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domingo, 17 de julho de 2011
Corais invadem João Pessoa e vencem Alecrim por 3 a 1
O Santa Cruz invadiu João Pessoa, dominou o Alecrim e conquistou a primeira vitória na Série D 2011 com um 3 a 1, inquestionável. Pelo menos 15.000 torcedores de um público total de 16.022 pessoas no Almeidão vestiam vermelho, preto e branco.
O campeão pernambucano foi superior em toda a partida, mas os gols saíram apenas no segundo tempo. Logo aos 6, Thiago Cunha abriu o placar. Jaime empatou aos 12, após desvio infeliz de Memo. Só que o zagueiro e capitão Thiago Matias voltrou a mostrar que é artilheiro e fez os dois gols que garantiram o triunfo.
O resultado deixa o Santa Cruz na segunda colocação do grupo, atrás do Guarani de Juazeiro do Norte, que venceu o Santa Cruz do Rio Grande do Norte por 3 a 0.
Ao Alecrim, o alento foi a arrecadação deixada pelo "Blockbuster" tricolor. A arrecadação de R$ 265.370,00 será fundamental para o time potiguar manter as contas estáveis na competição.
PRIMEIRO TEMPO
Com a confiança adquirida ao longo do primeiro semestre, o Santa Cruz já começou em cima do Alecrim, mesmo com um gramado bastante enlameado. Logo no primeiro minuto, Thiago Cunha pegou uma sobra de bola no bico da grande área do Alecrim e chutou forte, perto do gol.
A má condição do campo dificultava demais o domínio de bola e a arrancada dos jogadores dos dois lados. Aos 3 minutos, Thiago Cunha recebeu nas costas da defesa, mas escorregou e viu o zagueiro chegar.
Aos sete minutos, o Santa Cruz teve a sua melhor chance no primeiro tempo. Rodrigo Gral recebeu de Weslley, na cara do gol, e bateu em cima do goleiro Dida. Na volta, Gral passou para Têti, que ajeitou para Weslley, e o meia soltou uma bomba cruzada que por pouco não acertou o alvo.
O Santa Cruz pediu pênalti aos 12 minutos, quando Rodrigo Gral foi travado na hora de finalizar, após receber passe de Têti. Não houve nada.
Melhor arma do Santa Cruz, Thiago Cunha, atento, interceptou um passe no campo de ataque, avançou e chutou forte, aos 33 minutos. Dida defendeu para o lado. Rodrigro Gral correu para o rebote, mas o árbitro marca falta do atacante.
Volante do Alecrim, Jônatas cometeu uma falta pela qual merecia tomar o segundo cartão amarelo, em cima de Thiago Cunha, aos 37 minutos. A falta era para cartão amarelo, seria o segundo do jogador, mas o árbitro não deu. O técnico Carlos Gutemberg agiu rápido e substituou o atleta por Fabiano.
SEGUNDO TEMPO
O Alecrim voltou disposto a atacar mais no segundo tempo. Com menos de um minuto, Jaime arriscou de fora da área, sem muito perigo.
Se o aproveitamento coral no primeiro tempo não foi bom, no segundo a primeira grande chance foi certeira. Rodrigo Gral chutou da direita, Thiago Cunha travou com um zagueiro e botou a bola em direção ao gol. Já passando da linha Weslley ainda deu o último toque, mas a arbitragem deu o tento a Thiago Cunha.
Precisando reagir, o Alecrim foi feliz com uma jogada individual de Jaime. O meia da equipe potiguar, na intermediária, se livrou de dois marcadores e chutou. Memo desviou a bola de forma infeliz e "matou" o goleiro Tiago Cardoso. 1 a 1.
Mas o Santa Cruz não se abateu. Aos 15, Thiago Cunha fez boa jogada pela esquerda, cruzou para Rodrigo Gral, que, na marca do pênalti, fEz o corta-luz em vez de chutar. A defesa recuperou.
Querendo mais força, Zé Teodoro resolveu colocar o time mais para o ataque. Aos 19 minuto, sacou o lateral-direito Johnatan, trouxe para a posição dele o volante Memo e colocou no jogo o meia Natan.
Só que, antes mesmo de o novo meio de campo, com três meias, poder começar a se entender, um lance de bola parada deu ensejo ao segundo gol coral. Weslley cobrou falta da direita, a defesa subiu e não tirou de cabeça, e a bola ficou limpa para Thiago Matias, o zagueiro-artilheiro coral, chutar para as redes e fazer 2 a 1, aos 21 minutos.
Pouco depois, o Santa ainda podia ter aumentado, quando Thiago Cunha serviu Chicão na altura da meia-lua. O volante pegou mal na bola, e a defesa aliviou.
Aos 30, o pedido da torcida tricolor foi atendido por Zé Teodoro. Flávio Caça-Rato entrou em campo, na vaga de Rodrigo Gral.
Sem poder de penetração, o Alecrim não criava lances de perigo. Aos 33, Geílson, sem ângulo, chutou uma bola que atravessou a área lentamente sem ninguém completar.
A verdade é que só dava Santa Cruz. E, aos 35, Thiago Cunha esteve muito perto do terceiro. Recebeu um passe sensacional de Weslley, na cara do gol, e demorou tanto para finalizar que o goleiro Dida fechou o ângulo.
Mas dois minutos depois nasceu a definição da vitória, quando Flávio Caça-Rato sofreu pênalti cometido por Roquete. Thiago Matias cobrou e precisou do rebote para mandar para as redes. Com emoção, Santa Cruz 3 a 1. Placar final.
FICHA DO JOGO
ALECRIM-RN 1 x 3 SANTA CRUZ-PE
Alecrim: Dida; Igor, Roquete, Cleiton e Delano; Jonatas, Ramón, Paulinho e Jaime; Ítalo e Fabinho. Técnico: Carlos Gutemberg.
Santa Cruz: Tiago Cardoso, Jhonatan, Thiago Mathias, Leandro Souza e Dutra; Memo, Jeovânio, Weslley e Têti; Rodrigo Gral e Thiago Cunha. Técnico: Zé Teodoro.
Local: Estádio Almeidão, em João Pessoa, na Paraíba. Árbitro: Charles Hebert Ferreira (AL). Assistentes: Flávio Gomes Barroca e Vinícius Melo de Lima (RN). Cartões Amarelos: Jonatas, Roquete, Fabiano e Paulinho (A); Thiago Matias, Tiago Cardoso, Flávio Recife e Dutra (S). Público: 16.022. Renda: R$ 265.370.
