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domingo, 2 de setembro de 2012
MELHORES MOMENTOS ÍBIS 1X0 CARPINA
Fonte: Carpina Esportes
Náutico paga o preço do risco e perde para o Cruzeiro por 3x0
Borges marcou o primeiro do Cruzeiro. Foto: Carlos Roberto/Hoje em Dia/Futura Press
Quando tentou ser mais ofensivo o Náutico abriu espaço e viu o Cruzeiro fazer 3x0 na noite deste domingo (2), no Independência, em Belo Horizonte. Quem vê apenas o placar pode achar que o time mineiro foi amplamente superior, mas não é verdade. Os azuis aproveitaram a aposta do técnico Alexandre Gallo após o primeiro gol, quando o comandante abriu o meio de campo para arriscar o empate. Em dois contra-ataques o placar foi definido.
O timbu volta a campo na próxima quarta-feira, quando recebe o Vasco, nos Aflitos. A derrota, somada à vitória do Corinthians, fez com que os pernambucanos caíssem da nona para a décima posição.
No papel, o time do Náutico era extremamente preocupado com a defesa. Mas quando a bola começou a rolar os jogadores mostraram que funções importam mais que posições. O time pernambucano literalmente bloqueou o meio de campo e procurou tocar a bola em velocidade para surpreender os mineiros.
A postura timbu obrigou o Cruzeiro a apelar para as bolas longas. O que faltou ofensivamente foi acertar o passe quando estava perto da área. As melhores chances surgiram em cobranças de falta de Souza. Em ambas, o goleiro Fábio mandou para fora.
Já a equipe azul sequer chegava perto de fazer o goleiro Gideão trabalhar. O camisa 1 alvirrubro um espectador privilegiado. A impotência ofensiva dos mandantes era tamanha que o goleiro sequer batia tiros de meta. O primeiro só aconteceu aos 29 minutos, quando Rafael Donato escorou uma cobrança de escanteio para fora.
Na primeira vez que o Cruzeiro conseguiu superar a marcação, Gideão mostrou-se atento. Aos 32, numa tabela rápida, Everton chutou e o goleiro defendeu. No rebote, Borges mandou por cima. Na segunda cobrança de escanteio, mais perigo. Leo apareceu rápido e desviou. A bola passou raspando a trave direita.
Nesta reta final, os mineiros adiantaram um pouco a marcação. Isso "empurrou" Souza e Martinez mais perto da área e deu espaço para Souza e Everton trabalharem. Por falar no Souza cruzeirense, ele reclamou bastante um pênalti aos 38 minutos. Ao cobrar falta, a bola bateu no braço esquerdo de Martinez, que estava na barreira, dentro da área. O árbitro interpretou como bola na mão e mandou o jogo seguir.
Nos cinco minutos finais, o Cruzeiro conseguiu jogar no campo do Náutico mas sem criar oportunidades claras de gol.
Os dois times voltaram para o segundo tempo sem alterações, mas com os posicionamentos do final da etapa anterior. O Cruzeiro tentando marcar a saída de bola e o Náutico preso em seu campo mas sem deixar o adversário bombardear. O bola parecia presa entre o setor de meio de campo e a intermediária do Náutico.
Preocupado porque o time não conseguia sair da defesa, o técnico Alexandre Gallo mexeu nos setores de armação e ofensivo. Rogerinho entrou no lugar de Lúcio e Kim no posto de Araújo. Já Celso Roth quis seu time mais afoito e mandou Wellington Paulista no posto de Charles, que saiu machucado.
Apesar disso o jogo continuou truncado e feio, com muitas trombadas, quedas e faltas. O lance mais perigoso ilustra bem o que se via. Aos 19 minutos, Borges dominou a bola no meio de três marcadores do Náutico. Aos trancos e barrancos ele foi ganhando até chutar fraco, fácil para a defesa de Gideão.
