seu primeiro defensor aos 5 minutos. Alexis fez jogada pela esquerda e Cahill, na tentativa de desarmá-lo, abriu demais as pernas. O zagueiro ficou no chão, tentou continuar em campo, mas acabou substituído por Bosingwa.
O Barcelona, porém, logo perdeu um defensor também. Valdés foi fazer um corte pelo alto, trombou com Piqué e este caiu desmaiado no chão. O zagueiro também tentou voltar ao jogo, mas, grogue, não conseguiu (o jogador teve uma concussão cerebral e acabou no hospital). Aí Guardiola, que escalara o seu time com três zagueiros, teve que tirar Daniel Alves do banco e colocar o brasileiro em campo.
Logo o lateral resolveu. Aos 35 ele apareceu na meia-lua e encontrou Cuenca na esquerda da área. O atacante rolou para o meio e Busquets, livre, abriu o placar. O gol desequilibrou o Chelsea, a ponto do seu capitão, Terry, perder a cabeça, dar uma joelhada por trás em Alexis Sánchez e ser expulso.
O time da casa aproveitou o momento de fraqueza do rival e fez o segundo. Messi deu bela enfiada de bola para Iniesta, que repetiu o gol do título da Espanha na Copa do Mundo e fez 2 a 0.
Quando o cenário parecia definitivo para o Barcelona, a escalação equivocada de Guardiola pesou. Ramires puxou contra-ataque pela direita do ataque (onde não havia um lateral do time catalão para marcá-lo), saiu na cara de Cech e, com categoria, bateu de cobertura. Um golaço para colocar o brasileiro na história do Chelsea.
No intervalo, o técnico Di Matteo tentou corrigir a marcação do Chelsea e arriscou ao colocar Drogba como lateral-esquerdo. No primeiro lance por ali, o marfinense chegou atrasado e derrubou Fàbegras na área. Era a chance de Messi encerrar um jejum de dois jogos sem marcar. Foi para a cobrança do pênalti, deslocou Cech e carimbou o travessão.
A partir daí, o cenário seria um só: o Barcelona rondando a grande área e o Chelsea com no mínimo oito jogadores dentro dela tentando se fechar ali. Os ingleses só tiveram uma chance: num chute de Drogba, de antes do meio de campo. Valdés teve trabalho para pegar. O marfinense, aliás, foi praticamente perfeito no restante do jogo, ajudando demais na marcação.
Sem opção pelas laterais (Daniel estava mal e não havia ninguém na esquerda), o Barcelona não conseguia furar o paredão inglês. Até Keita entrou para tentar cabecear na área. A melhor chance foi de Messi, que arriscou de longe e acertou a trave.
Nos acréscimos, o que parecia impossível. Fernando Torres, que entrara no lugar de Drogba, recebeu mano a mano contra Valdés no campo de ataque, deixou o goleiro para trás e empurrou para o gol vazio, fazendo o sétimo gol dele na temporada. Era o empate do Chelsea.
A partida foi uma guerra de nervos. Cahill e Piqué logo saíram machucados e desestruturaram as formações táticas previstas pelos dois treinadores. Depois que Busquets fez 1 a 0, Terry perdeu a cabeça e foi expulso. Com um jogador a mais, o Barcelona cresceu e ampliou para 2 a 0, mas Ramires descontou no fim da primeira etapa. O brasileiro fez um golaço por cobertura e acabou sendo, por isso, o nome do jogo.
Na segunda etapa, o Barcelona teve a chance de fazer o terceiro, mas Messi, tantas vezes decisivo, perdeu um pênalti. O argentino que deu a assistência para o segundo gol, não foi bem no jogo. Desperdiçou duas chances na área ainda na primeira etapa e, sem espaço, criou pouco no segundo tempo.
O Chelsea, que demitiu seu técnico André Villas-Boas no início de março, conseguiu dar a volta por cima nas mãos do interino Roberto Di Matteo. Sem Terry e Raul Meireles, suspensos, vai decidir a Liga contra Real Madrid ou Bayern de Munique, que fazem a outra semifinal nesta quarta-feira, em Madri.
Já o Barcelona, em uma semana, praticamente deu adeus ao título do Campeonato Espanhol ao ser derrotado em casa pelo Real, sábado, e agora também não tem mais como buscar o bicampeonato europeu (e mundial). Só restou a final da Copa do Rei, contra o Athletic de Bilbao.
O JOGO - Nem no primeiro minuto de jogo o Chelsea teve vergonha de mostrar que tudo que queria era se defender. Quando o Barcelona tinha a bola, raramente Drogba, o mais avançado do time inglês, ficava além da sua intermediária defensiva.