Fonte:blogdotorcedor
O campeão pernambucano foi superior em toda a partida, mas os gols saíram apenas no segundo tempo. Logo aos 6, Thiago Cunha abriu o placar. Jaime empatou aos 12, após desvio infeliz de Memo. Só que o zagueiro e capitão Thiago Matias voltrou a mostrar que é artilheiro e fez os dois gols que garantiram o triunfo.
O resultado deixa o Santa Cruz na segunda colocação do grupo, atrás do Guarani de Juazeiro do Norte, que venceu o Santa Cruz do Rio Grande do Norte por 3 a 0.
Ao Alecrim, o alento foi a arrecadação deixada pelo "Blockbuster" tricolor. A arrecadação de R$ 265.370,00 será fundamental para o time potiguar manter as contas estáveis na competição.
PRIMEIRO TEMPO
Com a confiança adquirida ao longo do primeiro semestre, o Santa Cruz já começou em cima do Alecrim, mesmo com um gramado bastante enlameado. Logo no primeiro minuto, Thiago Cunha pegou uma sobra de bola no bico da grande área do Alecrim e chutou forte, perto do gol.
A má condição do campo dificultava demais o domínio de bola e a arrancada dos jogadores dos dois lados. Aos 3 minutos, Thiago Cunha recebeu nas costas da defesa, mas escorregou e viu o zagueiro chegar.
Aos sete minutos, o Santa Cruz teve a sua melhor chance no primeiro tempo. Rodrigo Gral recebeu de Weslley, na cara do gol, e bateu em cima do goleiro Dida. Na volta, Gral passou para Têti, que ajeitou para Weslley, e o meia soltou uma bomba cruzada que por pouco não acertou o alvo.
O Santa Cruz pediu pênalti aos 12 minutos, quando Rodrigo Gral foi travado na hora de finalizar, após receber passe de Têti. Não houve nada.
Melhor arma do Santa Cruz, Thiago Cunha, atento, interceptou um passe no campo de ataque, avançou e chutou forte, aos 33 minutos. Dida defendeu para o lado. Rodrigro Gral correu para o rebote, mas o árbitro marca falta do atacante.
Volante do Alecrim, Jônatas cometeu uma falta pela qual merecia tomar o segundo cartão amarelo, em cima de Thiago Cunha, aos 37 minutos. A falta era para cartão amarelo, seria o segundo do jogador, mas o árbitro não deu. O técnico Carlos Gutemberg agiu rápido e substituou o atleta por Fabiano.
SEGUNDO TEMPO
O Alecrim voltou disposto a atacar mais no segundo tempo. Com menos de um minuto, Jaime arriscou de fora da área, sem muito perigo.
Se o aproveitamento coral no primeiro tempo não foi bom, no segundo a primeira grande chance foi certeira. Rodrigo Gral chutou da direita, Thiago Cunha travou com um zagueiro e botou a bola em direção ao gol. Já passando da linha Weslley ainda deu o último toque, mas a arbitragem deu o tento a Thiago Cunha.
Precisando reagir, o Alecrim foi feliz com uma jogada individual de Jaime. O meia da equipe potiguar, na intermediária, se livrou de dois marcadores e chutou. Memo desviou a bola de forma infeliz e "matou" o goleiro Tiago Cardoso. 1 a 1.
Mas o Santa Cruz não se abateu. Aos 15, Thiago Cunha fez boa jogada pela esquerda, cruzou para Rodrigo Gral, que, na marca do pênalti, fEz o corta-luz em vez de chutar. A defesa recuperou.
Querendo mais força, Zé Teodoro resolveu colocar o time mais para o ataque. Aos 19 minuto, sacou o lateral-direito Johnatan, trouxe para a posição dele o volante Memo e colocou no jogo o meia Natan.
Só que, antes mesmo de o novo meio de campo, com três meias, poder começar a se entender, um lance de bola parada deu ensejo ao segundo gol coral. Weslley cobrou falta da direita, a defesa subiu e não tirou de cabeça, e a bola ficou limpa para Thiago Matias, o zagueiro-artilheiro coral, chutar para as redes e fazer 2 a 1, aos 21 minutos.
Pouco depois, o Santa ainda podia ter aumentado, quando Thiago Cunha serviu Chicão na altura da meia-lua. O volante pegou mal na bola, e a defesa aliviou.
Aos 30, o pedido da torcida tricolor foi atendido por Zé Teodoro. Flávio Caça-Rato entrou em campo, na vaga de Rodrigo Gral.
Sem poder de penetração, o Alecrim não criava lances de perigo. Aos 33, Geílson, sem ângulo, chutou uma bola que atravessou a área lentamente sem ninguém completar.
A verdade é que só dava Santa Cruz. E, aos 35, Thiago Cunha esteve muito perto do terceiro. Recebeu um passe sensacional de Weslley, na cara do gol, e demorou tanto para finalizar que o goleiro Dida fechou o ângulo.
Mas dois minutos depois nasceu a definição da vitória, quando Flávio Caça-Rato sofreu pênalti cometido por Roquete. Thiago Matias cobrou e precisou do rebote para mandar para as redes. Com emoção, Santa Cruz 3 a 1. Placar final.
FICHA DO JOGO
ALECRIM-RN 1 x 3 SANTA CRUZ-PE
Alecrim: Dida; Igor, Roquete, Cleiton e Delano; Jonatas, Ramón, Paulinho e Jaime; Ítalo e Fabinho. Técnico: Carlos Gutemberg.
Santa Cruz: Tiago Cardoso, Jhonatan, Thiago Mathias, Leandro Souza e Dutra; Memo, Jeovânio, Weslley e Têti; Rodrigo Gral e Thiago Cunha. Técnico: Zé Teodoro.
Local: Estádio Almeidão, em João Pessoa, na Paraíba. Árbitro: Charles Hebert Ferreira (AL). Assistentes: Flávio Gomes Barroca e Vinícius Melo de Lima (RN). Cartões Amarelos: Jonatas, Roquete, Fabiano e Paulinho (A); Thiago Matias, Tiago Cardoso, Flávio Recife e Dutra (S). Público: 16.022. Renda: R$ 265.370.
Fonte:blogdotorcedor
Brasil falha no ataque, perde 4 pênaltis contra o Paraguai e dá adeus
O Brasil não conseguiu confirmar a soberania ofensiva em vitória sobre o Paraguai neste domingo e foi eliminado na Copa América, seguindo o mesmo caminho de Colômbia e Argentina. Apesar de ser absoluta durante os 90 minutos no tempo normal e mais ofensiva também na prorrogação, a Seleção de Mano Menezes não conseguiu sair do empate por 0 a 0 e caiu nas quartas de final diante de um retraído adversário, que definiu a vitória com um incrível 2 a 0 nos pênaltis - a equipe verde-amarela perdeu todas as quatro cobranças.