A resposta alvirrubra veio dois minutos depois num lance em que o egoísmo poderia ter ajudado o lateral João Paulo. Ele recebeu de Kim e entrou pelo lado esquerda da área sem marcação. Ao invés de chutar, cruzou para o meio. A bola foi forte demais e ninguém aproveitou.
A partir dos 20 minutos, o Cruzeiro acertou o passe e começou a incomodar a meta alvirrubra. A situação piorou de vez para o Náutico com a entrada do aceso Élber no lugar do apagado Wallyson. Quase como o atingo ponta-direita, o jogador construiu as melhores joagdas até sofre uma falta aos 29.
Everton foi para a cobrança e mandou na área. Ronaldo Alves tentou afastar de cabeça mas a bola bateu num jogador do Cruzeiro e foi na medida para Borges, também de cabeça, mandar para as redes. Sem ter outra alternativa, Gallo deixou o time mais ofensivo com a saída do volante Dadá e a entrada do atacante Romero.
E foi Romero o arquiteto do quase-gol-de-empate. Aos 35 ele fez jogada individual pela esquerda e rolou para Kim. O atacante tentou de letra e a bola passou raspando a trave esquerda. A nova postura do Náutico deixou o meio de campo mais aberto, o que dava margem ao contra-ataque.
Ele, o contra-ataque, foi mortal aos 41. Éverton fugiu pela esquerda e rolou para Leandro Guerreiro. Ele viu a chegada de Élber e fez o passe. O garoto ajeitou e bateu forte, no ângulo esquerdo. O rombo defensivo do Náutico era tudo que os donos da casa esperavam. Quatro minutos depois foi a vez de Tinga cair pela direita e cruzar rasteiro. Wellington Paulista fechou pelo meio apenas com Jean Rolt o perseguindo e mandou no contrapé de Gideão: 3x0. A equipe azul poderia ter feito mais um com Sandro Silva, que chutou prensado.
O timbu volta a campo na próxima quarta-feira, quando recebe o Vasco, nos Aflitos. A derrota, somada à vitória do Corinthians, fez com que os pernambucanos caíssem da nona para a décima posição.
No papel, o time do Náutico era extremamente preocupado com a defesa. Mas quando a bola começou a rolar os jogadores mostraram que funções importam mais que posições. O time pernambucano literalmente bloqueou o meio de campo e procurou tocar a bola em velocidade para surpreender os mineiros.
A postura timbu obrigou o Cruzeiro a apelar para as bolas longas. O que faltou ofensivamente foi acertar o passe quando estava perto da área. As melhores chances surgiram em cobranças de falta de Souza. Em ambas, o goleiro Fábio mandou para fora.
Já a equipe azul sequer chegava perto de fazer o goleiro Gideão trabalhar. O camisa 1 alvirrubro um espectador privilegiado. A impotência ofensiva dos mandantes era tamanha que o goleiro sequer batia tiros de meta. O primeiro só aconteceu aos 29 minutos, quando Rafael Donato escorou uma cobrança de escanteio para fora.
Na primeira vez que o Cruzeiro conseguiu superar a marcação, Gideão mostrou-se atento. Aos 32, numa tabela rápida, Everton chutou e o goleiro defendeu. No rebote, Borges mandou por cima. Na segunda cobrança de escanteio, mais perigo. Leo apareceu rápido e desviou. A bola passou raspando a trave direita.
Nesta reta final, os mineiros adiantaram um pouco a marcação. Isso "empurrou" Souza e Martinez mais perto da área e deu espaço para Souza e Everton trabalharem. Por falar no Souza cruzeirense, ele reclamou bastante um pênalti aos 38 minutos. Ao cobrar falta, a bola bateu no braço esquerdo de Martinez, que estava na barreira, dentro da área. O árbitro interpretou como bola na mão e mandou o jogo seguir.
Nos cinco minutos finais, o Cruzeiro conseguiu jogar no campo do Náutico mas sem criar oportunidades claras de gol.