Para piorar, o Chelsea perdeu seu primeiro defensor aos 5 minutos. Alexis fez jogada pela esquerda e Cahill, na tentativa de desarmá-lo, abriu demais as pernas. O zagueiro ficou no chão, tentou continuar em campo, mas acabou substituído por Bosingwa.
O Barcelona, porém, logo perdeu um defensor também. Valdés foi fazer um corte pelo alto, trombou com Piqué e este caiu desmaiado no chão. O zagueiro também tentou voltar ao jogo, mas, grogue, não conseguiu (o jogador teve uma concussão cerebral e acabou no hospital). Aí Guardiola, que escalara o seu time com três zagueiros, teve que tirar Daniel Alves do banco e colocar o brasileiro em campo.
Logo o lateral resolveu. Aos 35 ele apareceu na meia-lua e encontrou Cuenca na esquerda da área. O atacante rolou para o meio e Busquets, livre, abriu o placar. O gol desequilibrou o Chelsea, a ponto do seu capitão, Terry, perder a cabeça, dar uma joelhada por trás em Alexis Sánchez e ser expulso.
O time da casa aproveitou o momento de fraqueza do rival e fez o segundo. Messi deu bela enfiada de bola para Iniesta, que repetiu o gol do título da Espanha na Copa do Mundo e fez 2 a 0.
Quando o cenário parecia definitivo para o Barcelona, a escalação equivocada de Guardiola pesou. Ramires puxou contra-ataque pela direita do ataque (onde não havia um lateral do time catalão para marcá-lo), saiu na cara de Cech e, com categoria, bateu de cobertura. Um golaço para colocar o brasileiro na história do Chelsea.
No intervalo, o técnico Di Matteo tentou corrigir a marcação do Chelsea e arriscou ao colocar Drogba como lateral-esquerdo. No primeiro lance por ali, o marfinense chegou atrasado e derrubou Fàbegras na área. Era a chance de Messi encerrar um jejum de dois jogos sem marcar. Foi para a cobrança do pênalti, deslocou Cech e carimbou o travessão.
A partir daí, o cenário seria um só: o Barcelona rondando a grande área e o Chelsea com no mínimo oito jogadores dentro dela tentando se fechar ali. Os ingleses só tiveram uma chance: num chute de Drogba, de antes do meio de campo. Valdés teve trabalho para pegar. O marfinense, aliás, foi praticamente perfeito no restante do jogo, ajudando demais na marcação.
Sem opção pelas laterais (Daniel estava mal e não havia ninguém na esquerda), o Barcelona não conseguia furar o paredão inglês. Até Keita entrou para tentar cabecear na área. A melhor chance foi de Messi, que arriscou de longe e acertou a trave.
Nos acréscimos, o que parecia impossível. Fernando Torres, que entrara no lugar de Drogba, recebeu mano a mano contra Valdés no campo de ataque, deixou o goleiro para trás e empurrou para o gol vazio, fazendo o sétimo gol dele na temporada. Era o empate do Chelsea.
segunda-feira, 23 de abril de 2012
Gustavo Dubeux diz que Ricardo Tavares foi bem tecnicamente, mas pede árbitro de fora
Após o Clássico dos Clássicos, do último domingo, vencido pelo Sport, por 2x1, nos Aflitos, o presidente do Leão, Gustavo Dubeux, voltou a manter a posição do clube de solicitar à FPF, a escalação do trio de arbitragem da Fifa, de outros estados, para as partidas decisivas do Pernambucano Coca-Cola. Essa foi uma postura adotada pelo clube desde o início da temporada. E está sendo reforçada após a atuação polêmica de Ricardo Tavares no clássico.
"O árbitro de fora do Estado impõe mais respeito diante dos jogadores. Por isso, sempre defendemos essa ideia", declarou o presidente, que defendeu o árbitro Ricardo Tavares na questão técnica. "Ele errou no quesito disciplinar. Distribuiu muitos cartões. Mas acertou nos pênaltis marcados. E o lance de Renê é duvidoso", afirmou.
Na Ilha do Retiro, mesmo tendo vencido o jogo, os rubro-negros ainda questionam a postura da diretoria do Náutico, que criticou a arbitragem durante todo o campeonato, mas, às vésperas da semifinal, defendeu a escalação dos árbitros locais. Os dirigentes ainda não se manifestaram, mas cobram uma atitude do presidente da FPF, Evandro Carvalho, diante dos alvirrubros, que voltaram a fazer duras críticas ao árbitro Ricardo Tavares.