Ao longo das duas etapa de jogo, o Brasil finalizou 19 vezes, contra apenas quatro dos paraguaios (duas delas nos acréscimos do segundo tempo), mas parou no próprio preciosismo e também no inspirado goleiro Justo Villar. Já o tempo extra foi marcado mais pelo nervosismo do que pelas jogadas de ataque: o volante Lucas, do Brasil, e o lateral Antolín Alcaraz, do Paraguai, foram expulsos após se envolverem em confusão.
Nos pênaltis, Elano isolou a primeira cobrança do Brasil, Thiago Silva bateu mal a segunda e Villar pegou e André Santos mandou para longe a terceira e Fred jogou para o lado. No Paraguai, apenas Barreto desperdiçou ao chutar ao lado; Estigarribia e Riveros marcaram.
Agora, o carrasco brasileiro aguarda a definição do último jogo das quartas de final para saber seu próximo adversário, para o duelo de semi agendado para as 21h45 (de Brasília) da quarta-feira, na cidade de Mendoza - no extremo oeste do território argentino. Neste domingo, em San Juan, Chile e Venezuela decidem quem decidirá uma vaga com o Paraguai na final do torneio.
O jogo
Diferentemente do jogo da fase inicial contra o Paraguai, a Seleção Brasileira não ficou à espera do adversário e comandou o primeiro tempo. Com Robinho em sua melhor jornada na Copa América, o ataque envolvia os paraguaios com toques de primeira e chegadas constantes na área rival nos primeiros minutos.
Utilizando a estratégia com a qual o Paraguai assustou em alguns momentos no primeiro jogo, o Brasil pressionou a saída de bola e não deixou o adversário trocar passes. Assim, criou sua primeira chance real de gol. Ganso recuperou uma bola perdida no meio e tocou para Robinho. O camisa 7 deixou Neymar livre para o arremate, mas o atacante chutou por cima
Com o Brasil melhor em campo, o Paraguai abusou das faltas. Foram 15 ao todo no primeiro tempo, algumas mais fortes, e o jogo transcorreu em clima tenso, com bate-bocas, reclamações ao árbitro e os brasileiros tentando também se impor na força. Em um lance pela lateral, Maicon levantou Valdéz em um carrinho na lateral, a torcida brasileira se animou.
A melhor chance brasileira veio aos 31min. André Santos cobrou falta na esquerda e Lúcio entrou de carrinho. A bola pegou em Villar e o gol não saiu por pouco. Esta foi a única finalização correta do Brasil no primeiro tempo, o que indicava um erro recorrente nesta campanha na Copa América: capricho no acabamento das jogadas.
Mais solto em campo, Neymar se movimentou bastante, mas não estava tecnicamente inspirado. Perdeu oito bolas e teve dificuldades para se desvencilhar da marcação. Ganso esteve mais ativo, apesar de ainda ter errado muitos passes.
No segundo tempo, a Seleção teve mais uma chance incrível para abrir o marcador logo aos 3min: Neymar recebeu livre na área, mas esperou a chegada de um zagueiro. Ainda que tenha feito o corte e ficado com mais ângulo para finalizar com a direita, deu tempo para o zagueiro adversário se posicionar na pequena área e salvar quase em cima da linha. Maicon também não conseguiu aproveitar o rebote.
O Brasil seguiu absoluto em campo durante o segundo tempo, construindo suas melhores jogadas pelo lado direito do campo e levando enorme perigo ao gol paraguaio. A pontaria verde-amarela melhorou, mas o goleiro Justo Villar apareceu para fechar a meta com duas intervenções importantíssimas: aos 21min, espalmando um chute de fora da área de Ganso, e aos 27min, saindo nos pés de Alexandre Pato para bloquear uma finalização do camisa 9.
Os paraguaios, por sua vez, ficavam muito mais retraídos e pouco assustavam a defesa brasileira. O único susto pelo qual o Brasil passou se deu aos 30min, quando Neymar ficou no chão gritando de dores no joelho direito. Após sair de campo para receber atendimento, porém, o jovem santista voltou ao esburacado campo em La Plata aparentemente recuperado, mas acabou substituído aos 34min por Fred - mudança que originou vaias e alguns gritos de burros das arquibancadas.
Mesmo assim, a Seleção criou duas jogadas agudas que quase abriram o placar no Estádio Ciudad de La Plata. Aos 36min, Pato invadiu a área, ficou cara a cara com Villar e chutou em cima do goleiro. Na sobra, cabeceou para fora. Instantes depois, Fred subiu mais que a zaga paraguaia após cobrança de escanteio, mas Barreto conseguiu salvar sobre a linha.
O tempo normal terminou sem gols, apesar da comprovada superioridade verde-amarela. Foram 19 finalizações do Brasil, contra quatro do Paraguai. Entretanto, o primeiro tempo da prorrogação foi extremamente nervoso: a Seleção chegou menos ao ataque, Mano trocou Ganso pelo são-paulino Lucas e uma confusão atraiu todas as atenções.
O volante Lucas Leiva, do Liverpool, chegou duro em uma dividida de bola e se estranhou com o paraguaio Alcaraz. Uma confusão foi criada em campo, e o árbitro argentino Sergio Pezzotta decidiu expulsar os dois jogadores envolvidos.
Nos últimos 15 minutos de bola rolando, apenas uma jogada chamou a atenção por parte da Seleção Brasileira: Lucas fez boa jogada na entrada da área e abriu na esquerda para André Santos. O lateral, porém, enfeitou na hora de levantar a bola, a zaga paraguaia cortou e Lucas pegou a sobra e foi travado na hora do chute.
Fonte:terra
Ao longo das duas etapa de jogo, o Brasil finalizou 19 vezes, contra apenas quatro dos paraguaios (duas delas nos acréscimos do segundo tempo), mas parou no próprio preciosismo e também no inspirado goleiro Justo Villar. Já o tempo extra foi marcado mais pelo nervosismo do que pelas jogadas de ataque: o volante Lucas, do Brasil, e o lateral Antolín Alcaraz, do Paraguai, foram expulsos após se envolverem em confusão.