Os dois times voltaram para o segundo tempo sem alterações, mas com os posicionamentos do final da etapa anterior. O Cruzeiro tentando marcar a saída de bola e o Náutico preso em seu campo mas sem deixar o adversário bombardear. O bola parecia presa entre o setor de meio de campo e a intermediária do Náutico.
Preocupado porque o time não conseguia sair da defesa, o técnico Alexandre Gallo mexeu nos setores de armação e ofensivo. Rogerinho entrou no lugar de Lúcio e Kim no posto de Araújo. Já Celso Roth quis seu time mais afoito e mandou Wellington Paulista no posto de Charles, que saiu machucado.
Apesar disso o jogo continuou truncado e feio, com muitas trombadas, quedas e faltas. O lance mais perigoso ilustra bem o que se via. Aos 19 minutos, Borges dominou a bola no meio de três marcadores do Náutico. Aos trancos e barrancos ele foi ganhando até chutar fraco, fácil para a defesa de Gideão.
A resposta alvirrubra veio dois minutos depois num lance em que o egoísmo poderia ter ajudado o lateral João Paulo. Ele recebeu de Kim e entrou pelo lado esquerda da área sem marcação. Ao invés de chutar, cruzou para o meio. A bola foi forte demais e ninguém aproveitou.
A partir dos 20 minutos, o Cruzeiro acertou o passe e começou a incomodar a meta alvirrubra. A situação piorou de vez para o Náutico com a entrada do aceso Élber no lugar do apagado Wallyson. Quase como o atingo ponta-direita, o jogador construiu as melhores joagdas até sofre uma falta aos 29.
Everton foi para a cobrança e mandou na área. Ronaldo Alves tentou afastar de cabeça mas a bola bateu num jogador do Cruzeiro e foi na medida para Borges, também de cabeça, mandar para as redes. Sem ter outra alternativa, Gallo deixou o time mais ofensivo com a saída do volante Dadá e a entrada do atacante Romero.
E foi Romero o arquiteto do quase-gol-de-empate. Aos 35 ele fez jogada individual pela esquerda e rolou para Kim. O atacante tentou de letra e a bola passou raspando a trave esquerda. A nova postura do Náutico deixou o meio de campo mais aberto, o que dava margem ao contra-ataque.
Ele, o contra-ataque, foi mortal aos 41. Éverton fugiu pela esquerda e rolou para Leandro Guerreiro. Ele viu a chegada de Élber e fez o passe. O garoto ajeitou e bateu forte, no ângulo esquerdo. O rombo defensivo do Náutico era tudo que os donos da casa esperavam. Quatro minutos depois foi a vez de Tinga cair pela direita e cruzar rasteiro. Wellington Paulista fechou pelo meio apenas com Jean Rolt o perseguindo e mandou no contrapé de Gideão: 3x0. A equipe azul poderia ter feito mais um com Sandro Silva, que chutou prensado.
Depois do jogo terminado, o atacante Kim reclamou com o árbitro e terminou expulso.
Ficha do jogo:
Cruzeiro: Fábio; Léo, Mateus, Rafael Donato e Everton; Leandro Guerreiro, Charles (Wellington Paulista), Tinga e Souza; Borges (Sandro Silva) e Wallyson (Élber). Técnico: Celso Roth
Náutico: Gideão; Ronaldo Alves, Jean Rolt e Alemão; Patric, Dadá (Romero), Martinez, Souza, Lúcio (Rogerinho) e João Paulo; Araújo (Kim). Técnico: Alexandre Gallo
Local: Estádio Independência, Belo Horizonete/MG. Árbitro: Elmo Alves Resende Cunha (GO) Assistentes: Cristhian Passos Sorence (GO) e Ediney Guerreiro Mascarenhas (RJ). Gols: Borges, aos 29; Élber, aos 41; e Wellington Paulista, aos 45 do segundo tempo. Cartões amarelos: Élber, Rafael Donato, Jean Rolt, Martinez e Patric. Expulsão: Kim.
