

Página Inicial / Vitória / Vera Cruz / Amadorismo / Áudios / Fotos / Vídeos / Rádio Cidade UNI / Contatos
sexta-feira, 18 de março de 2011
Auxiliar Técnico Nem do Vitória relembra time do Vitória de 1991 para motivar atletas do Taboquito

21 anos depois da final de 1990 Àrbitro Arlindo Maciel revela: “Gol anulado do Sport foi legítimo”
Quem hoje tem mais de 35 anos não esquece…
Ano: 1990 – Final do Campeonato PE – Campeão: Santa Cruz – ARBITRO: Arlindo Maciel -PLACAR: Santa 0×1 Sport (tempo normal)- PRORROGAÇÃO: Santa 0×0 Sport.
No dia 27/05/1990 aconteceu no Arrruda o último jogo da decisão. Para ser campeão, o Santa Cruz poderia perder nos 90 minutos e ainda assim teria a vantagem de jogar pelo empate nos 30 minutos da prorrogação. Foi o que ocorreu, o Sport venceu no tempo normal por 1×0, gol do lateral esquerdo Glauco, de falta, aos 29 minutos do primeiro tempo.
A arbitragem foi o lado ruim do jogo. Arlindo Maciel que apitou a final sendo sorteado minutos antes do clássico e deixou de validar um gol legítmo do rubro-negro, aos 3 minutos do segundo tempo da prorrogação em uma cabeçada do zagueiro Marcio Alcantarada. O então bandeirinha Gilson Cordeiro anulou o gol alegando impedimento que posteriormente foi provado que não houve.
Ficha do Jogo:
Santa Cruz: Raul; Marinaldo, Marcão, Tanta e Eduardo; Mázio, Ataíde e Mazinho; Leto (Fernando Silva), Marcelo Rocha e Wanks (Edmundo).
Técnico: Erandir Montenegro
Sport: Paulo Victor; Valtinho, Aílton, Márcio Alcântara e Glauco (Mirandinha); Lopes, Agnaldo e Adriano; Ramón, Fábio (Sérgio Alves) e Neco.
Técnico: Charles Muniz
Local: Estádio do Arruda
Árbitro: Arlindo Maciel
Auxiliares: Gílson Cordeiro e João José Venceslau
Renda: Cr$ 6.187.840,00
Público: 58.860 pagantes e 3.244 não pagantes (total: 62.104)
Glauco lateral esquerdo fez de falta 1×0 para o Sport que venceu no tempo regulamentar…
O ex Arbitro Arlindo Maciel esteve na última Sexta Feira na Ilha do Retiro e fez revelações sobre o campeonato que o Sport ganhou, mas não levou… SANTA CRUZ CAMPEÃO DE 1990.
Fonte:www.wareporter.com.br