Nos pênaltis, Elano isolou a primeira cobrança do Brasil, Thiago Silva bateu mal a segunda e Villar pegou e André Santos mandou para longe a terceira e Fred jogou para o lado. No Paraguai, apenas Barreto desperdiçou ao chutar ao lado; Estigarribia e Riveros marcaram.
Agora, o carrasco brasileiro aguarda a definição do último jogo das quartas de final para saber seu próximo adversário, para o duelo de semi agendado para as 21h45 (de Brasília) da quarta-feira, na cidade de Mendoza - no extremo oeste do território argentino. Neste domingo, em San Juan, Chile e Venezuela decidem quem decidirá uma vaga com o Paraguai na final do torneio.
O jogo
Diferentemente do jogo da fase inicial contra o Paraguai, a Seleção Brasileira não ficou à espera do adversário e comandou o primeiro tempo. Com Robinho em sua melhor jornada na Copa América, o ataque envolvia os paraguaios com toques de primeira e chegadas constantes na área rival nos primeiros minutos.
Utilizando a estratégia com a qual o Paraguai assustou em alguns momentos no primeiro jogo, o Brasil pressionou a saída de bola e não deixou o adversário trocar passes. Assim, criou sua primeira chance real de gol. Ganso recuperou uma bola perdida no meio e tocou para Robinho. O camisa 7 deixou Neymar livre para o arremate, mas o atacante chutou por cima
Com o Brasil melhor em campo, o Paraguai abusou das faltas. Foram 15 ao todo no primeiro tempo, algumas mais fortes, e o jogo transcorreu em clima tenso, com bate-bocas, reclamações ao árbitro e os brasileiros tentando também se impor na força. Em um lance pela lateral, Maicon levantou Valdéz em um carrinho na lateral, a torcida brasileira se animou.
A melhor chance brasileira veio aos 31min. André Santos cobrou falta na esquerda e Lúcio entrou de carrinho. A bola pegou em Villar e o gol não saiu por pouco. Esta foi a única finalização correta do Brasil no primeiro tempo, o que indicava um erro recorrente nesta campanha na Copa América: capricho no acabamento das jogadas.
Mais solto em campo, Neymar se movimentou bastante, mas não estava tecnicamente inspirado. Perdeu oito bolas e teve dificuldades para se desvencilhar da marcação. Ganso esteve mais ativo, apesar de ainda ter errado muitos passes.
No segundo tempo, a Seleção teve mais uma chance incrível para abrir o marcador logo aos 3min: Neymar recebeu livre na área, mas esperou a chegada de um zagueiro. Ainda que tenha feito o corte e ficado com mais ângulo para finalizar com a direita, deu tempo para o zagueiro adversário se posicionar na pequena área e salvar quase em cima da linha. Maicon também não conseguiu aproveitar o rebote.
O Brasil seguiu absoluto em campo durante o segundo tempo, construindo suas melhores jogadas pelo lado direito do campo e levando enorme perigo ao gol paraguaio. A pontaria verde-amarela melhorou, mas o goleiro Justo Villar apareceu para fechar a meta com duas intervenções importantíssimas: aos 21min, espalmando um chute de fora da área de Ganso, e aos 27min, saindo nos pés de Alexandre Pato para bloquear uma finalização do camisa 9.
Os paraguaios, por sua vez, ficavam muito mais retraídos e pouco assustavam a defesa brasileira. O único susto pelo qual o Brasil passou se deu aos 30min, quando Neymar ficou no chão gritando de dores no joelho direito. Após sair de campo para receber atendimento, porém, o jovem santista voltou ao esburacado campo em La Plata aparentemente recuperado, mas acabou substituído aos 34min por Fred - mudança que originou vaias e alguns gritos de burros das arquibancadas.
Mesmo assim, a Seleção criou duas jogadas agudas que quase abriram o placar no Estádio Ciudad de La Plata. Aos 36min, Pato invadiu a área, ficou cara a cara com Villar e chutou em cima do goleiro. Na sobra, cabeceou para fora. Instantes depois, Fred subiu mais que a zaga paraguaia após cobrança de escanteio, mas Barreto conseguiu salvar sobre a linha.
O tempo normal terminou sem gols, apesar da comprovada superioridade verde-amarela. Foram 19 finalizações do Brasil, contra quatro do Paraguai. Entretanto, o primeiro tempo da prorrogação foi extremamente nervoso: a Seleção chegou menos ao ataque, Mano trocou Ganso pelo são-paulino Lucas e uma confusão atraiu todas as atenções.
O volante Lucas Leiva, do Liverpool, chegou duro em uma dividida de bola e se estranhou com o paraguaio Alcaraz. Uma confusão foi criada em campo, e o árbitro argentino Sergio Pezzotta decidiu expulsar os dois jogadores envolvidos.
Nos últimos 15 minutos de bola rolando, apenas uma jogada chamou a atenção por parte da Seleção Brasileira: Lucas fez boa jogada na entrada da área e abriu na esquerda para André Santos. O lateral, porém, enfeitou na hora de levantar a bola, a zaga paraguaia cortou e Lucas pegou a sobra e foi travado na hora do chute.
Fonte:terra
Gols de Colômbia 0 x 2 Peru
Continua chovendo em João Pessoa!
Desde as 18hs de ontem (Sábado) que NÃO para de chover em João Pessoa. Estamos de total plantão no Hotel Caiçara, local de concentração do Santa Cruz. O jogo continua marcado para às 16hs no estádio Almeidão.
Fonte:www.wareporter.com.br
PORTO ---> Gavião do Agreste goleou em seu último amistoso de preparação para série D
Na tarde deste sábado (16), o Porto goleou o Flamengo, em Arcoverde, em seu último amistoso antes da estreia na série D.
6x0 foi o placar para o gavião do Agreste.
O lateral direito Edy, o volante Vágner Rosa, os meias Jefinho e Jéferson Renan e o atacante Lalá marcaram os gols do tricolor de Caruaru/Belo Jardim no amistoso.
O gavião estreia na série D, no Domingo da próxima semana, contra o Santa Cruz-RN, na cidade de mesmo nome.
Por Warley Santos, com informações de Robson Nielson, da Rádio Cultura AM
6x0 foi o placar para o gavião do Agreste.
O lateral direito Edy, o volante Vágner Rosa, os meias Jefinho e Jéferson Renan e o atacante Lalá marcaram os gols do tricolor de Caruaru/Belo Jardim no amistoso.
O gavião estreia na série D, no Domingo da próxima semana, contra o Santa Cruz-RN, na cidade de mesmo nome.