Fonte:blogdotorcedor
Preparo físico não é o ideal, admite fisiologista do Náutico
Souza foi um dos jogadores nitidamente cansados no segundo tempo
Foto: Guga Matos/JC imagem
Foto: Guga Matos/JC imagem
O mau condicionamento físico dos jogadores do Náutico foi apontado pelo técnico Alexandre Gallo como um problema na partida contra o Sport. Essa condição seria um reflexo de um trabalho de preparação física insatisfatório antes de o técnico aos Aflitos, quando quem comandava a atividade era Carlos Bona. Faltaria força e resistência aos jogadores. O treinador afirmou que tinha dados da comissão técnica permanente do clube que comprovavam isso. Chegou a citar o nome do fisiologista Cléber Queiroga e do preparador Ricardinho Seguins, que já estavam no clube; teria ouvido deles essas informações. O Blog do Torcedor conversou com Queiroga sobre o assunto.
Queiroga admitiu que a preparação física dos jogadores não está num ponto satisfatório, mas apontou que isso foi o resultado de uma pré-temporada muito curta, várias lesões que aconteceram e também a necessidade de acelerar o retorno de jogadores machucados aos jogos, quando eles precisariam de mais dias para retomar a força e a resistência que diminui quando algum atleta fica dez ou mais dias sem jogar.
Confira entrevista com Cléber Queiroga:
Blog do Torcedor — Gallo declarou que os jogadores do Náutico não estão bem condicionados e que teve de fazer substituições apenas pela questão física. Como você explica isso?
Cléber Queiroga — É uma questão bem abrangente. Hoje, a gente gostaria que o time estivesse melhor nessa condição física. Gallo tem certa razão no que ele falou. Ele é um treinador que tem uma cobrança muito grande nesse aspecto. Ele acreditava que, quando a gente chega na reta final, a gente tem que chegar com o melhor da condição. Agora por que não tá na melhor condição? Lógico que tem vários aspectos. A gente tem jogadores que chegaram por último e têm uma condição baixa. O objetivo era chegar todo mundo com essa mesma condição. A gente procurou reunir com a comissão técnica para poder solucionar os problemas específicos. Os problemas de lesão também atrapalharam muito nessa questão. Quando o jogador passa 15 a 20 dias no DM, ele perde um pouco de força e resistência. Pela necessidade nossa em duas competições, Copa do Brasil e Campeonato Pernambucano, e ainda uma situação indefinida com relação à classificação, a gente tinha que acelerar a recuperação e o condicionamento desses atletas, e ao mesmo tempo não ficar fora dos jogos.
Blog — Sobre a questão da força dos atletas?
Cléber — Gallo prioriza muito a questão da força, tem essa linha de trabalho. Waldemar trabalha muito no campo mesmo, em si. O atleta também condiciona no trabalho com bola. Os trabalhos que Bona faziam era mais na areia, já Gallo tem uma concepção diferente de trabalho de força, bruto mesmo, com musculação. A questão é que alguns atletas fizeram um bom trabalho e outros não.
Blog — Então seria culpa dos atletas o mau condicionamento?
Cléber — Não, a gente não considera culpa dos atletas. É difícil. O X da questão é que a gente não chegou à condição ideal. Em nenhum momento a imprensa comentou que o Náutico estava mal fisicamente, mas que estava esfacelado por muita mudança. A imprensa nunca enxergou que tá mal fisicamente, porque não estamos. Mas a gente poderia chegar melhor a essa fase.
Blog — Quais trabalhos deveriam ter sido feitos para que o grupo ficasse ótima e homogênea?
Cléber — O direcionamento de trabalho não foi feito como gostaríamos que fosse. Identificamos quais atletas precisavam de trabalho de força, quais de resistência, quais velocidade de reação, mas o trabalhar dessas necessidades não foi como a gente queria. Também por conta do número de jogadores lesionados. Tiuí passou no DM, Jefferson também, o João Ananias também passou tempos em jogar, Souza...
Blog — Houve algum erro de planejamento da preparação física?
Cléber — Não teve um erro de planejamento. Se eu digo que houve um erro de planejamento, eu estou sendo antiético com o preparador físico que estava aqui. Por conta desses problemas que eu citei, o trabalho não teve a qualidade que poderia ter.
Blog — Está havendo alguma mudança agora que Gallo assumiu como técnico?
Cléber — Ricardo Seguins foi efetivado como primeiro preparador físico. Gallo conhece ele da passagem em 2010 e gostou muito da linha de trabalho, que se assemelha na questão de focar muito na força física. Gallo já quis já levar Seguins para outros clubes depois que saiu do Náutico, o Avaí e um time da Arábia. A gente vai querer homogeneizar o grupo e entrar forte na Série A.
Blog — Dá para melhorar a condição nesse semana para o jogo na Ilha do Retiro?
Cléber — A gente não tem agora a condição de dar uma carga de trabalho grande numa semana pré-clássico, e sendo clássico decisivo. Hoje a gente está de folga, uma folga prevista, porque os atletas precisam de recuperação, os atletas jogaram ontem e quem não jogou fez um circuito de força hoje. Amanhã temos treino em dois períodos e pegada forte.