Novas camisas do N Á U T I C O
Foto: Manuela Priori
Na noite desta quinta-feira aconteceu na sede do Náutico o lançamento oficial dos novos padrões para a temporada 2011. Foram apresentados os uniformes 1 e 2, roupas de treinamento e de concentração. Estavam presentes os dirigentes do clube, sócios e a imprensa. O desfile de apresentação contou com a presença dos atletas do clube, o goleiro Rodrigo Carvalho, o atacante Joelson, o zagueiro Walter e o lateral-direito Rodrigo Heffner. Para representar a Penalty estava presente o gerente de produtos, Guilherme Berberian.
Antes de iniciar o desfile o presidente do clube, Berilo Junior, ressaltou a importância do patrocínio da Penalty. “Firmamos um contrato longo com a Penalty, válido por quatro anos, e agora vai acabar de vez com esta falta de material que existia. O Náutico é um clube grande e tem que pensar grande e por isso procurou a Penalty”, disse o presidente, referindo-se a Lupo e a Champs últimas fornecedoras, que não atenderam a demanda do clube.
O gerente de Marketing do Náutico, Carlos Renato, deu um breve recado e falou da satisfação de ter a Penalty nesse momento importante do clube e também comentou que os uniformes três e quatro ainda estão sendo pensados. “O terceiro uniforme é o que todos conhecem, o todo vermelho. Com relação ao quarto, está aberta uma enquete para decidirmos qual será a cor, depois iremos analisar junto a Penalty a viabilidade desta cor”, disse.
O gerente de produtos da Penalty começou o seu discurso oficializando um pedido de desculpas para o Náutico e para a torcida alvirrubra pelo vazamento da camisa. “Para a Penalty é motivo de grande orgulho voltar ao Clube Náutico onde nos ja estivermos com muitas alegrias, e muito importante onde reforçamos nosso posicionamento no estado de Pernambuco e também a nossa nova logomarca”, disse Guilherme Berberian.
Após as apresentações a imprensa diretores e sócios puderam prestigiar o desfile e logo depois foi servido um jantar.
Blog do torcedor
A virada de Landu
Aos 32 anos, Landu pode parecer um jogador experiente. No entanto, são somente sete anos de carreira. A história do atacante tricolor destoa do que normalmente acontece com os boleiros do Brasil. Até 2004, Landu trabalhava numa loja de materiais de construção. Foi descoberto durante um campeonato da empresa quando marcou vários gols e foi o destaque da competição. Sem nunca ter passado por uma escolinha, ele admite suas deficiências técnicas e tenta compensá-las com muita garra dentro de campo.
Esta, talvez, seja a chave do mistério que cerca a boa relação entre o jogador e a massa tricolor. Somente o empenho mostrado dentro de campo é capaz de justificar o que se viu no final do jogo contra o Salgueiro, na última rodada do Estadual. Ainda que não tenha marcado um gol sequer neste Pernambucano, Landu teve o nome ecoado nas arquibancadas do Arruda. Um reconhecimento pelo esforço em brigar por cada bola e encarar todas as divididas. "Sempre que eu entro em campo, lembro da guinada que minha vida deu depois que comecei a jogar futebol. O mínimo que posso fazer é me esforçar mesmo", explicou o jogador.
Provavelmente, a falta de habilidade para lidar com a pressão também encontre respaldo nas particularidades de sua carreira. Diferentemente dos colegas, Landu não saiu de casa no início da adolescência, para viver longe da família, de concentração em concentração. Desde os primeiros passos dentro de campo, os aspirantes ao sucesso são informados das cobranças que precisarão enfrentar. "É muito difícil tentar fazer o seu trabalho com tanta gente exigindo o melhor de você. Mas estou me acostumando."
A primeira experiência como jogador de futebol foi durante um torneio pelo interior do Pará, quando defendeu a Tuna Luso, em 2004. O primeiro contrato, no entanto, só foi assinado pelo Abaeté-PA, ainda naquele ano. Foram necessários somente alguns meses, até que Landu realizasse o sonho de defender o clube do coração. Com o Remo, conquistou o título da Série C de 2005 e o consequente acesso à Segundona. Agora, no Arruda, Landu espera conseguir uma nova reviravolta em sua vida. "Praticamente, não tive chances no Vasco/RJ. Agora, quero provar meu valor, fazendo uma história bonita aqui no Santa Cruz, que é um clube de muito respeito no cenário nacional", disse.
Contrariando a lógica, Landu parece estar no caminho certo para tornar-se um ídolo da torcida tricolor. "Eu reconheço que tecnicamente não sou um jogador diferenciado. Ninguém nunca me ensinou como correr, como chutar, como cruzar. Mas eu sei que com raça e determinação a gente pode chegar a qualquer lugar. E os torcedores sabem que eu não me poupo dentro de campo. Todo jogo é uma final e toda bola é a bola do título."
Fonte:Diário de Pernambuco
Arena da Plurisports é aprovada na reunião do Conselho rubro-negro

Assinar:
Postagens (Atom)