Por Warley Santos, com informações de Robson Nielson, da Rádio Cultura AM
sábado, 16 de julho de 2011
Uruguai desclassifica a Argentina e avança na Copa América
Por Alexandre César
Especial para o Blog do Torcedor
Em campo, 110 anos do Clássico da Prata entre Argentina e Uruguai. O jogo desta noite de sábado pelas quartas-de-finais terminou 1 a 1 no tempo normal e se manteve na prorrogação. A Celeste Olímpica se classificou para as semifinais na disputa de pênaltis, pelo escore 5 a 4. Agora, o Uruguai enfrentará o Peru, que eliminou a Colômbia no outro jogo. Foi uma partida de encher os olhos, não só para torcedores de ambos os países, mas para os amantes do futebol.
De um lado, Messi, considerado o melhor do mundo; do outro, Forlán, com o título de melhor jogador da Copa do Mundo da África do Sul em 2010.
Não faltaram emoções neste duelo sul-americano, onde dois gigantes do futebol mundial equilibravam-se pelas tradições de suas camisas. Só em Copa América são 14 conquistas para cada lado, onde também com duas taças, empatam em números de Olimpíadas e Copas do Mundo.
Em Libertadores da América, a Argentina lidera com 22 conquistas, contra o Uruguai que possui oito troféus. O Brasil está em segundo com 15 títulos. Argentinos e uruguaios disputaram 30 jogos de Copa América, com 13 vitórias para cada um, e ainda houve quatro empates.
A partida começou movimentada. Geralmente, quando duas grandes seleções se encontram, um procura estudar o outro, mas não foi o que aconteceu. O Uruguai nem parecia que jogava na casa do rival e partiu para cima dos comandados de Sergio Batista.
Logo aos quatro minutos, Forlán tentou matar uma bola no peito e recebeu falta perto da área. No minuto seguinte, a Celeste Olímpica chegou ao gol. Forlán cruzou na área para a cabeçada de Cáceres, onde o goleiro Romero fez a defesa. A bola sobrou para Diego Pérez que só teve o trabalho de empurrar para o gol.
Com 1 a 0 no placar, o Uruguai passou a dar as cartas e a Alviceleste adiantou o time para tentar chegar ao empate. E ele aconteceu aos 17 minutos, quando Messi viu Higuaín na área. O melhor do mundo fez o cruzamento da direita e Higuaín testou nas costas da defesa para igualar o marcador.
Os uruguaios exageraram nas faltas e três atletas tomaram o cartão amarelo, mas só Diego Pérez tomou dois. Quando já tinha sido advertido, Pérez empurrou Gago numa jogada desnecessária. O juiz Carlos Amarilla deu o segundo amarelo e expulsou o jogador.
Ambas equipes ainda tiveram dois gols anulados. Messi cruzou para Higuaín marcar, mas o atacante estava realmente em condições irregulares. Pelo lado uruguaio, Forlán cruzou na área, mas o lance foi invalidado quando o ataque foi pego em impedimento.
No segundo tempo, quando se esperava que a Argentina fizesse prevalecer a superioridade numérica, foi o Uruguai quem passou a sufocar o adversário. Por algumas vezes Forlán esteve perto de marcar. No fim da segunda etapa, Mascherano fez falta em Suárez e tomou o vermelho.
Aos 44 minutos, Mulsera fez duas defesas espetaculares, num chute de falta de Tevez, e na sequência, quando Higuaín pegou a sobra, mas o goleiro uruguaio foi ao seu encontro e defendeu com o peito.
No último lance do jogo, Alvaro Pereira entrou na área argentina pela direita, deu um elástico em seu marcador e cruzou para Forlán, que tentou aparar a bola, mas esta veio muito forte e passou por cima do gol. Com o empate, a partida foi para a prorrogação.
Logo aos três minutos da prorrogação, Alvaro Pereira recebeu a bola do lado esquerdo da área e mandou a bomba. A bola passou muito perto do ângulo esquerdo do goleiro Romero. Pela Argentina, Pastore chutou com muito veneno por cima da zaga, a bola fez uma curva e quase enganou Mulsera, mas foi para fora. Higuaín ainda teve uma chance clara, mas mandou uma bola na trave uruguaia.
Aos dois minutos, Messi tentou dar números finais ao placar. Recebeu na entrada da área com a defesa desprevenida, mas arrematou em cima de Mulsera.
Nas cobranças, Forlán, Suárez, Scotti, Gargano e Cáceres converteram para os uruguaios. Pela Argentina, Messi, Burdisso, Pastore e Higuaín marcaram. Tevez teve sua cobrança defendida pelo arqueiro Mulsera.
No final, os uruguaios fizeram a festa no Cemitério dos Elefantes. Nome dado ao estádio, pela fama de grandes times argentinos serem vítimas neste palco.
Ficha técnica:
Argentina: Romero, Zabaleta, Burdisso, Gabriel Milito e Javier Zanetti; Mascherano, Gago (Biglia) e Di Maria (Pastore); Messi, Aguero (Tevez) e Higuaín.
Técnico: Sergio Batista.
Uruguai: Mulsera, Maxi Pereira, Lugano, Victorino (Scotti) e Cáceres; Diego Pérez, González, Arévalo Ríos e Alvaro Pereira (Gargano); Diego Forlán e Luis Suárez.
Técnico: Oscar Tabárez.
Local: Estádio Brigadeiro Estanislao López, Santa Fé - Argentina
Árbitro: Carlos Amarilla (PAR)
Assistentes: Nicolas Yegros (PAR) e Luis Sanchez (VEN)
Cartões amarelos: Zabaleta, Mascherano, Gabriel Milito, Burdisso, Gago, Tevez (ARG) / Diego Pérez, Cáceres, González (URU)
Cartões vermelhos: Mascherano (ARG) / Diego Pérez (URU)
GOLS: Higuaín (ARG) / Diego Pérez (URU)
Pênaltis: Messi, Burdisso, Pastore e Higuaín (AR) / Forlán, Suárez, Scotti, Gargano e Cáceres (URU)
Especial para o Blog do Torcedor
Em campo, 110 anos do Clássico da Prata entre Argentina e Uruguai. O jogo desta noite de sábado pelas quartas-de-finais terminou 1 a 1 no tempo normal e se manteve na prorrogação. A Celeste Olímpica se classificou para as semifinais na disputa de pênaltis, pelo escore 5 a 4. Agora, o Uruguai enfrentará o Peru, que eliminou a Colômbia no outro jogo. Foi uma partida de encher os olhos, não só para torcedores de ambos os países, mas para os amantes do futebol.