Cruzeiro: Fábio; Léo, Mateus, Rafael Donato e Everton; Leandro Guerreiro, Charles (Wellington Paulista), Tinga e Souza; Borges (Sandro Silva) e Wallyson (Élber). Técnico: Celso Roth
Náutico: Gideão; Ronaldo Alves, Jean Rolt e Alemão; Patric, Dadá (Romero), Martinez, Souza, Lúcio (Rogerinho) e João Paulo; Araújo (Kim). Técnico: Alexandre Gallo
Local: Estádio Independência, Belo Horizonete/MG. Árbitro: Elmo Alves Resende Cunha (GO) Assistentes: Cristhian Passos Sorence (GO) e Ediney Guerreiro Mascarenhas (RJ). Gols: Borges, aos 29; Élber, aos 41; e Wellington Paulista, aos 45 do segundo tempo. Cartões amarelos: Élber, Rafael Donato, Jean Rolt, Martinez e Patric. Expulsão: Kim.
Fonte:blogdotorcedor
Íbis vence Carpina e Gilberto Gaúcho Entrega o Cargo
O Carpina Sport Club sofreu uma derrota histórica para o Íbis na tarde deste Domingo (02), no Estádio Ademir Cunha, em Paulista.
Em uma partida em que o Carpina Sport club levou um baile de boa do Íbis, principalmente no 1º tempo, quando o nome da partida foi o estreante goleiro Gessé que segurou o placar de 0x0, mesmo com muitas investidas do Íbis. Mas no 2º Tempo o Íbis conseguiu o gol aos 9 minutos após bola na área e falha da defensiva a bola sobrou para Washington abriu o marcador para o Íbis. Daí para frente o Carpina melhorou um pouco, mas, mesmo assim sedia oportunidades de contra ataque para o Íbis, e não conseguiu converter em gol as poucas oportunidades que teve, quando não parou no goleiro Thiago, acabou errando a finalização.
Após a derrota o Técnico Gilberto Gaúcho entregou o cargo de técnico do Carpina, alegando problemas extra campo, e não o resultado de derrota nesta especifica partida, ainda não se sabe quem irá comandar a equipe para a partida contra o Pesqueira na próxima Quarta-feira, no Estádio municipal Paulo Petribú. O Carpina permanece em 5º lugar com 32 pontos e agora está à 5 pontos do 4º lugar o Olinda que tem 37 pontos.
Ficha do Jogo:
Íbis: Thiago; Marlon, Hugo, Gustavo e Betinho; Alexandre, Henrique, Fafal (Nininho) e Washington; Guto e Bruno Leandro. Téc. Marcos Costa.
Carpina: Gessé; Gilvan, Anselmo, Douglas e Indio (Alex Bahiano); Raulino, Pillar, Bruno e Diogo (Macaiba); Bibi e Samuray (Biro-Biro). Téc. Gilberto Gaúcho.
Gols:
Aos 09 minutos do 2º Tempo Washington para o Íbis.
Fonte: Carpina Esportes
Coletivas do Vitória e da Cabense no Estádio Gilerno de Carli
O volante Fabinho Vitória que atuou na defesa hoje diante da Cabense fala da garra do Vitória para manter a sequência de vitórias:
O atacante Alan Rocha depois de ter passado um mês no departamento médico entrou e no primeiro toque na bola de cabeça abriu o placar:
Atacante candinho falou da derrota da Cabense por 1x0.
Fonte: Berg Araújo
O atacante Alan Rocha depois de ter passado um mês no departamento médico entrou e no primeiro toque na bola de cabeça abriu o placar:
Atacante candinho falou da derrota da Cabense por 1x0.
Fonte: Berg Araújo
Exclusivo!! Técnico Maurílio Silva fala da crescente do Vitória na competição!!