Queiroga admitiu que a preparação física dos jogadores não está num ponto satisfatório, mas apontou que isso foi o resultado de uma pré-temporada muito curta, várias lesões que aconteceram e também a necessidade de acelerar o retorno de jogadores machucados aos jogos, quando eles precisariam de mais dias para retomar a força e a resistência que diminui quando algum atleta fica dez ou mais dias sem jogar.
Confira entrevista com Cléber Queiroga:
Blog do Torcedor — Gallo declarou que os jogadores do Náutico não estão bem condicionados e que teve de fazer substituições apenas pela questão física. Como você explica isso?
Cléber Queiroga — É uma questão bem abrangente. Hoje, a gente gostaria que o time estivesse melhor nessa condição física. Gallo tem certa razão no que ele falou. Ele é um treinador que tem uma cobrança muito grande nesse aspecto. Ele acreditava que, quando a gente chega na reta final, a gente tem que chegar com o melhor da condição. Agora por que não tá na melhor condição? Lógico que tem vários aspectos. A gente tem jogadores que chegaram por último e têm uma condição baixa. O objetivo era chegar todo mundo com essa mesma condição. A gente procurou reunir com a comissão técnica para poder solucionar os problemas específicos. Os problemas de lesão também atrapalharam muito nessa questão. Quando o jogador passa 15 a 20 dias no DM, ele perde um pouco de força e resistência. Pela necessidade nossa em duas competições, Copa do Brasil e Campeonato Pernambucano, e ainda uma situação indefinida com relação à classificação, a gente tinha que acelerar a recuperação e o condicionamento desses atletas, e ao mesmo tempo não ficar fora dos jogos.
Blog — Sobre a questão da força dos atletas?
Cléber — Gallo prioriza muito a questão da força, tem essa linha de trabalho. Waldemar trabalha muito no campo mesmo, em si. O atleta também condiciona no trabalho com bola. Os trabalhos que Bona faziam era mais na areia, já Gallo tem uma concepção diferente de trabalho de força, bruto mesmo, com musculação. A questão é que alguns atletas fizeram um bom trabalho e outros não.
Blog — Então seria culpa dos atletas o mau condicionamento?
Cléber — Não, a gente não considera culpa dos atletas. É difícil. O X da questão é que a gente não chegou à condição ideal. Em nenhum momento a imprensa comentou que o Náutico estava mal fisicamente, mas que estava esfacelado por muita mudança. A imprensa nunca enxergou que tá mal fisicamente, porque não estamos. Mas a gente poderia chegar melhor a essa fase.
Blog — Quais trabalhos deveriam ter sido feitos para que o grupo ficasse ótima e homogênea?
Cléber — O direcionamento de trabalho não foi feito como gostaríamos que fosse. Identificamos quais atletas precisavam de trabalho de força, quais de resistência, quais velocidade de reação, mas o trabalhar dessas necessidades não foi como a gente queria. Também por conta do número de jogadores lesionados. Tiuí passou no DM, Jefferson também, o João Ananias também passou tempos em jogar, Souza...
Blog — Houve algum erro de planejamento da preparação física?
Cléber — Não teve um erro de planejamento. Se eu digo que houve um erro de planejamento, eu estou sendo antiético com o preparador físico que estava aqui. Por conta desses problemas que eu citei, o trabalho não teve a qualidade que poderia ter.
Blog — Está havendo alguma mudança agora que Gallo assumiu como técnico?
Cléber — Ricardo Seguins foi efetivado como primeiro preparador físico. Gallo conhece ele da passagem em 2010 e gostou muito da linha de trabalho, que se assemelha na questão de focar muito na força física. Gallo já quis já levar Seguins para outros clubes depois que saiu do Náutico, o Avaí e um time da Arábia. A gente vai querer homogeneizar o grupo e entrar forte na Série A.
Blog — Dá para melhorar a condição nesse semana para o jogo na Ilha do Retiro?
Cléber — A gente não tem agora a condição de dar uma carga de trabalho grande numa semana pré-clássico, e sendo clássico decisivo. Hoje a gente está de folga, uma folga prevista, porque os atletas precisam de recuperação, os atletas jogaram ontem e quem não jogou fez um circuito de força hoje. Amanhã temos treino em dois períodos e pegada forte.
Fonte:blogdotorcedor
domingo, 22 de abril de 2012
RESULTADOS DA SEMI-FINAL FEMININO - PERNAMBUCANO FACOL
Sport 2x0 Central
*Vitória 5x0 Igarrasú
*O jogo foi paralisado aos 25 minutos do 1º tempo por numero insuficiente de jogadoras do IGARRASÚ/REAL.
*Vitória 5x0 Igarrasú
*O jogo foi paralisado aos 25 minutos do 1º tempo por numero insuficiente de jogadoras do IGARRASÚ/REAL.
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