De um lado, Messi, considerado o melhor do mundo; do outro, Forlán, com o título de melhor jogador da Copa do Mundo da África do Sul em 2010.
Não faltaram emoções neste duelo sul-americano, onde dois gigantes do futebol mundial equilibravam-se pelas tradições de suas camisas. Só em Copa América são 14 conquistas para cada lado, onde também com duas taças, empatam em números de Olimpíadas e Copas do Mundo.
Em Libertadores da América, a Argentina lidera com 22 conquistas, contra o Uruguai que possui oito troféus. O Brasil está em segundo com 15 títulos. Argentinos e uruguaios disputaram 30 jogos de Copa América, com 13 vitórias para cada um, e ainda houve quatro empates.
A partida começou movimentada. Geralmente, quando duas grandes seleções se encontram, um procura estudar o outro, mas não foi o que aconteceu. O Uruguai nem parecia que jogava na casa do rival e partiu para cima dos comandados de Sergio Batista.
Logo aos quatro minutos, Forlán tentou matar uma bola no peito e recebeu falta perto da área. No minuto seguinte, a Celeste Olímpica chegou ao gol. Forlán cruzou na área para a cabeçada de Cáceres, onde o goleiro Romero fez a defesa. A bola sobrou para Diego Pérez que só teve o trabalho de empurrar para o gol.
Com 1 a 0 no placar, o Uruguai passou a dar as cartas e a Alviceleste adiantou o time para tentar chegar ao empate. E ele aconteceu aos 17 minutos, quando Messi viu Higuaín na área. O melhor do mundo fez o cruzamento da direita e Higuaín testou nas costas da defesa para igualar o marcador.
Os uruguaios exageraram nas faltas e três atletas tomaram o cartão amarelo, mas só Diego Pérez tomou dois. Quando já tinha sido advertido, Pérez empurrou Gago numa jogada desnecessária. O juiz Carlos Amarilla deu o segundo amarelo e expulsou o jogador.
Ambas equipes ainda tiveram dois gols anulados. Messi cruzou para Higuaín marcar, mas o atacante estava realmente em condições irregulares. Pelo lado uruguaio, Forlán cruzou na área, mas o lance foi invalidado quando o ataque foi pego em impedimento.
No segundo tempo, quando se esperava que a Argentina fizesse prevalecer a superioridade numérica, foi o Uruguai quem passou a sufocar o adversário. Por algumas vezes Forlán esteve perto de marcar. No fim da segunda etapa, Mascherano fez falta em Suárez e tomou o vermelho.
Aos 44 minutos, Mulsera fez duas defesas espetaculares, num chute de falta de Tevez, e na sequência, quando Higuaín pegou a sobra, mas o goleiro uruguaio foi ao seu encontro e defendeu com o peito.
No último lance do jogo, Alvaro Pereira entrou na área argentina pela direita, deu um elástico em seu marcador e cruzou para Forlán, que tentou aparar a bola, mas esta veio muito forte e passou por cima do gol. Com o empate, a partida foi para a prorrogação.
Logo aos três minutos da prorrogação, Alvaro Pereira recebeu a bola do lado esquerdo da área e mandou a bomba. A bola passou muito perto do ângulo esquerdo do goleiro Romero. Pela Argentina, Pastore chutou com muito veneno por cima da zaga, a bola fez uma curva e quase enganou Mulsera, mas foi para fora. Higuaín ainda teve uma chance clara, mas mandou uma bola na trave uruguaia.
Aos dois minutos, Messi tentou dar números finais ao placar. Recebeu na entrada da área com a defesa desprevenida, mas arrematou em cima de Mulsera.
Nas cobranças, Forlán, Suárez, Scotti, Gargano e Cáceres converteram para os uruguaios. Pela Argentina, Messi, Burdisso, Pastore e Higuaín marcaram. Tevez teve sua cobrança defendida pelo arqueiro Mulsera.
No final, os uruguaios fizeram a festa no Cemitério dos Elefantes. Nome dado ao estádio, pela fama de grandes times argentinos serem vítimas neste palco.
Ficha técnica:
Argentina: Romero, Zabaleta, Burdisso, Gabriel Milito e Javier Zanetti; Mascherano, Gago (Biglia) e Di Maria (Pastore); Messi, Aguero (Tevez) e Higuaín.
Técnico: Sergio Batista.
Uruguai: Mulsera, Maxi Pereira, Lugano, Victorino (Scotti) e Cáceres; Diego Pérez, González, Arévalo Ríos e Alvaro Pereira (Gargano); Diego Forlán e Luis Suárez.
Técnico: Oscar Tabárez.
Local: Estádio Brigadeiro Estanislao López, Santa Fé - Argentina
Árbitro: Carlos Amarilla (PAR)
Assistentes: Nicolas Yegros (PAR) e Luis Sanchez (VEN)
Cartões amarelos: Zabaleta, Mascherano, Gabriel Milito, Burdisso, Gago, Tevez (ARG) / Diego Pérez, Cáceres, González (URU)
Cartões vermelhos: Mascherano (ARG) / Diego Pérez (URU)
GOLS: Higuaín (ARG) / Diego Pérez (URU)
Pênaltis: Messi, Burdisso, Pastore e Higuaín (AR) / Forlán, Suárez, Scotti, Gargano e Cáceres (URU)
Resultados da Série A2 do Pernambucano
JOGO: BELO JARDIM 2 X 1 FERROVIÁRIO DO CABO
DIA: 16.07.2011 (SÁBADO) HORÁRIO: 15h CATEGORIA: Profissional
ESTÁDIO: SESC – Mendonça Cidade: Belo jardim
ÁRBITRO: Enéias Leite
ASSISTENTE N.º 1: Ubirajara Ferraz
ASSISTENTE N.º 2: Ivan Narciso
4º ÁRBITRO: Liga Local
JOGO: CHÃ GRANDE / DECISÃO 3 X 1 ATLÉTICO PERNAMBUCANO
DIA: 16.07.2011 (SÁBADO) HORÁRIO: 15h CATEGORIA: Profissional
ESTÁDIO: Ewerson Simões Cidade: Chã Grande
ÁRBITRO: Robson Chastel
ASSISTENTE N.º 1: Ricardo Chianca
ASSISTENTE N.º 2: Francisco Chaves
4º ÁRBITRO: Welson Pereira
JOGO: SERRA TALHADA 1 X 0 OLINDA
DIA: 16.07.2011 (SÁBADO) HORÁRIO: 20h CATEGORIA: Profissional
ESTÁDIO: Nildo Pereira Cidade: Serra Talhada
ÁRBITRO: Ana Karina