Fonte: Berg Araújo
Fenomenal! Vitória vence Cabense por 1x0 fora de casa e continua a briga pelo G4
Ninguém segura o tricolor das tabocas no segundo turno da Série A2, depois da chegada do técnico Maurílio o Vitória está a oito partidas sem saber o que é perder na competição. São cinco vitórias consecutivas e três empates e se encontra a seis pontos do G4.
1º tempo:
04 minutos: Escanteio cobrado de Gaibú e cabeceada perigosa
do Eduardo Eré ,Fabinho vitória afasta o perigo.
10 minutos: Robertinho ajeitou
de peito para Ailton que soltou uma
bomba da entrada da área, Romero espalma para escanteio.
17 minutos: O garoto Índio do Vitória acertou um pertado de fora da área, obrigando Romero a realizar um grande
defesa salvando a Cabense de levar o primeiro tento.
2º tempo:
23 minutos: escapada pela diretia do atacante Jô baiano que
cruzou para o atacante Jhon, onde se encontrava sozinho dentro da pequena área com o goleiro Romero e cabeceou pra fora.
32 minutos: Grande jogada do atacante Roni que entrou na
área e bateu forte de pequena esquerda levando perigo a meta do goleiro Romero.
33 minutos: Cruzamento da esquerda do lateral Ailton e o
atacante Alan Rocha que tinha acabado de entrar na partida e no primeiro toque na bola testou para o fundo do gol!!!
Vitória 1x0 Cabense.
43 minutos: Cobrança do atacante Candinho, o goleiro preto
socou a bola e de bicicleta na volta quase gol da cabense do atacante Candinho.
49 minutos: Fim de Jogo! Cabense 0x1 Vitória e o Taboquito segue na luta para entrar no G4 e na próxima quarta-feira encara um confronto de seis pontos ganhos diante do Olinda.
Cabense
Romero;Toty,Danilo,Felipe,Gustavo(Jr.Maranhão);Fabio Recife(Tiago),Madson,Eduardo
Eré,Gaibú(Pintado);Tiago Silva e Candinho.
Técnico: Leivinha
Vitória
Preto;Marquinhos,Sidnei,Fabinho vitória,Ailton;Sinho,Hallace(Jô
Baiano),Indio,Robertinho(Márcio); Jonh(Alan Rocha) e Roni
Técnico: Maurílio Silva
Gol: Alan Rocha aos 33 minutos do 2º tempo de cabeça.
Cartões Amarelos:Fábio Recife e Eduardo Eré(C) e Hallace(V)
Arbitragem: Diego Fernando;Wilton Lins e Cleberson Nascimento
Santa Cruz fica no 1 x 1 diante do lanterna Guarany-CE
Ainda não foi desta vez que o Santa Cruz conseguiu sua primeira vitória fora de casa nesta Série C. O time coral até que tentou, mas cometeu muitos erros e acabou ficando apenas no empate, em 1x1, com o Guarany-CE, lanterna do Grupo A, no estádio Juncão, em Sobral. Marcinho abriu o placar para a equipe da casa, enquanto o atacante Dênis Marques igualou o placar.
Com o resultado, o Santa Cruz passou a somar 14 pontos, ficando na terceira colocação do seu grupo. Já o Guarany permanece na lanterna, com cinco pontos. Na próxima rodada, o Tricolor encara o Salgueiro, em casa. Já a equipe cearense vai atuar em Belém, diante do Paysandu.
O Santa Cruz tentou imprimir um bom ritmo de jogo no primeiro tempo do confronto diante do Guarany, no estádio Juncão, em Sobral, mas não conseguiu fazer o gol que poderia dar mais tranquilidade ao time coral. No entanto, a equipe cometeu erros na troca de passes e, principalmente, nas finalizações.
Zé Teodoro não fez invenções na escalação do Tricolor. Colocou Memo e Chicão na cabeça de área, dando liberdade para Weslley e Leandro Oliveira atuarem de forma mais ofensiva. Aos 20 minutos, o treinador foi obrigado a fazer mudança no time. Weslley saiu machucado e Luciano Henrique entrou para dar ainda mais velocidade ofensiva.