ASSISTENTE N.º 1: Élan Vieira
ASSISTENTE N.º 2: Bruno César Alcântara
4º ÁRBITRO: Liga Local
Classificação Atualizada:
Serra Talhada-14
Olinda- 13
Chã Grande-13
Timbaúba-13
Belo Jardim-13
Atletico Pe-6
Vera Cruz-5
Ferroviário do Cabo-3
DIA: 16.07.2011 (SÁBADO) HORÁRIO: 15h CATEGORIA: Profissional
ESTÁDIO: SESC – Mendonça Cidade: Belo jardim
ÁRBITRO: Enéias Leite
ASSISTENTE N.º 1: Ubirajara Ferraz
ASSISTENTE N.º 2: Ivan Narciso
4º ÁRBITRO: Liga Local
JOGO: CHÃ GRANDE / DECISÃO 3 X 1 ATLÉTICO PERNAMBUCANO
DIA: 16.07.2011 (SÁBADO) HORÁRIO: 15h CATEGORIA: Profissional
ESTÁDIO: Ewerson Simões Cidade: Chã Grande
ÁRBITRO: Robson Chastel
ASSISTENTE N.º 1: Ricardo Chianca
ASSISTENTE N.º 2: Francisco Chaves
4º ÁRBITRO: Welson Pereira
JOGO: SERRA TALHADA 1 X 0 OLINDA
DIA: 16.07.2011 (SÁBADO) HORÁRIO: 20h CATEGORIA: Profissional
ESTÁDIO: Nildo Pereira Cidade: Serra Talhada
ÁRBITRO: Ana Karina
ASSISTENTE N.º 1: Élan Vieira
ASSISTENTE N.º 2: Bruno César Alcântara
4º ÁRBITRO: Liga Local
Classificação Atualizada:
Serra Talhada-14
Olinda- 13
Chã Grande-13
Timbaúba-13
Belo Jardim-13
Atletico Pe-6
Vera Cruz-5
Ferroviário do Cabo-3
Peru vence Colômbia na prorrogação e vai à semifinal
Da Agência Estado
Dezoito anos depois, a Copa América voltou a ver um jogo ir à prorrogação neste sábado. E quem se deu melhor foi o Peru, que venceu a Colômbia por 2 a 0 em Córdoba, com um gol em cada tempo extra, e se classificou às semifinais da competição. Desfalcado de seus dois principais jogadores, Ramírez e Farfán, o time peruano jogou tendo conhecimento dos seus limites. Fechou-se atrás, explorou contra-ataques, e saiu com a vitória que o levou de volta às semifinais da Copa América após 14 anos.
A Colômbia deixa a competição com apenas dois gols sofridos, ambos na prorrogação do jogo deste sábado. Falcao Garcia, um dos grandes nomes da Copa América antes mesmo de ela começar, perdeu um pênalti no segundo tempo de jogo e acabou como um dos grandes vilões da eliminação colombiana. Outro responsável foi o goleiro Luis Enrique Martínez, que falhou nos dois gols peruanos.
O Peru aguarda o clássico entre Uruguai e Argentina, logo mais, em Santa Fé, para conhecer seu adversário nas semifinais. A partida acontece em La Plata, na próxima terça-feira.
A última vez que um jogo de Copa América havia tido seu vencedor conhecido na prorrogação havia sido nas semifinais da edição de 1987, quando a Colômbia foi eliminada pelo Chile. Depois da Copa América de 1993, porém, a prorrogação foi excluída do regulamento, só retornando na edição deste ano. Desde 1995 um jogo eliminatório de Copa América não terminava empatado em 0 a 0. Naquela ocasião, Estados Unidos e México ficaram na igualdade sem gols em partida válida pelas quartas de final.
O JOGO - O primeiro tempo em Córdoba não foi diferente daquilo que apresentaram Colômbia e Peru na primeira fase da Copa América. Com excesso de passes errados, principalmente por parte dos colombianos, o jogo não empolgou. Tanto que as chances de gol criadas nos 45 primeiros minutos foram poucas.
Pela lado peruano, destaque para uma batida de Vargas, o mais lúcido do time, no canto esquerdo de Martínez, desde a entrada da área. O goleiro se esticou todo para mandar a escanteio. Já a Colômbia tinha somente duas opções de jogo: Dayro Moreno e Falcao Garcia. As duas melhores chances caíram nos pés do atacante do Porto, que mandou ambas para fora.
A segunda etapa começou mais movimentado. Tanto que, logo com 3 minutos, o Peru criou a melhor chance do jogo até então. Chiroque bateu cruzado da direita da área e Martinez defendeu.
Nenhuma oportunidade, porém, foi mais clara que a criada pela Colômbia aos 19 minutos. Alberto Rodriguez derrubou Dayro Moreno na área. Falcao Garcia, artilheiro da Liga Europa (17 gols em 14 jogos) foi para a cobrança. Pegou mal na bola, mandou à direita do gol, e desperdiçou a chance de colocar a Colômbia à frente e de fazer seu terceiro gol no torneio.
Apesar do pênalti perdido, os colombianos não se abalaram. Aos 22, Moreno soltou uma bomba pela direita da área e carimbou a trave esquerda de Fernandez. O Peru só respondeu aos 36, com um chute de fora da área de Balbín. A bola iria no ângulo direita, mas Martinez defendeu com a ponta dos dedos.
Era tão claro que o jogo iria para a prorrogação que nenhum dos dois treinadores arriscou fazer mais do que uma substituição no tempo regulamentar. A Colômbia, porém, teve a chance de mudar este panorama. Aos 46 do segundo tempo, Guarín fez jogada individual pela direita, bateu forte, e carimbou o travessão.
Logo no primeiro minuto da prorrogação, Vargas foi lançado na área colombiana, bateu cruzado, mas Martinez defendeu. Armero, ex-Palmeiras, também teve a chance de abrir o placar. Ao sair na cara do goleiro, porém, facilitou a defesa de Fernandez.
O primeiro gol do Peru saiu aos 11 minutos. Vargas bateu falta no meio da área, Martínez saiu mal, não segurou a bola, e deu o rebote no pé de Lobatón. O meia soltou a bomba para o gol vazio e abriu o placar.
Na segunda etapa extra, a Colômbia foi para o ataque e levou o segundo gol em outro erro do seu goleiro. Martínez saiu jogando errado e deu a bola para Guerrero, que invadiu a área e rolou para Vargas. O jogador da Fiorentina bateu forte para garantir a vitória.