Mas quem trabalhou primeiro no jogo foi o goleiro Fred. Aos seis minutos, Jéferson cruzou e goleiro do Tricolor fez a defesa. Mas o Santa Cruz passou a tocar bem a bola, foià frente e deu trabalho à defesa adversária. A melhor chance de gol do Santa Cruz surgiu aos 36, quando Luciano Henrique tocou para Fabrício Ceará, que finalizou para fora.
No segundo tempo, o panorama foi o mesmo. O Santa Cruz tentou trabalhar a bola para ir à frente. No entanto, os donos da casa ajustaram melhor a marcação e a partida ficou truncada no meio de campo.
Mesmo Santa Cruz apresentando consciência em campo, foram os anfitriões que abriram o placar aos 15 minutos. Após cobrança de escanteio e bate-rebate na área, a bola sobrou para Marcinho empurar para o fundo das redes.
A equipe cearense não teve muito tempo para sentir o gosto de estar na frente do placar. Aos 18 minutos, após cruzamento da direita, Dênis Marques, de cabeça, deixou mais uma vez sua marca de artilheiro, igualando o placar.
O duelo continuou equilibrado. O Guarany conseguiu ser mais objetivo para oferecer mais trabalho ao goleiro Fred. No entanto, foi o Santa Cruz que teve a melhor chance para garantir a vitória. Aos 42 minutos, Dênis Marques é lançado, passa pelo goleiro e chuta para fora.
Com o resultado, o Santa Cruz passou a somar 14 pontos, ficando na terceira colocação do seu grupo. Já o Guarany permanece na lanterna, com cinco pontos. Na próxima rodada, o Tricolor encara o Salgueiro, em casa. Já a equipe cearense vai atuar em Belém, diante do Paysandu.
O Santa Cruz tentou imprimir um bom ritmo de jogo no primeiro tempo do confronto diante do Guarany, no estádio Juncão, em Sobral, mas não conseguiu fazer o gol que poderia dar mais tranquilidade ao time coral. No entanto, a equipe cometeu erros na troca de passes e, principalmente, nas finalizações.
Zé Teodoro não fez invenções na escalação do Tricolor. Colocou Memo e Chicão na cabeça de área, dando liberdade para Weslley e Leandro Oliveira atuarem de forma mais ofensiva. Aos 20 minutos, o treinador foi obrigado a fazer mudança no time. Weslley saiu machucado e Luciano Henrique entrou para dar ainda mais velocidade ofensiva.
Mas quem trabalhou primeiro no jogo foi o goleiro Fred. Aos seis minutos, Jéferson cruzou e goleiro do Tricolor fez a defesa. Mas o Santa Cruz passou a tocar bem a bola, foià frente e deu trabalho à defesa adversária. A melhor chance de gol do Santa Cruz surgiu aos 36, quando Luciano Henrique tocou para Fabrício Ceará, que finalizou para fora.
No segundo tempo, o panorama foi o mesmo. O Santa Cruz tentou trabalhar a bola para ir à frente. No entanto, os donos da casa ajustaram melhor a marcação e a partida ficou truncada no meio de campo.
Mesmo Santa Cruz apresentando consciência em campo, foram os anfitriões que abriram o placar aos 15 minutos. Após cobrança de escanteio e bate-rebate na área, a bola sobrou para Marcinho empurar para o fundo das redes.
A equipe cearense não teve muito tempo para sentir o gosto de estar na frente do placar. Aos 18 minutos, após cruzamento da direita, Dênis Marques, de cabeça, deixou mais uma vez sua marca de artilheiro, igualando o placar.