FICHA TÉCNICA:
Colômbia 0 x 2 Peru
Colômbia - Martinez; Zuñiga, Yepes, Perea e Armero; Dayro Moreno Aguilar (Gutiérrez), Carlos Sánchez (Jackson Martinez) e Guarín; Adrian Ramos (Rodallega) e Falcao Garcia. Técnico - Hernán Darío Ramos.
Peru - Fernandez; Revoredo, Christian Ramos, Alberto Rodriguez e Vilchez; Balbín, Advíncula (Lobatón), Cruzado (Ballón) e Vargas; Chiroque (Yotún) e Guerrero. Técnico - Sergio Markarian.
Gol - Lobatón, aos 11 minutos do primeiro tempo da prorrogação, e Vargas, aos 6 minutos do segundo tempo da prorrogação.
Árbitro - Francisco Chacón Gutiérrez (México).
Cartões amarelos - Advíncula, Rodríguez e Moreno.
Renda e público - Não disponíveis.
Local - Estádio Mario Alberto Kempes, em Córdoba (Argentina).
Dezoito anos depois, a Copa América voltou a ver um jogo ir à prorrogação neste sábado. E quem se deu melhor foi o Peru, que venceu a Colômbia por 2 a 0 em Córdoba, com um gol em cada tempo extra, e se classificou às semifinais da competição. Desfalcado de seus dois principais jogadores, Ramírez e Farfán, o time peruano jogou tendo conhecimento dos seus limites. Fechou-se atrás, explorou contra-ataques, e saiu com a vitória que o levou de volta às semifinais da Copa América após 14 anos.
A Colômbia deixa a competição com apenas dois gols sofridos, ambos na prorrogação do jogo deste sábado. Falcao Garcia, um dos grandes nomes da Copa América antes mesmo de ela começar, perdeu um pênalti no segundo tempo de jogo e acabou como um dos grandes vilões da eliminação colombiana. Outro responsável foi o goleiro Luis Enrique Martínez, que falhou nos dois gols peruanos.
O Peru aguarda o clássico entre Uruguai e Argentina, logo mais, em Santa Fé, para conhecer seu adversário nas semifinais. A partida acontece em La Plata, na próxima terça-feira.
A última vez que um jogo de Copa América havia tido seu vencedor conhecido na prorrogação havia sido nas semifinais da edição de 1987, quando a Colômbia foi eliminada pelo Chile. Depois da Copa América de 1993, porém, a prorrogação foi excluída do regulamento, só retornando na edição deste ano. Desde 1995 um jogo eliminatório de Copa América não terminava empatado em 0 a 0. Naquela ocasião, Estados Unidos e México ficaram na igualdade sem gols em partida válida pelas quartas de final.
O JOGO - O primeiro tempo em Córdoba não foi diferente daquilo que apresentaram Colômbia e Peru na primeira fase da Copa América. Com excesso de passes errados, principalmente por parte dos colombianos, o jogo não empolgou. Tanto que as chances de gol criadas nos 45 primeiros minutos foram poucas.
Pela lado peruano, destaque para uma batida de Vargas, o mais lúcido do time, no canto esquerdo de Martínez, desde a entrada da área. O goleiro se esticou todo para mandar a escanteio. Já a Colômbia tinha somente duas opções de jogo: Dayro Moreno e Falcao Garcia. As duas melhores chances caíram nos pés do atacante do Porto, que mandou ambas para fora.
A segunda etapa começou mais movimentado. Tanto que, logo com 3 minutos, o Peru criou a melhor chance do jogo até então. Chiroque bateu cruzado da direita da área e Martinez defendeu.
Nenhuma oportunidade, porém, foi mais clara que a criada pela Colômbia aos 19 minutos. Alberto Rodriguez derrubou Dayro Moreno na área. Falcao Garcia, artilheiro da Liga Europa (17 gols em 14 jogos) foi para a cobrança. Pegou mal na bola, mandou à direita do gol, e desperdiçou a chance de colocar a Colômbia à frente e de fazer seu terceiro gol no torneio.
Apesar do pênalti perdido, os colombianos não se abalaram. Aos 22, Moreno soltou uma bomba pela direita da área e carimbou a trave esquerda de Fernandez. O Peru só respondeu aos 36, com um chute de fora da área de Balbín. A bola iria no ângulo direita, mas Martinez defendeu com a ponta dos dedos.
Era tão claro que o jogo iria para a prorrogação que nenhum dos dois treinadores arriscou fazer mais do que uma substituição no tempo regulamentar. A Colômbia, porém, teve a chance de mudar este panorama. Aos 46 do segundo tempo, Guarín fez jogada individual pela direita, bateu forte, e carimbou o travessão.
Logo no primeiro minuto da prorrogação, Vargas foi lançado na área colombiana, bateu cruzado, mas Martinez defendeu. Armero, ex-Palmeiras, também teve a chance de abrir o placar. Ao sair na cara do goleiro, porém, facilitou a defesa de Fernandez.
O primeiro gol do Peru saiu aos 11 minutos. Vargas bateu falta no meio da área, Martínez saiu mal, não segurou a bola, e deu o rebote no pé de Lobatón. O meia soltou a bomba para o gol vazio e abriu o placar.
Na segunda etapa extra, a Colômbia foi para o ataque e levou o segundo gol em outro erro do seu goleiro. Martínez saiu jogando errado e deu a bola para Guerrero, que invadiu a área e rolou para Vargas. O jogador da Fiorentina bateu forte para garantir a vitória.
FICHA TÉCNICA:
Colômbia 0 x 2 Peru
Colômbia - Martinez; Zuñiga, Yepes, Perea e Armero; Dayro Moreno Aguilar (Gutiérrez), Carlos Sánchez (Jackson Martinez) e Guarín; Adrian Ramos (Rodallega) e Falcao Garcia. Técnico - Hernán Darío Ramos.
Peru - Fernandez; Revoredo, Christian Ramos, Alberto Rodriguez e Vilchez; Balbín, Advíncula (Lobatón), Cruzado (Ballón) e Vargas; Chiroque (Yotún) e Guerrero. Técnico - Sergio Markarian.
Gol - Lobatón, aos 11 minutos do primeiro tempo da prorrogação, e Vargas, aos 6 minutos do segundo tempo da prorrogação.
Árbitro - Francisco Chacón Gutiérrez (México).
Cartões amarelos - Advíncula, Rodríguez e Moreno.
Renda e público - Não disponíveis.
Local - Estádio Mario Alberto Kempes, em Córdoba (Argentina).
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