O duelo continuou equilibrado. O Guarany conseguiu ser mais objetivo para oferecer mais trabalho ao goleiro Fred. No entanto, foi o Santa Cruz que teve a melhor chance para garantir a vitória. Aos 42 minutos, Dênis Marques é lançado, passa pelo goleiro e chuta para fora.
Ficha técnica
Guarany-CE
Fabiano; Bismarck (Robert), Douglas, Hebert e Jéferson (Clébson); Fabinho Romão, Alício, Jack Chan e Marcinho; Luiz Fernando e Júnior Mineiro (Danilo Pitbull). Técnico: Vladimir de Jesus.
Santa Cruz
Fred; Maisena, Everton Sena, William Alves e Tiago Costa; Chicão, Memo, Weslley (Luciano Henrique) e Leandro Oliveira; Dênis Marques e Fabrício Ceará (Paulista). Técnico: Zé Teodoro.
Local: Estádio do Junco, em Sobral (CE). Árbitro: Leandro Saraiva Dantas Oliveira (RN). Assistentes: Aélson Mariano Campelo (MA) e José Nilton da Costa (PI). Gols: Marcinho, aos 15, e Dênis Marques, aos 18 minutos do segundo tempo. Público: 1.231. Renda: R$ 13.700;
Fabiano; Bismarck (Robert), Douglas, Hebert e Jéferson (Clébson); Fabinho Romão, Alício, Jack Chan e Marcinho; Luiz Fernando e Júnior Mineiro (Danilo Pitbull). Técnico: Vladimir de Jesus.
Santa Cruz
Fred; Maisena, Everton Sena, William Alves e Tiago Costa; Chicão, Memo, Weslley (Luciano Henrique) e Leandro Oliveira; Dênis Marques e Fabrício Ceará (Paulista). Técnico: Zé Teodoro.
Local: Estádio do Junco, em Sobral (CE). Árbitro: Leandro Saraiva Dantas Oliveira (RN). Assistentes: Aélson Mariano Campelo (MA) e José Nilton da Costa (PI). Gols: Marcinho, aos 15, e Dênis Marques, aos 18 minutos do segundo tempo. Público: 1.231. Renda: R$ 13.700;
Fonte:blogdotorcedor
Salgueiro é massacrado pelo Treze-PB
O Salgueiro foi à Campina Grande para encarar o Treze e não mostrou o futebol competitivo de outras partidas. A equipe paraibana aproveitou para conquistar sua terceira vitória na Série C de forma categórica. Numa tarde inspirada de Ney Mineiro, que balançou as redes três vezes, o Treze goleou o Carcará por 4x0. Júlio Zabotto fez o outro gol da partida.
Com a derrota, o Salgueiro saiu do G4. O Carcará permaneceu com 13 pontos, a mesma pontuação do Paysandu (que está perdendo para o Luverdense) e do Águia (que empatou com o Fortaleza, em casa), mas por conta do critério de desempate, ficou na quinta posição. O Papão é quarto e o Águia é sexto. Já o o Treze chegou aos dez pontos, passou pelo Cuiabá, ficando na oitava colocação.
O jogo
O Treze não quis conversa desde o início da partida. Logo aos 10 minutos, Júlio Zabotto acertou um belo chute, sem chances para o goleiro do Carcará. A partir dos 39 minutos, Ney Mineiro começou a fazer seu show. O atacante recebeu a bola e bateu, estufando as redes.
No segundo tempo, o Treze continuou elétrico, enquanto o Carcará esteve abatido. Logo aos cinco minutos, Ney Mineiro arranca e toca na saída do goleiro Luciano. Aos 33 minutos, Vágner Rosa tocou para Ney Mineiro para, mais uma vez, mandar para as redes e decretar o placar final do jogo.
Na próxima rodada, o Salgueiro encara o Santa Cruz, no estádio do Arruda, enquanto o Treze recebe, em casa, o Icasa.
Fonte:blogdotorcedor
Resultados da 20ª rodada da Série A2 do Pernambucano e classificação atualizada
Fonte: Michel Santana
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